{"id":8306,"date":"2015-03-30T17:28:36","date_gmt":"2015-03-30T20:28:36","guid":{"rendered":"http:\/\/miltonmarchioli.com.br\/blog\/?p=8306"},"modified":"2022-01-31T12:27:15","modified_gmt":"2022-01-31T15:27:15","slug":"maquiavel-pedagogo-nos-cursos-de-medicina-do-brasil-modelo-pbl","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/miltonmarchioli.com.br\/blog\/maquiavel-pedagogo-nos-cursos-de-medicina-do-brasil-modelo-pbl\/","title":{"rendered":"Maquiavel Pedagogo nos cursos de medicina do Brasil modelo PBL"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/miltonmarchioli.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/educa\u00e7\u00e3o.gif\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-12218\" src=\"https:\/\/miltonmarchioli.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/educa\u00e7\u00e3o-300x205.gif\" alt=\"educa\u00e7\u00e3o\" width=\"235\" height=\"160\" \/><\/a>Excelente texto do colunista Rodrigo Constantino, Revista Veja, que fala sobre a doutrina\u00e7\u00e3o marxista na faculdades do Brasil, e l\u00f3gico, nas faculdades de medicina com o modelo de ensino PBL (Problem Based Learning).<\/p>\n<p>Eis o texto:<\/p>\n<p><em>Come\u00e7o com um alerta: por mais importante que seja melhorar a educa\u00e7\u00e3o para o futuro de nosso pa\u00eds, ela n\u00e3o \u00e9 uma panaceia, uma solu\u00e7\u00e3o m\u00e1gica para todos os nossos males. <\/em><\/p>\n<p><em>Basta pensar em Cuba,\u00a0que teoricamente tem boa educa\u00e7\u00e3o, mas na verdade possui somente doutrina\u00e7\u00e3o ideol\u00f3gica e muita mis\u00e9ria.<\/em><\/p>\n<p><em>Ou na Alemanha, que mesmo com popula\u00e7\u00e3o razoavelmente educada pariu o nazismo. Ou, ainda, na Argentina, que com popula\u00e7\u00e3o mais educada do que a m\u00e9dia da Am\u00e9rica Latina, acabou presa do populismo demag\u00f3gico de Per\u00f3n e do casal Kirchner mais recentemente.<\/em><\/p>\n<p><em>Dez em cada dez especialistas apontam a educa\u00e7\u00e3o como a solu\u00e7\u00e3o para tudo, mas a pergunta crucial \u00e9: qual educa\u00e7\u00e3o?\u00a0Simplesmente jogar mais recursos p\u00fablicos nesse modelo atual n\u00e3o resolve absolutamente nada, e pode at\u00e9 agravar o quadro.\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>O governo brasileiro j\u00e1 gasta com educa\u00e7\u00e3o o mesmo da m\u00e9dia da OCDE em rela\u00e7\u00e3o ao PIB, mas pouco no ensino b\u00e1sico e muito no superior, ambos com qualidade sofr\u00edvel na melhor das hip\u00f3teses.<\/em><\/p>\n<div>\n<p><em>O foco de mudan\u00e7a precisa ser tanto institucional (que tipo de escola e universidade queremos) como cultural (que tipo de mentalidade desejamos valorizar como sociedade). O primeiro grande pilar para uma boa educa\u00e7\u00e3o \u00e9 o conceito de meritocracia, em detrimento ao igualitarismo democr\u00e1tico que nivela todos por baixo.<\/em><\/p>\n<p><em>\u201cN\u00e3o se pode ensinar a todos no mesmo ritmo, a menos que esse ritmo seja reduzido a ponto de acomodar o menor denominador comum\u201d, disse Thomas Sowell. \u201cDe todos os fatores numa escola, certamente o que mais explica a excel\u00eancia na sala de aula diz respeito \u00e0 capacidade dos professores de despertar a curiosidade intelectual dos alunos e lhes transmitir conhecimento. A quest\u00e3o \u00e9 que os diretores das escolas raramente aplicam os crit\u00e9rios certos para rastrear os bons profissionais. O m\u00e9todo mais eficaz, sem d\u00favida, \u00e9 aderir \u00e0 meritocracia\u201d, disse Eric Hanuchek.