Dirceu Bendito Marchioli não vem pagando a pensão alimentícia para sua mãe em Marília.

dirceu benedito marchioli- 14-07-2008O  radialista Dirceu Benedito Marchioli, codinome Dirceu Maravilha (foto à esquerda), não vem depositando a pensão alimentícia para sua mãe Emilia Sanches Marchioli.

Emilia Sanches Marchioli mora na cidade de Marília, Estado de São Paulo.

O  mesmo está desempregado na mídia brasileira, já que foi detido embriagado na noite paulistana em 2008, quando era empregado na Rádio Record de São Paulo.

Recusou-se a fazer o teste do bafômetro, o qual detecta o nível de álcool expirado em nível alveolar, em blitz realizada pela Policia Militar de São Paulo.

Fugiu da blitz, mas foi alcançado, após ter passado por vários faróis vermelhos.

Uma situação que envergonha a família Marchioli na cidade de Marília.

Alcoolista crônico, e frequentador assíduo de boates, inclusive de striptease na noite paulistana, e principalmente de noites de carnaval regadas a lança-perfumes, a situação não foi nenhuma novidade para quem o conhece na realidade do dia a dia, e não apenas de narrações esportivas, e de programas de TV.

Soberbo, arrogante, calculista, materialista, despreza sua família na cidade de Marília, notadamente com a fraude de ação de prestação de contas em face de seus genitores Emilia Sanches Marchioli e Silvio Marchioli, o último já falecido em 1993.

Quando Silvio Marchioli foi operado em 1989 na cidade de Ribeirão Preto, Hospital das Clínicas, por apresentar neoplasia maligna, o mesmo preferiu ir passear na praia do Guarujá com sua namorada Dalva Ullerick.

Uma falta de comprometimento total com seu pai em estado crítico de saúde.

É na verdade um fanfarrão !

Com  morte do seu pai em 1993, logo após a cirurgia, o radialista deveria transferir sua quota-parte da empresa Organização Ipanema Ltda criada em 1997 juntamente com seu pai para sua mãe [casada com comunhão universal de bens], e para seu irmão, que passaria a ser herdeiro dessa quota-parte.

Mas o que fez o nobre radialista ?

Não fez o arrolamento de bens e o início do inventário em 1993, mas ardilosamente, em 1995, transferiu a quota-parte de seu pai falecido, totalmente para si, e não transferiu nem para sua mãe, e nem para seu irmão, herdeiro natural com a morte de seu pai.

Uma canalhice sem precedentes.

Uma fraude no inventário !

Lesar mãe e o herdeiro é sem precedentes para narradores esportivos no Brasil !

Além, disso se comprometeu em 2005, após Ação de Reintegração de Posse em face de Emilia Sanches Marchioli e de seu irmão [imóvel da família Marchioli, mas que estava no nome do radialista, visto que não punha nenhum imóvel em nome do seu pai, ou de sua mãe, enquanto a empresa esteve aberta de 1997 a1995, e obviamente já pensando em ficar com tudo com a morte de seus genitores], teve que despejar sua mãe na cidade de Marília, e seu irmão, visto que ambos questionam na justiça a transferência irregular da quota-parte.

Dirceu Maravilha, ou semelhante ao personagem sociopata Coringa do filme Batmam retaliou, e  inacreditavelmente, despejou os dois do imóvel situado na Rua 09 de Julho, 727, na cidade de Marília.

Na audiência [por meio do seu advogado, pois covardemente não apareceu], se comprometeu a depositar 1.83 salários mínimos/mês para sua mãe, mas nada de depósito vem sendo feito !

Estranho, pois alardeia que tem carro Hylux, casa na praia, apartamentos no litoral, mansão em São Paulo, mas deixa sua  mãe sem o pagamento da pensão alimentícia que se obrigou na sentença de reintegração de posse.

Pasmem…

Ação de Reintegração de Posse em face da sua mãe!

É uma ardilosidade incomensurável !

Lamentável senhor Dirceu Benedito Marchioli, codinome Dirceu Maravilha !

O radialista gosta de ser bajulado, e de bajular quem tem dinheiro.

A Rádio Record  o impediu de seguir à frente das narrações esportivas em 2008, visto que não quis associar a imagem de sua emissora com alcoolistas, e desrespeitadores das ordens emanadas pelos policias militares em serviço.

