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Casamento de Fábio e Nádia em Marília

No dia  22 desse mês aconteceu o casamento do doutor Fábio de Araujo Pereira, Residente de Neurologia da Famema, e de sua noiva Nádia nas dependências da chácara Kieza, na cidade de Marília.

Nossos sinceros votos de felicidades ao casal, e que  a paz e a harmonia  estejam sempre presentes na vida dos recém-casados.

E o que Deus uniu, não separe o homem!

Bela recepção, e muita música  para embalar os convidados.

Devemos registrar as presenças dos amigos, o casal  Werner Garcia de Souza (Residente de Neurologia da Famema) e  Dra. Laila  (Residente de Anestesiologia da Famema), e ainda da Dra. Vanessa Vieira, Residente de Neurologia da Famema.

E claro, mister que se faça o registro da presença ímpar de Eva Alda Vieira Coelho, que esteve elegantemente vestida para a ocasião tão nobre e especial.

Parabéns a todos  que lá estiveram!

Sucesso absoluto ao casal Fábio e Nádia !!!

Anticonvulsivantes

medicamentos 14Seminário apresentado pelo acadêmico do 4ºano do curso de medicina da Famema – Carlos Augusto Cerati de Moraes no Ambulatório de Cefaleia – Ambulatório Mário Covas- disciplinas Neurologia e Educação em Ciências da Saúde – analisando a farmacodinâmica  e farmacocinética dos principais anticonvulsivantes utilizados na prática clínica neurológica.

O  aluno de medicina deve conhecer os mecanismos de ação dos principais anticonvulsivantes usados na prática clínica diária.

Os anticonvulsivantes podem ser usados no tratamento de epilepsia, e também utilizado na cefaliatria, tais como topiramato e ácido valpróico.

A epilepsia é um distúrbio cerebral causado por descargas elétricas anormais dos neurônios cerebrais que podem ocorrer em qualquer idade.

É caracterizada pela recorrência de crises epiléticas, causada por descargas paroxísticas de neurônios cerebrais, identificadas e classificadas de acordo com a sua descrição clínica.

Esta patologia pode ser considerada um problema de saúde pública e tem ampla distribuição mundial, sendo classificada em crises parciais ou crises generalizadas.

O diagnóstico preciso diante das classificações é necessário para realização de um tratamento adequado e bem sucedido.

As drogas antiepilépticas são completamente eficazes no controle das crises em 50-80% dos pacientes.

O termo antiepiléptico é usado como sinônimo dos anticonvulsivantes, para descrever drogas utilizadas no tratamento da epilepsia que obrigatoriamente não causam convulsões.

A epilepsia afeta 0,5% a 1% da população, sendo resultado de inúmeras etiologias e diversos fatores como: traumatismo no nascimento, incompatibilidade sanguínea ou hemorragia, doenças infecciosas como: meningite, abuso de bebidas alcoólicas, de drogas, tumores cerebrais, traumatismo craniano, doenças metabólicas e acidentes vasculares cerebrais.

Aproximadamente 50% dos casos são idiopáticos e muitas vezes não é possível conhecer as causas que deram origem à epilepsia.

Lutemos por uma Saúde Pública com qualidade !

drogas antiepilépticas

Doença de Parkinson. Seminário. Curso de Medicina da Famema

doena de parkinson- bengalaSeminário apresentando pela aluna do 4º do curso – Daniella Y. Tsuji Honda –  Faculdade de Medicina de Marília-  Ambulatório de Cefaleia-  disciplinas Neurologia e Educação em Ciências da Saúde abordando a Doença de Parkinson.

A Doença de Parkinson é muito prevalente nos idosos, e seu manejo clínico é necessário por clínicos gerais, neurologistas e geriatras.

A população brasileira será em 2020, segundo pesquisas da Organização Mundial de Saúde, de 20 milhões de idosos, e com isso mais doentes com a Doença de Parkinson estarão em atendimento pelo SUS.

Os alunos de medicina de hoje precisam se preparar para o atendimento de futuros doentes  que surgirão com o envelhecimento da população brasileira.

