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Semana XXIX Jurídica Univem. Palestra sobre o Retrocesso da Política Nacional do Meio Ambiente

PROFESSORA-NORMA-24-10-2012-300x225O Univem iniciou ontem a XXIX Semana Jurídica.

A palestra do primeiro dia foi ministrada pela  professora da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul e do Programa de Doutorado e Mestrado da Universidade Católica de Santos, Norma Sueli Padilha.

O tema abordado foi “Retrocesso da Política Nacional do Meio Ambiente”.

Segundo a professora Norma, o Código Florestal aprovado recentemente pelo Congresso Nacional é na verdade um “Código Agrícola”, pois aprovado como foi,  não punirá ninguém que tenha feito desmatamento ilegal até 2008, e ainda assim, a preservação da mata ciliar a beira dos rios de 15 metros no mínimo, é menor que o projeto original de 30 metros.

Aduz ainda a palestrante que o tratamento de esgoto, energias alternativas sem impacto no meio ambiente, e educação sobre Política do Meio Ambiente devem discutidos com a sociedade em todos os níveis: ensino fundamental, médio e superior.

Norma Padilha, advogada , Doutora e Mestre em Direito Ambiental, pela PUC de São Paulo,  e Pós Doutoranda em Ética Ambiental pela Unicamp, recebeu o prêmio  Jabuti na categoria livro jurídico por sua obra – Fundamentos  Constitucionais do Direito Ambiental Brasileiro.

Por fim,  encerrou a palestra afirmando que a geração jovem de hoje é a esperança da conscientização  sobre a importância de preservação do meio ambiente

Semana Jurídica Univem 2012 imperdível !

“O primeiro passo em direção ao sucesso é dado quando você se recusa a ser prisioneiro do ambiente no qual você inicialmente se encontra”.

Mark Caine

Um patrono à altura dos defensores dos cursos de medicina modelo PBL made in Brazil

PAULO FREIREO “PBL made in Brazil” é uma farsa travestida de ares de  vanguarda, mas não se engane o aluno.

O curso não tem aulas e laboratórios com atividades práticas de  anatomia, fisiologia, histologia e patologia.

Muito menos disciplinas de microbiologia, imunologia, parasitologia e farmacologia.

Os “pedagogos comunistas” adoram o Paulo Freire.

E tudo em decorrência da renúncia dos cursos de medicina  no modelo  pedagógico “PBL  made in Brazil”: sem aulas  e sem conteúdos temáticos oferecidos em aulas magnas.

É um carrossel de frases prontas para doutrinar os alunos mais resistentes: “aprender a aprender”, “criticidade social”, “biopsissosocial”, “primeira aproximação”, “sucessivas aproximações”, “ensinamento em espiral”, e outras de natureza eminentemente dissimuladas e inverídicas.

Aleivosias pedagógicas

Galhofices pedagógicas

Ao se ter Paulo Freire como referencial  pedagógico nesses cursos de medicina em manuais de série e de manual de avaliação já se pode imaginar onde a Diretoria de Graduação almeja no aluno egresso…

A lugar nenhum.

Apenas avaliação formativa…

E logo aplicar um conceito interpretativo na sua avaliação!(grifei)

Nada de provas objetivas.

Conceitos emitidos na avaliação: Satisfatório e Insatisfatório.

Nesse artigo de  Carlos Ramalhete se tem uma clara ideia de que Paulo Freire representa para os marxistas culturais.

No PISA 2003 o Brasil ficou na penúltima colocação  na maiorias dos conteúdos pesquisados ( Tunísia foi a última colocada).

Um patrono à altura

Vivemos atualmente a dissolução de uma sociedade edificada ao longo de milênios. É uma longa e bela construção, fundada na filosofia grega e no personalismo judaico-cristão, e burilada ao longo dos séculos. Essa sociedade nos deu a noção de que todos têm direitos inalienáveis; que a natureza pode e deve ser estudada e, ao mesmo tempo, preservada; que o Belo e o Bom têm valor. Deu-nos as universidades, a democracia representativa, o reconhecimento da dignidade dos mais fracos.

