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MEC estimula a implantação do PBL made in Brazil nas faculdades de medicina recém-criadas

bandeira comunistaO “PBL made in Brazil” implantado nas faculdades de medicina é um embuste pedagógico, e tem suas origem nos últimos 12 anos no Brasil de maneira galopante.

Virou uma Política de Estado do governo comunista do PT.

A educação nas faculdades de medicina no Brasil quer apenas agradar os alunos, não avaliar, não ensinar, e não reprovar.

Avaliação subjetiva estimulada pelo pedagogo maquiavélico.

Os fins justificam os meios.

O ensino se confunde com visitas domiciliárias, consultorias, brainstorming etc.

O MEC quer um ensino falido e medíocre.

O MEC quer alunos que sejam simpatizantes do PT.

Um rebanho social  de alunos seduzidos  pelos pedagogos esquerdopatas, e que anseiam implantar a ideologia e doutrinação dos princípios esquerdofrênicos em faculdades de ensino.

É uma convulsão generalizada e delírios de grandeza que ocorre nos simpatizantes amantes do PBL.

Os pedagogos esquerdopatas adoram Karl Marx, Fidel Castro, Joseph Stalin, Mao Tsé-Tung, e Paulo Freire- “O Patrono do Analfabetismo Funcional do Brasil ”

Um governo corrupto e infrator para  formar alunos alienados.

As bases de educação são corrompidas, e não tem base científica.

A lógica grega, a ética judaico-cristã e o direito privado não são ensinados na grade curricular do curso de medicina.

O idealizador desses revolução nas universidades: Antonio Gramsci.

Uma lástima esse “PBL made in Brazil” implantado em cursos de medicina.

Médicos ou técnicos medicina serão egressos dos cursos de medicina ?

Acordem pedagogos da direita, pois os pedagogos esquerdistas amantes de Paulo Freire querem o analfabetismo funcional do Brasil !

brasil contra o comunismo

“O comunismo existe hoje por que o cristianismo não está sendo suficientemente cristão”.

Martin Luther King

 

50 tons de cinza do PBL made in Brazil em cursos de medicina

50 tons de cinza - gravataO “PBL made in Brazil ou à brasileira” é uma  tremenda farsa pedagógica nos cursos de medicina.

Com a promessa de que o aluno deve estudar e buscar suas dúvidas em conhecimento, e o professor impedido de ensinar ou dar aulas, as situações bizarras e surreais que se apresentam no dia a dia são inúmeras.

Incontáveis…

Vejam as 50 frases ditas pelos “facilitadores de ensino”  em cenários de ensino-aprendizagem:

1- a aprendizagem é em espiral !

2- o importante é aprender a aprender.

3- o importante é a busca e não o conteúdo .

4- primeira aproximação.

5- sucessivas aproximações.

6- você aprenderá quando for significativo para você.

5- não estresse uma hora você entende isso.

6- sua questão é de alta taxonomia ?

7- você está limitando o conhecimento somente a biologia !

8- e a integralidade do cuidado ?

9- aprendeu isso minimamente ?

10- estou aqui para ajudar vocês.

11- conhecimento transmitido em sala de aula é perda de tempo !

12 – como você se sentiu ao atender o paciente ?

13- você refletiu seu confronto experiencial ?

14- nossa que pensamento reducionista !

15- vamos avaliar a atividade de hoje.

16- você poderia se autoavaliar, após os outros alunos, e depois o facilitador ?

17- isso é contra o  método !

18- você poderia dispensar os medicamentos na rede de atenção básica depois da consulta  ficando no almoxarifado ?

19 – não gostei da sua participação na atividade de hoje !

20 – sua participação na atividade foi muito aquém do esperado.

21- você poderia melhorar sua comunicação ?

22- hoje não é o momento para você aprender isso.

23- nossa vocês parecem revoltados !

24- como vocês são imaturos !

25- vou terá mais duas chances para você responder essa pergunta na qual você foi insatisfatório!

25- conceito satisfatório.

26- conceito insatisfatório.

27- Plano de Recuperação.

28- Formato F2.

29- Formato F3.

30- Formato F4.

31- Formato F5.

31- Unidade Educacional  Eletivas (UEE).

32- Unidade de Prática Profissional (UPP).

33- Laboratório de Prática Profissional (LPP).