Um sociopata desempregado, mas que logo iniciará outro ciclo em outra empresa de rádio, até ser descoberto de sua desordens mentais.

Vai bajular alguém até conseguir um outro empregado.

No máximo uma FM.

Rádio Globo, Rádio Bandeirantes, Rádio Transamérica, Rádio Jovem Pan não querem o soberbo e arrogante!

Seu mundo de fantasia de glamour e luxo estão com os dias contados, e, ainda mais, abandonar sua mãe materialmente e afetivamente é sociopatia senhor radialista, ou conhecido pelo alcunha de “Maravilha”!

Maravilha em quê ?

Seria em expertise na  canalhice com a família !

Alguém tem explicação a essa charada enigmática em despejar a mãe,  enganar no inventário e não pagar a pensão alimentícia ?

Nem o sociopata personagem Coringa dos filmes do Batman tem explicação de alguém que abandona sua própria mãe afetivamente e materialmente !

Quem explica essa atitude sociopata ?

Somente o Coringa da mídia do Brasil !

O Coringa - close

Centro de Hipertensão Arterial. Um legado fantástico da Unimar !

O Centro de Hipertensão Arterial – ou Liga de Hipertensão – funcionou entre os anos de 2000 até 2005, quando foi encerrado, não expressamente, mas tacitamente por falta de interesse de que outros alunos, e outro docente assumisse a responsabilidade do mesmo.

Contudo, enquanto funcionou foi um sucesso.

A Unimar deu total apoio ao projeto: forneceu instalações para o funcionamento, salas de reuniões, e salas de atendimento.

Estive na coordenação nesse período, e desejei aos alunos que ficaram  na Unimar a manutenção do projeto de extensão universitária devido a minha transferência para a Famema no ano de 2006.

Mas, pelo que sei cinco anos depois não houve mais a manutenção dos atendimentos de pacientes referenciados pela Secretaria Municipal de Saúde, antes para o Hospital Unimar, e depois para a UBS da Região Oeste -cidade de Marília (próximo a UBS Chico Mendes).

Motivo: novos paradigmas políticos na cidade de Marília.

A coordenação dos alunos era de Alan Fernandes Laurindo.

Alan mostrava-se envolvido  no projeto, pois sempre procurava o coordenador médico do CHA  para esclarecimentos de dúvidas no atendimento com os pacientes, e com a distribuição dos artigos a serem apresentados na forma de seminários com os alunos.

Alan fazia as provas de admissão de novos alunos.

Na sua colação de grau nos garantiu que jamais perderia contato conosco, e nem com os demais alunos.

O CHA tinha sido seu grande legado na Unimar.

Mas, a verdade é que quando o encontramos em Ribeirão Preto, no ano de 2003, Alan se mostrava dissimulado, e evitando o contato pessoal no Congresso Paulista de Nefrologia a todo e qualquer custo.

Deduzimos que pelo fato de estar se submetendo a programa de Especialização de Nefrologia (não era a Residência Médica da USP), o transformou de um ex-aluno simpático, a um médico que aparentava jamais ter trabalhado conosco.

Que triste demonstração de ingratidão !

No final do congresso, telefonamos se havíamos feito alguma coisa que pudesse tê-lo desapontando.

Alan, o agora,  “Residente de Nefrologia”, disse que não poderia explicar muito bem,  mas que pela inimizade entre o “chefe do serviço de nefrologia”, e o ex-coordenador medico do CHA, escolheu a vaga no serviço de nefrologia a manter a amizade de quem lhe dera a oportunidade de ser presidente aluno do CHA por cinco anos.

O chefe do serviço de nefrologia era o arrogante, prepotente, e mau-caráter Osvaldo Merege Vieira Neto.

Um médico candidato a tudo.

Sempre candidato.

Mas, nunca candidato a ser bom caráter !

Ser mau-caráter é sua índole !

Adeus ao juramento de lealdade na colação de grau proferido por Alan !

Não era tanta lealdade assim ao Coordenador Médico do CHA.

Jamais, pensei, em ouvir tamanha ingratidão de um ex-aluno, o qual dizia em sua colação de grau que o CHA havia marcado sua graduação na Unimar.

Bem, um discurso de quem não tem lealdade, e gratidão às pessoas que foram companheiros e defensores do CHA.

