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Ranking Universitário Folha de São Paulo avaliou universidades e faculdades. Dados não podem ser contestados!

O ensino superior brasileiro é composto por 2.377 instituições de ensino superior, de acordo com dados do MEC.

Desse total, 85% são faculdades, 8% são universidades, 5,3% centros tecnológicos e 1,7% são institutos tecnológicos.

As universidades são as escolas que têm pelo menos um terço do seu corpo docente com mestrado ou doutorado e que são obrigadas a fazerem pesquisa. Essas instituições também têm autonomia de ensino, por exemplo para criar novos cursos.

Hoje, 26,7% dos adultos em idade universitária no país (de 18 a 24 anos) estão matriculados no ensino superior. A média é cerca de três vezes menor do que em países europeus e nos Estados Unidos.

Do total de instituições de ensino superior brasileiras, 2.100 são privadas (de acordo com dados do MEC de 2010). Esse número dobrou em dez anos: eram 1.004 em 2000.

Para criar o Ranking Universitário Folha (RUF), a Folha definiu uma metodologia inédita, baseada em rankings internacionais, como o ranking global THE (Times Higher Education), o QS (Quacquarelli Symonds) e a ARWU (ranking de Xangai), e adaptada ao contexto brasileiro.

Foram classificadas 232 instituições de ensino superior brasileiras, sendo 41 faculdades e centros universitários e 191 universidades – instituições com foco em pesquisa e autonomia de ensino, conforme definição do MEC.

Já os indicadores de reputação no mercado de trabalho e de qualidade de ensino foram desenvolvidos a partir de entrevistas feitas pelo Datafolha com pesquisadores e com executivos de Recursos Humanos.

Como foi feito o Ranking ?

Os indicadores que compõem a fórmula do RUF são:

– Qualidade da pesquisa: A Folha analisou nove indicadores das universidades relacionados à pesquisa científica, como proporção de professores com doutorado, número de artigos científicos por docente e número de publicações no Scielo.

 Scielo: Biblioteca eletrônica brasileira que abrange coleção selecionada de periódicos científicos brasileiros. Peso: 0 a 55 pontos.
– Qualidade de ensino: o Datafolha entrevistou 597 pesquisadores do CNPq.
CNPq: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico,  amostra definida para representar o grupo dos melhores cientistas e docentes do país. A cada um deles foi pedido que apontasse as 10 melhores instituições brasileiras em sua área. Peso: 0 a 55 pontos.
– Avaliação do mercado: O Datafolha entrevistou 1.212 diretores, gerentes ou profissionais responsáveis pelos recursos humanos de empresas e instituições brasileiras, amostra definida para representar todo o setor do país. Para cada um deles foi pedido que apontasse as três instituições de ensino superior para os quais dariam preferência em um processo de contratação. Peso: 0 a 20 pontos.
– Indicador de inovação: A Folha analisou a quantidade de pedidos de patentes por cada universidade. Peso: 0 a 5 pontos.
Universidades: segundo o Ministério da Educação, são instituições que possuem graduação e pós-graduação, em diferentes áreas do conhecimento, e ao menos 33% dos professores com o título de doutor. No ranking, foram consideradas as que possuíam produção científica indexada em 3/02/2012. Essas instituições precisam também cumprir exigências mais rígidas que as demais formas de organização de instituições de ensino.
Demais formas de organização: podem ser centros universitários, faculdades e institutos. Estas organizações têm menos liberdade que as universidades; por outro lado, as exigências são menores, como a de percentual de professores com doutorado

A Folha  classificou as instituições de ensino superior do país a partir de uma fórmula que considera 4 critérios:

RUF- FOTO FOLHA DE SÃO PAULOForam consultados 597 pesquisadores com grande produção científica, de acordo com o CNPq, a maior agência de fomento à ciência do país.

Também foram ouvidos 1.212 responsáveis pelo setor de Recursos Humanos de empresas, escolas e outras instituições que contratam profissionais nos 20 cursos que mais formam no país, como administração e direito.