34- Unidade Estruturada Sistematizada (UES).

35- Portfólio Reflexivo.

36- Teste de Progresso.

37- Exercício de Avaliação Cognitiva (EAC).

38- Exercício de Avaliação da Prática Profissional (EAPP).

39 – Iniciação Científica.

40- Formação Generalista.

41- Formação crítico-reflexiva.

42- Formação Política.

43- Responsabilidade Social.

44- Vivência da Prática.

45- Síntese Provisória.

46- Busca qualificada.

47- Nova Síntese.

48- Currículo Integrado.

49- Orientação Curricular por Competências.

50- Biopsicossocial.

Formalmente parece uma maravilha.

Qualquer aluno que inicia o curso de medicina logo aprende todos esses “tons do PBL”, e logo se estimula a frequentar a rede de atenção básica de saúde.

Parece um sonho sair do ensino médio, e aplicar o  biopsicossocial na gloriosa UPP.

Três anos depois, e às vezes menos que isso, a frustração é enorme.

A constante orientação de sentir,  refletir, refletir e sentir…

Nada de conteúdos, e temas de medicina em aulas e seminários.

Não pode !

Isso é contra o método !

Claro que é uma ditadura pedagógica disfarçada de pedagogia de vanguarda.

Fere de morte a Constituição Federal em seu artigo 206. em seus incisos II e III, que afirma:

Art. 206. O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:

II –  liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber;

III –  pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas, (…).

Isso os defensores do “PBL made in Brazil” não ensinam aos alunos.

A democracia no ensino !

Professor pode sim dar aulas, optar por seminário e aplicar provas.

Critérios objetivos de avaliação pelo método tradicional de ensino são substituídos pelos conceitos subjetivos de avaliação: satisfatório ou insatisfatório.

Muitos alunos são perseguidos se questionarem  o modelo de ensino.

Importar modelo de ensino de outros países – Canadá e Holanda- para ser aplicado em uma país continental como o Brasil, na qual já se sabe que o  ensino médio vai de mal a pior é uma tragédia anunciada.

E os professores vistos no modelo de ensino tradicional, segundo assevera  Paulo Freire, como “opressores”, serão substituídos pelos licenciosos e dissimulados “facilitadores de ensino” ou, ainda pior, os professores colaboradores (médicos da prefeitura sem nenhum vínculo com a faculdade) para avaliarem os alunos de maneira ditatorial.

Muitos desses “professores colaboradores” nem Residência Médica têm.

Muitas dessas faculdades de medicina não há pedagogos, mas alguém que passa ou exerce esse papel na faculdade de medicina.

Conceito Satisfatório ou Insatisfatório, eis a questão, parafraseando William Shakespeare.

Por fim, ao aluno inserido nesse modelo de ensino-aprendizagem só poderá ser egresso do curso de medicina com graves prejuízos em sua formação acadêmica:

É o aluno formado no Brasil nas faculdades de medicina modelo Famemam:

Faculdade de Medicina de Ensino Mutilante, Anacrônico e Mínimo !

50 tons de cinza

A revolta acadêmica dos pedagogos comunistas para implantar o PBL made in Brazil

O comunista pedagogo Paulo Freire, que foi membro do PT, e Secretário da Educação do  Município de São Paulo na gestão de Luiza Erundina, é uma das colunas de sustentação do cursos de medicina no modelo PBL.

Ou “PBL made in Brazil ou à brasileira”.

O ensino modelo PBL em cursos de medicina  é aquele em que não há aulas teóricas, nem conferências nas disciplinas, sem atividades em laboratórios de anatomia, histologia, fisiologia e patologia.

E mais: sem professores nas faculdades em número suficiente e dedicados ao ensino.

Docentes sendo  substituídos pelos facilitadores e “professores colaboradores” (leia-se médico das prefeituras que recebem alunos dos cursos de medicina, e muitos sem Residência Médica).

Aí vem a farsa pedagógica…

Esses “professores colaboradores”, de posse do formato de avaliação, emite conceito satisfatório ou insatisfatório em face dos alunos.

O colunista Rodrigo Constantino tem um belo vídeo sobre o livro  lançado por Bruce Bawer – The Victim’s Revolution, o qual discorre da pedagogia dos oprimidos idealizada nos anos 70 por Paulo Freire.