<\/em><\/p>\n<p><em>Como levar isso adiante em um pa\u00eds onde os pr\u00f3prios professores gritam contra a meritocracia, como no caso carioca, ou queimam livros, como no caso paulista? O\u00a0maior obst\u00e1culo para a mudan\u00e7a institucional, portanto, \u00e9 o corporativismo dos professores, que mais parece uma m\u00e1fia ou uma extens\u00e3o partid\u00e1ria da extrema-esquerda. J\u00e1 no \u00e2mbito cultural, \u00e9 preciso mudar o coletivismo que condena sucesso individual. Tom Jobim j\u00e1 dizia que, no Brasil, o sucesso \u00e9 visto como pecado.<\/em><\/p>\n<div>\n<p><em>Importante tamb\u00e9m \u00e9 acabar com as cotas raciais. Incapaz de fornecer uma educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica decente, o governo arromba as portas das faculdades com o crit\u00e9rio anticient\u00edfico de ra\u00e7a, segregando uma popula\u00e7\u00e3o miscigenada e cuspindo no conceito de meritocracia. Em vez de enxergar indiv\u00edduos e seus m\u00e9ritos ou dem\u00e9ritos, olha-se a cor da pele como crit\u00e9rio predominante.<\/em><\/p>\n<p><em>Outro pilar importante \u00e9 focar mais na fam\u00edlia do que no estado.\u00a0Quem realmente se interessa mais pela educa\u00e7\u00e3o dos filhos: os pr\u00f3prios pais ou os burocratas e pol\u00edticos distantes em Bras\u00edlia?\u00a0Toda utopia coletivista tentou retirar poder dos pais e transferi-lo ao Estado: Plat\u00e3o, More, Skinner. Nas experi\u00eancias, Esparta, Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica, China e Cuba.<\/em><\/p>\n<div>\n<p><em>Rousseau \u00e9 o pai dessa mentalidade no mundo moderno: ele amava a \u201cHumanidade\u201d, mas abandonou todos os filhos num orfanato e depois bancou o educador do mundo com seu\u00a0Emile, delegando ao estado tal fun\u00e7\u00e3o. A exce\u00e7\u00e3o n\u00e3o deve ser tomada pela regra: pais s\u00e3o imperfeitos e podem fazer mal aos filhos, mas o Estado \u00e9 formado por seres humanos igualmente imperfeitos, se n\u00e3o piores, e sem o mesmo mecanismo de incentivos.<\/em><\/p>\n<p><em>William Easterly, do Banco Mundial, lembra-nos que alguns pais podem investir pouco na educa\u00e7\u00e3o dos seus filhos porque seu valor presente \u00e9 baixo em um pa\u00eds onde a \u201camizade com o rei\u201d (conex\u00f5es) tem mais import\u00e2ncia para o sucesso. Por que investir tanto em educa\u00e7\u00e3o se o malandro ou o vagabundo se deram bem na vida s\u00f3 porque eram amigos de pol\u00edticos poderosos?<\/em><\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><em>Outro problema de se concentrar o poder da educa\u00e7\u00e3o no estado, como quer o Projeto Nacional de Educa\u00e7\u00e3o (PNE) modificado pela C\u00e2mara: cria-se uma ditadura da maioria, um tamanho \u00fanico para todos. Teremos um ensino construtivista ou tradicional? Religioso ou laico? \u00c9 a morte do pluralismo e da liberdade de escolha das fam\u00edlias. Por isso tantos americanos t\u00eam apelado ao homeschooling, para fugir das imposi\u00e7\u00f5es \u201cdemocr\u00e1ticas\u201d. Imaginem como seria se todos votassem e a maioria decidisse qual a \u00fanica revista do mercado?