Os dois grupos, o de pesquisadores e o de especialistas em mercado de trabalho, listaram as instituições de ensino consideradas melhores por eles – universidades, faculdades ou centros universitários – na área em que atuam profissionalmente. As instituições que tiveram pelo menos três menções nessas entrevistas feitas pelo Datafolha foram consideradas na classificação.

A pesquisa foi supervisionada pelo bioquímico da USP e especialista em análise de produção científica Rogério Meneghini.

Ele também é coordenador acadêmico da base Scielo, que reúne 260 periódicos científicos nacionais, incluídos no levantamento do RUF para dar um tempero local à métrica.

O RUF não listou a Famema em nenhum dos 4 critérios: pesquisa acadêmica,  qualidade de ensino, avaliação de mercado e inovação, mesmo como faculdade isolada.

Mas, no ano passado não era a melhor do Estado de São Paulo no Enade ?

Diriam os ufanistas defensores do ensino “PBL made in Famama”.

Mas, aqui no RUF não depende de alunos fazendo o Med Curso e tirando o “notaço” para a universidade e ou faculdade.

Depende de dados do CNPq, patentes registradas no INPI, avaliação do mercado, qualidade de ensino, etc.

Muito mais realista que o IGC do MEC (aqui o Enade entra como critério parcial).

Esses indicadores  do RUF são objetivos.

No RUF há avaliação dos vinte melhores colocados nos 10 maiores cursos do país.

Medicina: UFRJ, USP, PUC/PR, PUC/RS,´PUC/SP, UERJ, UFBA, UFC, UFES, UFF, UFG, UFMG, UFPA, UFPR, UFRGS, UFSC, UFU, UNB, UNESP, UNICAMP, UNIFESP E UNIFOR.

E a Famema avaliada pelos avaliadores do CNPq ?

Não está entre as 20 melhores.

Reflexão para a Famema rever seu modo de qualidade de ensino, qualidade de pesquisa e infraestrutura necessária para o ensino e pesquisa.

É necessário ter olhar crítico para os 4 indicadores apontados pelo RUF.

A crise institucional é maior que o oásis de sucesso do “PBL made in Brazil”.

Melhor no Enade 2011 no Estado de São Paulo não é  variável a ser analisada, pois reflete o conhecimento do aluno ao entrar na faculdade e no último ano, e muitos desses alunos podem cursos particular como Med Curso e SJT, os quais complementam a formação do aluno .

No RUF  2012 a Famema não está entre as 20 melhores faculdades de medicina do Brasil.

A verdade nua e crua.

Despida de maquiagem.

Irrefutável.

Os dados do RUF não podem ser contestados !

ruf 2012-medicina“Só se é curioso na proporção de quanto se é instruído”.

Jeans Jacques Rousseau

PBL made in Brazil questionado pelos alunos do curso de medicina da FACISB

 

sofismaO PBL “made in  Brazil ” foi  implementado nesse ano de 2012  em Barretos  na FACISB – Faculdade de Ciências da Saúde de Barretos, porém, não conseguiu êxito em convencer que esse modelo de ensino era sensacional aos alunos de Barretos.

O coordenador do curso de medicina da Faculdade de Barretos – FACISB – José Alves Freitas – coordenador do curso de medicina – disse em informação ao blog que o modelo do “PBL made in Brazil”  não foi aprovado pelos alunos de Barretos.

Voltou-se ao modelo de ensino tradicional.

O atual coordenador de medicina não abriu mão de atividades em laboratórios de ensino nas cadeiras básicas.

Há excelente infraestrutura com atividades em laboratórios na FACISB.

Lá tem professores ensinando…

A  Diretoria de  de Graduação não abriu mão de duas aulas magnas por semana para toda a classe de alunos.

Investiu em laboratórios de ensino e atividades práticas, o que foi um grande salto de qualidade.

Em Barretos durou 30 dias o “PBL made in Brazil”.

