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PBL made in Brazil em cursos de medicina. Farsa pedagógica ou vanguarda pedagógica?

aluno confuso“PBL  made in Brazil” é ensino pífio, sem comprometimento de professores (muitos sem Residência Médica), sem aulas, sem laboratórios de anatomia, patologia, fisiologia, histologia, e  sem  critérios objetivos de avaliação no processo ensino-aprendizagem.

Uma farsa pedagógica com ares de vanguarda.

O famigerado “biopsicossocial” e suas sucessivas aproximações, instigar, refletir, aprendizagem em espiral, etc.

Ouça o discurso de um aluno de como se comportar nas tutorias.

Inacreditável  a farsa pedagógica !

Para a homenagem, lembraremos de Raul Seixas e sua música – Carimbador Maluco.

E vamos  a paródia:

5… 4… 3… 2…
– Parem! Esperem aí.
Onde é que vocês pensam que vão?

Plunct Plact Zum
Não vai a lugar nenhum!!
Plunct Plact Zum
Não vai a lugar nenhum!!
Tem que ser selado, registrado, carimbado
Avaliado, rotulado se quiser voar!
Se quiser voar….
Pra Lua: a taxa é alta,
Pro Sol: identidade
Mas já pro seu foguete viajar pelo universo
É preciso meu carimbo dando o sim,
Sim, sim, sim.
O seu PBL
Não vai a lugar nenhum!
PBL
Não vai a lugar nenhum!
Tem que ser selado, registrado, carimbado
Avaliado, rotulado se quiser voar!
Se quiser voar….
Pra Lua: a taxa é alta,
Pro Sol: identidade
Mas já pro seu foguete viajar pelo universo
É preciso meu carimbo dando o sim,
Sim, sim, sim.
Plunct Plact Zum
Não vai a lugar nenhum!
Plunct Plact Zum
Não vai a lugar nenhum!
Mas ora, vejam só, já estou gostando de vocês
Aventura como essa eu nunca experimentei!
O que eu queria mesmo era rir com vocês
Mas já que eu não posso:
Boa viagem, até outra vez.
E mudando o final da canção de Raul Seixas, vamos ao final acrescentar:
O “PBL made in Brazil”.
Pode sumir sem problema algum
PBL
Pode sumir sem problema algum

Ao final não deixe de rir desse modelo de ensino em faculdades de medicina – mutilante, anacrônico e mínimo.

Uma homenagem as  faculdades de medicina  do Brasil de ensino anacrônico, mutilante e mínimo: FAMEMAM -Faculdade de Medicina de Ensino Mutilante, Anacrônico e Mínimo !

raul seixas“Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina”.

Cora Colina

E-bananas. Equipe nota 10 !

e-bananas logoQue criar sites é uma especialidade na informática já se sabe.

Que manter o site atualizado é uma responsabilidade extrema ninguém duvida.

Que criar um blog dentro do site é ferramenta fundamental em pleno Século XXI para os blogueiros interagirem com os leitores já se sabe há algum tempo.

Mas, aí vem um detalhe especial que muitos provedores não têm.

O de manter seus dados hospedados em outro provedor com cópias de todos os artigos e textos do  blog.

Isso é para poucos.

E nesses está a equipe do E-bananas.

Além de grandes profissionais, ainda têm uma qualidade ímpar.

Tornaram-se meus amigos nos últimos cinco anos.e-bananas 1

São pessoas corretíssimas, e que desenvolvem um belíssimo trabalho na atividade de informática de criar, hospedar, e atualizar sites.

E claro, os blogs, tão indispensáveis nos dias de hoje.,

São os textos do blog que nos posicionamos nos últimos cinco anos contra escândalos políticos, defendemos a educação e a saúde pública, combatemos a corrupção, e exaltamos os homens de bem.

No blog, denunciamos, comentamos, criticamos e alertamos os desmandos de maus gestores, de fraudes em licitação, de contratos terceirizados com o poder público em atividade estatal sem licitação, e tantos outros temas e notícias que surgem constantemente no dia a dia.