<\/em><\/p>\n<p><em>As mudan\u00e7as necess\u00e1rias para combater esses perigos s\u00e3o: institucional (voucher, que delega o poder de escolha \u00e0s fam\u00edlias) e cultural (derrubar o mito de Estado esclarecido, do rei-fil\u00f3sofo abnegado e onisciente, o deus laico da modernidade que vai cuidar de todos n\u00f3s).<\/em><\/p>\n<\/div>\n<p><em>Outro pilar importante de uma boa educa\u00e7\u00e3o \u00e9 a valoriza\u00e7\u00e3o do conceito de conhecimento objetivo, vis-\u00e0-vis o relativismo exacerbado ou a doutrina\u00e7\u00e3o ideol\u00f3gica.\u00a0Escolas e universidades s\u00e3o lugares onde os alunos deveriam aprender, acima de tudo, a pensar, questionar, refletir, focar nos argumentos, criticar.<\/em><\/p>\n<div>\n<p><em>Temos visto a gradual substitui\u00e7\u00e3o desse processo por uma doutrina\u00e7\u00e3o ideol\u00f3gica marxista. Pascal Bernardin, em\u00a0Maquiavel Pedagogo, diz:\u00a0\u201cUma revolu\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica baseada nos resultados da pesquisa psicopedag\u00f3gica est\u00e1 em curso no mundo inteiro. Ela \u00e9 conduzida por especialistas\u00a0em Ci\u00eancias da Educa\u00e7\u00e3o que, formados todos nos mesmos meios revolucion\u00e1rios, logo dominaram os departamentos de educa\u00e7\u00e3o de diversas institui\u00e7\u00f5es internacionais: Unesco, Conselho da Europa, Comiss\u00e3o de Bruxelas e OCDE.\u201d<\/em><\/p>\n<p><em>A ambi\u00e7\u00e3o moderna da pedagogia social \u00e9 alterar profundamente os seres humanos, buscar uma \u201clarga e profunda modifica\u00e7\u00e3o das atitudes sociais em geral\u201d. Os\u00a0professores passam a adotar uma miss\u00e3o de doutrinadores, de \u201cengenheiros sociais\u201d. A \u00e1rea das exatas sofre menos, mas todos conhecemos o est\u00e1gio avan\u00e7ado de domina\u00e7\u00e3o marxista na \u00e1rea de humanas.<\/em><\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><em>Uma coisa \u00e9 estudar Marx, importante pensador cujas ideias equivocadas, infelizmente, tiveram grande impacto no mundo; outra, bem diferente, \u00e9 dar o peso que tem o marxismo nas diferentes \u00e1reas de ensino, como se Marx fosse um profeta detentor de uma vis\u00e3o acurada do futuro, ignorando-se toda a experi\u00eancia hist\u00f3rica e as refuta\u00e7\u00f5es te\u00f3ricas que tal doutrina sofreu.<\/em><\/p>\n<p><em>Mas os seus seguidores, inspirados em Gramsci, n\u00e3o querem saber disso. Como o\u00a0leninismo b\u00e9lico fracassou no Ocidente, o caminho para o comunismo \u00e9 dominar a cultura, as institui\u00e7\u00f5es formadoras de opini\u00e3o.\u00a0John Dewey era um socialista, achava que a intelig\u00eancia \u201cpuramente individual\u201d era um obst\u00e1culo antissocial e reacion\u00e1rio ao \u201cavan\u00e7o\u201d social, que precisava ser derrubado em nome do progresso;\u00a0Paulo Freire levou a luta de classes para dentro da sala de aula (opressores e oprimidos); e v\u00e1rios como esses dois ajudaram a transformar a educa\u00e7\u00e3o numa doutrina\u00e7\u00e3o marxista.<\/em><\/p>\n<div>\n<p><em>Bruce Bawer aponta para uma \u201crevolu\u00e7\u00e3o das v\u00edtimas\u201d em curso. Os departamentos das universidades foram tomados por \u201cestudos de minorias\u201d, com forte revisionismo hist\u00f3rico.\u00a0S\u00f3focles e Shakespeare n\u00e3o s\u00e3o mais cl\u00e1ssicos atemporais que desnudam a \u201cnatureza humana\u201d, mas um instrumento do imperialismo machista grego ou brit\u00e2nico.