O grupo gestor de Barretos desistiu do “PBL made in Brasil”.

PBL  exclusivo nem pensar: sem aulas de clínica médica, sem aulas de clínica cirúrgica, sem aulas de ginecologia e obstetrícia, sem aulas de pediatria, sem aulas de saúde pública, sem seminários em cenários de ensino-aprendizagem, sem laboratórios de ensino, sem atividades práticas em microscopia e macroscopia em histologia e patologia, sem atividades práticas em imunologia, sem aulas de farmacologia, sem aulas parasitologia, sem aulas de bioquímica, etc.

Inadmissível  abandonar 20 séculos de conhecimento  nas ciências médica baseadas em protocolos nacionais e internacionais para o “aprender a aprender”: sem aulas, sem laboratórios, sem professores em número suficiente e bem remunerados, sem salas de professores, sem salas de aulas, etc.

Basta o ‘facilitador’ de ensino !

E a engenharia pedagógica “PBL made in Brasil” está a todo vapor…

A soberba dos construtores do Titanic.

Os projetistas do Titanic disseram: nada o afundará !

A história mostrou outro final: tragédia.

Muitas siglas na engenharia logística do PBL.

Segundo os defensores do “PBL made in Brazil”:

É um oásis  de perfeição no processo ensino-aprendizagem.

Penso que todo ano nessas faculdades públicas e ou privadas deveria haver Fóruns Institucionais para se rever o modelo de ensino-aprendizagem, e não mais uma apenas Fórum Devocional.

Pergunta 1 – O modelo de ensino deve ser mudado ?

Pergunta 2 – Os laboratórios estão adequados nas cadeiras básicas: anatomia, histologia, bioquímica, parasitologia, imunologia, microbiologia, farmacologia, patologia, etc. ?

Pergunta 3 – Os anfiteatros das faculdades têm recursos audiovisuais para aulas de 480 alunos de medicina ?

Pergunta 4 – Quais os critérios objetivos de avaliação (notas de 0 a 10) ?

Pergunta 5 – Qual o plano de recuperação de cada série ?

Pergunta 6 – Que livros serão recomendados para cada disciplina ?

Enfim, essas perguntas fariam parte de qualquer professor e instituição no modelo tradicional de ensino, mas são impossíveis de serem feitas pelo docentes no “PBL made in Brazil”, pois o mesmo não precisa ser revisto !

É imutável!

Aqui no Brasil o  aluno escolhe o que quer perguntar, o que quer saber…

Se passar em Residência Médica fazendo o Med Curso, então, o mérito é da faculdade.

E mais, se não passar em Residência Médica ao não fazer o Med Curso por falta de recursos financeiros, a culpa é do aluno.

É o álibi perfeito institucional !

O curso de medicina é em apertada síntese dessa forma:

São de 6 a 8 casos por ano até a quarto ano.

32 discussões pré-programas e todo o conteúdo já está dado até o quarto ano série.

O internato quinto e sexto anos para a prática do aluno de medicina!

Mescladas com visitas domiciliárias na rede básica de saúde, Unidade de Saúde da Família  e Unidade Básica de Saúde, com “professores colaboradores” (trabalham na rede básica de saúde, e muitos sem Residência Médica), na qual os alunos são inseridos no primeiro e segundo ano do curso de medicina.

Outrossim, a FACISB  reprovou o “PBL made in Brazil” nos primeiros dias do curso, e fez uma adaptação urgente ao modelo de ensino-aprendizagem com importante melhora na qualidade do ensino.

O modelo de ensino-aprendizagem PBL exclusivo não agradou em Barretos.

Os alunos não aceitaram o “aprender a aprender”, tutorias, e estágios em rede de atenção básica sem supervisão de docentes da instituição.

Como é universidade particular…

A corda arrebentou…

O PBL exclusivo caiu em Barretos.

Os alunos exigiram conteúdos mínimos da Coordenação do Curso de Medicina e do Diretor de Graduação da Faculdade de Medicina de Barretos para se tornarem  profissionais de sucesso.

