{"id":741,"date":"2011-10-04T12:46:38","date_gmt":"2011-10-04T12:46:38","guid":{"rendered":"http:\/\/miltonmarchioli.com.br\/blog\/?p=741"},"modified":"2022-01-03T10:51:19","modified_gmt":"2022-01-03T13:51:19","slug":"cefaleias-primarias-seminario-curso-de-medicina-da-famema-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/miltonmarchioli.com.br\/blog\/cefaleias-primarias-seminario-curso-de-medicina-da-famema-2\/","title":{"rendered":"Cefaleias Prim\u00e1rias. Semin\u00e1rio. Curso de Medicina da Famema"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-11761\" src=\"https:\/\/miltonmarchioli.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/dor-de-cabe\u00e7a-desenho-247x300.jpg\" alt=\"dor de cabe\u00e7a- desenho\" width=\"247\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/miltonmarchioli.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/dor-de-cabe\u00e7a-desenho-247x300.jpg 247w, https:\/\/miltonmarchioli.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/dor-de-cabe\u00e7a-desenho.jpg 283w\" sizes=\"auto, (max-width: 247px) 100vw, 247px\" \/>Semin\u00e1rio apresentado pela aluna Denise Marvulle Tan \u2013 4\u00aa s\u00e9rie Medicina Famema no Ambulat\u00f3rio de Cefaleia &#8211; Ambulat\u00f3rio M\u00e1rio Covas no dia\u00a0 30 de setembro- disciplinas Neurologia e Educa\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancias da Sa\u00fade.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/miltonmarchioli.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/CEFALEIAS-PRIM\u00c1RIAS-Denise-Tan-2011.ppt\">Abordagem extensa\u00a0 abordando epidemiologia, fisiopatogenia e tratamento das Cefaleias\u00a0 Prim\u00e1rias.<\/a><\/p>\n<p>As cefaleias\u00a0 prim\u00e1rias s\u00e3o muito frequentes na pr\u00e1tica cl\u00ednica di\u00e1ria, e deveriam ser conhecidas de todas as especialidades m\u00e9dicas.<\/p>\n<p>Somente as cefaleias secund\u00e1rias\u00a0 deveriam ser encaminhadas aos neurologistas, mas infelizmente todos os tipos de cefaleias s\u00e3o encaminhadas ao Ambulat\u00f3rio de Cefaleia.<\/p>\n<p>Em tese, todos os m\u00e9dicos t\u00eam plena capacidade de tratar as cefaleias prim\u00e1rias,e na falha do tratamento, pode-se encaminhar ao neurologista.<\/p>\n<p>A migr\u00e2nea \u00e9 a cefaleia prim\u00e1ria mais incapacitante.<\/p>\n<p>A migr\u00e2nea \u00e9 uma doen\u00e7a neurol\u00f3gica cr\u00f4nica cuja preval\u00eancia na popula\u00e7\u00e3o geral \u00e9 estimada em 15%, que provoca grande impacto socio-econ\u00f4mico e piora da qualidade de vida.<\/p>\n<p>A enxaqueca acomete mais mulheres do que homens em uma propor\u00e7\u00e3o de 5:2 pode iniciar na inf\u00e2ncia ou na adolesc\u00eancia e acompanha o paciente por toda vida.<\/p>\n<p>Acomete aproximadamente 20% das mulheres, 6% dos homens e 4% a 8% das crian\u00e7as.<\/p>\n<p>A migr\u00e2nea acarreta, al\u00e9m do sofrimento individual, preju\u00edzo social e econ\u00f4mico de custo direto (como aten\u00e7\u00e3o m\u00e9dica e medicamentos), e indireto (como redu\u00e7\u00e3o da produtividade e faltas ao trabalho).<\/p>\n<p>A migr\u00e2nea se caracteriza clinicamente por crise de cefaleia intermitente, de moderada a intensa ou intensa e se apresenta frequentemente em localiza\u00e7\u00e3o unilateral e com sintomas associados.<\/p>\n<p>A dor \u00e9 puls\u00e1til,\u00a0 acompanhada ou precedida por n\u00e1useas e altera\u00e7\u00f5es sensoriais, que pioram com atividades f\u00edsicas rotineiras e promove incapacidade.<\/p>\n<p>A dura\u00e7\u00e3o das crises pode chegar a 72 horas quando n\u00e3o s\u00e3o tratadas de forma eficaz.