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Semana XXIX Jurídica Univem. Estatuto da Criança e do Adolescente: Responsabilidade da sociedade e do Estado

No dia 25 desse mês ocorreu a palestra sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente  (ECA) proferida pelo Juiz de Direito de Fernandópolis, e também  professor da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul Evandro Pelarin.

Primeiramente o professor Evandro abordou juridicamente o ECA, e destacou que o poder familiar deve ser exercido pelos pais, e que a omissão em não exercê-lo pode se caracterizar  como forma de descumprimento do mesmo.

Outrossim, o palestrante narrou várias situações fáticas  que ocorrem em sua cidade no tocante ao comportamento de pais que abandonam seus filhos com a torpe desculpa que os filhos podem estar desacompanhados de suas presenças, em casa ou em locais públicos  distantes , tais como Lojas de Conveniência em postos de  combustível, bares e restaurantes, Shopping Center, etc.

O que ficou claro na palestra, é  que todos podem participar na aplicação do ECA, e que todos os atores sociais,  além do Poder Judiciário se tornam determinantes e partícipes na efetividade  das normas positivas impostas aos pais e aos infratores  do mesmo.

Perguntado sobre a maioridade penal, o conferencista é a favor de redução da mesma para 16 anos, mas somente para crimes hediondos.

O professor Evandro aventa a hipótese de no Estado de São Paulo as internações  que ocorrem na  Fundação Casa serem maiores que 3 anos  como forma de possibilitar a ressocialização do infrator  em medida sócio-educativa (Lei 8069 /90 ECA).

Defendeu a ideia da redução da maioridade penal, porém enfatizou que enquanto tal proposta feita pela sociedade não for aprovada pelo Congresso Nacional, a sociedade  é responsável pelo cumprimento do ECA, além do Poder Judiciário que representa o Estado, além de todo cidadão brasileiro que deve fiscalizar o cumprimento das normas positivadas no mesmo.

Semana Jurídica Univem XXIX de 2012.

Imperdível !

Sucesso absoluto !

” Um homem de virtude somente nascerá de pais virtuosos.” Aristóteles

Semana XXIX Jurídica Univem. Palestra sobre o Retrocesso da Política Nacional do Meio Ambiente

PROFESSORA-NORMA-24-10-2012-300x225O Univem iniciou ontem a XXIX Semana Jurídica.

A palestra do primeiro dia foi ministrada pela  professora da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul e do Programa de Doutorado e Mestrado da Universidade Católica de Santos, Norma Sueli Padilha.

O tema abordado foi “Retrocesso da Política Nacional do Meio Ambiente”.

Segundo a professora Norma, o Código Florestal aprovado recentemente pelo Congresso Nacional é na verdade um “Código Agrícola”, pois aprovado como foi,  não punirá ninguém que tenha feito desmatamento ilegal até 2008, e ainda assim, a preservação da mata ciliar a beira dos rios de 15 metros no mínimo, é menor que o projeto original de 30 metros.

Aduz ainda a palestrante que o tratamento de esgoto, energias alternativas sem impacto no meio ambiente, e educação sobre Política do Meio Ambiente devem discutidos com a sociedade em todos os níveis: ensino fundamental, médio e superior.

Norma Padilha, advogada , Doutora e Mestre em Direito Ambiental, pela PUC de São Paulo,  e Pós Doutoranda em Ética Ambiental pela Unicamp, recebeu o prêmio  Jabuti na categoria livro jurídico por sua obra – Fundamentos  Constitucionais do Direito Ambiental Brasileiro.

Por fim,  encerrou a palestra afirmando que a geração jovem de hoje é a esperança da conscientização  sobre a importância de preservação do meio ambiente

Semana Jurídica Univem 2012 imperdível !

“O primeiro passo em direção ao sucesso é dado quando você se recusa a ser prisioneiro do ambiente no qual você inicialmente se encontra”.

Mark Caine

Um patrono à altura dos defensores dos cursos de medicina modelo PBL made in Brazil

PAULO FREIREO “PBL made in Brazil” é uma farsa travestida de ares de  vanguarda, mas não se engane o aluno.

O curso não tem aulas e laboratórios com atividades práticas de  anatomia, fisiologia, histologia e patologia.

Muito menos disciplinas de microbiologia, imunologia, parasitologia e farmacologia.

Os “pedagogos comunistas” adoram o Paulo Freire.

E tudo em decorrência da renúncia dos cursos de medicina  no modelo  pedagógico “PBL  made in Brazil”: sem aulas  e sem conteúdos temáticos oferecidos em aulas magnas.