Ingratidão ao Coordenador Médico do CHA, e dos outros alunos que compuseram o período de 2000 a 2005.

Que degradação moral em tão pouco tempo de carreira médica.

A insustentável dissimulação de Alan Fernandes Laurindo é condenável em gênero, número e grau.

Alan, você é dissimulado hoje, ou sempre foi, e não sabíamos ?

Alan Fernandes Laurindo:

Um conselho:

Para os amigos não há contabilidade afetiva.

O CHA  foi um projeto de extensão universitária da Unimar, o qual foi um sucesso  durante os cinco anos de sua existência !

Um legado de ex-alunos, que hoje são médicos, com notável formação médica nesse Brasil de rincões longínquos !

Médico Não Ilustre – Dr. Carlos Eduardo Bueno

Ano de 2003.

A Faculdade Medicina da Unimar recém-criada em 1996 estava indo bem muito bem – de vento em popa.

Sua primeira turma de 2001 formava seus primeiros alunos de medicina.

O clima era muito bom de trabalho na instituição.

No ano de 2003  com a direção do curso de medicina pelo professor Nelson Mendes o conceito C obtido no Provão foi muito comemorado.

No ano de 2003 estivemos ao lado do  professor Nelson Mendes a frente da coordenação da Clínica Médica.

Conseguiu-se uma parceria SUS com o Hospital São Francisco – Nova Marília.

Estivemos articulando esse convênio assinado no ano de 2003.

O curso estava a todo vapor em 2003.

Inclusive um novo cenário de prática no Hospital São Francisco.

Mas nos bastidores havia dois homens que lutavam por poder na instituição.

Um deles Roberto Guzzardi,  homem forte nos bastidores da instituição, à época.

Ditava o futuro da instituição.

Se insurgiu contra o sucesso da gestão de Nelson Mendes.

Queria outro como diretor em 2004…

O outro era Carlos Eduardo Bueno, o pneumologista.

Era genro de um homem forte no MEC.

A troca poderia render bons frutos à instituição segundo seu apoiador Roberto Guzzardi.

Guzzardi ganhava bem mais que R% 20.000,00 para conseguir o convênio do SUS para o Hospital da Unimar.

Um belo hospital, mas sem o SUS.

Impossível ter um curso de medicina sem o SUS.

Guzzardi diz que conseguiria esse convênio em pouco tempo.

Nunca conseguiu após três anos de gestão…

Mas Guzzardi conseguiu uma proeza.

Cavou a substituição do professor Nelson Mendes pelo seu amigo Carlos Eduardo Bueno.

Final de 2003.

Ambos eram vistos sempre sorridentes…

Conseguiram tirar o professor Nelson Mendes.

Os fins justificam os meios.

Maquiavel explica.

Maquiavel sempre tem seguidores…

No ano de 2004 meu apoio incondicional a Nelson Mendes custou minha coordenação do curso de medicina.

Sai junto com o professor Nelson Mendes.

Começa a dinastia Bueno.

Guzzardi apoia incondicionalmente.

Em 2004 o Enade avaliou o curso na dinastia Bueno e o conceito foi um desastre.

Em 2007 o curso de medicina da Unimar avaliado novamente pelo Enade repetiu outra decepção.

A dinastia Bueno deixou um um resultado em termos de gerenciamento pedagógico equivalente a um tsunami.

Uma catástrofe.

Bueno quando ingressou em 2004 tinha ao seu lado Jairo Reis.

Jairo Reis gostava também dos holofotes de sempre estar próximo de Bueno.

Reis sempre tinha uma explicação para tudo, menos para o tsumani pedagógico implantado pela dinastia Bueno.

Reis caiu também, pois foi afastado pelo próprio Bueno em choque de vaidades e egocentrismo.

Reis talvez quisesse ser o novo diretor e cavar a saída de Bueno.

Bueno o afastou.

Guzzardi saiu em 2005.

Bueno reinava absoluto, e o curso de medicina sem o SUS prometido por Guzzardi por três  anos em contrato milionário com a Unimar.

Em 2008 o MEC propõe intervenção no curso de medicina da Unimar.

Proposta para 50 vagas/ano.

Carlos Eduardo Bueno caiu após seis anos de uma gestão pífia e ditatorial

E incompetente.

Seus seguidores.

Jairo Reis sumiu da Unimar.

Guzardi saiu da Unimar.