Este imenso patrimônio cultural é a herança a que cada brasileiro tem – ou teria – direito. O que vemos, contudo, é o oposto. Mais de um terço dos universitários são analfabetos funcionais. As escolas servem à doutrinação política e à “desmitificação” dos valores da nossa sociedade, deixando de lado o ensino e a preservação da cultura.

Paulo Freire, um dos maiores culpados deste estado de coisas no Brasil, recebeu, com razão, o título de “Patrono da Educação Brasileira”. É justo que ele seja o patrono de uma “educação” que não é capaz de ensinar a ler e escrever, mas que martela nos alunos uma visão tão deturpada do mundo que é mais fácil encontrar dez estudantes que creiam que a luta de classes é uma lei da natureza que achar um que saiba enunciar a Segunda Lei da Termodinâmica.

A História e a Geografia passam a ser apenas denúncia de supostas monstruosidades; o vernáculo, na melhor das hipóteses, uma tentativa de reproduzir a verbalidade. As ciências – deixadas quase de lado –, uma sucessão de conteúdos “bancários”, no dizer dos seguidores do falso profeta recifense. Faz-se força para enfiar alguma ideologia nas ciências, mas não há luta de classes na Química ou opressão econômica na Física. Fica difícil.

Só o que fez este triste patrono foi descobrir que o aluno é um público cativo para a doutrinação marxista. A educação deixa de ser uma abertura para o mundo, uma chance de tomar posse de nossa herança cultural, e passa a ser apenas a isca com a qual se há de fisgar mais um inocente útil para destruir a herança que não conhece.

As matérias pedagógicas da licenciatura resumem-se hoje à repetição incessante, em palavras levemente diferentes, das mesmas inanidades iconoclastas. Os cursos da área de Humanas, com raras exceções, são mais do mesmo, sem outra preocupação que não acusar aquilo que não se dá ao aluno a chance de conhecer. O que seria direito dele receber como herança.

Paulo Freire é o patrono da substituição de conhecimento por ideologia comunista, de aprendizado em temas de medicina aos princípios do comunismo de Karl Marx.

Merece o título de “O Patrono dos Analfabetos Funcionais”.

Fonte- Gazeta do Povo

paulo freire 2

 

Geraldo Alckmin e Dilma Rousseff remuneram mal os professores universitários!

professores 2Comparamos também com outras carreiras semelhantes, como a de pesquisador do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada)  e do Ministério de Ciência e Tecnologia.

A conclusão é que hoje ganhamos menos que durante o Governo socialista de  FHC, e que nesse governo esquerdista do PT, que tem na bandeira o socialismo e o capitalismo estatizante da Presidente Dilma Rousseff paga menos que o governo FHC.

Veja que o salário que falamos aqui é o de um professor que já possui doutorado, que é o máximo que se consegue em titulação acadêmica.

Nem comparei aqui com os bacharéis que são da área de auditoria e fiscalização, porque aí seria até covardia.

Quem ensina deve:
  1. Gostar do que faz;
  2. Ter uma boa formação;
  3. Falar a língua dos alunos;
  4. Usar novas tecnologias da informação, além das tradicionais;
  5. Ir além do conteúdo formal.

Quando o assunto é ensino superior público de qualidade, o governo garante que os gastos devem acontecer com o investimento dos royalties do petróleo, medida defendida pelo governo federal para que chegue aos 10% do PIB investidos em educação, com o acesso estudantil em constante crescimento.

Convenhamos é uma falácia  esse governo do PT!

Que os professores universitários voltem a ter seu valor reconhecido e que nossos governantes lembrem que antes de estarem no poder passaram pelas mãos desses profissionais, a quem devem a graça de saber o “ABC da vida”.

