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RUF 2016. CURSOS DE MEDICINA DE MARÍLIA

ruf2016-logoSaiu o Ranking Universitário da Folha de 2016, e houve importante melhora nos dois cursos da cidade de Marília.

Um público estadual, e outro particular.

O curso de medicina da Famema  subiu 16 posições e o curso de medicina da Unimar apresentou uma elevação meteórica de 44 posições, e agora participa  dos seleto grupos dos 50 melhores cursos de medicina do Brasil.

Curso de Medicina Famema: 22ª posição

Curso de Medicina Unimar:  42ª posição

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No RUF de 2015, ocupavam posições inferiores, a Famema na 38ª posição e o curso de medicina da Unimar na 86ª posição:

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Ambos os cursos de medicina adotam a metodologia PBL.

Apesar do curso de medicina da Famema subir no RUF 2016, ainda é a última de todas as públicas estaduais.

Os cursos de medicina da USP – Ribeirão Preto e  São Paulo- ocupam a 2ª posição:

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O curso de medicina de Botucatu ficou na 6ª posição:

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O curso de medicina da Famerp ficou na 19ª posição:

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E por fim o curso de medicina da Unicamp ficou na 3ª posição:

ruf-2016-curso-de-medicina-unicampOs dois cursos de medicina- universidades federais- tiveram a Unifesp na primeira posição e o curso de medicina da UFSCAR na 60ª posição:

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O RUF 2016 é o mais importante e mais confiável método de avaliação de cursos de medicina no Brasil.

avaliacao-do-mec

Portaria MEC/GM nº 982 Institui a Avaliação Nacional Seriada dos Estudantes de Medicina – ANASEM

mec-logoO Ministro da Educação Mendonça Filho por meio da PORTARIA MEC/GM Nº 982, DE 25 DE AGOSTO DE 2016 revogou a  PORTARIA MEC/GM Nº 168, DE 01-04-2016.

A medida muda radicalmente os atores sociais envolvidos na avaliação dos alunos e principalmente os estudantes de medicina formados em faculdades de medicina  com qualidade de ensino insatisfatória.

TEXTO DA PORTARIA MEC/GM nº 982

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição, tendo em vista o disposto no art. 9º da Lei nº 12.871, de 22 de outubro de 2013, e

CONSIDERANDO:

O objetivo do Ministério da Educação – MEC de estabelecer um processo de avaliação para aferir a qualidade dos cursos de Medicina; e

A necessidade de aferir as habilidades e competências dos estudantes em relação aos conteúdos programáticos previstos nas novas Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Medicina ao longo de sua formação médica, resolve:

Art. 1º Fica instituída a Avaliação Nacional Seriada dos Estudantes de Medicina – ANASEM, com o objetivo de avaliar os cursos de graduação em Medicina por meio de instrumentos e métodos que considerem os conhecimentos, as habilidades e as atitudes previstos nas Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Medicina.

Art. 2º A ANASEM será implementada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – Inep.

Parágrafo único. O Inep constituirá um Comitê Técnico de Avaliação da Formação Médica para o ANASEM, em portaria específica a ser publicada, para fins do estabelecimento das diretrizes da prova, da construção de matriz e do instrumento de avaliação, da análise e do deferimento de recursos de prova, além da verificação dos resultados do processo avaliativo.

Art. 3º Os processos relacionados à ANASEM serão realizados de forma articulada aos do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos no Exterior – REVALIDA.

Art. 4º A ANASEM será aplicada aos estudantes dos 2º, 4º e 6º anos dos cursos de Medicina devidamente autorizados pelo MEC ou pelos Conselhos Estaduais da Educação.

Parágrafo único. A habilitação dos estudantes de 2º, 4º e 6º anos será estabelecida por portaria específica que regulamentará as normas de aplicação da ANASEM.

Art. 5º A ANASEM constitui componente curricular obrigatório e a situação de sua regularidade deve ser inserida no histórico escolar do estudante, sendo condição para a diplomação, em consonância ao disposto no art. 9º da Lei nº 12.871, de 2013.

§ 1o Aos estudantes dos 2º e 4º anos que se ausentarem, desde que apresentem justificativa adequada, será oferecida nova oportunidade no ANASEM subsequente. Aos estudantes do 6º ano que se ausentarem, desde que apresentem justificativa adequada, será oferecida nova oportunidade de avaliação trinta dias após a data do exame.

§ 2º A ausência de inscrição e/ou participação dos estudantes e/ou cursos na avaliação ensejará na aplicação de penalidades cabíveis, nos termos da legislação vigente.