No livro de Bruce Bawer  há a explicação sobre as minorias, e a constante reivindicação delas pelos direitos em detrimento dos direitos da maioria.

Segundo o autor, a minoria nos dias de hoje defende direitos que deve prevalecer sobre o direito da maioria, dividindo a sociedade, fragmentando-a para conquistar.

Pois bem, seguindo nesse diapasão o mesmo aconteceu no ensino do curso de medicina.

Outrossim, os pedagogos que defendem o PBL querem dividir o ensino em medicina antes do PBL e depois do PBL.

Os que adotam o PBL, tendo como paradigma o comunista Paulo Freire afirmam que o médico será melhor formado que no modelo tradicional;

O ensino com o PBL formará alunos mais “críticos, reflexivos e adotarão o biopsicossocial  na saúde pública”.

É o mantra !

Esse é o mote pedagógico para o aluno acreditar nesse modelo famigerado do ensino PBL.

O que os pedagogos dessa faculdades não dizem, e muitas faculdades nem pedagogos têm, é que aluno não terá aulas, nem conteúdos sólidos de medicina.

A farsa pedagógica coloca embaixo do tapete !

É uma formação médica com gravíssimas deficiências para os egressos dessas faculdades que adotam esse modelo de ensino PBL.

E mais…

Os falsos pedagogos que adotam o PBL acabam ainda vendendo esse modelo Brasil afora com o sofisma de que o aluno será melhor formado que no ensino tradicional.

Uma verba extra viajando pelo Brasil para ensinar outros pedagogos do ensino em medicina modelo PBL.

“PBL made in Brazil”  é:

Falácia.

Sofisma.

Mentira.

Dissimulação.

Rodrigo Constantino explica Bruce Bawer nesse vídeo .

Pedagogia de Paulo Freire. Pedagogia bancária ideologizada

sorria - vc está sendo enganadoRaras vezes li um texto com hermenêutica gramatical e literal sobre o que é a nefasta pedagogia de Paulo Freire nas faculdades de ensino superior.

E agora, principalmente difundida, em cursos de medicina no modelo PBL.

Os idealizadores pedagogos desse modelo de ensino dizem aos alunos que na construção da relação dialógica entre professor e aluno haverá a oportunidade de em cada encontro promover a criticidade social.

Mas, baseada em qual ponto de partida ?

Claro, da visão crítica marxista do professor, que aproveita a ocasião e “alfabetiza o aluno” com pílulas de biopsicossocial.

Muitas dessas faculdades nem pedagogo têm.

Muito menos economistas, sociólogos, antropólogos, e muito menos docentes de direito.

É um faz de conta, e sempre que na próxima aproximação haverá mais conhecimento, contudo nunca haverá outra aproximação.

É um estelionato pedagógico com ares de vanguarda.

Pura doutrinação em cima dos alunos.

O artigo de Luiz Lopes Diniz Filho resume o nosso entendimento sobre a pedagogia de Paulo Freire – a referência pedagógica nos cursos de medicina- modelo PBL – no Brasil.

Paulo Freire e a “educação bancária” ideologizada

Recentemente a Gazeta do Povo publicou uma reportagem com mais uma batelada desses chavões que os seguidores de Paulo Freire usam para nos fazer acreditar que esse sujeito era um educador preocupado com liberdade e autonomia do indivíduo, quando ele não passava de um doutrinador ideológico dogmático e autoritário (mas de fala mansa). Como crítico de sua pedagogia, gostaria de tecer alguns comentários.

Segundo a reportagem, Freire – que “defendia uma educação assumidamente ideológica” – “propunha uma prática de sala de aula que pudesse desenvolver a criticidade dos alunos e condenava o tradicionalismo da escola brasileira, que chamou de ‘educação bancária’, em que o professor deposita o conhecimento em um aluno desprovido de seus próximos pensamentos. Tal sistema, diz, só manteria a estratificação das classes sociais, servindo o ensino de mero treinamento para a formação de massa de trabalho. Contrariamente, Freire propunha a construção do saber de forma conjunta, em que o professor se aproxima dos conhecimentos prévios dos estudantes, para com essas informações ser capaz de apresentar os conteúdos aos alunos, que teriam poder e espaço para questionar os novos saberes”.