Um dos exemplos dessa combatividade foi a defesa da CPI da Fumes-Famar nos anos 2011 e 2012.

Isso tudo só foi possível graças ao suporte oferecido pela equipe do E-bananas.

Bruno Vital, Eder Jacomino, André Jacomino e Douglas Rodrigues.

Meus agradecimentos sinceros pela parceria, e claro, pela amizade nos últimos cinco anos !

E-bananas – originais  e competentes !

e-bananas 2“Os ventos e as ondas estão sempre do lado dos navegadores mais competentes”.

Edward Gibbon

O Brasil na educação de vanguarda de Paulo Freire. Posição 60ª na OCDE

doutrinação marxista - muroA Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgou no dia 13 de maio o ranking mundial de qualidade de educação. Entre os 76 países avaliados, o Brasil ocupa a 60ª posição. Em primeiro lugar está  Cingapura , seguido de Hon Kong e Coreia do Sul. Na última posição está Gana.

Enquanto o topo da lista ficou com os países asiáticos, as últimas 15 posições ficaram com os países sul-americanos Argentina em 62º, Colômbia em 67º, e Peru com 71º lugar.

O ranking foi definido a partir de resultados de testes de matemática e ciências aplicados nestes países. Além dos resultados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), foram analisados o TIMSS, dos Estados Unidos, e o TERCE, aplicado em países da América Latina.

A avaliação, feita pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), é aplicada a jovens de 15 anos a cada três anos. A pesquisa mede o desempenho dos estudantes em três áreas do conhecimento – leitura, matemática e ciências.

Em 2009, o Brasil ficou na 54ª posição no ranking.

Em 2013, na 58ª posição.

A educação decantada em verso e prosa de Paulo Freire – Patrono da Educação Nacional – não passa de uma enganação na pedagogia, aliás, a famigerada “Pedagogia do Oprimido”, que narra que os alunos negros, pobres, agricultores do campo, velhos e viúvas são excluídos sociais.

Paulo Freire fez a nação brasileira perder o norte, e desprezar os conteúdos temáticos pela crítica do biopsicossocial, o mote da esquerda de que aluno que faz crítica social, ainda que sem conteúdos sólidos de conhecimento, é sábio e acima da média.

Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico mostrou um resultado pífio.

O Brasil declina vertiginosamente em relação aos outros países do mundo na educação.

Nas faculdades de medicina hoje impregnada de PBL – Problem Based Learning- é uma exteriorização dessa metodologia sem conteúdos, sem hermenêutica e sem compromisso do professor em ensinar.

Alunos sendo enganados com essa educação nefasta no Brasil desde o ensino fundamental até as faculdades.

Fora a educação de Paulo Freire e sua doutrinação marxista nas faculdades !

O Brasil não merece essa qualidade de educação !

doutrinação marxista protesto“No meu dicionário, ‘socialista’ é o cara que alardeia intenções e dispensa resultados, adora ser generoso com o dinheiro alheio, e prega igualdade social, mas se considera mais igual que os outros.”

Roberto Campos

A revolta acadêmica dos pedagogos comunistas para implantar o PBL made in Brazil

O comunista pedagogo Paulo Freire, que foi membro do PT, e Secretário da Educação do  Município de São Paulo na gestão de Luiza Erundina, é uma das colunas de sustentação do cursos de medicina no modelo PBL.

Ou “PBL made in Brazil ou à brasileira”.

O ensino modelo PBL em cursos de medicina  é aquele em que não há aulas teóricas, nem conferências nas disciplinas, sem atividades em laboratórios de anatomia, histologia, fisiologia e patologia.

E mais: sem professores nas faculdades em número suficiente e dedicados ao ensino.

Docentes sendo  substituídos pelos facilitadores e “professores colaboradores” (leia-se médico das prefeituras que recebem alunos dos cursos de medicina, e muitos sem Residência Médica).

Aí vem a farsa pedagógica…

Esses “professores colaboradores”, de posse do formato de avaliação, emite conceito satisfatório ou insatisfatório em face dos alunos.