Um profissional médico bem formado !

Sólidos conhecimentos nas cadeiras básicas.

Sólidos conhecimentos nas cadeiras de Clínica Médica, Cirúrgica, Ginecologia e Obstetrícia e Pediatria.

A Faculdade de Medicina de Barretos (FACISB) disse não ao “PBL made in Brazil”, e após ajustes encontrou seu caminho com padrão de excelência no ensino !

Paulo Maluf, em seu governo biônico, disse que o Estado de São tinha Petróleo nos anos 80.

Criou a Paulipetro.

A Paulipetro foi uma empresa criada durante a gestão do governador de São Paulo, Paulo Maluf, com o intuito de extrair petróleo e gás natural na bacia do rio Paraná.

Foi firmado um contrato com a Petrobras e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas.

Somente depois de perfurados 69 poços na bacia, constatou se que nenhuma jazida era tecnológica e economicamente viável para a exploração.

Em valores atualizados, os gastos chegaram na casa de R$ 4 bilhões, valor esse que deverá ser devolvido a Secretaria de Fazenda do Estado de São Paulo, segundo determinação do Supremo Tribunal Federal, e como a decisão foi transitada em julgado em 2007, por isso, não cabem mais recursos.

Nenhuma gota  em vários poços perfurados.

Mas, havia seguidores do seu delírio de achar petróleo no Estado de São Paulo.

Sempre há seguidores.

Mesmo que de fins inconfessáveis…

PBL exclusivo, ou seja, sem aulas, sem seminários, sem laboratórios de ensino, não pode prosperar em faculdades de medicina.

“PBL made in Brazil” em algumas faculdades de medicina:

Um sofisma pedagógico!

“A devoção encontra, para praticar uma má ação, razões que um simples homem jamais encontraria”.

Barão de Montesquieu

Paulo Felipe Locke palestrou sobre o Conselho Nacional de Justiça no Univem

O Procurador-Geral de Justiça do Estado de São Paulo Felipe Locke esteve em Marília no último dia 17 de agosto, no Univem, auditório Aniz  Badra      defendendo a importância do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Felipe Locke, de 47 anos, integrou o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em duas gestões.

Foi com base em um voto seu, no Conselho Nacional de Justiça, que em 2011 foi aprovada a Resolução 133 – norma que prevê a extensão para a magistratura de benefícios e vantagens concedidas ao Ministério Público.

O CNJ  é composto por 15 membros, que detêm status de ministro, e são escolhidos após seleção (que inclui notório saber jurídico, conduta ilibada, e ainda  serem sabatinados no Congresso Nacional), e vem permitindo maior sintonia entre Poder Judiciário e sociedade, além de assegurar transparência, e ampliar a confiança na esfera judiciária.

Uma das atuações mais marcantes de Locke Cavalcanti no Ministério Público ocorreu em 2001, quando ao lado do promotor Norberto Jóia, conseguiu a condenação do coronel da Polícia Militar Ubiratan Guimarães a 632 anos de prisão por ordenar a ação que resultou no ‘Massacre do Carandiru’.

Fato que ocorreu em 1992.

Importante tal palestra pelo promotor Locke, pois somente o controle do Poder Judiciário pelo CNJ traz a certeza de que a lei abstrata é aplicada ao caso concreto.

Doa a quem doer.

E mais, magistrados com desvios de conduta, e ou não seguindo os rigores vigentes no Estado Democrático de Direito são  convidados a se explicarem perante o CNJ.

Locke afirmou do caso da  advertência do CNJ à magistrada que  prendeu uma  jovem em cela com homens, e que por isso foi estuprada por todos os carcerários.

Lamentável, mas o CNJ teve que interferir.

Se não houvesse  o CNJ, jamais saberíamos dessa conduta da magistrada.

E por fim…

A importância do modelo de aplicação do direito: o neopositivismo.

Não somente  a aplicação da lei, como já afirmava o barão Montesquieu:  “o juiz é a voz e a boca da lei”.