Saudades da minha primeira professora do ensino primário, hoje fundamental, Professora Anália, professora da Escola Gabriel Monteiro da Silva em 1970.

Valorizemos esse profissional  universitário tão importante para nosso desenvolvimento humano e intelectual !

Felicitações aos professores universitários de todo esse Brasil !

Remuneração irrisória aos professores universitários!

professor universitário

“O ignorante afirma, o sábio duvida, o sensato reflete”

Aristóteles

Há quatro anos sem o convívio diário na Famema do professor Rubens Augusto Brazil Silvado

Desde o dia 26 de setembro de 2008   a comunidade da Famema perdia o  convívio prazeroso e agradável do excelente profissional da disciplina de gastroenterologia, e também do diretor da Pós-Graduação da Famema,  Rubens Augusto Brazil Silvado.

Fui ex-aluno do professor na graduação da Famema, e tive aulas com o professor em 1985,  e depois no internato em 1987 e 1988 no Hospital das Clínicas.

Tinha 66 anos de idade, à época do seu falecimento, vítima de câncer de próstata.

Natural de Niterói, Rio de Janeiro, Rubens Silvado formou-se médico em 1970, na Universidade Gama Filho, especializou-se em Cirurgia do Sistema Digestório, e recebeu o título de doutor em Técnica Operatória e Cirurgia Experimental pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Rubens Silvado veio a Marília em 1971, quando o saudoso médico Akira Nakadaira fazia os primeiros exames de endoscopia da América Latina.

Passou um período no Japão na especialização em Detecção Precoce e Tratamento do Câncer Gástrico, na Nihon University, em Tóquio.

Docente na instituição por 34 anos.

Torcedor do Fluminense, adorava assistir aos jogos do Tricolor das Laranjeiras.

Sempre que o encontrava na Famema  era momento de alegria, e falávamos da graduação, e invariavelmente no encontro de futebol,  Santos  (meu time de coração), e Rubens Silvado do Fluminense.

Na sua trajetória até chegar à Direção de Pós-Graduação da Famema, o médico foi preceptor de residentes, chefe da disciplina de Clínica Cirúrgica e Diretor do Pronto-Socorro do Hospital das Clínicas.

Além de diretor, Rubens Silvado foi chefe da disciplina de Cirurgia do Sistema Digestório no extinto Departamento de Cirurgia da Famema.

Com cursos de pós-graduação “lato sensu” sendo desenvolvidos há vários anos na Famema, o grande desejo de Rubens Silvado era ver concretizada a implantação do sistema “stricto sensu” (mestrado e doutorado).

O mestrado começou há pouco tempo, e seu desejo se realizou três anos após sua morte com a implantação do mestrado.

Rubens Silvado foi também coordenador do Comitê de Ética e Pesquisa em Seres Humanos da Famema, que recentemente completou 14 anos de existência.

Entrevistei o professor em 20-06-2005 no programa Saúde Marília (canal 4 – TV a cabo), e discutimos o tema “Endoscopia Digestiva”.

Não poderia deixar de prestar esta singela homenagem ao  saudoso amigo e professor Rubens Silvado.

Ético.

Amigo leal.

Docente fantástico.

Sua história de vida serviu-me de exemplo.

Que  a comunidade da Famema não esqueça do saudoso professor Rubens Silvado.

Seu ex-aluno não esqueceu !

“Vamos sentir muito sua falta
Amamos você a nossa maneira
Lembraremos dos tempos de colégio
Tantas brincadeiras Juntos
Espero que Deus te acolha
Remido de seus pecados.

Bons momentos não esqueceremos
Estaremos sempre orando por ti
Travando uma briga com o inimigo
Todos os dias um novo desafio
Iremos lutar contra potestades
Onde o Amor a Deus nos basta

Juntos estarão na eternidade
Relembrando a nossa idade”.

Antonio Bezerra

Famema recebe 4 estrelas em 2012 no curso de medicina no Guia do Estudante da Editora Abril

O Guia do Estudante apontou 4 estrelas para o curso de medicina da Famema.