<\/p>\n<p>A fisiopatologia da migr\u00e2nea ainda n\u00e3o foi completamente elucidada, mas \u00e9 comprovado que 60% a 80% dos casos de enxaqueca s\u00e3o de natureza gen\u00e9tica .<\/p>\n<p>Um plano para a terap\u00eautica da migr\u00e2nea inclui o tratamento agudo da crise e a terapia profil\u00e1tica de longo prazo.<\/p>\n<p>O tipo de tratamento a ser seguido deve ser avaliado com base no preenchimento do di\u00e1rio da cefaleia.<\/p>\n<p>O plano de cuidados mais eficiente para o tratamento profil\u00e1tico das migr\u00e2neas inclui o afastamento dos fatores deflagradores, tratamento medicamentoso preventivo, uso de medicamentos abortivos &#8211; para os momentos de dor &#8211; e as terapias acess\u00f3rias ou n\u00e3o medicamentosas .<\/p>\n<p>A migr\u00e2nea pode ser dividida em dois subtipos principais: migr\u00e2nea com aura ou cl\u00e1ssica e migr\u00e2nea sem aura ou comum.<\/p>\n<p>A rela\u00e7\u00e3o entre a enxaqueca cl\u00e1ssica e a comum \u00e9 de 1:5 .<\/p>\n<p>O diagn\u00f3stico de migr\u00e2nea baseia-se em crit\u00e9rios cl\u00ednicos publicados em 2003 pela Sociedade Internacional das Cefaleias:<\/p>\n<p>1. Crit\u00e9rios diagn\u00f3sticos da Sociedade Internacional de Cefaleias para migr\u00e2nea<br \/>\n(2003):<\/p>\n<p>1.1 &#8211; Migr\u00e2nea sem aura &#8211; Crit\u00e9rios diagn\u00f3sticos:<br \/>\nA. Ao menos cinco crises &#8211; preenche crit\u00e9rios B-D.<br \/>\nB. Crises de cefaleia com dura\u00e7\u00e3o de 4-72 horas, quando n\u00e3o tratadas ou tratadas<br \/>\nsem sucesso.<br \/>\nC. Cefaleia tem ao menos duas das seguintes caracter\u00edsticas:<br \/>\n. localiza\u00e7\u00e3o unilateral<br \/>\n. qualidade puls\u00e1til.<br \/>\n. intensidade da dor de moderada \u00e0 grave<br \/>\n. agravamento da dor por atividade f\u00edsica de rotina (andar ou subir escadas)<br \/>\nD. Durante a cefaleia, pelo menos um dos seguintes:<br \/>\n. n\u00e1useas e\/ou v\u00f4mitos<br \/>\n. fotofobia e fonofobia<br \/>\nE. N\u00e3o ser atribu\u00edvel a outras causas.<\/p>\n<p>1.2 &#8211; Migr\u00e2nea com aura &#8211; Crit\u00e9rios diagn\u00f3sticos:<br \/>\nA. Ao menos duas crises &#8211; preenche crit\u00e9rio B-D<br \/>\nB. Presen\u00e7a de aura definida por pelo menos um dos seguintes crit\u00e9rios, \u00e0 exce\u00e7\u00e3o<br \/>\nde fraqueza motora:<br \/>\n. sintomas visuais completamente revers\u00edveis, &#8211; incluindo presen\u00e7a de sinais<br \/>\npositivos (luzes, pontos ou linhas brilhantes) e\/ou negativos (perda da vis\u00e3o)<br \/>\n. sintomas sensoriais completamente revers\u00edveis &#8211; incluindo achados positivos<br \/>\n(picadas, agulhadas) e\/ou negativos (parestesias)<br \/>\n. disfasia completamente revers\u00edvel<br \/>\nC. Ao menos duas das seguintes:<br \/>\n. sintomas visuais hom\u00f4nimos e\/ou sintomas sensoriais unilaterais<br \/>\n. ao menos um dos sintomas da aura se instala gradualmente (\u0001 5 min.) e\/ou os<br \/>\nsintomas de aura se sucedem a intervalos \u0001 5 minutos<br \/>\n. os sintomas duram \u0001 5 minutos e \u0002 60 minutos<br \/>\nD. Cefaleia preenche &#8211; os crit\u00e9rios B-D para 1.1 migr\u00e2nea sem aura. A cefaleia segue-se a aura dentro de 60 minutos<br \/>\nE. N\u00e3o ser atribu\u00edvel a outras causas.<\/p>\n<p>A migr\u00e2nea apresenta quatro est\u00e1gios: os pr\u00f3dromos, a aura, a dor e o per\u00edodo de resolu\u00e7\u00e3o com os sintomas residuais.