O colunista Rodrigo Constantino tem um belo vídeo sobre o livro  lançado por Bruce Bawer – The Victim’s Revolution, o qual discorre da pedagogia dos oprimidos idealizada nos anos 70 por Paulo Freire.

No livro de Bruce Bawer  há a explicação sobre as minorias, e a constante reivindicação delas pelos direitos em detrimento dos direitos da maioria.

Segundo o autor, a minoria nos dias de hoje defende direitos que deve prevalecer sobre o direito da maioria, dividindo a sociedade, fragmentando-a para conquistar.

Pois bem, seguindo nesse diapasão o mesmo aconteceu no ensino do curso de medicina.

Outrossim, os pedagogos que defendem o PBL querem dividir o ensino em medicina antes do PBL e depois do PBL.

Os que adotam o PBL, tendo como paradigma o comunista Paulo Freire afirmam que o médico será melhor formado que no modelo tradicional;

O ensino com o PBL formará alunos mais “críticos, reflexivos e adotarão o biopsicossocial  na saúde pública”.

É o mantra !

Esse é o mote pedagógico para o aluno acreditar nesse modelo famigerado do ensino PBL.

O que os pedagogos dessa faculdades não dizem, e muitas faculdades nem pedagogos têm, é que aluno não terá aulas, nem conteúdos sólidos de medicina.

A farsa pedagógica coloca embaixo do tapete !

É uma formação médica com gravíssimas deficiências para os egressos dessas faculdades que adotam esse modelo de ensino PBL.

E mais…

Os falsos pedagogos que adotam o PBL acabam ainda vendendo esse modelo Brasil afora com o sofisma de que o aluno será melhor formado que no ensino tradicional.

Uma verba extra viajando pelo Brasil para ensinar outros pedagogos do ensino em medicina modelo PBL.

“PBL made in Brazil”  é:

Falácia.

Sofisma.

Mentira.

Dissimulação.

Rodrigo Constantino explica Bruce Bawer nesse vídeo .

Marxismo cultural nas universidades públicas

doutrinação marxista - pedrinhoEm tempos difíceis no Brasil desse século XXI,  nos quais se observa a invasão do movimento cultural marxismo-leninismo nas universidades brasileiras, e lógico, ensinado nas salas de aulas pelos ortodoxos professores da esquerda, a sociedade brasileira padece e geme com a destruição de seus princípios.

A tática da esquerda brasileira consiste em estreitar relações com a população, colocando-se como sua defensora contra grupos que a mesma acusa de serem seus “opressores capitalistas”.

O estrategema pode ser facilmente revertido, visto ser a esquerda composta por grupos que oprimem a população com o incentivo ao crime, à promiscuidade e depravação sexual das crianças, o ódio à religião cristã, a rivalidade entre negros e não negros, o ódio ao homem, o ódio à heterossexualidade, o incentivo às drogas, o incentivo à desobediência em todos os setores, o antagonismo entre pais e filhos, a desestruturação da família, o incentivo ao aborto etc..

Essa questões sociais estão afetando a sociedade brasileira atualmente e foram plantadas e estão sendo fomentados pela esquerda no Brasil.

A criminalidade, as drogas, a depravação e a promiscuidade sexual das crianças, a desobediência dos filhos, os divórcios, o aborto etc. nunca foram tão altos na história do Brasil e das sociedades ocidentais.

Lenin, líder revolucionário russo , o pai do Comunismo (sistema governamental ateísta), assim afirmou em 1913 quando implantou o comunismo que passaria a ser adotado na Revolução Russa de 1917, futura  União Soviética.

A intenção era a conquista das nações para o Socialismo Comunista, por meio da manutenção do poder total sobre elas obtido pelo enfraquecimento ético e moral, bem como pela perda da vontade e da dignidade dessas nações.

Teses de Lenin:

1- Corrompa a juventude e dê-lhe liberdade sexual. Destrua qualquer sentimento de moral e dignidade.

2- Infiltre e depois controle todos os meios de comunicação, imprensa, ensino e religião.