§ 3º Os resultados da avaliação servirão de referencial de qualidade do ensino médico e poderão se constituir em modalidade única ou complementar aos processos de seleção para Residência Médica.

Art. 6º A responsabilidade pela inscrição na ANASEM compete às Instituições de Ensino Superior – IES, conforme orientações técnicas a serem disponibilizadas pelo Inep.

Parágrafo único. É responsabilidade da IES divulgar amplamente, junto ao seu corpo discente, a lista dos estudantes inscritos.

Art. 7º Fica revogada a Portaria MEC nº 168, de 1º de abril de 2016.

Art. 8º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

MENDONÇA FILHO

As mudanças ocorrem basicamente nos atores sociais em relação à portaria PORTARIA MEC/GM Nº 168, DE 1 DE ABRIL DE 2016.

Nessa além do INEP eram participantes obrigatórios:

I – Secretaria de Educação Superior- SESu-MEC;

II – Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior – Seres-MEC;

III – Inep;

IV – Secretaria de Gestão do Trabalho e Educação em Saúde do Ministério da Saúde – SGTES-MS;

V – Associação Brasileira de Educação Médica – ABEM;

VI – Conselho Federal de Medicina – CFM;

VII – Direção Executiva Nacional dos Estudantes de Medicina – DENEM; e

VIII – Comissão Nacional de Residência Médica – CNRM.

Agora o INEP convocará livremente a sua comissão avaliadora dos cursos de medicina.

Uma ótima notícia para a sociedade brasileira que estava sendo vítima de abertura indiscriminada de cursos de medicina sem qualidade, sem infraestrutura, sem hospital, e supervisionada por “facilitadores de ensino” em tutorias e USF(s) e UBS(s) com médicos sem residência médica, ou nem médicos obrigatoriamente como tutores de cursos de medicina.

Brasil mudando para melhor

A melhor notícia do ano no ensino superior para a sociedade brasileira!

É o fim das aprovações automáticas em cursos de medicina que adotam conceitos subjetivos de avaliação – CONCEITO SATISFATÓRIO E CONCEITO INSATISFATÓRIO.

É o fim do ensino sem responsabilidade em cursos de medicina promovido pelas diretorias de graduação das  faculdades de medicina ocupadas na quase totalidade por agentes políticos que apenas posam de educadores, mas que na verdade nunca se importaram de verdade com o ensino dos seus alunos.

Fim do ensino modelo bizantino nos cursos de medicina do Brasil !

Parabéns ao Ministério da Educação !

avaliação master

 

As 50 melhores faculdades de Medicina em 2016, segundo o Ministério da Educação

PERFORMANCEO Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira , órgão do Ministério da Educação que avalia a qualidade das faculdades, divulga todos os anos o Índice Geral de Cursos Avaliados da Instituição (IGC- indices de 1 a 5) e pelo CPC- Conceito Preliminar de Curso – por faixas (1 a 5) e contínuos.

O IGC  é um ranking oficial das melhores faculdades do Brasil – incluindo as melhores faculdades de medicina do Brasil.

De acordo com o INEP os melhores cursos de medicina do Brasil no momento estão listados na tabela abaixo com pontuação 4 ou 5:

INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR SIGLA MUNICÍPIO UF
1 Universidade Anhanguera UNIDERP Campo Grande MS
2 Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa São Paulo FCMSC-SP São Paulo SP
3 Universidade Estadual de Campinas UNICAMP Campinas SP
4 Faculdade de Medicina do ABC FMABC Santo André SP
5 Centro Universitário de Volta Redonda UniFOA Volta Redonda RJ
6 Universidade de Brasília UnB Brasília DF
7 Universidade Federal de Uberlândia UFU Uberlândia MG
8 Universidade do Vale do Sapucaí UNIVAS Pouso Alegre MG
9 Universidade Positivo UP Curitiba PR
10 Universidade Federal de São Paulo UNIFESP São Paulo SP
11 Universidade Estadual de Maringá UEM Maringá PR
12 Universidade Federal de Goiás UFG Goiânia GO
13 Universidade Federal do Rio Grande do Norte UFRN Natal RN
14 Universidade Nove de Julho UNINOVE São Paulo SP
15 Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho UNESP Botucatu SP
16 Universidade Federal do Espírito Santo UFES Vitória ES
17 Universidade Federal do Triângulo Mineiro UFTM Uberaba MG
18 Universidade de Caxias do Sul UCS Caxias do Sul RS
19 Faculdade de Medicina de Jundiaí FMJ Jundiaí SP
20 Faculdade Brasileira MULTIVIX Vitória ES
21 Universidade Estadual de Londrina UEL Londrina PR
22 Centro Universitário de Anápolis UniEvangélica Anápolis GO
23 Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul PUC-RS Porto Alegre RS
24 Faculdades Integradas Padre Albino FIPA Catanduva SP
25 Universidade Federal do Rio Grande FURG Rio Grande RS
26 Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre UFCSPA Porto Alegre RS
27 Universidade do Estado do Rio de Janeiro UERJ Rio de Janeiro RJ
28 Universidade Federal de Minas Gerais UFMG Belo Horizonte MG
29 Universidade Federal de São Carlos UFSCAR São Carlos SP
30 Universidade Federal de Mato Grosso do Sul UFMS Campo Grande MS
31 Universidade Estadual do Oeste do Paraná UniOeste Cascavel PR
32 Universidade Federal da Paraíba UFPB João Pessoa PB
33 Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto FAMERP São José do Rio Preto SP
34 Centro Universitário de Belo Horizonte UniBH Belo Horizonte MG
35 Universidade Federal de Ouro Preto UFOP Ouro Preto MG
36 Universidade de Ribeirão Preto UNAERP Ribeirão Preto SP
37 Universidade de Passo Fundo UPF Passo Fundo RS
38 Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora SUPREMA Juiz de Fora MG
39 Universidade Federal de Juiz de Fora UFJF Juiz de Fora MG
40 Centro Universitário Christus UniChristus Fortaleza CE
41 Centro Universitário Barão de Mauá CBM Ribeirão Preto SP
42 Instituto Metropolitano de Ensino Superior IMES Ipatinga MG
43 Pontifícia Universidade Católica de Campinas PUC-Campinas Campinas SP
44 Universidade de Taubaté Unitau Taubaté SP
45 Universidade Federal do Paraná UFPR Curitiba PR
46 Faculdade Assis Gurgacz FAG Cascavel PR
47 Escola Superior de Ciências da Saúde ESCS Brasília DF
48 Universidade Estadual do Piauí UESPI Teresina PI
49 Universidade Católica de Brasília UCB Brasília DF
50 Centro de Ensino Superior de Valença CESVA Valença RJ

AVALIAÇÃO GRANDE

O ensino sequestrado

brasil comunistaHá pelo menos uma década, o ensino público do Estado de São Paulo, o universitário sobretudo, vem periodicamente se tornando refém de um pequeno mas organizado, sectário e barulhento grupo de alunos vinculados a partidos políticos de esquerda, os mesmos partidos que controlam os denominados movimentos sociais.

Durante o reinado nacional petista, por tudo e por nada –– as pautas podiam variar diariamente ou mesmo serem preventivas ––, esses movimentos estudantis pararam as universidades paulistas com o único propósito de criar constrangimentos para o “governador de direita” Geraldo Alkmin. As paralisações eram tão partidarizadas, tão orquestradas que se podia ter um calendário prévio delas acompanhando os muitos informativos saídos dos encontros daquelas instituições de esquerda latino-americanas que proliferaram nos últimos tempos sob o patrocínio do governo federal.

O mais espantoso, para quem acredita na espontaneidade dos movimentos juvenis –– e há, ainda, quem creia nisso, sobretudo nas redações dos jornais ––, é o índice de acerto de tais calendários: paralisação programada é paralisação realizada. E, naturalmente, meses de dor de cabeça para a maioria dos alunos, atraso nas pesquisas dos campi e, o que realmente importa para os ativistas –– estudantes indiferentes aos problemas da universidade ––, um enorme desgaste para o inimigo político da vez.

Certamente que tamanha eficiência, tamanha capacidade de operacionalização, não se deve nem à proteção divina –– as causas defendidas pelos estudantes não são assim tão justas––, nem à capacidade de organização dos “jovens idealistas”, que geralmente é tão boa quanto a governação dos partidos a que estão vinculados, e nem, tampouco, ao poder que os ativistas têm em convencer racionalmente os seus colegas, os quais, a bem da verdade, fogem assustados do “bullying das assembleias”, que transforma os não simpatizantes da causa (a imensa maioria) em monstros coxinhas, em burgueses interessados somente em estudar. Essas andorinhas não fariam, pois, verão, se não contassem com um ambiente extremamente favorável nas universidades públicas, um ambiente ideal para a manutenção e a reprodução da espécie.

