{"id":5024,"date":"2013-05-24T00:01:58","date_gmt":"2013-05-24T03:01:58","guid":{"rendered":"http:\/\/miltonmarchioli.com.br\/blog\/?p=5024"},"modified":"2022-01-16T11:15:18","modified_gmt":"2022-01-16T14:15:18","slug":"cefaleias-primarias-tratamento-agudo-e-profilatico-seminario-curso-de-medicina-da-famema","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/miltonmarchioli.com.br\/blog\/cefaleias-primarias-tratamento-agudo-e-profilatico-seminario-curso-de-medicina-da-famema\/","title":{"rendered":"Cefaleias Prim\u00e1rias &#8211; Tratamento Agudo e Profil\u00e1tico. Semin\u00e1rio. Curso de Medicina da Famema"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-11776\" src=\"https:\/\/miltonmarchioli.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/cefaleia-crian\u00e7a.png\" alt=\"cefaleia - crian\u00e7a\" width=\"232\" height=\"260\" \/>Semin\u00e1rios apresentados pelos alunos de medicina &#8211; 4\u00ba ano do curso de medicina da Faculdade de Medicina de Mar\u00edlia &#8211; Famema &#8211;\u00a0 durante est\u00e1gio no Ambulat\u00f3rio de Cefaleia- Ambulat\u00f3rio Mario Covas- disciplinas Neurologia e Educa\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancias da Sa\u00fade.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/miltonmarchioli.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/Cefal\u00e9ias-Prim\u00e1rias-Felipe-e-Fabr\u00edcio-23-05-2013.pptx\">Semin\u00e1rio de Cefaleias Prim\u00e1rias apresentadas pelos alunos Fabr\u00edcio Castro de Borba e Felipe Eduardo Ramos Xavier da Silva.<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/miltonmarchioli.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/Tratamento-Agudo-de-Enxaqueca-23-05-2013.pptx\">Semin\u00e1rio de\u00a0 Tratamento Agudo das Cefaleias pelos alunos Caio Esper, Carolina Augusto, Daniella Gimenez, Felipe Ramos e Fabr\u00edcio Borba.<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/miltonmarchioli.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/Tratamento-de-Cefal\u00e9ias-profilaxia-23-05-2013.pptx\">E por fim o semin\u00e1rio do Tratamento Profil\u00e1tico das Cefaleias Prim\u00e1rias pelos alunos Caroline Fornaciari, Daniella Gimenez e Caio Esper.<\/a><\/p>\n<p>O diagn\u00f3stico correto das cefaleias depende principalmente das informa\u00e7\u00f5es fornecidas pelo paciente a respeito das caracter\u00edsticas da sua dor.<\/p>\n<p>Aspectos a serem observados na primeira consulta:<\/p>\n<p><strong>Tempo de in\u00edcio da dor<\/strong> \u2013 O m\u00e9dico dever\u00e1 lhe perguntar h\u00e1 quanto tempo voc\u00ea apresenta dor de cabe\u00e7a.<\/p>\n<p>Se voc\u00ea sofre de cefaleia h\u00e1 muitos anos, tente recordar desde que idade aproximadamente passou a apresentar esse sintoma, mesmo que sua frequ\u00eancia fosse diferente da atual.<\/p>\n<p>Se o fato \u00e9 recente, procure estabelecer o mais precisamente poss\u00edvel h\u00e1 quantos dias ou meses se iniciou.<\/p>\n<p><strong>Mudan\u00e7as nas caracter\u00edsticas da dor<\/strong> \u2013 \u00c9 importante que voc\u00ea informe ao m\u00e9dico se a dor de cabe\u00e7a que sente atualmente \u00e9 semelhante \u00e0 que sempre lhe acometeu ou se \u00e9 de um novo tipo.