<\/em><\/p>\n<p><em>Roger Kimball, em\u00a0Radicais nas Universidades, vai na mesma linha, e mostra como a\u00a0educa\u00e7\u00e3o foi totalmente politizada e ideologizada, como se perdeu o conceito de um c\u00e2none tradicional: temos agora \u201cliteratura afrodescendente\u201d em vez de apenas literatura. Machado de Assis era mulato, mas o que isso muda no fato de ser um cl\u00e1ssico?<\/em><\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><em>\u201cA ideia de que o curr\u00edculo deva ser alterado de acordo com qualquer prop\u00f3sito partid\u00e1rio \u00e9 uma pervers\u00e3o do ideal da universidade. O objetivo de converter o curr\u00edculo em um instrumento de transforma\u00e7\u00e3o social (de esquerda, direita, de centro ou o que seja) \u00e9 o exato oposto do ensino superior\u201d, escreveu John Searle. Mas o politicamente correto invadiu e corrompeu as universidades.<\/em><\/p>\n<div>\n<p><em>Antes um ambiente estimulante para uma educa\u00e7\u00e3o liberal, uma esp\u00e9cie de conversa\u00e7\u00e3o cont\u00ednua com o saber acumulado por gera\u00e7\u00f5es e gera\u00e7\u00f5es (Michael Oakeshott), hoje as universidades s\u00e3o palcos para panfletos partid\u00e1rios e repeti\u00e7\u00e3o de slogans ideol\u00f3gicos. A\u00a0Escola de Frankfurt levou Marx da economia para a cultura, subverteu os valores tradicionais e desconstruiu a busca pelo conhecimento objetivo e desinteressado com seu niilismo.<\/em><\/p>\n<p><em>N\u00e3o h\u00e1 mais uma hierarquia do saber: jovens alunos que deveriam respeitar a autoridade e manter a humildade, de repente escutaram que vale tudo, que os professores n\u00e3o sabem mais que eles, que n\u00e3o h\u00e1 verdade alguma (relativismo), que ningu\u00e9m com mais de 30 anos deve ser digno de confian\u00e7a. Hey, teacher, leave the kids alone!<\/em><\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><em>Resultado: uma tirania da juventude arrogante (reitorias invadidas) e um ensino med\u00edocre, relativista: \u201cn\u00f3s pega o peixe\u201d \u00e9 apenas uma forma diferente, e n\u00e3o mais equivocada de se expressar. Valeska Popuzuda \u00e9 uma grande pensadora contempor\u00e2nea. Quem se prejudica mais com isso, sen\u00e3o justamente os jovens e principalmente os mais pobres, que t\u00eam usurpado o seu direito de aprender de verdade?<\/em><\/p>\n<p><em>Por fim, \u00e9 preciso combater a \u201ccultura do diploma\u201d.\u00a0O Curr\u00edculo Lattes vale mais do que o peso dos argumentos; tudo pelas apar\u00eancias, n\u00e3o pelos resultados. A paix\u00e3o pela sabedoria (filosofia) d\u00e1 lugar \u00e0 paix\u00e3o pelo poder (\u201csabe com quem est\u00e1 falando?\u201d). Acad\u00eamicos presos em uma Torre de Marfim digladiam-se com seus diplomas, negligenciando o verdadeiro valor do conhecimento, da educa\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n<div>\n<p><em>A universidade sempre ser\u00e1 elitista, formadora de lideran\u00e7as intelectuais; n\u00e3o \u00e9 para todos, e n\u00e3o h\u00e1 mal algum em reconhecer isso. O\u00a0Vale do Sil\u00edcio est\u00e1 cheio de \u201cdrop-outs\u201d, empreendedores que tiveram uma educa\u00e7\u00e3o mais adequada para seus fins no mundo dos neg\u00f3cios, na vida pr\u00e1tica.\u00a0Outros podem fazer cursos t\u00e9cnicos, especializantes. Nem todo mundo nasceu para frequentar universidades.