{"id":7518,"date":"2014-08-14T00:14:00","date_gmt":"2014-08-14T03:14:00","guid":{"rendered":"http:\/\/miltonmarchioli.com.br\/blog\/?p=7518"},"modified":"2022-01-26T09:27:08","modified_gmt":"2022-01-26T12:27:08","slug":"cefaleias-primarias-seminario-curso-de-medicina-da-famema-21","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/miltonmarchioli.com.br\/blog\/cefaleias-primarias-seminario-curso-de-medicina-da-famema-21\/","title":{"rendered":"Cefaleias Prim\u00e1rias. Semin\u00e1rio. Curso de Medicina da Famema"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/miltonmarchioli.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/CEFALEIA-JAPONESA-2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-10984\" src=\"https:\/\/miltonmarchioli.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/CEFALEIA-JAPONESA-2-300x225.jpg\" alt=\"CEFALEIA JAPONESA 2\" width=\"270\" height=\"203\" srcset=\"https:\/\/miltonmarchioli.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/CEFALEIA-JAPONESA-2-300x225.jpg 300w, https:\/\/miltonmarchioli.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/CEFALEIA-JAPONESA-2.jpg 316w\" sizes=\"auto, (max-width: 270px) 100vw, 270px\" \/><\/a>S<a href=\"https:\/\/miltonmarchioli.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/SEMIN\u00c1RIO-CEFALEIAS-PRIMARIAS-14-08-2014.pptx\">emin\u00e1rio\u00a0 sobre Cefaleias Prim\u00e1rias apresentado pelos alunos THAILA PINE GONDEK, PAULO SIQUEIRA DO AMARAL, MAYARA BRANCO E SILVA, ISABELA FERNANDES JORGE e LEANDRO HEIDI TSUJI HONDA.<\/a><\/p>\n<p><strong>1. Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>De modo geral, as\u00a0<strong>cefaleias<\/strong>\u00a0est\u00e3o entre os principais motivos que levam a procura de aux\u00edlio m\u00e9dico e tanto o seu diagn\u00f3stico, como o seu tratamento, s\u00e3o baseados em uma ampla abordagem cl\u00ednica envolvendo conhecimentos anat\u00f4micos, fisiol\u00f3gicos e farmacol\u00f3gicos. que envolvem diferentes vias do sistema nervoso central.<\/p>\n<p>O termo\u00a0<strong>cefaleia primaria<\/strong>\u00a0\u00e9 utilizado quando a cefaleia\u00a0 n\u00e3o apresenta uma causa predisponente.\u00a0 \u00c9 uma das grandes causas de incapacita\u00e7\u00e3o das atividades di\u00e1rias e redu\u00e7\u00e3o da qualidade de vida.<\/p>\n<p>Existem diversos tipos de cefaleias primaria,\u00a0 mas tr\u00eas delas merecem muita aten\u00e7\u00e3o pela frequ\u00eancia e import\u00e2ncia na pr\u00e1tica cl\u00ednica:<\/p>\n<p>\u2022\u00a0<strong>Cefaleia tensional<\/strong><br \/>\n\u2022\u00a0<strong>Enxaqueca<\/strong> <strong>ou Migr\u00e2nea<\/strong><br \/>\n\u2022\u00a0<strong>Cefaleias auton\u00f4micas do trig\u00eameo (cefaleia em salvas \u00e9 a principal representante)<\/strong><\/p>\n<p><strong>2. Cefaleia Tensional<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 a causa mais comum de cefaleia primaria, variando de 30-78% de preval\u00eancia em diversos estudos.