<\/p>\n<p>Pode ocorrer, tamb\u00e9m, que a dor seja semelhante \u00e0 de sempre, mas que se tenha tornado mais frequente.<\/p>\n<p>Procure recordar h\u00e1 quanto tempo a dor passou a apresentar as caracter\u00edsticas atuais.<\/p>\n<p><strong>Frequ\u00eancia das crises<\/strong> \u2013 A frequ\u00eancia das crises \u00e9 uma importante informa\u00e7\u00e3o para o diagn\u00f3stico e difere grandemente de um tipo para outro de dor de cabe\u00e7a, podendo ser di\u00e1ria, quase di\u00e1ria ou espor\u00e1dica.<\/p>\n<p>Procure estabelecer aproximadamente quantas vezes por m\u00eas, por semana ou por dia a dor se manifesta.<\/p>\n<p>Observe, se suas dores seguem um padr\u00e3o de agrupamento, ou seja, se h\u00e1 per\u00edodos em que ocorrem v\u00e1rias crises por dia, durante semanas ou meses, seguidas por intervalos de meses ou anos sem dor.<\/p>\n<p><strong>Dura\u00e7\u00e3o das crises<\/strong> &#8211; O tempo de dura\u00e7\u00e3o de cada epis\u00f3dio de dor varia de acordo com o tipo de cefaleia, podendo ser desde uma fra\u00e7\u00e3o de segundo at\u00e9 dor cont\u00ednua por dias, semanas, meses ou anos. I<\/p>\n<p>Informe da maneira mais precisa poss\u00edvel, o tempo de dura\u00e7\u00e3o de suas crises de dor.<\/p>\n<p><strong>Intensidade da dor<\/strong> \u2013 Este \u00e9 um outro aspecto muito \u00fatil para o diagn\u00f3stico.<\/p>\n<p>A intensidade da dor pode ser classificada de uma forma simples em fraca, moderada ou intensa, segundo o crit\u00e9rio a seguir:<br \/>\nFraca \u2013 dor que n\u00e3o interfere com as atividades da vida cotidiana (trabalho, obriga\u00e7\u00f5es dom\u00e9sticas, estudo, etc)<br \/>\nModerada \u2013 dor que n\u00e3o impede, mas interfere com as atividades<br \/>\nForte \u2013 dor que impede as atividades<\/p>\n<p><strong>Localiza\u00e7\u00e3o habitual da dor<\/strong> \u2013 Para algumas formas de cefaleia, a localiza\u00e7\u00e3o da dor pode ser uma informa\u00e7\u00e3o importante.<\/p>\n<p>Informe ao seu m\u00e9dico se as dores costumam acometer toda a cabe\u00e7a ou se, pelo menos, em algumas crises a dor ocorre em apenas um dos lados.<\/p>\n<p>Se a dor for unilateral, observe se h\u00e1 altern\u00e2ncia de lado entre as crises ou se elas ocorrem exclusivamente \u00e0 direita ou \u00e0 esquerda.<\/p>\n<p><strong>Qualidade da dor<\/strong> \u2013 As dores de cabe\u00e7a podem ser puls\u00e1teis ou latejantes, constantes, em peso ou aperto, em pontadas, em choque, em queima\u00e7\u00e3o e de muitas outras formas de acordo com a percep\u00e7\u00e3o do paciente.<\/p>\n<p>Essa informa\u00e7\u00e3o pode ajudar a esclarecer qual a sua modalidade de dor de cabe\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>Fatores desencadeantes<\/strong> \u2013 Algumas formas de cefaleia podem ser desencadeadas quando o paciente \u00e9 submetido a certos fatores deflagradores (ou desencadeantes).<\/p>\n<p>Os mais frequentemente relatados s\u00e3o: altera\u00e7\u00f5es emocionais; atraso na ingest\u00e3o de alimentos (jejum prolongado); mudan\u00e7as de hor\u00e1rio de sono (dormir demais ou de menos); alimentos e produtos da dieta (chocolate, queijos, frutas c\u00edtricas, frutas oleaginosas, vinhos tintos, cerveja, vinho tinto, embutidos, aspartame, glutamato monoss\u00f3dico, cafe\u00edna); posi\u00e7\u00f5es viciosas do pesco\u00e7o.