É um carrossel de frases prontas para doutrinar os alunos mais resistentes: “aprender a aprender”, “criticidade social”, “biopsissosocial”, “primeira aproximação”, “sucessivas aproximações”, “ensinamento em espiral”, e outras de natureza eminentemente dissimuladas e inverídicas.

Aleivosias pedagógicas

Galhofices pedagógicas

Ao se ter Paulo Freire como referencial  pedagógico nesses cursos de medicina em manuais de série e de manual de avaliação já se pode imaginar onde a Diretoria de Graduação almeja no aluno egresso…

A lugar nenhum.

Apenas avaliação formativa…

E logo aplicar um conceito interpretativo na sua avaliação!(grifei)

Nada de provas objetivas.

Conceitos emitidos na avaliação: Satisfatório e Insatisfatório.

Nesse artigo de  Carlos Ramalhete se tem uma clara ideia de que Paulo Freire representa para os marxistas culturais.

No PISA 2003 o Brasil ficou na penúltima colocação  na maiorias dos conteúdos pesquisados ( Tunísia foi a última colocada).

Um patrono à altura

Vivemos atualmente a dissolução de uma sociedade edificada ao longo de milênios. É uma longa e bela construção, fundada na filosofia grega e no personalismo judaico-cristão, e burilada ao longo dos séculos. Essa sociedade nos deu a noção de que todos têm direitos inalienáveis; que a natureza pode e deve ser estudada e, ao mesmo tempo, preservada; que o Belo e o Bom têm valor. Deu-nos as universidades, a democracia representativa, o reconhecimento da dignidade dos mais fracos.

Este imenso patrimônio cultural é a herança a que cada brasileiro tem – ou teria – direito. O que vemos, contudo, é o oposto. Mais de um terço dos universitários são analfabetos funcionais. As escolas servem à doutrinação política e à “desmitificação” dos valores da nossa sociedade, deixando de lado o ensino e a preservação da cultura.

Paulo Freire, um dos maiores culpados deste estado de coisas no Brasil, recebeu, com razão, o título de “Patrono da Educação Brasileira”. É justo que ele seja o patrono de uma “educação” que não é capaz de ensinar a ler e escrever, mas que martela nos alunos uma visão tão deturpada do mundo que é mais fácil encontrar dez estudantes que creiam que a luta de classes é uma lei da natureza que achar um que saiba enunciar a Segunda Lei da Termodinâmica.

A História e a Geografia passam a ser apenas denúncia de supostas monstruosidades; o vernáculo, na melhor das hipóteses, uma tentativa de reproduzir a verbalidade. As ciências – deixadas quase de lado –, uma sucessão de conteúdos “bancários”, no dizer dos seguidores do falso profeta recifense. Faz-se força para enfiar alguma ideologia nas ciências, mas não há luta de classes na Química ou opressão econômica na Física. Fica difícil.

Só o que fez este triste patrono foi descobrir que o aluno é um público cativo para a doutrinação marxista. A educação deixa de ser uma abertura para o mundo, uma chance de tomar posse de nossa herança cultural, e passa a ser apenas a isca com a qual se há de fisgar mais um inocente útil para destruir a herança que não conhece.

As matérias pedagógicas da licenciatura resumem-se hoje à repetição incessante, em palavras levemente diferentes, das mesmas inanidades iconoclastas. Os cursos da área de Humanas, com raras exceções, são mais do mesmo, sem outra preocupação que não acusar aquilo que não se dá ao aluno a chance de conhecer. O que seria direito dele receber como herança.

Paulo Freire é o patrono da substituição de conhecimento por ideologia comunista, de aprendizado em temas de medicina aos princípios do comunismo de Karl Marx.

Merece o título de “O Patrono dos Analfabetos Funcionais”.

Fonte- Gazeta do Povo

paulo freire 2

 

Geraldo Alckmin e Dilma Rousseff remuneram mal os professores universitários!

professores 2Comparamos também com outras carreiras semelhantes, como a de pesquisador do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada)  e do Ministério de Ciência e Tecnologia.

A conclusão é que hoje ganhamos menos que durante o Governo socialista de  FHC, e que nesse governo esquerdista do PT, que tem na bandeira o socialismo e o capitalismo estatizante da Presidente Dilma Rousseff paga menos que o governo FHC.

Veja que o salário que falamos aqui é o de um professor que já possui doutorado, que é o máximo que se consegue em titulação acadêmica.

Nem comparei aqui com os bacharéis que são da área de auditoria e fiscalização, porque aí seria até covardia.

Quem ensina deve:
  1. Gostar do que faz;
  2. Ter uma boa formação;
  3. Falar a língua dos alunos;
  4. Usar novas tecnologias da informação, além das tradicionais;
  5. Ir além do conteúdo formal.