O curso teve que passar por mudanças e reformas pedagógicas drásticas sob pena de nova intervenção e fechamento do curso.

A professora Maria Elisabeth da Silva Hernandes Corrêa assume em lugar de Carlos Eduardo Bueno.

O curso reage e após três anos mostra ter encontrado seu caminho original.

Novamente o curso de medicina volta ao seu desempenho normal.

O legado de Carlos Eduardo Bueno:

Uma intervenção do MEC.

ENADE 2004 (IDD = 1) e  2007 (Conceto Enade = 1; IDD = 1 e CPC=2) com resultados decepcionantes.

Fim da Dinastia Bueno.

O Dick Vigarista da Direção Geral da Unimar !

7 anos da formatura da médica pediatra Janaina Lima.

CLOSE JANNo ano de 2003 acontecia a formatura de Janaina Lima.

Mora hoje em Araguaína, Estado do Tocantins.

Formada na Unesp- Faculdade de Medicina de Botucatu.

Filha de Ana  Haruye Tanamati  Lima (mora em Botucatu ),  a qual é  divorciada de Luiz Carlos Lima (mora em Presidente Prudente).

Proprietário da Global Master, e casado com Mariza Galdioli Borges Lima.

A colação ocorreu na tarde de sexta-feira, período vespertino nas dependências da Unesp, em uma lona improvisada para recebimento dos convidados.colação de grau

Tarde muito quente…

Acompanhei esse momento fantástico.

A noite houve o jantar dançante  nas dependências do Ginásio de Esporte.

Lá estavam os familiares de Janaína Lima: Ana Haruye Tanamati  Lima (mãe), Luiz Carlos Lima (pai), Vanessa Lima e seu namorado Guilherme, suas avós, Corina Lima e Valter Lima.

E outros amigos.

Mas, enfim…

Uma belo jantar dançante.

Todos dançaram efusivamente.

jantar dançanteJanaina Lima esteve com um belo visual…

Janaina estava como a “Lady in Red”…

No sábado pela manhã o culto ecumênico também nas dependências da Unesp, além da plantação de uma árvore para simbolizar a turma de formandos.

O Câmpus da Unesp de Botucatu estava repleto de alunos, formandos e familiares.

Na noite de sábado o baile de formatura.

Muitas músicas embalaram o jantar.

Janaina Lima mudou o visual de “lady in red” para “lady in black”.

Belo visual.baile de formatura

Luiz Carlos Lima dançou até o chão, pois não foi acompanhado da sua atual mulher Mariza Galdioli Borges Lima.

Valter e Corina dançaram até o sol raiar…

Valter Lima é dono de uma loja de venda de toca-fitas em Presidente Prudente.

Dono da Áudio Way.

Um emoção indescritível a da formatura.

Janaina fez Residência de Pediatria após sua colação de grau na Unesp.

Hoje trabalha na Maternidade Dom Orione em Araguaína.

Ainda se especializou em neonatologia.

Sinceros votos de mais sete anos de sucesso profissional.

Agradeço a estada em sua residência no ano de 2003 e 2004, quando a conheci na Unesp, quando era aluna do sexto ano da faculdade de medicina.

Um romance inesquecível !

É hora de comemorar os sete anos de formatura!

Só faltava agora em sua vida mais um sonho: pular de paraquedas !

Mas, guardo esse momento especial em minha vida por ter estado lá nesse dia especial.

Minha eterna gratidão a Janaina Lima.

Sucesso em sua vida profissional e, claro, um belo salto de paraquedas !

colação de grau 2

Outra liminar derruba outra CPI da Fumes-Famar

cpi saudeMais uma vez a Diretoria da Famema impediu outra CPI da Fumes-Famar de ser realizadas pelos vereadores Eduardo Gimenes, Wilson Damasceno e Lázaro Júnior.

O editorial do Jornal da Manhã em 22-07-2010 assim explanou:

É estranho! Mas a direção da Famema conseguiu na Justiça, mas uma vez, impedir que a Câmara Municipal de Marília investigue a Fundação Municipal de Ensino Superior – Fumes.

Diante de liminar concedida pelo juiz da 5ª Vara Cível da Comarca de Marília, Henrique Berlofa Villaverde, a CPI instalada no mês passado, tendo como presidente o vereador Eduardo Gimenes, ainda não poderá ser levada adiante.