Portanto, para os presentes no auditório Aniz Badra, percebeu-se claramente que o Estado Democrático de Direito no Brasil,  vigente no Século XXI,  está com atuação mais próxima à sociedade brasileira.

O Poder Judiciário pode falhar.

O CNJ pretende corrigi-lo quando  houver necessidade.

Parabéns ao professor Edinilson Donisete Machado, coordenador do curso de Direito do Univem,  que incluiu nas atividades complementares da instituição, palestra que faz refletir aos futuros operadores do direito, o modelo de controle do CNJ sobre o Poder Judiciário.

O Direito Neopositivista: não somente leis, mas o valor ontológico na aplicação das leis.

Não somente a igualdade formal.

Mas, a igualdade material.

Os alunos do Univem tiveram a certeza que a  Emenda Constitucional  45 de 2004, é uma verdade no ordenamento jurídico brasileiro.

Ganha o Poder Judiciário.

Ganha o Direito Neopositivista.

O Brasil avança com o CNJ !

  “A injustiça que se faz a um, é uma ameaça que se faz a todos”.
Barão de Montesquieu

Homenagem ao professor Nelson Figueiredo Mendes. Justa Homenagem!

A Câmara Municipal  de Marília concedeu legítima homenagem, no dia 24 de agosto, ao médico Nelson Figueiredo Mendes, o Título de Cidadão Mariliense.

Uma belíssima homenagem !

Formado em medicina pela USP (Universidade de São Paulo) em 1966, cursou pós-graduação na Universidade de Duke, nos Estados Unidos, e na década de 1990 cursou Direito na FMU (Faculdades Metropolitanas Unidas de São Paulo), e em 2006 escreveu o livro Responsabilidade Ética, Civil e Penal do Médico (editora Sarvier).

Professor Mendes, além de ter orientado inúmeras dissertações de mestrado e de doutorado, também foi Diretor Administrativo do Hospital Universitário da Unimar no de 2001, e Diretor da Faculdade de Medicina da Unimar entre 2002 e 2003.

Fui coordenador de clínica médica, entre 2002 e 2003, após ser votado pelos pares, que à época, eram também professores na Unimar.

Nada de cargo biônico !

Quando o professor Nelson Mendes me indicou para o cargo, imediatamente, a meu pedido, convocamos uma reunião para votação de todos os professores.

Cargo biônico não aceito.

Não tem legitimidade.

Nada de QI: “Quem Indica”.

Ao sair vencedor, mantive-me no cargo até o final de 2003.

Ótima experiência, e à época, ao final de 2003, com intensiva revisão de temas no segundo semestre preparamos os alunos da Unimar para o exame do Provão  (anterior ao Enade), e o trabalho foi recompensado.

Critério C no Provão (Critério máximo A – mínimo E).

Para a faculdade iniciada em 1996 foi uma vitória comemorada por todos os professores.

Lembrando que a Unesp- Faculdade de Medicina de Botucatu no mesmo período obteve B.

E naquele momento nem se falava em Med Curso e SJT.

A faculdade  de medicina da Unimar ofereceu os conteúdos mínimos para os alunos na matriz curricular.

O professor Nelson Mendes merece toda a homenagem oferecida pela Câmara Municipal de Marília, pois sua presença em Marília, enriqueceu, por demais, a sociedade mariliense.

Pessoa com retidão de caráter, sincero, trabalhador,e gestor empreendedor.

A Unimar tem em seu legado, a honra de ter tido na direção da faculdade de medicina, nos anos de 2002 e 2003, o professor Nelson Mendes.

Sinceros votos pela homenagem!

Obrigado por ter me  despertado para o perfil de coordenador de uma disciplina tão importante para a formação médica.

A importantíssima  Clínica Médica.

Atualmente  o professor Nelson Mendes é membro de cinco sociedades científicas, além de presidente vitalício da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia.

É advogado pertencente a OAB.

Homenagem mais que merecida.