Os tolerantes estatutos dessas universidades, por exemplo. Poucos pagadores de impostos sabem, mas um aluno de uma universidade pública paulista pode cursar durante 7, 8 anos uma graduação que deveria ser finalizada em 4; pode, também, cursar uns poucos anos de uma graduação e entrar em outro curso, permanecendo indefinidamente no sistema universitário. Tamanha benevolência com o dinheiro do contribuinte criou a figura do estudante profissional, indivíduo que, geralmente a serviço de um partido, frequenta o ambiente universitário por anos com o único propósito de “atuar politicamente”, isto é, de fazer proselitismo e criar demandas que possam gerar paralisações e greves. Tais indivíduos, na maior parte das vezes, depara com diretores de campi extremamente condescendentes, que têm um medo pavoroso de serem taxados de “autoritários”, “burgueses”, “cupinchas do governador” e de outras tolices saídas do universo esquerdista. Esses gestores envergonhados de sua autoridade, indecisos se administram uma universidade ou uma comunidade alternativa de Arembepe, são presa fácil para a armadilha do “diálogo”, palavra que na linguagem do movimento estudantil significa que o outro é obrigado a ouvir absurdos até vir a concordar com eles.

A concepção de universidade pública que se alimentou ao longo desse período populista que passamos também colaborou muito para a reprodução dessa espécie. O horror ao mercado, à sociedade capitalista e burguesa, há pelo menos quatro décadas é pacientemente cultivado nos departamentos de humanas das universidades públicas. Os discentes, que futuramente terão que ingressar num mercado capitalista, são formados numa bolha coletivista que fomenta o ódio ao trabalho regular, ao estado constituído e à ordem pública –– e denominam tal anacronismo, com cheiro de Theodore Roszak, de produção de “espíritos críticos”. E isso não é tudo. Fomentou-se, ao lado do repúdio ao capitalismo, a visão de que a universidade é uma instituição de assistência social, destinada não a produzir conhecimento ou a formar bons profissionais para o país, mas a corrigir, por meio de bolsas e programas sociais destituídos de fundamentos acadêmicos, as muitas desigualdades do Brasil.

Foi esse meio ambiente simpático à vitimização, sem cobranças e avesso à valorização do mérito –– estranhamente, quase um xingamento no meio universitário brasileiro ––  que criou as condições ideais para a multiplicação das paralisações dos últimos anos, paralisações que prometem voltar em força depois do afastamento da presidente, afinal, o movimento estudantil, que costuma ser bastante obediente, já recebeu a ordem do seu coronel: “não vai ter golpe, vai ter luta”.

O grande consolo das universidades paulistas, a esta altura, é que, com o despejo do petismo lá de Brasília, o tormento se estenderá por todo o sistema universitário federal, que subitamente, sob a administração Temer, se transformará num espaço burguês, excludente e opressor, com milhões de motivos para paralisações, invasões e depredações estudantis, tal como vem ocorrendo em São Paulo.

Eis a receita imbatível para sucatear e acabar de vez com o já combalido sistema universitário público brasileiro, que, caso queira realmente sobreviver e prosperar, precisa urgentemente sair dos anos 60, aceitar que a academia está longe de ser o lugar da “resistência ao capitalismo” –– ideia ridícula e anacrônica –– e mostrar à sociedade que a universidade pública não é obsoleta e deslocada, que não vive num paraíso artificial, numa matrix produzida por técnicos cubanos saídos de um “Mais Informática”.

Artigo de Jean Marcel Carvalho França é professor titular de História do Brasil da Unesp de Franca.

doutrinação marxista

Epilepsia na infância

epilepsyA epilepsia é definida pela Organização Mundial de Saúde como uma “afecção crônica de etiologia diversa, caracterizada por crises repetidas, devidas a uma carga excessiva dos neurônios cerebrais, associada eventualmente com diversas manifestações clínicas e paraclínicas” .

As células cerebrais apresentam-se com uma atividade anormal, que se manifesta de outras maneiras, como contrações repetidas e espasmódicas dos músculos (as convulsões), alterações sensoriais, autonômicas, e psicológicas.

Em todos os países, a epilepsia representa um problema importante de saúde pública, não somente por sua elevada incidência, calculada em 18 de cada 1000 habitantes, variando de pais para outro, mas também pela repercussão da enfermidade, a recorrência de suas crises, as repetidas incapacidades desta mesma causa, além do sofrimento dos próprios pacientes devido às restrições sociais imposta aos mesmos.

