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Comissão apresenta projeto de lei à diretoria do Conselho Municipal de Ciência, Tecnologia e inovação de Marília

discussãoNo dia  07 de julho a comissão integrante do Conselho Municipal de Ciência, Tecnologia da cidade de Marília apresentou o projeto de lei à diretoria e membros integrantes do mesmo, após três reuniões ocorridas nas dependências do Univem.

A reunião aconteceu nas dependências do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) de Alta Paulista (Marília) e o Departamento da Micro, Pequena e Média Indústria (Dempi) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Na apresentação houve algumas sugestões de membros pertencentes do Sebrae e Fatec a fim de que a lei possa contemplar essas instituições em projetos de inovação tecnológica originários das mesmas.

Assim, no dia 14 de julho haverá  a quarta reunião a comissão criada pelo COMCIT a fim de efetuar as modificações nas propostas discutidas na reunião sugeridas pela diretoria e membros do mesmo.

COMCITI - 07-07-2016

Novo Código de Ética Médica em discussão no Conselho Federal de Medicina

etica - palavrasO Conselho Federal de Medicina (CFM) e os Conselhos Regionais de Medicina (CRMs), com a participação de médicos e de movimentos organizados da sociedade, iniciaram no primeiro semestre de 2016, o processo de revisão do atual Código de Ética Médica, em vigor desde 13 de abril de 2010.

Assim, o Código de Ética Médica vigente, que trouxe importantes inovações como a previsão de cuidados paliativos, o reforço à autonomia do paciente e a abordagem de regras para reprodução assistida passará por profunda análise com o objetivo principal de aperfeiçoá-lo em função dos mais recentes avanços técnico-científicos ocorridos no âmbito das relações humanas, profissionais e sociais.

A sociedade civil organizada (representada por associações médicas, sociedades de especialidades, entidades de ensino médico, dentre outras) e os médicos registrados nos Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) poderão sugerir alterações no novo Código de Ética Médica (CEM).

As contribuições poderão ser apresentadas a partir desta sexta-feita (1º de julho) por meio do hotsite www.rcem.cfm.org.br.

Comissões Estaduais de Revisão do Código farão a avaliação prévia das propostas antes de submetê-las a uma Comissão Nacional instituída pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) para reformular a edição instituída pela Resolução CFM nº 1.931/09, em vigor desde 2010.

Assim como no trabalho anterior de revisão, devem ser debatidos diversos temas relativos à Ética Médica, como distanásia, ortotanásia, manipulação de células germinativas, terapia gênica, princípio da autonomia e termo de consentimento livre e esclarecido, responsabilidade civil do médico, relação médico-paciente, situações clínicas irreversíveis e terminais, e uma série de outros tópicos.

Para garantir uma participação efetiva e qualificada, que traga contribuições objetivas, a apresentação de propostas será limitada aos médicos e à sociedade civil organizada. No portal www.rcem.cfm.org.br, o participante seleciona o tipo de cadastramento que deseja efetivar entre as opções Médico ou Entidade da Sociedade Civil.

Segundo Vital, o sistema pedirá dos usuários médicos o número de CRM e de Cadastro Nacional de Pessoa Física (CPF), além da unidade federada no qual o registro profissional está ativo. Já às entidades da sociedade civil, serão exigidos os nomes da entidade e do responsável, número do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e Estado.

Após o cadastro, mediante autenticação por e-mail e senha, os usuários serão automaticamente conectados ao sistema, tornando-se aptos a apresentar propostas de alteração, inclusão ou exclusão de artigos e capítulos.

Após a conexão, uma tela de boas-vindas será apresentada com um link para a página do formulário. Na tela do formulário serão exibidos os capítulos do atual Código de Ética Médica. Ao clicar no capítulo escolhido, aparecerão os respectivos artigos e um campo onde o usuário deverá expor sua proposta de texto e argumentos para a modificação. Este formulário será restrito a duas laudas.

Histórico de mudanças

No Brasil, a evolução dos códigos de ética médica ocorreu a partir de 1867, data da publicação do primeiro código, inspirado no Código de Ética Médica da Associação Médica Americana.

Desde então, os regulamentos mantêm o compromisso de sustentar, promover e preservar o prestígio profissional, proteger a união profissional, garantir à sociedade padrões de prática e estabelecer valores, deveres e virtudes profissionais.

O último trabalho de revisão do Código aconteceu em 2007 sobre um documento que vigorava há quase 20 anos. Após quase dois anos de estudos preparatórios, com comissões estaduais e nacionais multidisciplinares, consulta pública pela internet e cerca de três mil propostas de modificação, quase quatro centenas de médicos, delegados de toda a Federação, revisaram e atualizaram o código. No conteúdo, os avanços envolveram áreas importantes como conflitos de interesses, ensino médico, terminalidade da vida, novas tecnologias e autonomia profissional.