Na prática, a coisa funciona assim: o professor questiona os alunos sobre o seu dia a dia, apresenta uma explicação ideológica para os problemas e insatisfações relatados, e depois discute com eles o que acharam desse conteúdo. Se os alunos discordarem da explicação, o professor argumenta em favor do seu próprio ponto de vista ideológico. Ao fim do diálogo, o professor conclui que os alunos que ele conseguiu convencer estão agora “conscientes” da sua “verdadeira” condição de oprimidos e explorados pela sociedade de classes.

Ora, isso é apenas a dita “educação bancária” camuflada de diálogo! O professor apresenta uma única via para explicar as situações relatadas pelos alunos: a ideologia em que ele acredita. O aluno é deixado na ignorância sobre a existência de pesquisas que explicam as situações de pobreza, desigualdade, problemas urbanos e ambientais, entre outros, fora do universo teórico e ideológico do professor.

O próprio simplismo do pensamento de Paulo Freire permite exemplificar como isso se dá. Suponham que um aluno de Freire, um operário em processo de alfabetização, convidado a falar sobre sua vida cotidiana, dissesse que está desempregado. Aproveitando a oportunidade para “conscientizar” o aluno, o professor Freire apresentaria a sua visão sobre o tema: “O desemprego no mundo não é, como disse e tenho repetido, uma fatalidade. É antes o resultado de uma globalização da economia e de avanços tecnológicos a que vem faltando o dever ser de uma ética realmente a serviço do ser humano e não do lucro e da gulodice irrefreada das minorias que comandam o mundo” (a citação é de Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa).

É claro que o aluno hipotético só poderia contestar essa análise se tivesse lido trabalhos de economistas sobre as causas do desemprego. Entretanto, o aluno obviamente não leu nada disso, pois está se alfabetizando! Ou seja, o aluno não tem nem poder nem espaço para “questionar os novos saberes” apresentados pelo professor.

O que se tem aí, portanto, é um método que consiste em transmitir ao aluno verdades prontas, tal como na dita “educação bancária”, mas disfarçado por um processo dialógico manipulado pelo professor, que sonega ao aluno o conhecimento de explicações alternativas e mais sofisticadas do que aquela!

Luis Lopes Diniz Filho, doutor em Geografia pela FFLCH-USP, é professor do Departamento de Geografia da UFPR.

PBL – é o estelionato pedagógico em cursos de medicina !

“Um homem que rouba por mim fatalmente roubará de mim”

Theodore Roosevelt

Ministério Público investiga desvio de quase R$ 30 milhões dos cooperados da Unimed Marília

INVESTIGADOR

A fraude teria sido idealizada pelos ex-diretores da Unimed e o dono de uma empresa que fornecia nota fiscais de serviços que nunca foram prestados, mas foram pagos pela cooperativa médica.

Sete pessoas são investigadas.

ESQUEMA

As investigações da polícia mostraram a existência de um esquema conhecido como “triangulação”, que consistia no desvio de dinheiro da Unimed por meio do pagamento de serviços não realizados, mediante notas fiscais fraudulentas.

Entre os anos de 1997 até 2006, a Unimed manteve contrato com a empresa Uni-Serv Consultoria e Planejamento Ltda, que tem como sócios o contador Paulo Roberto Rosa e sua ex-esposa Vânia Marília Seren. As investigações revelaram que além de sócio da Uni-Serv, o contador também era diretor administrativo financeiro da Unimed. Durante o período do contrato (cerca de oito anos), a Unimed pagou à Uni-Serv mais de R$ 27,1 milhões por serviços diversos. Apesar da movimentação financeira, as despesas não teriam sido comprovadas. Os contratos estavam vinculados, segundo a conclusão dos investigadores, a notas fiscais frias.

Em 2006, o esquema passou a contar com outra empresa, que surgiu da mudança do CNAE (Classificação Nacional de Atividade Econômica) da Escrita Assessoria Comercial, com sede na Grande São Paulo. O sócio era o empresário Fernando Aparecido Romeu, procurador jurídico da Uni-Serv.

A Escrita Assessoria, que era ligada ao comércio de materiais de escritório e informática, passou a se chamar Latina Fly Serviços Emergenciais e Remoção em UTI Móvel. De 2006 até 2007, a empresa recém-criada teria recebido da Unimed Marília mais de R$ 2,2 milhões.

