COMCITI. Reunião da Diretoria e Projeto de Lei para o Parque Tecnológico de Marília

COMCITI 2A Secretaria Municipal de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico  organizou nesse dia 6, no auditório do CIESP/Regional Marília, da 2ª reunião do COMCITI – Conselho Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação de Marília.

Durante o encontro foi realizada a eleição da primeira diretoria do COMCITI – que será presidida pelo empresário do setor industrial e Diretor das Indústrias Jacto – de Pompéia, Chikao Nishimura.

Compõem a diretoria ainda Elvis Fusco [atual presidente da Asserti – Associação das Empresas de Serviços de Tecnologia da Informação], Luiz Carlos de Macedo Soares [reitor da Univem] como primeiro secretário-geral; e Adriano Martins (representante da ACIM) como segundo secretário-geral.

A pauta da reunião do COMCITI contou ainda com o debate de outros importantes assuntos para o segmento: discussão do Projeto de Lei sobre Inovação de Marília; andamento do Parque Tecnológico de Marília; e promoção do evento “Movimento pela Inovação” – pela instituição Desenvolve São Paulo – que será realizado no dia 19 de julho em Marília.

Além da participação da STTDE, o encontro teve a presença de representantes da ACIM, CIESP, Univem, Unesp (Milton Marchioli), Unimar, Fatec, Famema (não enviou representante), Asserti, Sebrae, FIESP, FAIP, Senai, Senac, Sest/Senat, Sindicato do Comércio Varejista de Marília e ETEC.

Cássio Luiz Pinto Júnior, Secretário Municipal de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico, presidiu os trabalhos na segunda reunião do COMCITI.

COMCITI 3

 

Epilepsia na infância

epilepsyA epilepsia é definida pela Organização Mundial de Saúde como uma “afecção crônica de etiologia diversa, caracterizada por crises repetidas, devidas a uma carga excessiva dos neurônios cerebrais, associada eventualmente com diversas manifestações clínicas e paraclínicas” .

As células cerebrais apresentam-se com uma atividade anormal, que se manifesta de outras maneiras, como contrações repetidas e espasmódicas dos músculos (as convulsões), alterações sensoriais, autonômicas, e psicológicas.

Em todos os países, a epilepsia representa um problema importante de saúde pública, não somente por sua elevada incidência, calculada em 18 de cada 1000 habitantes, variando de pais para outro, mas também pela repercussão da enfermidade, a recorrência de suas crises, as repetidas incapacidades desta mesma causa, além do sofrimento dos próprios pacientes devido às restrições sociais imposta aos mesmos.

A incidência na população pediátrica é grande, uma vez que deve se recordar que 75% dos pacientes epilépticos iniciam seu padecimento antes dos 18 anos.

Deve ser destacada a importância de se efetuar um diagnóstico o mais cedo possível e estabelecer um tratamento preciso com a aplicação dos princípios fundamentais da terapia antiepiléptica na criança, além de manejar os aspectos psicossociais relevantes para oferecer uma completa reintegração a seu núcleo familiar, escolar e social.

O sistema nervoso central (SNC) da criança desde antes do nascimento se encontra em mudança dinâmica constante.

Apesar de sua formação começar nas primeiras semanas após a concepção, sua maturação continua até a idade adulta.

A criança como consequência destas mudanças no SNC, pode desenvolver crises epilépticas que não se apresentam no adulto .

Se por um lado, certas síndromes epilépticas aparecem somente em uma faixa específica de idades, por outro, as manifestações clínicas das crises se modificam com a idade.

Por exemplo, existe uma incapacidade do cérebro do recém nascido para desenvolver crises severas, chamadas de tônico-clônicas.

As crises febris (convulsões que se apresentam depois de uma febre alta) se apresentam somente entre os seis meses e os cinco anos de idade, etc.

Desde cedo, a sensibilidade aos diferentes medicamentos também se modifica, não somente em função da mudança do tipo de crise, mas também pela mudança no metabolismo dos fármacos que são diretamente dependentes da idade .

Seminário apresentado pelas alunas Beatriz Zavanella, Cristiane Andressa dos Santos, Flora Taube Manicardi, Jhulya Guilherme, Leticia Alvieri Riato, Maria Cecilia Bayer Pereira, Monique de Melo, Nayra Neri da Silva, do 3º ano do curso de Fonoaudiologia – Unesp Marília- abordando o tema Epilepsia na Infância.

epilepsia - verde

Melhores cursos de medicina do Brasil em 2016

avaliação- vermelho e verdeHá três instituições sérias que avaliam os melhores cursos de medicina do Brasil.

O MEC- Ministério da Educação e Cultura, o Guia do Estudante da Editora Abril e o Ranking Universitário da Folha, sendo que a última ainda não fez sua avaliação em 2016.

1 –  CPC do MEC

O Ministério da Educação disponibiliza uma série de indicadores sobre a qualidade das escolas e dos cursos de graduação.

Um dos mais importante é o Conceito Preliminar de Curso (CPC), apresentado numa escala de 1 (menor conceito) a 5 (maior conceito).