“Procure ser um homem de valor em vez de procurar ser um homem de sucesso”.

 Albert Einstein

A verdadeira narrativa do ensino-aprendizagem no curso de medicina da Famema

verdade-mentiraA inserção do Direito de Resposta no conteúdo da liberdade de imprensa não passou despercebida da Carta Constitucional brasileira que consagrou o Direito de Resposta como direito fundamental, ao lado da liberdade de informação, no art. 5°, inciso V.

Dentro do sistema de direitos fundamentais, o Direito de Resposta guarda certas peculiaridades que o distinguem dos demais direitos fundamentais considerados históricos, como a própria liberdade de imprensa sob o aspecto subjetivo.

As peculiaridades, em breve síntese, são: esse direito se corporifica como uma pretensão positiva, um fazer, qual seja a publicação ou difusão de texto da pessoa ofendida; o sujeito passivo, pelo menos nas sociedades democráticas e pluralista, onde vigora uma imprensa livre de fato, é, em sua maioria das vezes, uma empresa jornalística privada, ou seja, é um direito fundamental exercido essencialmente numa relação entre particulares.

Mais recentemente os blog também foram atingidos pelo Direito de Resposta.

O objeto do Direito de Resposta pode ser interpretado sob duas perspectivas totalmente distintas, a primeira mais ampla, baseada no sistema francês, ou numa perspectiva mais restrita, a concepção alemã.

No primeiro sistema, o francês, a ênfase é dada a informação transmitida através dos meios de comunicação, ou seja, há o foco no aspecto formal, a informação, independente de seu conteúdo. Neste sistema permite-se a “a contraposição de versões de fato (fato contra fato), mas também de opiniões e juízos de valor (opinião contra opinião)”.pbl- logo da famema

Já no sistema alemão, bem mais restritivo, o Direito de Resposta só pode ser utilizado diante de fatos, tendo por fim sua correção, não se aplica, portanto a opiniões e juízo de valor.

A Lei de Imprensa brasileira, considerada pelo Supremo Tribunal Federal, no final de abril de 2009, como não recepcionada pela Magna Carta de 1988, que trazia em seu bojo capítulo especifico acerca do Direito de Resposta,  se moldava a posição intermediária aos dois sistemas citados acima, posto que o objeto do Direito de Resposta podia ser constituído por qualquer tipo de manifestação da imprensa, afirmação de fato, juízo de valor ou opinião, desde que contivesse ofensas ou referência a fato inverídico ou errôneo.

Pois é, no post : “Quem matou Odete Roitman. Quem matou o ensino tradicional da Famema ?” 

O Direito de Resposta não argumenta ou declina da afirmativa no post.

Qual foi a Diretoria de Graduação  implantou o PBL na Famema ?

O Direito de Resposta não argumenta ou declina.

Esse modelo de ensino já foi avaliado pelos professores, ou seja, cada docente teve direito em 15 anos de PBL na Famema  de exercer democraticamente por meio de votos, e não apenas participar de  Fóruns  Institucionais, ou melhor, Fóruns Devocionais ao PBL da Famema, ou melhor o “PBL made in Brazil “, se deseja ou não seguir esse modelo de ensino ?

Eu nunca votei, e nunca soube quem votou…

Está posto, e assim fica ?

Ao ler o texto no Jornal da Manhã,  do dia 22 de agosto de 2012, em Direito de Resposta, a Coordenadoria do Curso de Medicina da Famema assim aduz:

“O cargo de coordenador do curso médico da Famema é indicado pelo Diretor Geral da Instituição conforme artigo 19, inc. XIX do Regimento Interno da Famema “.famema- raízes

Como afirmamos em post anterior, há uma confissão  real da própria Coordenadoria do Curso de Medicina, de que a coordenação é  cargo nomeado pela Diretoria Geral da Faculdade.

Sem votos de professores, sem votos de alunos.

Não é legitimidade formal que questionamos.

A legitimidade política, advinda do sufrágio de todos os docentes.