O mesmo aconteceu com a primeira CPI instalada no ano passado e que foi barrada, também por liminar, mas da 4ª Vara Cível. A direção da Famema insiste em que não há motivos para investigações e a tese utilizada pela defesa, aceita pelo juiz Henrique Berlofa Villaverde, é de que “a CPI instaurada não indica um fato certo e determinado a ser apurado, visa, em verdade, levantar toda a aplicação do orçamento repassado a Fumes de vários anos, o que inviabiliza a própria investigação”.

Mais uma vez fica inevitável a pergunta: por que a direção da Famema tem tanto medo de uma investigação da CPI? Afinal de contas, quem não deve, não teme!

É bom que fique bem claro: a liminar não extingue a CPI, já que ainda há necessidade do julgamento do mérito dessa ação. O presidente da CPI, Eduardo Gimenes, deixou bem claro que há motivos de sobra para uma investigação e não só não enxerga quem não quer.

A CPI deveria verificar dívidas relativas ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço e ao Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) dos funcionários da autarquia. Segundo o vereador Gimenes “a Fumes quer transferir mais de 2 mil cargos para a Prefeitura, que acabará assumindo a dívida do FGTS e INSS, caso a Câmara Municipal aprove projeto de lei que está em tramitação”.

Os vereadores precisam ter muito cuidado, para não serem responsabilizados futuramente caso aprovem este projeto.

Ao mesmo tempo a direção da Famema quer extinguir a Fumes (sem qualquer investigação) e tornar de utilidade pública uma outra entidade, a Famar, que passaria a receber os recursos do município. “Há algo de podre no reino da Dinamarca” (William Shakespeare, em Hamlet).

Cabe, legitimamente, à Comissão Parlamentar de Inquérito saber de que forma, por quem e onde estão sendo ou foram utilizados os recursos repassados pelo Governo à Fumes. Só neste ano o orçamento prevê R$ 86,7 milhões.

Afinal de contas, é o dinheiro do contribuinte que está em jogo e que pode ir para a sepultura junto com a Fumes. E dinheiro público é coisa séria. A Justiça deveria ser a primeira interessada em ver tudo muito bem apurado. Afinal de contas, se não há nada de errado, por que não deixar investigar?

Se a CPI investigar e concluir que tudo está correto, então será praticamente um atestado de idoneidade à Famema.

Ou não?

Em defesa da CPI da Fumes-Famar para se avaliar os contratos milionários terceirizados na instituição !

cpi

Dirceu Benedito Marchioli. Despejou a mãe em 2005. Dirceu Maravilha é uma farsa imoral no seu dial !

dirceu benedito marchioli- 14-07-2008Há cinco anos o radialista residente atualmente  na cidade de São Paulo, Dirceu Benedito Marchioli, codinome “Dirceu Maravilha”, com passado profissional nos anos 70 e 80 na cidade de Marília, mas sendo natural de Ibitinga, Estado de São Paulo, nascido em 05 de março de 1953, e tendo trabalhado nas Rádios Vera Cruz de Marília, e Rádio Clube de Marília, e com passagens pelas rádios Difusora de São Paulo, Rádio Tupi AM,  Bandeirantes, e atualmente afastado da Rádio Record, por se recusar a fazer o exame do etilômetro em uma blitz da Polícia Militar em 2008 (foto à esquerda), vulgo Bafômetro, despejou a sua mãe Emilia Sanches Marchioli, à época moradora na Rua 9 de Julho 727, cidade de Marília, Estado de São Paulo.

DATA INESQUECÍVEL – dia 06 de julho de 2005.

Na cidade de Marília, Dirceu Benedito Marchioli, tinha como sócios – Silvio Marchioli (pai) e Emilia Sanches Marchioli (mãe).

Nome da empresa: Organização Ipanema Publicidade e Cobrança S/C Ltda.

Criada em 1977.

Inicialmente funcionava na Rua de XV de Novembro, e posteriormente transferida para a Rua 9 de Julho 731.

Pois bem leitores do blog…

Uma data que não pode ser esquecida dos leitores do blog.

Com um padrão moral a ser pesquisado na literatura médica, pois despejar a sua própria mãe não encontra precedentes na literatura médica brasileira e ou internacional.

Uma psicopatia !

Uma sociopatia !