O CPC oferece uma espécie de raios X da graduação ao considerar na sua composição o desempenho dos estudantes do curso no Enade, a infraestrutura oferecida aos alunos e a qualidade dos professores.

As nstituições que tiveram os melhores conceitos (4, já que não houve nenhuma com conceito 5) na última edição do CPC (em 2013) para os cursos de Medicina do Brasil.

CURSOS DE MEDICINA - CPC - 09-03-2016

1 – Avaliação de Cursos Superiores do Guia do Estudante 2015

Pela avaliação do Guia do Estudante houve a avaliação dos melhores cursos de medicina do Brasil, considerados 5 estrelas. É uma pesquisa de opinião realizada com professores e coordenadores de curso. Classifica os cursos como excelente (cinco estrelas), muito bom (quatro estrelas) e bom (três estrelas)

Centro-Oeste (DF) Brasília – UnB ★★★★★
Nordeste (RN) Natal – UFRN ★★★★★
Sudeste (MG) Belo Horizonte – UFMG ★★★★★
Sudeste (SP) Botucatu – Unesp ★★★★★
Sudeste (SP) Campinas – Unicamp ★★★★★
Sudeste (SP) Ribeirão Preto – USP ★★★★★
Sudeste (SP) São Paulo – FCMSCSP ★★★★★
Sudeste (SP) São Paulo – Unifesp ★★★★★
Sudeste (SP) São Paulo – USP ★★★★★
Sul (PR) Londrina – UEL ★★★★★
Sul (RS) Porto Alegre – PUCRS ★★★★★
Sul (RS) Porto Alegre – UFRGS ★★★★★

Os cursos de medicina não citados acima podem mudar sua posição em próxima avaliação pelo MEC e pelo Guia do Estudante.

A Faculdade de Medicina de Marília (FAMEMA) foi avaliada com o CPC  3.0, e a Faculdade de Medicina da Unimar obteve igualmente  CPC 3.0.

avaliação

Conselho Federal de Medicina aponta queda de leitos do SUS em 19 estados desde 2010

LEITOS SUS - 2Quase 24 mil leitos de internação, aqueles destinados a pacientes que precisam permanecer em hospital por mais de 24 horas foram desativados na rede pública de saúde desde dezembro de 2010.

Naquele mês, o país dispunha de 335,5 mil deles para uso exclusivo do Sistema Único de Saúde (SUS).

Em dezembro de 2015, o número baixou para 312 mil – uma queda de 13 leitos por dia.

As informações foram apuradas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) junto ao Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), do Ministério da Saúde.

Para o presidente do CFM, o levantamento mostra a falta de leitos evidenciada por médicos e pacientes nos hospitais brasileiros, o que acaba provocando atrasos no diagnóstico e no início do tratamento, aumentando a taxa de mortalidade.

Dentre as especialidades mais afetadas no período, em nível nacional, constam psiquiatria, pediatria cirúrgica, obstetrícia e cirurgia geral.

Já os leitos destinados à ortopedia e traumatologia foram os únicos que sofreram acréscimo superior a mil leitos.

LEITOS SUS

Estados e capitais – Em números absolutos, os estados das regiões Sudeste e Nordeste foram os que mais sofreram redução no período. Só no Rio de Janeiro pouco mais de sete mil leitos foram desativados desde 2010. Na sequência, aparece Minas Gerais (-3.241 leitos) e São Paulo (-2.908). No Nordeste, a Bahia sofreu o maior corte (-2.126). Entre as capitais, foram os fluminenses os que mais perderam leitos na rede pública (-2.503), seguidos pelos fortalezenses (-854) e brasilienses (-807).

Por outro lado, apenas oito estados apresentaram números positivos no cálculo final de leitos SUS nos últimos cinco anos: Rio Grande do Sul (806), Mato Grosso (397), Rondônia (336), Santa Catarina (121), Espírito Santo (115), Amapá (87), Mato Grosso do Sul (56) e Tocantins (15).

Nas capitais, 12 delas conseguiram elevar a taxa de leitos, o que sugere que o grande impacto de queda tenha recaído sobre as demais cidades metropolitanas ou interioranas dos estados.

Enquanto os 150 milhões de brasileiros que dependem exclusivamente do SUS perderam quase 24 mil leitos desde 2010, o quantitativo na rede suplementar e nas unidades privadas aumentou em 2,2 mil o número de leitos no mesmo período. Ao todo, 17 estados elevaram o montante na rede suplementar até dezembro de 2015. Apenas Rio de Janeiro e Ceará sofreram decréscimos significativos, da ordem de 1.751 e 1.042 leitos a menos, respectivamente.

Leitos de observação e UTI – O levantamento do CFM apurou que os leitos de repouso ou de observação, utilizados para suporte das ações ambulatoriais e de urgência, como administração de medicação endovenosa e pequenas cirurgias, com permanência de até 24 horas no ambiente hospitalar. Nesta categoria, houve um aumento de 14% na quantidade de leitos no período.
Foram apurados os leitos reservados às Unidades de Terapia Intensiva (UTI). Ao contrário dos leitos de internação, essa rede apresentou alta de 23%, passando de 33.425 em dezembro de 2010 para 40.960 no mesmo mês de 2015. Apesar do acréscimo, uma análise detalhada do CFM constatou indícios de que quantidade de leitos de UTI na rede pública (49% do total) ainda seja insuficiente para atender as demandas da população.