Em 2011 – 3 estrelas.

Em 2012 – 4 estrelas.

Nesse Guia do estudante, ao contrário do Enade, na minha opinião, muito mais próximo da realidade que a avaliação do Enade, que avalia alunos com poder de resolver testes de múltiplas  escolha.

No Enade, o Med Curso pode ajudar.

Mas, no Guia do Estudante jamais.

Aqui o Med Curso não entra em campo.

Para dar uma mãozinha  e ajudar no Enade.

Aqui nos critérios do Guia do Estudante valem:

Infraestrutura.

Projeto Pedagógico.

Qualificação dos Professores

Hospitais de Ensino.

Bibliotecas equipadas com tecnologia para acesso à informática e abastecidas de livros atualizados.

Laboratórios de Ensino.

Itens mais que necessários para se formar alunos de medicina com qualidade.

A ferramenta  PBL  não basta.

Curso de medicina sem aulas, sem professores, sem laboratórios, professores sem salas de trabalho individuais, ausência de refeitório para alunos e docentes, pesquisa e pós-graduação com notas baixas pela Capes,  não recebe estrelas.

E a nota mínima é 3.

USP (SP e Ribeirão Preto), UNICAMP e UNESP – 5 estrelas em 2011.

Famerp- 4 estrelas em 2011.

Famema – 3 estrelas em 2011.

Essa semana tem sido um marco para a instituição Famema.

No RUF (Ranking Universitário Folha) a Famema não aparece entre os 20 melhores cursos de medicina do Brasil.

No Guia do Estudante  2012-  4 estrelas.

Enfim, os fatos são claros, cristalinos, e transparentes.

O modelo de ensino para o curso de medicina precisa ser repensado.

Por outro lado, como prevíamos, a Enfermagem conseguiu  em 2012 – 4 estrelas.

Em 2011 – 5 estrelas.

Parabéns ao curso de enfermagem !

Mas, houve uma queda de 5 para 4 estrelas.

Fácil entender…

Os alunos de enfermagem aprendem muito mais saúde pública, plano de cuidados, assistência social sendo inseridos precocemente na rede básica de saúde que os alunos da medicina.

Os alunos de medicina precisam de conteúdos  nas disciplinas do curso de medicina.

Sólidos conhecimentos de cadeiras básicas e clínicas.

Inseri-los desde o primeiro ano na rede básica é perda de tempo se supervisionados por professores colaboradores da rede de atenção básica ( professor colaborador e o medico que trabalha na USF e ou UBS, e muitas vezes nem Residência Médica possui).

Dizer que o MEC  obriga o aluno  estar todos os quatro anos na rede básica, em face do que  é emanado das Diretrizes Curriculares do Curso de Medicina é parcialmente verdadeiro.

A faculdade faz a sua grade curricular como quiser.

Lei das Diretrizes e Bases da Educação dá essa liberdade.

Não precisa quatro anos de permanência do aluno na rede básica para se conhecer o SUS.

Dizer que o MEC exige tal  conduta do curso é um grande sofisma.

O MEC pede para o aluno conhecer o SUS.

E não permanecer na rede básica de saúde.

O modelo precisa ser repensado para o curso de medicina.

E  o Diretório Acadêmico Christano Altenfelder depois da avaliação da Folha de São Paulo (RUF) e do Guia do Estudante não lutará por mudanças ?

Ficará calmamente assistindo a tudo, como se isso não repercutisse na formação dos alunos da  medicina ?

Os fatos não podem ser desmentidos, interpretados, e ignorados.

A Famema precisa rever seu modelo de ensino.

As outras faculdades: USP (São Paulo e Ribeirão Preto), Unesp, Unicamp e Famerp foram melhores com o modelo tradicional de ensino em 2011.

Como os ufanistas defensores do “PBL made in Brazil” irão explicar ?