Talvez, o médico psiquiatra Michael Stone, da Universidade da Columbia,  possa explicar em  seu famoso Índice da Maldade (níveis de 1 a 22), quais eram sua reais intenções de seu ato nefasto realizado em 1995 em face de sua mãe Emília Sanches Marchioli.

Sugestão para o caso em tela: nível 21:

Psicopatas que torturam até o limite, mas sem nunca terem cometido um assassinato.

A verdade, pelo que se colheu de informações, é que Dirceu Benedito Marchioli, não ficou nada satisfeito quando sua mãe Emilia Sanches Marchioli teve que se utilizar da via judicial quando soube que após a morte do seu marido Silvio Marchioli em 1993, o radialista (filho), se utilizando da  dissimulação e vigarice, pediu para a mesma assinar um documento em branco em 1995.

E assim ela o fez.

Detalhe: não sabe nem ler e nem escrever.

Ato: transferir 50% das ações da empresa, mesmo após a  morte de Silvio Marchioli (pai), para si deixando Emilia Sanches Marchioli (mãe) com 1% das ações da empresa.

Inacreditável !!!

Uma fraude no inventário em curso !

A senhora Emilia Sanches Marchioli  ao ser esclarecida em uma consultoria jurídica na cidade de Marília de que foi lesada em sua empresa após a morte de seu marido em 1993 [Silvio Marchioli], não restou outra alternativa a mesma a não ser propor uma ação de  Prestação de Contas a fim de saber qual a real situação das contas da empresa Organização Ipanema Publicidade e Cobrança S/C Ltda.

Detalhe: nesse documento em que se consuma a transferência irregular das ações, o radialista informou a sua mãe, a qual é analfabeta, que se tratava apenas de um ato de encerrar as atividades da empresa Organização Ipanema Ltda após a morte de Silvio Marchioli.

Na verdade o tal pedido ocultava um outro “pedido oculto” que era de passar todas as ações da empresa para o próprio radialista.

Uma fraude ao inventário que se  materializava com a morte de Silvio Marchioli ocorrida em 1993.

Objetivo: lesar herdeiros !

O juízo de primeira instância na cidade de Marília ordenou explicações na ação de Prestação de Contas em face do radialista Dirceu Benedito Marchioli, o popular “Maravilha”.

Dirceu Maravilha: o soberbo, arrogante, e dissimulado.

Dirceu Maravilha na narração, e cinzento nas suas ações morais com familiares ?

Como forma de retaliação, o popular “Dirceu Maravilha”, despejou sua mãe na cidade de Marília, tão logo soube que sua mãe entrou com ação judicial a fim de preservar seus  direitos, após a morte de seu marido.

Inicialmente uma notificação extrajudicial para tentar lograr êxito e retirar sua mãe do imóvel.

A estratégia jurídica do radialista foi a de que o imóvel estava no nome dele [era o sócio letrado em face de dois outros sócios analfabetos(pais)], e tudo que a sociedade auferia em lucros, comprava imóveis somente no nome de DIRCEU BENEDITO MARCHIOLI.

Como a senhora Emilia resistiu, o radialista que se autointula, “O Maravilha”, propôs ação de Reintegração de Posse em face de Emilia Sanches Marchioli (matriarca da família).

AÇÃO DE REINTEGRAÇÃO DE POSSE.

Inacreditável: Emilia Sanches Marchioli lutando pelos seus direitos na sociedade Organização Ipanema Publicidade e Cobrança S/C Ltda, e Dirceu Benedito Marchioli se utilizado de uma ação judicial para despejá-la, pois a titularidade já lhe pertencia, pede a REINTEGRAÇÃO DE POSSE.

Uma covardia do nobre MARAVILHA !

Dirceu Maravilha uma farsa IMORAL no seu dial !

Mais emblemático, que covardemente na audiência ocorrida  no Fórum de Marília (Primeira Vara Cível), o radialista não compareceu, mas seu patrono sim: JOSE LUIZ CORAZZA MOURA.

Não quis enfrentar ou encontrar mãe e herdeiros na audiência.

Covarde !

E nessa audiência, houve o pedido de desocupar o imóvel situado na Rua 9 de Julho 727, Marília, São Paulo, sob pena de DESOCUPAÇÃO FORÇADA.

DESOCUPAÇÃO FORÇADA em face da mãe não encontra precedentes na mídia brasileira !