Coordenadoria de Curso de Medicina sem ser votado formalmente pelos professores não é democrático.

pbl- piada barata legalizadaE mais, não há  tempo determinado de permanência no cargo na Coordenadoria do Curso de medicina!

Até quando permanecerá o docente no cargo  ?

A atual Coordenadoria do Curso de Medicina se arrasta desde 2007.

Não há democracia na universidade.

Seis longos anos no cargo.

Por que os docentes não podem escolher o/a coordenador(a) do curso de medicina ?

Enfatiza no Direito de Resposta que ” as decisões relacionadas ao curso são sempre tomadas de forma colegiada, nos gestores do curso de medicina e da academia e no colegiado do curso de medicina, onde coordenadores das unidades, professores e estudantes podem opinar e votar nas propostas que podem ser enviadas por quaisquer segmentos (professores, estudantes e gestores)”.famema- acervo histórico

A verdade é que os Coordenadores de Série também não são votados pelos pares, mas indicados pela Diretoria Geral.

Mesmo modus operandi que o/a coordenadoria do curso de medicina.

Portanto, a Coordenadoria de Curso de Medicina e de Série não são votados !

Isso não é democracia em faculdade pública !

Assertiva falsa no Direito de Resposta.

E ainda no Direito de Resposta a Coordenadoria do  Curso de Medicina afirma que:

“Além disso, todos os professores participam semanalmente ou quinzenalmente de um programa de educação permanente, sendo este um espaço para refletir sobre a prática docente e se instrumentalizar em diversos assuntos relacionados ao  ensino médico”.

Não é o que  vê  na cidade de Garça nesse ano letivo, quando “professores colaboradores”, que jamais participaram de Educação Permanente na Famema, são responsáveis pelo processo de ensino-aprendizagem para os alunos da quarta série do curso de medicina.

Na verdade eram médicos sem Residência Medica, e que no período noturno os “professores colaboradores” e alunos de quarta-série do curso de medicina faziam Med Curso conjuntamente na Casa do Médico em Marília.

Surreal !

E por fim…

“a Famema sempre obteve bons conceitos, inclusive em 2010, quando recebeu o conceito 5 e se classificou em primeiro lugar no Estado de São Paulo e terceiro no país”.med curso - 5 estrelas b

Os alunos dizem abertamente na faculdade que fazem cursos preparatórios – Med Curso e SJT, e se preparam durante dois a três  anos nesses cursos, gastando de 600 a 700 reais/mês pela falta de conteúdos temáticos, e falta de conhecimentos em cadeiras básicas.

Não é difícil encontrar apostilas na biblioteca, ambulatórios do Mario Covas, esquecidas pelos alunos nesses cenários  de ensino-aprendizagem.

Não há na Faculdade Medicina de Marília aulas de anatomia, histologia, fisiologia, bioquímica, parasitologia, patologia, farmacologia, imunologia, clínica médica, clínica cirúrgica, ginecologia e obstetrícia, pediatria, etc.

E não temos laboratórios para as disciplinas do ciclo básico.

Nem aulas nas disciplinas de cadeiras básicas.

boicote famema- demaisOu temos ?

Os  alunos são excelentes, e “devoram” as apostilas do Med Curso e SJT e recebem nota 5 na prova do ENADE.

Importante lembrar que alunos na  instituição são aprovados pelo critério subjetivo do avaliador ao emitir Conceito Satisfatório e Insatisfatório.

Não conheço nenhum concurso público do Brasil em que o candidato ao final das avaliações recebe o conceito SATISFATÓRIO e ou INSATISFATÓRIO.

Os alunos se subemtem ao Enade após frequentam as aulas do Med Curso por dois ou três anos, em média.

Preenchem no cabeçalho da prova do Enade:

Faculdade de origem: Famema.

Tiram notas excelente (conceito de 0 a 5).

Louros para o nome  posto no cabeçalho da prova do ENADE : Famema.