Quando o assunto é ensino superior público de qualidade, o governo garante que os gastos devem acontecer com o investimento dos royalties do petróleo, medida defendida pelo governo federal para que chegue aos 10% do PIB investidos em educação, com o acesso estudantil em constante crescimento.

Convenhamos é uma falácia  esse governo do PT!

Que os professores universitários voltem a ter seu valor reconhecido e que nossos governantes lembrem que antes de estarem no poder passaram pelas mãos desses profissionais, a quem devem a graça de saber o “ABC da vida”.

Saudades da minha primeira professora do ensino primário, hoje fundamental, Professora Anália, professora da Escola Gabriel Monteiro da Silva em 1970.

Valorizemos esse profissional  universitário tão importante para nosso desenvolvimento humano e intelectual !

Felicitações aos professores universitários de todo esse Brasil !

Remuneração irrisória aos professores universitários!

professor universitário

“O ignorante afirma, o sábio duvida, o sensato reflete”

Aristóteles

Há quatro anos sem o convívio diário na Famema do professor Rubens Augusto Brazil Silvado

Desde o dia 26 de setembro de 2008   a comunidade da Famema perdia o  convívio prazeroso e agradável do excelente profissional da disciplina de gastroenterologia, e também do diretor da Pós-Graduação da Famema,  Rubens Augusto Brazil Silvado.

Fui ex-aluno do professor na graduação da Famema, e tive aulas com o professor em 1985,  e depois no internato em 1987 e 1988 no Hospital das Clínicas.

Tinha 66 anos de idade, à época do seu falecimento, vítima de câncer de próstata.

Natural de Niterói, Rio de Janeiro, Rubens Silvado formou-se médico em 1970, na Universidade Gama Filho, especializou-se em Cirurgia do Sistema Digestório, e recebeu o título de doutor em Técnica Operatória e Cirurgia Experimental pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Rubens Silvado veio a Marília em 1971, quando o saudoso médico Akira Nakadaira fazia os primeiros exames de endoscopia da América Latina.

Passou um período no Japão na especialização em Detecção Precoce e Tratamento do Câncer Gástrico, na Nihon University, em Tóquio.

Docente na instituição por 34 anos.

Torcedor do Fluminense, adorava assistir aos jogos do Tricolor das Laranjeiras.

Sempre que o encontrava na Famema  era momento de alegria, e falávamos da graduação, e invariavelmente no encontro de futebol,  Santos  (meu time de coração), e Rubens Silvado do Fluminense.

Na sua trajetória até chegar à Direção de Pós-Graduação da Famema, o médico foi preceptor de residentes, chefe da disciplina de Clínica Cirúrgica e Diretor do Pronto-Socorro do Hospital das Clínicas.

Além de diretor, Rubens Silvado foi chefe da disciplina de Cirurgia do Sistema Digestório no extinto Departamento de Cirurgia da Famema.

Com cursos de pós-graduação “lato sensu” sendo desenvolvidos há vários anos na Famema, o grande desejo de Rubens Silvado era ver concretizada a implantação do sistema “stricto sensu” (mestrado e doutorado).

O mestrado começou há pouco tempo, e seu desejo se realizou três anos após sua morte com a implantação do mestrado.

Rubens Silvado foi também coordenador do Comitê de Ética e Pesquisa em Seres Humanos da Famema, que recentemente completou 14 anos de existência.

Entrevistei o professor em 20-06-2005 no programa Saúde Marília (canal 4 – TV a cabo), e discutimos o tema “Endoscopia Digestiva”.

Não poderia deixar de prestar esta singela homenagem ao  saudoso amigo e professor Rubens Silvado.

Ético.

Amigo leal.

Docente fantástico.

Sua história de vida serviu-me de exemplo.

Que  a comunidade da Famema não esqueça do saudoso professor Rubens Silvado.

Seu ex-aluno não esqueceu !

“Vamos sentir muito sua falta
Amamos você a nossa maneira
Lembraremos dos tempos de colégio
Tantas brincadeiras Juntos
Espero que Deus te acolha
Remido de seus pecados.

Bons momentos não esqueceremos
Estaremos sempre orando por ti
Travando uma briga com o inimigo
Todos os dias um novo desafio
Iremos lutar contra potestades
Onde o Amor a Deus nos basta

Juntos estarão na eternidade
Relembrando a nossa idade”.

Antonio Bezerra

Famema recebe 4 estrelas em 2012 no curso de medicina no Guia do Estudante da Editora Abril

O Guia do Estudante apontou 4 estrelas para o curso de medicina da Famema.

Em 2011 – 3 estrelas.

Em 2012 – 4 estrelas.

Nesse Guia do estudante, ao contrário do Enade, na minha opinião, muito mais próximo da realidade que a avaliação do Enade, que avalia alunos com poder de resolver testes de múltiplas  escolha.