<\/p>\n<p>Os pr\u00f3dromos podem aparecer at\u00e9 24 horas antes do in\u00edcio da cefaleia e normalmente podem ser caracterizados por altera\u00e7\u00f5es de humor, irritabilidade, anorexia, n\u00e1usea, bocejos, compuls\u00e3o por alimentos, dificuldade de concentra\u00e7\u00e3o e\/ou racioc\u00ednio e reten\u00e7\u00e3o h\u00eddrica.<\/p>\n<p>A aura s\u00e3o sintomas neurol\u00f3gicos focais que podem preceder ou acompanhar a dor. Os sintomas s\u00e3o graduais, e se instalam em 5-20 minutos, e duram no m\u00e1ximo uma hora.<\/p>\n<p>Considera-se que a aura \u00e9 causada pela depress\u00e3o alastrante cortical, na qual h\u00e1 uma despolariza\u00e7\u00e3o de neur\u00f4nios que come\u00e7a na regi\u00e3o occipital, (causa os sintomas visuais) e migra para o c\u00f3rtex frontal.<\/p>\n<p>Alguns dos sintomas da aura s\u00e3o fen\u00f4menos visuais como luzes cintilantes, linhas em zigue-zague, ou recortadas, manchas cegas, dificuldade para focar as imagens ou uma percep\u00e7\u00e3o distorcida dos objetos.<\/p>\n<p>Al\u00e9m das manifesta\u00e7\u00f5es visuais, podem ocorrer tamb\u00e9m parestesias, disfun\u00e7\u00e3o motora como fraqueza ou incoordena\u00e7\u00e3o, dificuldade para falar ou comprometimento do equil\u00edbrio (migr\u00e2nea basilar).<\/p>\n<p>Esses sintomas ocorrem em sequ\u00eancia e a aura visual \u00e9 a mais comum.<\/p>\n<p>As principais estruturas envolvidas na fisiopatologia da migr\u00e2nea parecem ser o c\u00f3rtex, tronco cerebral, o sistema trig\u00eamino-vascular, os grandes vasos do pol\u00edgono de Willis e as fibras auton\u00f4micas que inervam estes vasos, e os v\u00e1rios agentes vasoativos liberados localmente.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s o pico de intensidade m\u00e1xima da cefaleia, segue-se um per\u00edodo de resolu\u00e7\u00e3o, durante o qual o paciente pode vomitar e em seguida dormir.<\/p>\n<p>Os sintomas residuais podem incluir fadiga, fraqueza, dificuldade de concentra\u00e7\u00e3o e confus\u00e3o mental .<\/p>\n<p>Foi constatado que os pacientes com a migr\u00e2nea t\u00eam tend\u00eancia a apresentarem pior desempenho em tarefas que exigem habilidades de mem\u00f3ria verbal, velocidades de processamento visuomotor e fun\u00e7\u00e3o executiva, quando comparados com pessoas sem cefaleia .<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, foi visto que quando comparados a outras condi\u00e7\u00f5es cr\u00f4nicas, como osteoartrose, depress\u00e3o e diabetes mellitus, os migranosos obtiveram os piores escores de qualidade de vida, juntamente com os portadores de depress\u00e3o.<\/p>\n<p>Muitos t\u00eam afetada sua decis\u00e3o acerca de empregos, evitam situa\u00e7\u00f5es sociais ou festas em que possam desencadear crises, o que indica que a migr\u00e2nea diminui significativamente a qualidade de vida n\u00e3o somente durante os ataques, como tamb\u00e9m nos per\u00edodos intercr\u00edticos, quando ansiedade, medo e incerteza contribuem para uma gradual retirada da maioria dos contatos sociais.<\/p>\n<p>O tratamento agudo da migr\u00e2nea tem como objetivo restaurar a fun\u00e7\u00e3o normal do paciente de forma r\u00e1pida, eficiente e consistente, bem como aliviar ou eliminar a cefaleia e seus sintomas associados par permitir um al\u00edvio sustentado da crise e evitar o seu retorno antes de 24 horas .<\/p>\n<p>As op\u00e7\u00f5es de drogas podem ser consideradas espec\u00edficas ou n\u00e3o espec\u00edficas: as primeiras exemplificadas pelos triptanos\u00a0 e as inespec\u00edficas s\u00e3o exemplificadas pela aspirina, paracetamol, anti-inflamat\u00f3rios n\u00e3o esteroidais, e combina\u00e7\u00f5es de analg\u00e9sicos com cafe\u00edna.