O modelo tradicional tão vilipendiado pelos defensores do PBL saiu-se vitorioso em 2011.

Placar 5 a 1.

Goleada !

Dizer que a avaliação não era bem assim, que essas pesquisas não avaliam nada, é duvidar da inteligência dos alunos e dos professores que discordam do modelo de ensino.

A Famema precisa voltar a ter padrão excelência em ensino.

Uma grande instituição.

Tem potencial para isso.

Os alunos passam…

Os docentes passam..

Mas, o legado de lutas por melhorias permanece nas gerações presentes e futuras.

A hora da luta é agora !

Avante Famema !

Reformas no modelo de gestão administrativa e  pedagógica  urgentes !

Faça a sua reflexão…

Seja honesto com você mesmo.

Está tudo bem com a Famema ?

A luta é de todos os que têm uma história aqui na Famema.

E você  aluno da Famema vai lutar ou ficar inerte diante de tais fatos ?

rui barbosa 2 “Aquele que não conhece a verdade é simplesmente um ignorante,  mas aquele que a conhece e diz que é mentira, este é um criminoso”.

Brecht

Ranking Universitário Folha de São Paulo avaliou universidades e faculdades. Dados não podem ser contestados!

O ensino superior brasileiro é composto por 2.377 instituições de ensino superior, de acordo com dados do MEC.

Desse total, 85% são faculdades, 8% são universidades, 5,3% centros tecnológicos e 1,7% são institutos tecnológicos.

As universidades são as escolas que têm pelo menos um terço do seu corpo docente com mestrado ou doutorado e que são obrigadas a fazerem pesquisa. Essas instituições também têm autonomia de ensino, por exemplo para criar novos cursos.

Hoje, 26,7% dos adultos em idade universitária no país (de 18 a 24 anos) estão matriculados no ensino superior. A média é cerca de três vezes menor do que em países europeus e nos Estados Unidos.

Do total de instituições de ensino superior brasileiras, 2.100 são privadas (de acordo com dados do MEC de 2010). Esse número dobrou em dez anos: eram 1.004 em 2000.

Para criar o Ranking Universitário Folha (RUF), a Folha definiu uma metodologia inédita, baseada em rankings internacionais, como o ranking global THE (Times Higher Education), o QS (Quacquarelli Symonds) e a ARWU (ranking de Xangai), e adaptada ao contexto brasileiro.

Foram classificadas 232 instituições de ensino superior brasileiras, sendo 41 faculdades e centros universitários e 191 universidades – instituições com foco em pesquisa e autonomia de ensino, conforme definição do MEC.

Já os indicadores de reputação no mercado de trabalho e de qualidade de ensino foram desenvolvidos a partir de entrevistas feitas pelo Datafolha com pesquisadores e com executivos de Recursos Humanos.

Como foi feito o Ranking ?

Os indicadores que compõem a fórmula do RUF são:

– Qualidade da pesquisa: A Folha analisou nove indicadores das universidades relacionados à pesquisa científica, como proporção de professores com doutorado, número de artigos científicos por docente e número de publicações no Scielo.

 Scielo: Biblioteca eletrônica brasileira que abrange coleção selecionada de periódicos científicos brasileiros. Peso: 0 a 55 pontos.
– Qualidade de ensino: o Datafolha entrevistou 597 pesquisadores do CNPq.
CNPq: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico,  amostra definida para representar o grupo dos melhores cientistas e docentes do país. A cada um deles foi pedido que apontasse as 10 melhores instituições brasileiras em sua área. Peso: 0 a 55 pontos.
– Avaliação do mercado: O Datafolha entrevistou 1.212 diretores, gerentes ou profissionais responsáveis pelos recursos humanos de empresas e instituições brasileiras, amostra definida para representar todo o setor do país. Para cada um deles foi pedido que apontasse as três instituições de ensino superior para os quais dariam preferência em um processo de contratação. Peso: 0 a 20 pontos.
– Indicador de inovação: A Folha analisou a quantidade de pedidos de patentes por cada universidade. Peso: 0 a 5 pontos.
Universidades: segundo o Ministério da Educação, são instituições que possuem graduação e pós-graduação, em diferentes áreas do conhecimento, e ao menos 33% dos professores com o título de doutor. No ranking, foram consideradas as que possuíam produção científica indexada em 3/02/2012. Essas instituições precisam também cumprir exigências mais rígidas que as demais formas de organização de instituições de ensino.
Demais formas de organização: podem ser centros universitários, faculdades e institutos. Estas organizações têm menos liberdade que as universidades; por outro lado, as exigências são menores, como a de percentual de professores com doutorado