E claro, além da doença, existe a necessidade de abordagem multiprofissional do doente com a Doença de Parkinson.

Descrita primeiramente por James Parkinson em  “An Essay on the Shaking Pulse” (1817), a Doença de Parkinson é um dos distúrbios do movimento que mais acomete os idosos.

É caracterizada por quatro sinais essenciais: rigidez, tremor, bradicinesia, e instabilidade postural. Há também comprometimento cognitivo que, aliado ao distúrbio motor, gera incapacidade comparável aos acidentes vasculares cerebrais.

A Doença de Parkinson é um desequilíbrio do sistema nervoso central que afeta milhares de pessoas.

Porque não é contagioso e não tem que ser relatado por médicos, a incidência da doença é frequentemente subestimada.

A Doença de Parkinson pode aparecer em qualquer idade, mas é pouco comum nas pessoas com idade inferior a 30 anos, o risco de desenvolvê-la aumenta com a idade.

Ocorre em todas as partes do mundo, e os homens são ligeiramente mais afetados do que mulheres.

1 – Epidemiologia

A prevalência da Doença de Parkinson é estimada em cerca de 85 a 187 casos por 100.000 habitantes. A faixa etária mais acometida situa-se entre os 50 e 70 anos, com o pico aos 60 anos. A incidência em homens é ligeiramente maior que em mulheres (3:2).

No entanto, pacientes com idade inferior a 40 anos ou mesmo 21 anos também podem ser acometidos pela moléstia. No primeiro caso fala-se em parkinsonismo de início precoce e no segundo fala-se em parkinsonismo juvenil.

2 – Etiopatogenia

O quadro anátomo-patológico na Doença de Parkinson é amplo.  Os corpos de Lewy são considerados a principal característica patológica, podendo ser encontrados em outras doenças degenerativas ou mesmo em indivíduos assintomáticos. Tais corpos são inclusões citoplasmáticas eosinofílicas constituídas por várias estruturas de natureza proteica encontradas em áreas de degeneração celular, podendo ser consideradas como marcadores de perda neuronal.

Diversas hipóteses tem sido propostas para explicar a origem da patologia. Para cada uma delas há pontos a favor e pontos contrários, de modo que se pode pensar que a origem da doença se deva a uma combinação de, talvez, destes fatores aliados a outros que possam vir a ser descobertos.

Atualmente há cinco linhas de raciocínio de maior interesse no que se refere a etiologia:

  • Ação de neurotoxinas ambientais.
  • Produção de radicais livres.
  • Anormalidades mitocondriais.
  • Predisposição genética.
  • Envelhecimento cerebral.

Lutemos por uma Saúde Pública com qualidade !

doença de parkison 3

Drogas anticonvulsivantes ou antiepilépticas. Seminário. Curso de Medicina da Famema

medicamentos 12Seminário  apresentado pela aluna do 4º ano do curso de medicina – Helena Ramos Daoud  Yacoub- em estágio do Ambulatório Mario Covas- Cefaleia em revisão de drogas anticonvulsivantes ou antiepilépticas.

Excelente revisão feita pela acadêmica do curso de medicina da Famema.

Importante revisão evidenciando as diferenças nos mecanismos de ação (farmacodinâmica) das drogas anticonvulsivantes.

A compreensão dos diferentes mecanismos desses fármacos utilizados no tratamento da epilepsia é de  fundamental  importância para o sucesso do tratamento.

Alguns desses fármacos ainda não estão disponibilizados na rede básica de saúde, como o topiramato, que ainda é considerado medicamento de alto custo.

O topiramato é tanto indicado no tratamento das crises convulsivas, como também como profilaxia para a migrânea.

O tratamento da epilepsia deve ser iniciado apenas com um fármaco, em dose eficaz.

Se o efeito obtido não for satisfatório, deve ser substituído ou associado a outro.

Nas crises generalizadas, os fármacos mais usados são o ácido valpróico e a carbamazepina.

Nas crises focais, a  carbamazepina parece ser o mais eficaz e, no estado de mal epiléptico, o fármaco de primeira escolha é a fenitoína por via intravenosa (fosfenitoina), seguida de fenobarbital .