O título deveria ser assim “alunos da Famema que fazem o Med Curso são os primeiros do Estado de São Paulo”.

Aí concordamos em gênero, número e grau !

reclamação 6Convido  qualquer leitor a  visitar nossa infraestrutura, nosso refeitório (de alunos, de professores, servidores se existem) , as salas dos docentes (se existem), a qualidade da infraestrutura hospitalar, as salas de atendimento do Ambulatório Mario Covas sem ar-condicionado, etc.

Não temos nem Departamentos de Clínicas Médica, Ginecologia e Obstetrícia, Pediatria e Cirurgia.

Ou temos?

Fácil dizer que o “PBL  made in Brazil” é responsável por um oásis de conhecimento na instituição.

Oásis de sucesso no ENADE.

Tirar o foco de onde nunca o foco deveria sair: da instituição.

A Famema é minha faculdade de formação.

Egresso em 1988.

Nela construí amigos.

O ensino universitário da Faculdade de Medicina de Marília não poderá ser para formar médicos para somente trabalharem na rede de atenção básica em saúde.

Pesquisadores, professores, especialistas, gestores, educadores devem ser formados aqui na Famema.

Pensar grandemente.

Luto pela qualidade do padrão de ensino da Famema.

A instituição deve sempre  estar acima de modelos pedagógicos !

berbare- zanella e bortolucciLuto pela democracia nas instituições de ensino superior !

Receber um Direito de Resposta no Jornal da Manhã  em alusão ao meu post : “Quem matou Odete Roitman ? “Quem matou o  ensino tradicional na Famema?” para mim é uma honra, pois o legado de lutas por melhorias no ensino superior é para professores com perfil de ensinar, e não no perfil de não ensinar, e se passar por dissimulado em cenários de ensino-aprendizagem.

O Estado remunera professores universitários para ensinar e não indicarem onde fica a biblioteca para os alunos  pôr em pratica o “aprender a aprender”.

Parabéns aos alunos da Famema.reclamação 3

São inteligentes, mas não crerão nesse Direito de Resposta.

Direito de Resposta devocional ao “PBL made in Brazil”.

Os alunos em 2011 questionaram o modelo de ensino (fotos no post) da Famema.

Ou não fizeram o movimento?

O leitor do blog fará seu julgamento.

reclamação 5

Em  defesa por professores comprometidos e com perfil de ensinar no padrão excelência.

Sou professor com orgulho, profissão das mais importantes no cenário do Brasil.

Prazer em ensinar.

Prazer em discutir.

Prazer em formar cidadãos.

Só a docência verdadeira e comprometida faz a vida do professor valer a a pena.

Lutando por ensino de qualidade nas universidades !

sala 2

“A excelência pode ser obtida se você se importa mais do que os outros julgam ser necessário; se arrisca mais do que os outros julgam ser seguro, sonha mais do que os outros julgam ser prático, e espera mais do que os outros julgam ser possível”.

Vince Lombardi

Direito de Resposta – Coordenadoria do Curso de Medicina da Famema

direito-de-respostaNo dia 22 de 08 de 2012  publicamos o Direito de Resposta da Coordenadoria do Curso de Medicina da Famema a respeito do artigo publicado nesse blog intitulado no dia  01/03/2012: Quem matou Odete Roitman ? Quem matou o ensino tradicional da Famema ?

O Direito de Resposta é assegurado no nosso ordenamento jurídico e insculpido na Constituição Federal do Brasil- 1988, artigo 5º, inciso V.

Artigos sobre educação médica são extremamente importantes, e apontar várias correntes pedagógicas para melhor compreensão do tema é extremamente salutar, ainda que muitas vezes carregados de posições antagônicas entre os debatedores.

Aqui o Direito de Resposta da Coordenadoria do Curso de Medicina publicado no Jornal da Manhã.

“Não há melhor maneira de exercitar a imaginação do que estudar direito.  Nenhum poeta jamais interpretou a natureza com tanta liberdade quanto um jurista interpreta a verdade”

Jean Giraudox