<\/p>\n<p>Em alguns pacientes a dor pode ser desencadeada por est\u00edmulos em determinados pontos da cabe\u00e7a. Se voc\u00ea perceber correla\u00e7\u00e3o entre sua dor e algum desses ou outros deflagradores, anote e informe o m\u00e9dico.<\/p>\n<p>Essa informa\u00e7\u00e3o poder\u00e1 ser \u00fatil no diagn\u00f3stico e tamb\u00e9m no tratamento.<\/p>\n<p><strong>Fen\u00f4menos acompanhantes<\/strong> \u2013 Diferentes modalidades de cefaleia acompanham-se de outros fen\u00f4menos al\u00e9m da dor.<\/p>\n<p>Avaliar se\u00a0 ocorre algum deles: intoler\u00e2ncia \u00e0 luz (fotofobia), aos sons (fonofobia) ou aos odores (osmofobia); n\u00e1usea; v\u00f4mitos; rebaixamento de uma das p\u00e1lpebras (ptose); lacrimejamento ou vermelhid\u00e3o de um dos olhos; congest\u00e3o nasal ou coriza.<\/p>\n<p><strong>Fatores de agravamento ou de al\u00edvio<\/strong> \u2013 Procure verificar se sua dor se acentua quando voc\u00ea executa atividades como, por exemplo, caminhar, subir escadas, ou quando abaixa a cabe\u00e7a. Observe tamb\u00e9m o que lhe proporciona algum al\u00edvio (excetuando-se as medica\u00e7\u00f5es) como dormir, repouso, aplicar gelo na cabe\u00e7a, etc.<\/p>\n<p><strong>Outras informa\u00e7\u00f5es<\/strong> \u2013 Seu m\u00e9dico poder\u00e1 necessitar saber quais os medicamentos que voc\u00ea vem utilizando e outros que j\u00e1 experimentou para o tratamento das crises e para a preven\u00e7\u00e3o de sua dor de cabe\u00e7a, bem como o resultado obtido com eles.<\/p>\n<p>Relacione-os de forma sucinta.<\/p>\n<p>Informe, tamb\u00e9m, se possui outros problemas de sa\u00fade que podem influir na escolha da medica\u00e7\u00e3o mais adequada para voc\u00ea como: diabetes, hipertens\u00e3o arterial, doen\u00e7as card\u00edacas, asma, depress\u00e3o, epilepsia, glaucoma, doen\u00e7as da tireoide e c\u00e1lculos renais.<\/p>\n<p>O Ambulat\u00f3rio de Cefaleia recebe encaminhamentos do Departamento Regional de Sa\u00fade IX do Estado de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/miltonmarchioli.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/medicamentos-20.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-10765\" src=\"https:\/\/miltonmarchioli.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/medicamentos-20.jpg\" alt=\"medicamentos 20\" width=\"1600\" height=\"1066\" srcset=\"https:\/\/miltonmarchioli.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/medicamentos-20.jpg 1600w, https:\/\/miltonmarchioli.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/medicamentos-20-300x200.jpg 300w, https:\/\/miltonmarchioli.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/medicamentos-20-1024x682.jpg 1024w\" sizes=\"auto, (max-width: 1600px) 100vw, 1600px\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Semin\u00e1rios apresentados pelos alunos de medicina &#8211; 4\u00ba ano do curso de medicina da Faculdade de Medicina de Mar\u00edlia &#8211; Famema &#8211;\u00a0 durante est\u00e1gio no Ambulat\u00f3rio de Cefaleia- Ambulat\u00f3rio Mario Covas- disciplinas Neurologia e Educa\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancias da Sa\u00fade. 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