<\/p>\n<p>Mais recentemente, foi evidenciado que o uso combinado de um triptano (sumatriptano e rizatriptano) administrado oralmente com um anti-inflamat\u00f3rio n\u00e3o esteroidal (naproxeno, \u00e1cido tolfen\u00e2mico e rofecoxib), reduziu significativamente a recorr\u00eancia da cefaleia e revelou maior efic\u00e1cia no al\u00edvio da dor de cabe\u00e7a, da n\u00e1usea e da fotofobia.<\/p>\n<p>A abordagem mais eficiente para o tratamento da migr\u00e2nea inclui o afastamento dos fatores deflagradores, tratamento medicamentoso preventivo, uso de medicamentos abortivos para os momentos de dor, e as terapias acess\u00f3rias ou n\u00e3o medicamentosas.<\/p>\n<p>A preven\u00e7\u00e3o medicamentosa da migr\u00e2nea pode aumentar o limiar para ativa\u00e7\u00e3o do processo migranoso tanto central como perifericamente; diminuir a ativa\u00e7\u00e3o do centro gerador da migr\u00e2nea; aumentar a antinocicep\u00e7\u00e3o central; aumentar o limiar para a depress\u00e3o alastrante e estabilizar o sens\u00edvel sistema nervoso dos migranosos; atrav\u00e9s de modifica\u00e7\u00f5es do tono simp\u00e1tico ou serotonin\u00e9rgico.<\/p>\n<p>O tratamento profil\u00e1tico deve ser iniciado com o intuito de melhorar a qualidade de vida, diminuir o grau de incapacidade, reduzir a frequ\u00eancia e intensidade das crises, bem como facilitar a resposta ao tratamento abortivo.<\/p>\n<p>Para o tratamento profil\u00e1tico, as classes de medicamentos utilizados s\u00e3o: betabloqueadores, antidepressivos tric\u00edclicos, inibidores seletivos de recapta\u00e7\u00e3o da serotonina, antagonistas dos canais de c\u00e1lcio, antagonistas da serotonina e anticonvulsivantes.<\/p>\n<p>As indica\u00e7\u00f5es da profilaxia para a migr\u00e2nea s\u00e3o: frequ\u00eancia das crises (tr\u00eas ou mais por m\u00eas); grau de incapacidade; fal\u00eancia da medica\u00e7\u00e3o abortiva; inefic\u00e1cia da profilaxia n\u00e3o farmacol\u00f3gica, quando tiver sido essa a prefer\u00eancia inicial do paciente.<\/p>\n<p>Muitas destas subst\u00e2ncias\u00a0 profil\u00e1ticas podem levar de 40 a 50 dias para come\u00e7ar a demonstrar alguma efic\u00e1cia cl\u00ednica, o que muitas vezes resulta em mudan\u00e7as precoces nas condutas terap\u00eauticas, ou abandono do tratamento pelo paciente.<\/p>\n<p>Uma pesquisa brit\u00e2nica revelou que um gene defeituoso pode ser a causa das dores de cabe\u00e7a caracter\u00edsticas da enxaqueca.<\/p>\n<p>Os cientistas envolvidos na pesquisa acreditam que a descoberta pode levar a novos tratamentos para a doen\u00e7a.<\/p>\n<p>Segundo o estudo publicado na revista Nature Medicine, o mau funcionamento de um gene conhecido como &#8220;Tresk&#8221; faz com que fatores do ambiente ativem \u00e1reas do c\u00e9rebro que controlam a dor, causando a enxaqueca.<\/p>\n<p>O Ambulat\u00f3rio de Cefaleia atende encaminhamentos do Departamento Regional de Sa\u00fade IX do Estado de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Em defesa do SUS !<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/miltonmarchioli.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/cerebro-perfil-laranja.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-6001\" title=\"cerebro- perfil laranja\" src=\"https:\/\/miltonmarchioli.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/cerebro-perfil-laranja.jpg\" alt=\"\" width=\"342\" height=\"391\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Semin\u00e1rio apresentado pela aluna Denise Marvulle Tan \u2013 4\u00aa s\u00e9rie Medicina Famema no Ambulat\u00f3rio de Cefaleia &#8211; 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