<\/p>\n<p>\u00c9 caracterizada por um desconforto bilateral, de car\u00e1ter constritivo, em faixa, com lenta progress\u00e3o, oscilando em intensidade, sem a presen\u00e7a de n\u00e1useas ou v\u00f4mitos, com dura\u00e7\u00e3o de 30 minutos a 7 dias e s\u00e3o divididas de acordo com sua frequ\u00eancia em dois grupos:<\/p>\n<blockquote>\n<ul>\n<li><strong>\u00a0Cefaleia tensional epis\u00f3dica de baixa frequ\u00eancia<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li><strong>Cefaleia tensional epis\u00f3dica de alta frequ\u00eancia<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li><strong>Cefaleia tensional Cr\u00f4nica<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<p><strong>2.1. Cefaleia Tensional de Baixa Frequ\u00eancia<\/strong><\/p>\n<p>De pouco impacto na vida social dos pacientes, esse tipo de cefaleia n\u00e3o \u00e9 alvo de grandes aten\u00e7\u00f5es na pr\u00e1tica cl\u00ednica.<\/p>\n<p>Seu diagn\u00f3stico \u00e9 definido pela <em>International Classification of <strong>Headache Disorders<\/strong>\u00a0II\u00a0<\/em>(<strong>ICHD<\/strong>-II) de acordo com os crit\u00e9rios abaixo:<\/p>\n<blockquote><p>\u2022 <strong>Presen\u00e7a de no m\u00ednimo 10 epis\u00f3dios\/ano, ocorrendo menos de uma vez ao m\u00eas preenchendo os demais crit\u00e9rios.<\/strong><br \/>\n\u2022 <strong>Dura\u00e7\u00e3o de 30 minutos a 7 dias<\/strong><br \/>\n\u2022<strong> Apresentar no m\u00ednimo duas das caracter\u00edsticas a seguir: localiza\u00e7\u00e3o bilateral; qualidade em aperto; leve a moderada intensidade; aus\u00eancia de agravamento por exerc\u00edcios de rotina.<\/strong><br \/>\n\u2022 <strong>N\u00e3o apresentar n\u00e1useas ou v\u00f4mitos e ser acompanhada de apenas fono ou fotofobia<\/strong><\/p><\/blockquote>\n<p><strong>2.2. Cefaleia Tensional de Alta Frequ\u00eancia<\/strong><\/p>\n<p>Diferentemente da cefaleia de baixa frequ\u00eancia, pacientes com varias crises de repeti\u00e7\u00e3o de cefaleia tensional tendem a apresentar maior frequ\u00eancia.<\/p>\n<p>De acordo com a\u00a0<strong>ICHD<\/strong>-II, o diagn\u00f3stico de cefaleia tensional de alta frequ\u00eancia difere somente no que tange ao n\u00famero de epis\u00f3dios sendo caracterizada por mais de 1 epis\u00f3dio e menos do que 15 durante um m\u00eas.<\/p>\n<p><strong>2.3. Cefaleia Tensional Cr\u00f4nica<\/strong><\/p>\n<p>Aqui o car\u00e1ter incapacitante \u00e9 ainda mais pronunciado e novamente a \u00fanica diferen\u00e7a de crit\u00e9rio \u00e9 o n\u00famero de crises.<\/p>\n<p>Para ser definida como cr\u00f4nica, a cefaleia tensional precisa ocorrer mais do que 15 vezes ao m\u00eas (&gt; 180 dias por ano).<\/p>\n<p><strong>2.4. Tratamento<\/strong><\/p>\n<p>O tratamento abortivo das crises agudas pode ser realizado com analg\u00e9sicos simples como paracetamol, dipirona ou AINEs.<\/p>\n<p>T\u00e9cnicas de relaxamento, acupuntura, e uma abordagem comportamental s\u00e3o muitas vezes efetivas apesar de n\u00e3o reduzir todas as crises.<\/p>\n<p>Para a preven\u00e7\u00e3o de crises nos casos de cefaleia tensional epis\u00f3dica de alta frequ\u00eancia ou de cefaleia tensional cr\u00f4nica, os antidepressivos tric\u00edclicos s\u00e3o muito eficazes.<\/p>\n<p><strong>3. Enxaqueca<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 uma grande causa de incapacidade.<\/p>\n<p>A OMS caracteriza a enxaqueca como a 19\u00aa doen\u00e7a mais incapacitante do mundo, muito em fun\u00e7\u00e3o de sua alta preval\u00eancia e elevados custos socioecon\u00f4micos.<\/p>\n<p>Atinge 15% das mulheres e 6% dos homens sendo a hist\u00f3ria familiar positiva em grande parte dos casos.