3- Divida a população em grupos antagônicos,  incitando-os a discussões sobre assuntos sociais. Divida em classes sociais pelo dinheiro, raça, religião e educação.

4- Destrua a confiança do povo em seus líderes. Promova a discordia e destrua a ética.

5- Fale sempre em democracia e em estado de direito, mas, tão logo haja oportunidade, assuma o poder sem qualquer escrúpulo.

6- Colabore para o esbanjamento do dinheiro público, coloque em descrédito a imagem do país, especialmente no exterior. Provoque o pânico e o desassossego na população por meio de boatos.

7- Promova greves, mesmo ilegais, nas indústrias vitais do país.

8- Promova distúrbios e contribua para que as autoridades constituídas não as coíbam.

9- Colabore para a derrocada dos valores morais, da ética, da honestidade e da crença nos orgãos governamentais. 

Infiltre seus colaboradores nessas instituições para obter o controle absoluto de tudo.

10- Procure catalogar todos aqueles que têm armas de fogo, para que sejam confiscadas no momento oportuno, tornando impossível qualquer resistência.

O filósofo Olavo de Carvalho assim resumiu o marxismo cultural a partir da implantação das teses de Lenin e Marx difundidas pela esquerda do Brasil:

“Karl Marx podia ter todos os defeitos do mundo, desde a vigarice intelectual até as hemorroidas, mas ele sabia que a palavra “proletário” significa “gente que trabalha” e não
qualquer Zé Mané.

Ele combatia o capitalismo porque achava que os ricos enriqueciam tomando o dinheiro dos pobres, o que é talvez a maior extravagância matemática que já passou por um cérebro humano, mas, reconheça-se o mérito, ele nunca confundiu trabalhador com vagabundo, povo com ralé.

Alguns discípulos bastardos do autor de “O Capital”, uns riquinhos muito frescos e pedantes, fundaram um instituto em Frankfurt com o dinheiro de um milionário argentino e resolveram que valorizar antes o trabalho honesto do que os vícios e o crime era uma
deplorável concessão de Marx ao espírito burguês.

Usando dos mais requintados instrumentos da dialética, começaram ponderando que o problema não era bem o capitalismo e sim a civilização, e terminaram tirando daí a conclusão lógica de que para destruir a civilização o negócio era dar força aos incivilizados
contra os civilizados.

Os frankfurtianos não apostavam muito no paraíso socialista, mas acreditavam que a História era movida pela força do “negativo” (uma sugestão de Hegel que eles tomaram ao pé da letra), e que, portanto, o mais belo progresso consiste em destruir, destruir e depois destruir mais um pouco.

Tentar ser razoável era apenas “razão instrumental”, artifício ideológico burguês. Séria mesmo, só a “lógica negativa”.

A destruição era feita em dois planos.

Intelectualmente, consistia em pegar um a um todos os valores, símbolos, crenças e bens culturais milenares e dar um jeito de provar que no fundo era tudo trapaça e sacanagem, que só a Escola de Frankfurt era honesta, precisamente porque só acreditava em porcaria – coisa que seu presidente, Max Horkheimer, ilustrou didaticamente pagando salários de fome aos empregados que o ajudavam a denunciar a exploração burguesa dos pobres.

Isso levou o nome hegeliano de “trabalho do negativo”. A premissa subjacente era: Se alguma coisa sobrar depois que a gente destruir tudo, talvez seja até um pouco boa. Não temos a menor ideia do que será e não temos tempo para pensar em tamanha bobagem. Estamos ocupados fazendo cocô no mundo.

No plano da atividade militante, tudo o que é bom deveria ser substituído pelo ruim, porque nada no mundo presta, e só a ruindade é boa. A norma foi seguida à risca pela indústria de artes e espetáculos. A música não podia ser melodiosa e harmônica, tinha de ser no mínimo dissonante, mas de preferência fazer um barulho dos diabos.

No cinema, as cenas românticas foram substituídas pelo sexo explícito. Quando todo mundo enjoou de sexo, vieram doses mastodônticas de sangue, feridas supuradas, pernas
arrancadas, olhos furados, deformidades físicas de toda sorte – fruição estética digna de uma plateia high brow.