No Enade, o Med Curso pode ajudar.

Mas, no Guia do Estudante jamais.

Aqui o Med Curso não entra em campo.

Para dar uma mãozinha  e ajudar no Enade.

Aqui nos critérios do Guia do Estudante valem:

Infraestrutura.

Projeto Pedagógico.

Qualificação dos Professores

Hospitais de Ensino.

Bibliotecas equipadas com tecnologia para acesso à informática e abastecidas de livros atualizados.

Laboratórios de Ensino.

Itens mais que necessários para se formar alunos de medicina com qualidade.

A ferramenta  PBL  não basta.

Curso de medicina sem aulas, sem professores, sem laboratórios, professores sem salas de trabalho individuais, ausência de refeitório para alunos e docentes, pesquisa e pós-graduação com notas baixas pela Capes,  não recebe estrelas.

E a nota mínima é 3.

USP (SP e Ribeirão Preto), UNICAMP e UNESP – 5 estrelas em 2011.

Famerp- 4 estrelas em 2011.

Famema – 3 estrelas em 2011.

Essa semana tem sido um marco para a instituição Famema.

No RUF (Ranking Universitário Folha) a Famema não aparece entre os 20 melhores cursos de medicina do Brasil.

No Guia do Estudante  2012-  4 estrelas.

Enfim, os fatos são claros, cristalinos, e transparentes.

O modelo de ensino para o curso de medicina precisa ser repensado.

Por outro lado, como prevíamos, a Enfermagem conseguiu  em 2012 – 4 estrelas.

Em 2011 – 5 estrelas.

Parabéns ao curso de enfermagem !

Mas, houve uma queda de 5 para 4 estrelas.

Fácil entender…

Os alunos de enfermagem aprendem muito mais saúde pública, plano de cuidados, assistência social sendo inseridos precocemente na rede básica de saúde que os alunos da medicina.

Os alunos de medicina precisam de conteúdos  nas disciplinas do curso de medicina.

Sólidos conhecimentos de cadeiras básicas e clínicas.

Inseri-los desde o primeiro ano na rede básica é perda de tempo se supervisionados por professores colaboradores da rede de atenção básica ( professor colaborador e o medico que trabalha na USF e ou UBS, e muitas vezes nem Residência Médica possui).

Dizer que o MEC  obriga o aluno  estar todos os quatro anos na rede básica, em face do que  é emanado das Diretrizes Curriculares do Curso de Medicina é parcialmente verdadeiro.

A faculdade faz a sua grade curricular como quiser.

Lei das Diretrizes e Bases da Educação dá essa liberdade.

Não precisa quatro anos de permanência do aluno na rede básica para se conhecer o SUS.

Dizer que o MEC exige tal  conduta do curso é um grande sofisma.

O MEC pede para o aluno conhecer o SUS.

E não permanecer na rede básica de saúde.

O modelo precisa ser repensado para o curso de medicina.

E  o Diretório Acadêmico Christano Altenfelder depois da avaliação da Folha de São Paulo (RUF) e do Guia do Estudante não lutará por mudanças ?

Ficará calmamente assistindo a tudo, como se isso não repercutisse na formação dos alunos da  medicina ?

Os fatos não podem ser desmentidos, interpretados, e ignorados.

A Famema precisa rever seu modelo de ensino.

As outras faculdades: USP (São Paulo e Ribeirão Preto), Unesp, Unicamp e Famerp foram melhores com o modelo tradicional de ensino em 2011.

Como os ufanistas defensores do “PBL made in Brazil” irão explicar ?

O modelo tradicional tão vilipendiado pelos defensores do PBL saiu-se vitorioso em 2011.

Placar 5 a 1.

Goleada !

Dizer que a avaliação não era bem assim, que essas pesquisas não avaliam nada, é duvidar da inteligência dos alunos e dos professores que discordam do modelo de ensino.

A Famema precisa voltar a ter padrão excelência em ensino.

Uma grande instituição.

Tem potencial para isso.

Os alunos passam…

Os docentes passam..

Mas, o legado de lutas por melhorias permanece nas gerações presentes e futuras.

A hora da luta é agora !

Avante Famema !

Reformas no modelo de gestão administrativa e  pedagógica  urgentes !

Faça a sua reflexão…

Seja honesto com você mesmo.

Está tudo bem com a Famema ?

A luta é de todos os que têm uma história aqui na Famema.

E você  aluno da Famema vai lutar ou ficar inerte diante de tais fatos ?

rui barbosa 2 “Aquele que não conhece a verdade é simplesmente um ignorante,  mas aquele que a conhece e diz que é mentira, este é um criminoso”.

Brecht