<\/p>\n<p>De modo geral a sua apresenta\u00e7\u00e3o cl\u00ednica se d\u00e1 como uma dor unilateral, de car\u00e1ter puls\u00e1til, de intensidade moderada a severa, sendo agravada por est\u00edmulos externos bem com atividades f\u00edsicas di\u00e1rias e associada a outros sintomas como n\u00e1useas e ou v\u00f4mitos.<\/p>\n<p>Suas crises duram de 4 a 72 horas e muitas vezes fatores ambientais, de estresse ou at\u00e9 mesmo altera\u00e7\u00f5es hormonais durante o ciclo menstrual s\u00e3o reconhecidos como gatilhos para as crises.<\/p>\n<p>O uso de contraceptivo oral pode agravar a frequ\u00eancia e intensidade da dor.<\/p>\n<p>Para fins did\u00e1ticos a migr\u00e2nea ou enxaqueca pode ser dividida em dois grandes grupos: a enxaqueca com aura e a enxaqueca sem aura.<\/p>\n<p>O termo aura nada mais \u00e9 do que a presen\u00e7a de sintomas neurol\u00f3gicos focais que precedem em at\u00e9 1 hora, ou at\u00e9 mesmo acompanham por algumas horas o quadro de cefaleia.<\/p>\n<p><strong>3.1. Enxaqueca sem Aura<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 o subtipo mais comum de enxaqueca e tamb\u00e9m o mais relacionado \u00e0 incapacidade, tem uma estrita rela\u00e7\u00e3o com o ciclo menstrual e classifica\u00e7\u00e3o das crises de acordo com a frequ\u00eancia em espor\u00e1dica e cr\u00f4nica \u00e9 bastante usual.<\/p>\n<p>Seus crit\u00e9rios diagn\u00f3sticos segundo a ICHD-II s\u00e3o:<\/p>\n<blockquote><p>\u2022 <strong><em>5 epis\u00f3dios de crise preenchendo os crit\u00e9rios abaixo<\/em><\/strong><br \/>\n\u2022 <strong>Crises durando de 4 a 72 horas<\/strong><br \/>\n\u2022 <strong>Pelo menos 2 dos sintomas a seguir: localiza\u00e7\u00e3o unilateral; car\u00e1ter puls\u00e1til; moderada a severa intensidade; agravado ou causado por alguma atividade do cotidiano<\/strong><br \/>\n\u2022 <strong>Durante a crise um dos seguintes sintomas: n\u00e1useas e\/ou v\u00f4mitos e fono e fotofobia<\/strong><\/p><\/blockquote>\n<p><strong>3.2. Enxaqueca com Aura<\/strong><\/p>\n<p>Esse tipo de enxaqueca \u00e9 acompanhado de um sintoma neurol\u00f3gico focal que se desenvolve gradualmente em 5-20 minutos e dura menos do que 60 minutos.<\/p>\n<p>De maneira geral sua caracter\u00edstica cl\u00ednica \u00e9 semelhante \u00e0s crises sem aura e seu diagnostico pela ICHD-II \u00e9 feito pelo preenchimento dos crit\u00e9rios anteriores associados a aura.<\/p>\n<p><strong>3.3. Tratamento<\/strong><\/p>\n<p>Para abortamento das crises agudas diversos f\u00e1rmacos podem ser utilizados, e variam desde\u00a0<strong>AINE<\/strong>s associado a analg\u00e9sicos, ou ainda\u00a0 agonistas dos receptores serotonin\u00e9rgicos como os triptanos.<\/p>\n<p>Nesse ponto devemos lembrar que o uso abusivo de analg\u00e9sicos pode acabar levando a outro tipo de cefaleia conhecida como cefaleia por abuso de medicamentos na tentativa de abortar a crise de enxaqueca.<\/p>\n<p>Entretanto, naqueles pacientes com mais de 4 crises\/ m\u00eas indica-se tratamento medicamentoso para profilaxia se torna indicado.<\/p>\n<p>As drogas de escolha s\u00e3o os betabloqueadores como o propranolol e o atenolol, antidepressivos tric\u00edclicos, anticonvulsivantes e bloqueadores do canal de c\u00e1lcio.<\/p>\n<p><strong>4. Cefaleia em Salvas<\/strong><\/p>\n<p>Parte do grupo das cefaleias auton\u00f4micas do trig\u00eameo, e tem frequ\u00eancia de 0,1% da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Usualmente acomete pacientes entre 20-40 anos e tem maior preval\u00eancia em homens.