Em outras situações difíceis de controlar recorre-se a outros fármacos, como o clonazepam, a etossuximida e a vigabatrina, e outros, ou mesmo a associações de antiepilépticos.

Em qualquer tipo de epilepsia a supressão brusca do tratamento não é recomendável, pelo risco de reaparecimento da sintomatologia.

Quando se torna necessário a substituição de um fármaco, faz-se a introdução do segundo, retirando, gradualmente, o primeiro.

A posologia deve ser estabelecida caso a caso, tendo em conta a gravidade da situação, a idade, a resposta à terapêutica, a profissão, etc.

A dose de manutenção de qualquer antiepiléptico deve ser a mínima necessária para manter o doente livre de crises.

Como o tratamento com estes fármacos é, em regra, prolongado, torna-se necessário estar atento às possíveis reações adversas, hepáticas, hematológicas e renais pela elevada frequência com que ocorrem com esses fármacos.

A lamotrigina é utilizada em monoterapia, e não deve ser utilizada em doentes com idade inferior a 12 anos, ou no tratamento adjuvante de crises parciais. Nesta situação está indicado o  topiramato, quando aquelas crises não são satisfatoriamente controladas por outros antiepilépticos.

O Ambuatório de Cefaleia recebe encaminhamentos do Departamento Regional de Saúde IX do Estado de São Paulo.

Lutemos por uma Saúde Pública com qualidade !

Bowl filled with pills and hand with spoon on a table
Bowl filled with pills and hand with spoon on a table

Semana Jurídica Univem 2011

No dia de ontem, nas dependências do Univem, aconteceu o encerramento  da 28ª  Semana  Jurídica do Univem, tendo como fechamento a entrega do título “Honoris Causa” ao ministro do Supremo Tribunal Federal José Antonio Dias Toffoli.

Excelentes discussões ao longo da  semana e os meus votos de congratulação aos docentes da instituição: Professora Vivianne Rigoldi Boechat, docente da disciplina de Sociologia Jurídica, Professor  Teófilo Marcelo de Arêa Leão Junior, docente da disciplina de Direito Civil  e o coordenador do curso de direito do Univem -Professor doutor Edinilson Donisete Machado, docente da disciplina de Direito Constitucional pela organização do evento.

O  ministro Toffoli narrou o impacto do AI5de 1968 sobre a constituição vigente à época, e a importância da aplicação das normas constitucionais na vida dos cidadãos brasileiros.

O  Univem, instituição na qual sou aluno do curso de direito, meus sinceros votos de congratulações e muito satisfeito pela riqueza de trocas de experiências jurídicas com todos os professores convidados ao  longo das semana.

Semana Jurídica Univem 2011.

Sucesso absoluto !

MARCHIOLI E TEOFILO

Semana Jurídica Univem 2011

DR-TOFFOLI-300x225No dia de ontem, nas dependências do Univem, aconteceu o encerramento  da 28ª  Semana  Jurídica do Univem, tendo como fechamento a entrega do título “Honoris Causa” ao ministro do Supremo Tribunal Federal José Antonio Dias Toffoli.

Excelentes discussões ao longo da  semana e os meus votos de congratulação aos docentes da instituição: Professora Vivianne Rigoldi Boechat, docente da disciplina de Sociologia Jurídica, Professor  Teófilo Marcelo de Arêa Leão Junior, docente da disciplina de Direito Civil  e o coordenador do curso de direito do Univem -Professor doutor Edinilson Donisete Machado, docente da disciplina de Direito Constitucional pela organização do evento.

O  ministro Toffoli narrou o impacto do AI5 de 1968 sobre a constituição vigente à época, e a importância da aplicação das normas constitucionais na vida dos cidadãos brasileiros.

O  Univem, instituição na qual sou aluno do curso de direito, meus sinceros votos de congratulações e muito satisfeito pela riqueza de trocas de experiências jurídicas com todos os professores convidados ao  longo das semana.

Semana Jurídica Univem 2011.

Sucesso absoluto !

MARCHIOLI E EDINILSON