Entre as documentações apreendidas e que revelaria o esquema, estão notas fiscais que comprovam o pagamento de R$ 120 mil por cinco voos inexistentes, que teriam sido contratados para transportar pacientes em UTI Móvel Aérea, mas não aconteceram.

O esquema foi denunciado ao MP por alguns cooperados e o processo corre em segredo de justiça.

O promotor  Rafael Abujamra que cuida do caso confirmou que o rombo é de quase R$ 30milhões.

De acordo com o MP, se condenados, os sete acusados podem responder por estelionato, formação de quadrilha, apropriação indébita e emissão de notas frias/duplicatas.

Fonte- Marília Noticia

 

PLACA DE DETETIVE

Da mediocridade mais que obrigatória no cursos de medicina modelo PBL como sofisma de ensino dialógico de Paulo Freire

verdade e mentiraA mediocridade vem tomando conta das grades curriculares dos cursos de medicina alicerçado no protagonista do Século XXI – O PBL.

Problem Based Learning.

Alguns alunos dizem “Piada Barata Legalizada”.

Que pulverizou a docência nas faculdades de medicina.

E o docentes foram substituídos por médicos da Prefeitura de um Cidade X, Y, ou Z, na qual está instalada o curso de medicina, para serem os “professores colaboradores” (nos projeto pedagógico da faculdade assim está com letras itálicas para realçar a importância dos mesmos), os quais serão os supervisores do ensino, em  muitas delas, até o  4º  ano do curso de medicina.

E muitas das vezes, o “professor colaborador” é um ex-aluno da mesma  ou de outra faculdade próxima, que não entrou na Residência Médica, e que da noite para o dia ganham o  status de “Professor Colaborador Honoris Causa em PBL”.

Sofisma impecável.

Sofisma  é uma mentira, propositalmente maquiada por argumentos verdadeiros para que possa parecer real.

O filósofo Olavo de Carvalho, em seu site, no qual, vamos nos reportar ao seu belo artigo, já falava da doutrinação ideológica nas faculdades que adotam o PBL  tendo como  referencial pedagógico o comunista Paulo Freire, e sua nefasta Pedagogia do Oprimido,

Oprimido é quem tenta ler o seu livro até o final.

Talvez um Plasil e um Engov possam ajudar essa tarefa nada fácil…

Chega de PBL em cursos de medicina.

Fora Paulo Freire como o intelectual de esquerda e sua pedagogia nefasta em cursos de medicina.

Olavo de Carvalho em seu artigo Da Mediocridade Obrigatória:

“Admirar sempre moderadamente é sinal de mediocridade”, ensinava Leibniz. Uma das constantes da mentalidade nacional é precisamente o temor de admirar, a necessidade de moderar o elogio – ou entremeá-lo de críticas – para não passar por adulador e idólatra.

Já mencionei esse vício em outros artigos, assinalando que ele resulta em consagrar a mediocridade como um dever e um mérito – às vezes, a condição indispensável do prestígio e do respeito.

Mas não é vício isolado. Vêm junto com pelo menos mais dois, que o prolongam e consolidam:

O primeiro é este: Ao contrário do elogio, a crítica, a detração e até mesmo a difamação pura e simples não exigem nem admitem limite algum, nem precisam de justificação: é direito incondicional do cidadão atribuir ao seu próximo todos os defeitos, pecados e crimes reais ou imaginários, ou então simplesmente condená-lo ao inferno por lhe faltar alguma perfeição divina supostamente abundante na pessoa do crítico. Esse vício faz do efeito Dunning-Kruger (incapacidade de comparar objetivamente os próprios dons com os alheios) mais que uma endemia, uma obrigação.

O segundo é talvez o mais grave: na mesma medida em que se depreciam os méritos de quem os tem, exaltam-se até o sétimo céu aqueles de quem não tem nenhum. O mecanismo é simples: se as altas qualidades excitam a inveja e o despeito, a mediocridade e a incompetência infundem no observador uma reconfortante sensação de alívio, a secreta alegria de saber que o elogiado não é de maneira alguma melhor que ele. A compulsão de enaltecer virtudes inexistentes torna-se uma modalidade socialmente aprovada de autoelogio indireto.

Da pura depreciação de méritos reais passa-se assim à completa inversão do senso de valores, onde a mais alta virtude consiste precisamente em não ser melhor que ninguém.