<\/p>\n<p>Clinicamente \u00e9 marcada por uma intensa dor causando inquieta\u00e7\u00e3o e tentativas desesperadas de fazer o est\u00edmulo cessar.<\/p>\n<p>\u00c9 unilateral, em regi\u00e3o orbital, supraorbital e temporal com uma dura\u00e7\u00e3o de 15 a 180 minutos caracterizada por per\u00edodos de crise que podem chegar at\u00e9 oito epis\u00f3dios di\u00e1rios.<\/p>\n<p>Junto ao quadro sintomas como lacrimejamento, congest\u00e3o nasal, rinorreia, ptose palpebral, miose podem aparecer.<\/p>\n<p>A crise pode ser provocada por uso de \u00e1lcool, histamina, nitroglicerina e outras subst\u00e2ncias.<\/p>\n<p>Os crit\u00e9rios segundo a ICHD-II s\u00e3o os abaixo:<\/p>\n<blockquote><p>\u2022 <strong>Ao menos 5 crises preenchendo os crit\u00e9rios abaixo<\/strong><br \/>\n\u2022 <strong>Crises severas, unilaterais, acometendo a regi\u00e3o orbital, supraorbital e temporal com dura\u00e7\u00e3o de 15 a 180 minutos.<\/strong><br \/>\n\u2022 <strong>Presen\u00e7a de pelo menos um dos demais sintomas: congest\u00e3o lacrimal ou lacrimejamento; congest\u00e3o nasal ou rinorreia; edema palpebral; suor facial; miose ou ptose; sensa\u00e7\u00e3o de agita\u00e7\u00e3o.<\/strong><br \/>\n\u2022<strong> Crises com frequ\u00eancias de uma a oito vezes ao dia<\/strong><\/p><\/blockquote>\n<p><strong>4.1 Tratamento<\/strong><\/p>\n<p>O tratamento da crise aguda se faz necess\u00e1rio para r\u00e1pido alivio sintom\u00e1tico uma vez que a intensidade da dor \u00e9 severa.<\/p>\n<p>Para esse fim a inala\u00e7\u00e3o de oxig\u00eanio a 100% \u00e9 o que se mostra mais eficaz.<\/p>\n<p>O uso de sumatriptano subcut\u00e2neo pode ser usado para encurtar a crise.<\/p>\n<p>Logo que feito o diagn\u00f3stico o in\u00edcio da terap\u00eautica preventiva deve ser institu\u00edda, uma vez que as crises s\u00e3o recorrentes durante um longo per\u00edodo inclusive se repetindo v\u00e1rias vezes ao dia.<\/p>\n<p>A corticoterapia com prednisona por 10 dias interrompe os ciclos de dor.<\/p>\n<p>REFER\u00caNCIA<\/p>\n<p>The International Classification of Headache disorders 2\u00aaed. Blackwell Publishing 2004<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/miltonmarchioli.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/enxaqueca-alien.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-12175\" src=\"https:\/\/miltonmarchioli.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/enxaqueca-alien.jpg\" alt=\"enxaqueca- alien\" width=\"780\" height=\"439\" srcset=\"https:\/\/miltonmarchioli.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/enxaqueca-alien.jpg 780w, https:\/\/miltonmarchioli.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/enxaqueca-alien-300x169.jpg 300w, https:\/\/miltonmarchioli.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/enxaqueca-alien-768x432.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 780px) 100vw, 780px\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Semin\u00e1rio\u00a0 sobre Cefaleias Prim\u00e1rias apresentado pelos alunos THAILA PINE GONDEK, PAULO SIQUEIRA DO AMARAL, MAYARA BRANCO E SILVA, ISABELA FERNANDES JORGE e LEANDRO HEIDI TSUJI HONDA. 1. 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