O Código de Ética Médica revisto e atualizado em 2009 teve função tanto educativa quanto reflexiva sobre o futuro da moral médica brasileira.

Atualmente, o CEM é composto em um preâmbulo com seis incisos, além de 25 incisos de princípios fundamentais, 10 incisos de normas diceológicas (direitos), 118 artigos de normas deontológicas (deveres) e quatro incisos de disposições gerais.

Linha do tempo

1867 – Gazeta Médica da Bahia publica uma tradução portuguesa do Código de Ética Médica da Associação Médica Americana.
1929 – O Boletim do Sindicato Médico Brasileiro publica o Código de Moral Médica, uma tradução do código de mesmo nome aprovado pelo VI Congresso Médico Latino Americano
1931 – É aprovado no I Congresso Médico Sindicalista o Código de Deontologia Médica, que também estabeleceu a criação de um “Conselho de Disciplina Profissional”
1945 – Surge o primeiro Código de Ética Médica oficialmente reconhecido pelo Governo brasileiro (Decreto-lei nº 7.955). Além de pôr em vigor o citado Código, o texto, aprovado no IV Congresso Médico Sindicalista, criou os Conselhos Federal e Regionais de Medicina.
1953 – É elaborado o Código de Ética da Associação Médica Brasileira, baseado no juramento de Hipócrates e na declaração de Genebra, adotada pela Organização Mundial de Saúde, e no Código Internacional de Ética Médica.
1965 – Já no âmbito dos Conselhos de Medicina, foi inspirado em códigos sueco, americano e inglês.
1984 – Com algumas modificações, entra em vigor um novo Código, agora Código de Deontologia Médica
1988 – Como parte do processo de redemocratização, o novo Código resultou da 1ª Conferência Nacional de Ética Médica. O texto foi considerado bastante avançado para a época, por contemplar questões amplas no âmbito da medicina, da saúde e da sociedade.
2009 – Trouxe avanços que envolveram áreas importantes como conflitos de interesses, ensino médico, terminalidade da vida, novas tecnologias e autonomia profissional.

sala de reunião

Comissão trabalha para elaboração do Projeto de Lei para criação do Parque Tecnológico

REUNIÃO - LARANJANo dia 28 de junho aconteceu a segunda reunião da comissão do Conselho Municipal de Ciência, Tecnologia e inovação (COMCITI) para elaboração do projeto de lei para criação do Parque Tecnológico de Marília

Os membros da comissão estiverem presentes nas dependências do Univem durante o período vespertino.

Um dos artigos propõe a ideia de que haverá bolsa-auxílio para projetos de pesquisa com inovação tecnológica.

Outra proposta é estimular pareceres emitidos a partir doCOMCITI a fim de estimular empresários a criarem projetos inovadores com avanços tecnológicos para Marília e região.

A comissão trabalha com celeridade a fim de que o projeto de  lei seja aprovado ainda  em 2016.

No dia 04 de julho haverá a terceira reunião da comissão para a revisão do projeto de lei.

COMCITI - 28-06-2016

Esquerdistas não suportam o diálogo e a liberdade de expressão

esquerda rolexTodos estamos cansados de ver esquerdistas pregando tolerância, debate plural e amor, mas sabemos que é tudo da boca pra fora.

Na prática, a esquerda se mostra intolerante, autoritária e odienta.

Sua hipocrisia é ímpar. E quanto mais jovem for o esquerdista, mais raivoso e intolerante ele costuma se mostrar, pois “certo” de sua missão revolucionária.

No fundo, a intensidade do ódio que destila contra os “fascistas” é fruto de sua insegurança quanto aos seus ideais.

Precisa mascarar essa insegurança com a gritaria e os ataques, e não suporta um debate verdadeiro, não pode sequer ouvir o que o outro lado tem a dizer, pois isso seria a demolição de seus slogans vazios.

Veja o que disseram os líderes do Distrito Liberal:

Essa galera de esquerda é assim: fazem discurso pedindo debate e os outros aplaudem e comemoram. Aí quando alguém vai lá pra falar o contrário do que eles querem ouvir, vaiam, fazem barulho e não querem dar espaço de fala, mesmo depois de citar-nos nominalmente.

Aos poucos, a esquerda vai mostrando a sua verdadeira face, vai exibindo as suas garras, sempre se disseram abertos à pluralidade de opiniões, mas isso só fica na teoria mesmo, sempre que algo contrário aparece, eles tentam sufocar.

Às vezes conseguem, mas nós, do Distrito Liberal, não deixaremos que isso aconteça mais. Chamar de “fascista” quem discorda de você é um golpe baixíssimo e frequente da esquerda, mas a cada dia eles mostram que são os verdadeiros fascistas.

Tomem cuidado, caros esquerdistas. Liberdade de expressão não é somente para aqueles que concordam com você, e no dia que seu discurso for contrário ao que sua ideologia prega hoje, seremos os únicos ao lado de vocês para defender que vocês tenham voz.