Uma situação estupefaciente !

INACREDITÁVEL TANTA ARDILOSIDADE E VILEZA !

Mas, o radialista gosta de bajular quem o bajula, ainda que para com seus familiares seja bem hipócrita e pernicioso.

Em 2007, pasmem os leitores, o radialista, amedrontado com o desenrolar da ação em curso, informou a sua mãe que é analfabeta, que o “juízo de primeira instância” havia definido que ela precisava assinar outro documento para “encerrar a ação”, e os herdeiros seriam todos contemplados, anulando o ato fraudulento perpetrado pelo mesmo em face da sua mãe e dos herdeiros em 1995.

O radialista consegui enganar mais uma vez sua mãe em 2007, pois ao assinar outro documento em branco, estava assinando uma transação, artigo 269, III, do Código de Processo Civil.

344.01.2004.001776-3/000000-000 – nº ordem 1013/2004 – Prestação de Contas – EMILIA SANCHES MARCHIOLI X DIRCEU BENEDITO MARCHIOLI – Vistos. Homologo por sentença a fim de que produza seus devidos e legais efeitos o acordo celebrado entre as partes nestes autos da ação de Prestação de Contas que Emília Sanches Marchioli contra Dirceu Benedito Marchioli, declarando extinta nos termos do artigo 269-III do Código de Processo Civil. P. R. e Int., após o trânsito em julgado, comuniquese e arquivem-se. – ADV MARLUCIO BOMFIM TRINDADE OAB/SP 154929 – ADV JOSE LUIZ CORAZZA MOURA OAB/SP 31329

Os herdeiros jamais viram a cor do dinheiro.

Que vergonha Dirceu Maravilha !

A senhora Emilia Sanches Marchioli foi enganada duas vezes – em 1995 (transferência de sua quota-parte fraudulenta), e 2007 (transação com o radialista, sem saber da natureza do ato de que seria uma transação) pelo radialista Dirceu Benedito Marchioli.

Infelizmente nos dias de hoje, o radialista que está afastado da Rádio Record, por ser alcoolista de longa duração, cujo hábito foi descoberto pela mídia brasileira ao se recusar a fazer o teste do etilômetro em uma bliz da Polícia Militar (foto acima) na cidade de São Paulo em 2008 está sem trabalhar na melhores emissoras do Brasil.

O máximo que vai conseguir é trabalhar em uma FM, em São Paulo, se muito, já que as AM não o querem !

E, talvez um convite semanal para participar de um programa aqui, e outro ali de algum amigo mais próximo, até que se descubra sua arrogância, e então, não será convidado mais.

Dirceu Benedito Marchioli era um contumaz  consumidor de lança-perfumes nos carnavais de Marília.

Mas o que é lança-perfume ?

O lança-perfume é uma mistura de eter, clorofórmio, cloreto de etila (cloretila) e essência perfumada, embalada de forma líquida e pressurizada.

O efeito esperado de euforia, no entanto, geralmente dá lugar a uma fase de depressão do cérebro, na qual a pessoa passa a ficar desorientada, confusa e pode perder o autocontrole e os reflexos e entrar em processos alucinatórios.

Os riscos nesse período referem-se à possibilidade da pessoa adotar comportamentos arriscados e indesejados e, sobretudo, à evolução para a perda de consciência, queda de pressão, surtos de convulsão, podendo levar à entrada em coma e à morte.

O uso crônico de solventes e inalantes pode levar à destruição de neurônios causando lesões irreversíveis no cérebro.

Além disso, a aspiração repetida pode levar as pessoas a apresentarem-se apáticas, com dificuldade de concentração e com déficit de memória.

Acho que o uso de lança-perfume cronicamente lesou os neurônios do radialista que gosta de ser chamado: “O Maravilha”.

Despejar sua mãe do imóvel da família não é nada maravilhoso nobre radialista  Dirceu Benedito Marchioli, ou popularmente  conhecido nas mídias esportivas como  “Dirceu Maravilha”.

O INDICE DA MALDADE 2

Médico e advogado. Professor universitário. Um blog de um ultraliberal sem medo de polêmica ou da censura da esquerda “politicamente correta”, que analisa os principais acontecimentos do país com independência, focando em saúde, economia, política e direito. Mora em Curitiba- Estado do Paraná.