Nos filmes para crianças, os bichinhos foram substituídos por monstrengos disformes, para protegê-las da ideia perigosa de que existem coisas belas e pessoas boas. Na indumentária, mais elegante que uma barba de três dias, só mesmo vestir um smoking com sandálias havaianas com as unhas dos pés bem compridas e sujas, é
claro.

A maquiagem das mulheres deveria sugerir que estavam mortas ou pelo menos com Aids. Quem, na nossa geração, não assistiu a essa radical inversão das aparências? Ela está por toda parte.

Logo esse princípio estético passou a ser também sociológico. O trabalhador honesto é uma fraude, só bandidos, drogados e doentes mentais têm dignidade. Abaixo o proletariado, viva a ralé. De todos os empreendimentos humanos, os mais dignos de respeito eram o
sexo grupal e o consumo de drogas.

De Gyorgy Lukacs a Herbert Marcuse, a Escola de Frankfurt ilustrou seus próprios ensinamentos, descendo da mera revolta genérica contra a civilização à bajulação ostensiva da barbárie, da delinquência e da loucura.

Vocês podem imaginar o sucesso que essas ideias tiveram no meio universitário. Desde a revelação dos crimes de Stálin, em 1956, o marxismo ortodoxo estava em baixa, era considerado coisa de gente velha e careta.

A proposta de jogar às urtigas a disciplina proletária e fazer a revolução por meio da gostosa rendição aos instintos mais baixos, mesmo que para isso fosse preciso a imersão preliminar em algumas páginas indecifráveis de Theodor Adorno e Walter Benjamin, era
praticamente irresistível às massas estudantis que assim podiam realizar a coincidentia oppositorum do sofisticado com o animalesco.

Com toda a certeza, a influência da Escola de Frankfurt, a partir dos anos 60 do século passado, foi muito maior sobre a esquerda nacional que a do marxismo-leninismo clássico.

Sem isso seria impossível entender o fenômeno de um partido governante que, acuado pela revolta de uma população inteira, e não tendo já o apoio senão da ralé lumpenproletária remunerada a pão com mortadela e 35 reais, ainda se fecha obstinadamente na ilusão de ser o heroico porta-voz do povão em luta contra a “elite”.

Dois anos atrás, que uma falha estrutural de percepção levava a esquerda nacional a confundir sistematicamente o povo com o lumpemproletariado, de tal modo que, favorecendo o banditismo e praticando-o ela própria em doses continentais, ela acreditava estar fazendo o bem às massas trabalhadoras, as quais, em justa retribuição de tamanha ofensa, hoje mostram detestá-la como à peste.

O Caderno de Teses do V Congresso do PT é um dos documentos mais reveladores que já li sobre o estado subgalináceo a que os ensinamentos de Frankfurt podem reduzir os cérebros humanos.”

Fonte:

Olavo de Carvalho

Curso Hegemonia e Cultura

Subsídios para o curso  Guerra Cultural- História e Estratégia

sistema-educacional-brasileiro

Pedagogia de Paulo Freire. Pedagogia bancária ideologizada

sorria - vc está sendo enganadoRaras vezes li um texto com hermenêutica gramatical e literal sobre o que é a nefasta pedagogia de Paulo Freire nas faculdades de ensino superior.

E agora, principalmente difundida, em cursos de medicina no modelo PBL.

Os idealizadores pedagogos desse modelo de ensino dizem aos alunos que na construção da relação dialógica entre professor e aluno haverá a oportunidade de em cada encontro promover a criticidade social.

Mas, baseada em qual ponto de partida ?

Claro, da visão crítica marxista do professor, que aproveita a ocasião e “alfabetiza o aluno” com pílulas de biopsicossocial.

Muitas dessas faculdades nem pedagogo têm.

Muito menos economistas, sociólogos, antropólogos, e muito menos docentes de direito.

É um faz de conta, e sempre que na próxima aproximação haverá mais conhecimento, contudo nunca haverá outra aproximação.