Quem é o verdadeiro fascista? A resposta está clara. A claque raivosa que desrespeita a colega, que a impede de falar, que tenta calar no grito o contraditório.

Os jovens esquerdistas morrem de medo da liberdade de expressão, dos debates calcados em argumentos, pois sabem lá no fundo que não passam de uns idiotas, papagaios de slogans vazios repetidos por seus professores marxistas.

Todo jovem esquerdista é um potencial fascista.

Rodrigo Constantino

COMCITI. Reunião da Diretoria e Projeto de Lei para o Parque Tecnológico de Marília

COMCITI 2A Secretaria Municipal de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico  organizou nesse dia 6, no auditório do CIESP/Regional Marília, da 2ª reunião do COMCITI – Conselho Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação de Marília.

Durante o encontro foi realizada a eleição da primeira diretoria do COMCITI – que será presidida pelo empresário do setor industrial e Diretor das Indústrias Jacto – de Pompéia, Chikao Nishimura.

Compõem a diretoria ainda Elvis Fusco [atual presidente da Asserti – Associação das Empresas de Serviços de Tecnologia da Informação], Luiz Carlos de Macedo Soares [reitor da Univem] como primeiro secretário-geral; e Adriano Martins (representante da ACIM) como segundo secretário-geral.

A pauta da reunião do COMCITI contou ainda com o debate de outros importantes assuntos para o segmento: discussão do Projeto de Lei sobre Inovação de Marília; andamento do Parque Tecnológico de Marília; e promoção do evento “Movimento pela Inovação” – pela instituição Desenvolve São Paulo – que será realizado no dia 19 de julho em Marília.

Além da participação da STTDE, o encontro teve a presença de representantes da ACIM, CIESP, Univem, Unesp (Milton Marchioli), Unimar, Fatec, Famema (não enviou representante), Asserti, Sebrae, FIESP, FAIP, Senai, Senac, Sest/Senat, Sindicato do Comércio Varejista de Marília e ETEC.

Cássio Luiz Pinto Júnior, Secretário Municipal de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico, presidiu os trabalhos na segunda reunião do COMCITI.

COMCITI 3

 

Epilepsia na infância

epilepsyA epilepsia é definida pela Organização Mundial de Saúde como uma “afecção crônica de etiologia diversa, caracterizada por crises repetidas, devidas a uma carga excessiva dos neurônios cerebrais, associada eventualmente com diversas manifestações clínicas e paraclínicas” .

As células cerebrais apresentam-se com uma atividade anormal, que se manifesta de outras maneiras, como contrações repetidas e espasmódicas dos músculos (as convulsões), alterações sensoriais, autonômicas, e psicológicas.

Em todos os países, a epilepsia representa um problema importante de saúde pública, não somente por sua elevada incidência, calculada em 18 de cada 1000 habitantes, variando de pais para outro, mas também pela repercussão da enfermidade, a recorrência de suas crises, as repetidas incapacidades desta mesma causa, além do sofrimento dos próprios pacientes devido às restrições sociais imposta aos mesmos.

A incidência na população pediátrica é grande, uma vez que deve se recordar que 75% dos pacientes epilépticos iniciam seu padecimento antes dos 18 anos.

Deve ser destacada a importância de se efetuar um diagnóstico o mais cedo possível e estabelecer um tratamento preciso com a aplicação dos princípios fundamentais da terapia antiepiléptica na criança, além de manejar os aspectos psicossociais relevantes para oferecer uma completa reintegração a seu núcleo familiar, escolar e social.

O sistema nervoso central (SNC) da criança desde antes do nascimento se encontra em mudança dinâmica constante.

Apesar de sua formação começar nas primeiras semanas após a concepção, sua maturação continua até a idade adulta.

A criança como consequência destas mudanças no SNC, pode desenvolver crises epilépticas que não se apresentam no adulto .

Se por um lado, certas síndromes epilépticas aparecem somente em uma faixa específica de idades, por outro, as manifestações clínicas das crises se modificam com a idade.

Por exemplo, existe uma incapacidade do cérebro do recém nascido para desenvolver crises severas, chamadas de tônico-clônicas.

As crises febris (convulsões que se apresentam depois de uma febre alta) se apresentam somente entre os seis meses e os cinco anos de idade, etc.

Desde cedo, a sensibilidade aos diferentes medicamentos também se modifica, não somente em função da mudança do tipo de crise, mas também pela mudança no metabolismo dos fármacos que são diretamente dependentes da idade .

Seminário apresentado pelas alunas Beatriz Zavanella, Cristiane Andressa dos Santos, Flora Taube Manicardi, Jhulya Guilherme, Leticia Alvieri Riato, Maria Cecilia Bayer Pereira, Monique de Melo, Nayra Neri da Silva, do 3º ano do curso de Fonoaudiologia – Unesp Marília- abordando o tema Epilepsia na Infância.

epilepsia - verde