Essa inversão já era bem conhecida desde a “Teoria do Medalhão” de Machado de Assis e as sátiras de Lima Barreto, mas nas últimas décadas foi levada às suas últimas consequências, na medida em que a esquerda ascendente, ávida de autoglorificar-se e depreciar tudo o mais, precisava desesperadamente de heróis, santos e gênios postiços para repovoar o imaginário popular esvaziado pela “crítica radical de tudo quanto existe” (expressão de Karl Marx).

A lista de mediocridades laureadas começa nos anos 60 com o presidente João Goulart, o arcebispo Dom Hélder Câmara, o almirante Cândido Aragão, o criador das Ligas Camponesas — Francisco Julião –, o doutrinador comunista  Paulo Freire e toda uma plêiade de coitados, erguidos de improviso à condição de “heróis do povo” e incapazes de oferecer qualquer resistência ao golpe militar que os pôs em fuga sem disparar um só tiro.

Nas décadas seguintes, o insignificante cardeal Dom Paulo Evaristo Arns transfigurou-se num novo S. Francisco de Assis por fazer da Praça da Sé um abrigo de delinquentes; o sr. Herbert de Souza, o Betinho, por ter tido a ideia maliciosa de transformar as instituições de caridade em órgãos auxiliares da propaganda comunista, foi proposto pela revista Veja, sem aparente intenção humorística, como candidato à beatificação; e o sr. Lula, sem ter trabalhado mais de umas poucas semanas, foi elevado ao estatuto de Trabalhador Arquetípico, preparando sua eleição à Presidência da República e a pletora de títulos de doutor honoris causa que consagraram o seu orgulhoso analfabetismo como um modelo superior de ciência.

Nesse ínterim, é claro, a produção de obras literárias significativas reduziu-se a zero, milhares de indivíduos incapazes de conjugar um verbo tornaram-se professores catedráticos, as citações de trabalhos científicos brasileiros na bibliografia internacional foram se reduzindo até desaparecer, o número de analfabetos funcionais entre os estudantes universitários subiu a quase cinquenta por cento e os alunos das nossas escolas secundárias começaram a tirar sistematicamente os últimos lugares nos testes internacionais, abaixo de seus colegas da Zâmbia e do Paraguai – resultado que um ministro da Educação achou até reconfortante, pois, segundo ele, “poderia ter sido pior” (até hoje ninguém sabe o que ele quis dizer com isso).

A devastação geral da inteligência lesou até alguns cérebros que poderiam ter dado exemplos de imunidade à estupidez crescente. Nos anos que se seguiram ao golpe de 1964, os partidos comunistas conseguiram cooptar, sob o pretexto de “luta pela democracia”, vários intelectuais até então cristãos e conservadores, que, travados pelo senso das conveniências imediatas, foram então perdendo seus talentos até chegar à quase completa esterilidade. Desse período em diante, Otto Maria Carpeaux nada mais escreveu que se comparasse à História da Literatura Ocidental (1947) ou aos ensaios de A Cinza do Purgatório (1942) e Origens e Fins (1943); Ariano Suassuna nunca mais repetiu os tours de force do Auto da Compadecida (1955) e de A Pena e a Lei (1959), Alceu Amoroso Lima deixou de ser o filósofo de O Existencialismo e Outros Mitos do Nosso Tempo (1951) e de Meditações sobre o Mundo Interior (1953), para tornar-se poster man da esquerda e garoto-propaganda do ridículo Hélder Câmara.

Nada disso foi coincidência. A total subordinação da cultura superior aos interesses do Partido é objetivo explícito e declarado da estratégia de Antonio Gramsci, um sagüi intelectual que se tornou, entre os anos 60 e 90 do século passado, o guru máximo das consciências e o autor mais citado em teses acadêmicas no Brasil.

Comparados aos feitos da esquerda no campo da educação e da cultura, o Mensalão, o dinheiro na cueca e a roubalheira na Petrobrás recobrem-se até de uma aura de santidade.

Enfim, o PBL dos cursos de medicina somente pode ser defendido pelo idealizador desse modelo anacrônico de ensino:

O Pedagogo Pinoquio !

pinoquio

“A educação exige os maiores cuidados, porque influi sobre toda a vida”.

Sêneca