É um estelionato pedagógico com ares de vanguarda.

Pura doutrinação em cima dos alunos.

O artigo de Luiz Lopes Diniz Filho resume o nosso entendimento sobre a pedagogia de Paulo Freire – a referência pedagógica nos cursos de medicina- modelo PBL – no Brasil.

Paulo Freire e a “educação bancária” ideologizada

Recentemente a Gazeta do Povo publicou uma reportagem com mais uma batelada desses chavões que os seguidores de Paulo Freire usam para nos fazer acreditar que esse sujeito era um educador preocupado com liberdade e autonomia do indivíduo, quando ele não passava de um doutrinador ideológico dogmático e autoritário (mas de fala mansa). Como crítico de sua pedagogia, gostaria de tecer alguns comentários.

Segundo a reportagem, Freire – que “defendia uma educação assumidamente ideológica” – “propunha uma prática de sala de aula que pudesse desenvolver a criticidade dos alunos e condenava o tradicionalismo da escola brasileira, que chamou de ‘educação bancária’, em que o professor deposita o conhecimento em um aluno desprovido de seus próximos pensamentos. Tal sistema, diz, só manteria a estratificação das classes sociais, servindo o ensino de mero treinamento para a formação de massa de trabalho. Contrariamente, Freire propunha a construção do saber de forma conjunta, em que o professor se aproxima dos conhecimentos prévios dos estudantes, para com essas informações ser capaz de apresentar os conteúdos aos alunos, que teriam poder e espaço para questionar os novos saberes”.

Na prática, a coisa funciona assim: o professor questiona os alunos sobre o seu dia a dia, apresenta uma explicação ideológica para os problemas e insatisfações relatados, e depois discute com eles o que acharam desse conteúdo. Se os alunos discordarem da explicação, o professor argumenta em favor do seu próprio ponto de vista ideológico. Ao fim do diálogo, o professor conclui que os alunos que ele conseguiu convencer estão agora “conscientes” da sua “verdadeira” condição de oprimidos e explorados pela sociedade de classes.

Ora, isso é apenas a dita “educação bancária” camuflada de diálogo! O professor apresenta uma única via para explicar as situações relatadas pelos alunos: a ideologia em que ele acredita. O aluno é deixado na ignorância sobre a existência de pesquisas que explicam as situações de pobreza, desigualdade, problemas urbanos e ambientais, entre outros, fora do universo teórico e ideológico do professor.

O próprio simplismo do pensamento de Paulo Freire permite exemplificar como isso se dá. Suponham que um aluno de Freire, um operário em processo de alfabetização, convidado a falar sobre sua vida cotidiana, dissesse que está desempregado. Aproveitando a oportunidade para “conscientizar” o aluno, o professor Freire apresentaria a sua visão sobre o tema: “O desemprego no mundo não é, como disse e tenho repetido, uma fatalidade. É antes o resultado de uma globalização da economia e de avanços tecnológicos a que vem faltando o dever ser de uma ética realmente a serviço do ser humano e não do lucro e da gulodice irrefreada das minorias que comandam o mundo” (a citação é de Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa).

É claro que o aluno hipotético só poderia contestar essa análise se tivesse lido trabalhos de economistas sobre as causas do desemprego. Entretanto, o aluno obviamente não leu nada disso, pois está se alfabetizando! Ou seja, o aluno não tem nem poder nem espaço para “questionar os novos saberes” apresentados pelo professor.

O que se tem aí, portanto, é um método que consiste em transmitir ao aluno verdades prontas, tal como na dita “educação bancária”, mas disfarçado por um processo dialógico manipulado pelo professor, que sonega ao aluno o conhecimento de explicações alternativas e mais sofisticadas do que aquela!

Luis Lopes Diniz Filho, doutor em Geografia pela FFLCH-USP, é professor do Departamento de Geografia da UFPR.

PBL – é o estelionato pedagógico em cursos de medicina !

“Um homem que rouba por mim fatalmente roubará de mim”

Theodore Roosevelt