Por fim, em 86% das cidades brasileiras não possuem nenhum leito público de UTI.

Abaixo da média mundial – Embora a Organização Mundial de Saúde (OMS) e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) não recomendem ou estabeleçam taxas ideais de leitos por habitante, é possível observar que, em relação a outros países com sistemas universais de saúde, o Brasil aparece com um dos piores indicadores.

De acordo com o relatório de Estatísticas de Saúde Mundiais da OMS de 2014, o Brasil possuía 2,3 leitos hospitalares (públicos e privados) para cada grupo de mil habitantes no período de 2006 a 2012. A taxa é equivalente à média das Américas, mas inferior à média mundial (2,7) ou as taxas apuradas, por exemplo, na Argentina (4,7), Espanha (3,1) ou França (6,4).

As estatísticas de leitos hospitalares são geralmente extraídas de registros administrativos de rotina, como as bases do CNES.

Fonte- Conselho Federal de Medicina

LEITOS SUS - 2

Dilma Rousseff bye bye so long farewell !

fora DilmaO pedido de Impeachment da presidente Dilma Rousseff foi feito no dia 21 de Outubro de 2015.

A petição foi elaborada pelos juristas Hélio Bicudo, Janaina Paschoal e Miguel Reale Júnior.

No documento, apresentado ao presidente da Câmara nesta data, os autores alegaram que a chefe do Executivo descumpriu a Lei de Responsabilidade Fiscal ao ter editado decretos liberando crédito extraordinário, em 2015, além de citar as chamadas “pedaladas fiscais” praticadas pelo governo em 2015.

Não se cogitou das pedalas em 2014, e da investigação da Lava Jato.

Esta “manobra fiscal” foi reprovada pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

No dia 2 de dezembro de 2015, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, autorizou a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

No dia 17 de abril de 2016 houve a votação da continuação do processo de impeachment pela Câmara dos Deputados, com o seguinte resultado: a favor: 367, contra: 137, abstenções: 7 e ausentes: 2; em seguida o processo seguiu para o Senado Federal onde seria julgado a admissibilidade ou não do processo.

No Senado o processo foi aberto no dia 12 de maio de 2016 pelo seguinte resultado de votação em plenário: a favor: 55 (mais de 2/3 dos votos), contra: 22.

No mesmo dia em que foi anunciado o resultado da votação, pela admissibilidade e abertura do processo, a presidente Dilma Rousseff foi notificada e afastada do seu cargo, onde aguarda atualmente pelo julgamento da ação que poderá ser realizado em até 180 dias a contar da data de afastamento.

Em seu lugar assumiu o Vice-Presidente da República Michel Temer, que segue atualmente como presidente interino do país até que o processo seja finalizado no senado.

Se condenada, Dilma Rousseff perderá o mandato e ficará inelegível por 8 anos e o Vice-presidente assume definitivamente.

Se inocentada, Dilma Rousseff reassumirá o mandato e permanecerá exercendo o cargo da presidência da república até o fim de seu mandato.

Enfim, a Esquerda saiu do poder, e não deve voltar tão cedo.

Motivo: inflação, desemprego, rombo nas contas públicas,empobrecimento da população e falência das empresas.

Os Petralhas sairam de Brasília para o bem do Brasil !

bye bye

Conselho Federal de Medicina contra a prescrição de fostoetanolamina

cfm- quadradoO Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgou nota na qual recomenda aos médicos brasileiros a não prescreverem a fosfoetanolamina sintética para tratamento de câncer até que a eficácia e a segurança da substância sejam reconhecidas por evidências científicas.

No texto aprovado pelo plenário do CFM, a autarquia federal se manifesta contrária à sanção da Lei nº 13.269/16, que autoriza o uso da fosfoetanolamina por pacientes diagnosticados com neoplasia maligna.

Posição do CFM sobre a sanção da Lei nº 13.269/2016

Na hierarquia das normas, prevalecem as leis sobre as resoluções.

Assim, com base no princípio da legalidade, a Lei nº 13.269/2016, publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (14), permite ao médico a prescrição da fosfoetanolamina.

O CFM não recomenda a incorporação da fosfoetanolamina no arsenal terapêutico antineoplásico até o seu reconhecimento científico com base em evidências, de sua eficácia e segurança, a serem obtidas nas conclusões de pesquisas clínicas.

Fonte- Conselho Federal de Medicina

cfm- fosfoetanolamina

 

Médico e advogado. Professor universitário. Um blog de um liberal sem medo de polêmica ou da censura da esquerda “politicamente correta”, que analisa os principais acontecimentos do país com independência, focando em saúde, economia, política e direito. Mora em Marília- Estado de São Paulo.