A incidência na população pediátrica é grande, uma vez que deve se recordar que 75% dos pacientes epilépticos iniciam seu padecimento antes dos 18 anos.

Deve ser destacada a importância de se efetuar um diagnóstico o mais cedo possível e estabelecer um tratamento preciso com a aplicação dos princípios fundamentais da terapia antiepiléptica na criança, além de manejar os aspectos psicossociais relevantes para oferecer uma completa reintegração a seu núcleo familiar, escolar e social.

O sistema nervoso central (SNC) da criança desde antes do nascimento se encontra em mudança dinâmica constante.

Apesar de sua formação começar nas primeiras semanas após a concepção, sua maturação continua até a idade adulta.

A criança como consequência destas mudanças no SNC, pode desenvolver crises epilépticas que não se apresentam no adulto .

Se por um lado, certas síndromes epilépticas aparecem somente em uma faixa específica de idades, por outro, as manifestações clínicas das crises se modificam com a idade.

Por exemplo, existe uma incapacidade do cérebro do recém nascido para desenvolver crises severas, chamadas de tônico-clônicas.

As crises febris (convulsões que se apresentam depois de uma febre alta) se apresentam somente entre os seis meses e os cinco anos de idade, etc.

Desde cedo, a sensibilidade aos diferentes medicamentos também se modifica, não somente em função da mudança do tipo de crise, mas também pela mudança no metabolismo dos fármacos que são diretamente dependentes da idade .

Seminário apresentado pelas alunas Beatriz Zavanella, Cristiane Andressa dos Santos, Flora Taube Manicardi, Jhulya Guilherme, Leticia Alvieri Riato, Maria Cecilia Bayer Pereira, Monique de Melo, Nayra Neri da Silva, do 3º ano do curso de Fonoaudiologia – Unesp Marília- abordando o tema Epilepsia na Infância.

epilepsia - verde

Melhores cursos de medicina do Brasil em 2016

avaliação- vermelho e verdeHá três instituições sérias que avaliam os melhores cursos de medicina do Brasil.

O MEC- Ministério da Educação e Cultura, o Guia do Estudante da Editora Abril e o Ranking Universitário da Folha, sendo que a última ainda não fez sua avaliação em 2016.

1 –  CPC do MEC

O Ministério da Educação disponibiliza uma série de indicadores sobre a qualidade das escolas e dos cursos de graduação.

Um dos mais importante é o Conceito Preliminar de Curso (CPC), apresentado numa escala de 1 (menor conceito) a 5 (maior conceito).

O CPC oferece uma espécie de raios X da graduação ao considerar na sua composição o desempenho dos estudantes do curso no Enade, a infraestrutura oferecida aos alunos e a qualidade dos professores.

As nstituições que tiveram os melhores conceitos (4, já que não houve nenhuma com conceito 5) na última edição do CPC (em 2013) para os cursos de Medicina do Brasil.

CURSOS DE MEDICINA - CPC - 09-03-2016

1 – Avaliação de Cursos Superiores do Guia do Estudante 2015

Pela avaliação do Guia do Estudante houve a avaliação dos melhores cursos de medicina do Brasil, considerados 5 estrelas. É uma pesquisa de opinião realizada com professores e coordenadores de curso. Classifica os cursos como excelente (cinco estrelas), muito bom (quatro estrelas) e bom (três estrelas)

Centro-Oeste (DF) Brasília – UnB ★★★★★
Nordeste (RN) Natal – UFRN ★★★★★
Sudeste (MG) Belo Horizonte – UFMG ★★★★★
Sudeste (SP) Botucatu – Unesp ★★★★★
Sudeste (SP) Campinas – Unicamp ★★★★★
Sudeste (SP) Ribeirão Preto – USP ★★★★★
Sudeste (SP) São Paulo – FCMSCSP ★★★★★
Sudeste (SP) São Paulo – Unifesp ★★★★★
Sudeste (SP) São Paulo – USP ★★★★★
Sul (PR) Londrina – UEL ★★★★★
Sul (RS) Porto Alegre – PUCRS ★★★★★
Sul (RS) Porto Alegre – UFRGS ★★★★★

Os cursos de medicina não citados acima podem mudar sua posição em próxima avaliação pelo MEC e pelo Guia do Estudante.

A Faculdade de Medicina de Marília (FAMEMA) foi avaliada com o CPC  3.0, e a Faculdade de Medicina da Unimar obteve igualmente  CPC 3.0.

avaliação