<\/em><\/p>\n<p><em>Enfrentar 4 ou 5 anos de vida numa universidade requer muita dedica\u00e7\u00e3o, representa um pesado investimento pessoal, e deveria visar a um retorno genu\u00edno, a um engrandecimento do autoconhecimento, uma verdadeira busca da verdade; e n\u00e3o s\u00f3 um peda\u00e7o de papel, um t\u00edtulo para alimentar o ego narcisista, a vaidade pessoal. O ambiente em nossas universidades est\u00e1 cada vez mais med\u00edocre, levando muitos bons intelectos ou para fora do pa\u00eds ou para fontes alternativas de educa\u00e7\u00e3o, at\u00e9 mesmo autodidatas.<\/em><\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><em>Conclus\u00e3o: o Brasil est\u00e1 mais distante da boa e tradicional educa\u00e7\u00e3o liberal do que Plut\u00e3o da Terra!<\/em><\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/que teoricamente tem boa educa\u00e7\u00e3o,\">Fonte- Rodrigo Constantino<\/a><\/strong><\/p>\n<p>Acrescento ao texto de Rodrigo Constantino o v\u00eddeo do <strong>\u00a0Canal Escola de Filosofia<\/strong>\u00a0abordando Paulo Bernardin sobre a \u00a0pedagogia esquerdizante nas faculdades do Brasil, e claro a sua maior p\u00e9rola &#8211; O PBL (Problem Based Learning), no qual o aluno n\u00e3o \u00e9 ensinado e o facilitador de ensino ou &#8220;o professor colaborador&#8221;, transmitindo p\u00edlulas de biopsicossocial, e n\u00e3o de conte\u00fados tem\u00e1ticos nos cursos de medicina do Brasil;<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/EQo2qH4p3t4\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\"><\/iframe><\/p>\n<p>Um livro que serve como importante alerta a esse perigo \u00e9 Maquiavel Pedagogo, do franc\u00eas Pascal Bernardin. O autor afirma, sem rodeios e logo na introdu\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p><em>&#8220;Uma revolu\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica baseada nos resultados da pesquisa psicopedag\u00f3gica est\u00e1 em curso no mundo inteiro. Ela \u00e9 conduzida por especialistas\u00a0em Ci\u00eancias da Educa\u00e7\u00e3o que, formados todos nos mesmos meios revolucion\u00e1rios, logo dominaram os departamentos de educa\u00e7\u00e3o de diversas institui\u00e7\u00f5es internacionais: Unesco, Conselho da Europa, Comiss\u00e3o de Bruxelas e OCDE.&#8221;.<\/em><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/miltonmarchioli.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/maquiavel-pedagogo.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-8309\" title=\"maquiavel pedagogo\" src=\"https:\/\/miltonmarchioli.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/maquiavel-pedagogo.jpg\" alt=\"\" width=\"369\" height=\"565\" srcset=\"https:\/\/miltonmarchioli.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/maquiavel-pedagogo.jpg 418w, https:\/\/miltonmarchioli.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/maquiavel-pedagogo-195x300.jpg 195w\" sizes=\"auto, (max-width: 369px) 100vw, 369px\" \/><\/a><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Excelente texto do colunista Rodrigo Constantino, Revista Veja, que fala sobre a doutrina\u00e7\u00e3o marxista na faculdades do Brasil, e l\u00f3gico, nas faculdades de medicina com o modelo de ensino PBL (Problem Based Learning). 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