A Folha  classificou as instituições de ensino superior do país a partir de uma fórmula que considera 4 critérios:

RUF- FOTO FOLHA DE SÃO PAULOForam consultados 597 pesquisadores com grande produção científica, de acordo com o CNPq, a maior agência de fomento à ciência do país.

Também foram ouvidos 1.212 responsáveis pelo setor de Recursos Humanos de empresas, escolas e outras instituições que contratam profissionais nos 20 cursos que mais formam no país, como administração e direito.

Os dois grupos, o de pesquisadores e o de especialistas em mercado de trabalho, listaram as instituições de ensino consideradas melhores por eles – universidades, faculdades ou centros universitários – na área em que atuam profissionalmente. As instituições que tiveram pelo menos três menções nessas entrevistas feitas pelo Datafolha foram consideradas na classificação.

A pesquisa foi supervisionada pelo bioquímico da USP e especialista em análise de produção científica Rogério Meneghini.

Ele também é coordenador acadêmico da base Scielo, que reúne 260 periódicos científicos nacionais, incluídos no levantamento do RUF para dar um tempero local à métrica.

O RUF não listou a Famema em nenhum dos 4 critérios: pesquisa acadêmica,  qualidade de ensino, avaliação de mercado e inovação, mesmo como faculdade isolada.

Mas, no ano passado não era a melhor do Estado de São Paulo no Enade ?

Diriam os ufanistas defensores do ensino “PBL made in Famama”.

Mas, aqui no RUF não depende de alunos fazendo o Med Curso e tirando o “notaço” para a universidade e ou faculdade.

Depende de dados do CNPq, patentes registradas no INPI, avaliação do mercado, qualidade de ensino, etc.

Muito mais realista que o IGC do MEC (aqui o Enade entra como critério parcial).

Esses indicadores  do RUF são objetivos.

No RUF há avaliação dos vinte melhores colocados nos 10 maiores cursos do país.

Medicina: UFRJ, USP, PUC/PR, PUC/RS,´PUC/SP, UERJ, UFBA, UFC, UFES, UFF, UFG, UFMG, UFPA, UFPR, UFRGS, UFSC, UFU, UNB, UNESP, UNICAMP, UNIFESP E UNIFOR.

E a Famema avaliada pelos avaliadores do CNPq ?

Não está entre as 20 melhores.

Reflexão para a Famema rever seu modo de qualidade de ensino, qualidade de pesquisa e infraestrutura necessária para o ensino e pesquisa.

É necessário ter olhar crítico para os 4 indicadores apontados pelo RUF.

A crise institucional é maior que o oásis de sucesso do “PBL made in Brazil”.

Melhor no Enade 2011 no Estado de São Paulo não é  variável a ser analisada, pois reflete o conhecimento do aluno ao entrar na faculdade e no último ano, e muitos desses alunos podem cursos particular como Med Curso e SJT, os quais complementam a formação do aluno .

No RUF  2012 a Famema não está entre as 20 melhores faculdades de medicina do Brasil.

A verdade nua e crua.

Despida de maquiagem.

Irrefutável.

Os dados do RUF não podem ser contestados !

ruf 2012-medicina“Só se é curioso na proporção de quanto se é instruído”.

Jeans Jacques Rousseau