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A Sociedade Orfã

Divulgamos no blog esse belíssimo texto do atual Secretário Estadual de Saúde de São Paulo José Roberto Nalini.

O Brasil será e sempre será grande sem os “comunistas-socialistas” que apregoam o Estado-Papai, ou o Estado-Polvo [aquele apregoado pelo ex-presidente e ex-pobre Lula, e da atual presidente Dilma Rousseff] que odeia a classe média e a meritocracia.

Uma leitura imperdível que reflete o Brasil falido economicamente e moralmente no ano de 2016:

Uma das explicações para a situação de anomia que a sociedade humana enfrenta em nossos dias é o de que ela se tornou órfã. Com efeito. A fragmentação da família, a perda de importância da figura paterna – e também a materna – a irrelevância da Igreja e da Escola em múltiplos ambientes, gera um convívio amorfo. Predomina o egoísmo, o consumismo, o êxtase momentâneo por sensações baratas, a ilusão do sexo, a volúpia da velocidade, o desencanto e o niilismo.

Uma sociedade órfã vai se socorrer de instâncias que substituam a tíbia
parentalidade. O Estado assume esse papel de provedor e se assenhoreia de incumbências que não seriam dele. Afinal, Estado é instrumento de coordenação do convívio, assegurador das condições essenciais a que indivíduos e grupos intermediários possam atender à sua vocação. Muito ajuda o Estado que não atrapalha. Que permite o desenvolvimento pleno da iniciativa privada. Apenas controlando excessos, garantindo igualdade de oportunidades e só respondendo por missões elementares e básicas. Segurança e Justiça, como emblemáticas. Tudo o mais, deveria ser providenciado pelos particulares.

Lamentavelmente, não é isso o que ocorre. Da feição “gendarme”, na
concepção do “laissez faire, laissez passer”, de mero observador, o Estado moderno assumiu a fisionomia do “welfare state”. Ou seja: considerou-se responsável por inúmeras outras tarefas, formatando exteriorizações múltiplas para vencê-las, autoatribuindo-se de tamanhos encargos, que deles não deu mais conta.

A população se acostumou a reivindicar. Tudo aquilo que antigamente era fruto do trabalho, do esforço, do sacrifício e do empenho, passou à
categoria de “direito”. E de “direito fundamental”, ou seja, aquele que
não pode ser negado e que deve ser usufruído por todas as pessoas.

A proliferação de direitos fundamentais causou a trivialização do conceito de direito e, com esse nome, começaram a ser exigíveis desejos,
aspirações, anseios, vontades mimadas e até utopias. Tudo a ser propiciado por um Estado que se tornou onipotente, onisciente, onipresente e perdeu a característica de instrumento, para se converter em finalidade.

Todas as reivindicações encontram eco no Estado-babá, cuja outra face é o Estado-polvo, tentacular, interventor e intervencionista. Para seu
sustento, agrava a arrecadação, penaliza o contribuinte, inventa tributos e é inflexível ao cobrá-los.

Vive-se a paranoia de um Estado a cada dia maior. Inflado, inchado,
inflamado e ineficiente. Sob suas formas tradicionais – Executivo,
Legislativo e Judiciário. Todas elas alvo fácil das exigências, cabidas e
descabidas, de uma legião ávida por assistência integral. Desde o
pré-natal à sepultura, tudo tem de ser oferecido pelo Estado. E assim se
acumulam demandas junto ao Governo, junto ao Parlamento, junto ao sistema Justiça.

O Brasil é um caso emblemático. Passa ao restante do globo a sensação de que todos litigam contra todos. São mais de 106 milhões de processos em curso. Mais da metade deles não precisaria estar na Justiça. Mas é preciso atender também ao mercado jurídico, ainda promissor e ainda aliciante de milhões de jovens que se iludem, mas que poderão enfrentar dificuldades irremovíveis num futuro próximo.

No dia em que a população perceber que ela não precisa ser órfã e que a
receita para um Brasil melhor está no resgate dos valores esgarçados: no
reforço da família, da escola, da Igreja e do convívio fraterno. Não no
viés facilitado de acreditar que a orfandade será corrigida por um Estado que está capenga e perplexo, pois já não sabe como honrar suas ambiciosas promessas de tornar todos ricos e felizes.”

meritocracia

E agora “Aluno José” ?

FAMEMAMCarlos Drumond escreveu esse belo poema:

E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?
e agora, Você?
Você que é sem nome,
que zomba dos outros,
Você que faz versos,
que ama, protesta?
e agora, José?

O poema José mostra-se com uma visão pessimista do cotidiano.

Seu tema central  é a solidão do homem, sua falta de espaço e revela uma profunda angústia pela vida.

Inicialmente, observamos que a alegria e a felicidade já existiram, mas agora, “a festa acabou”.

Em seu lugar ficou a escuridão, o frio, o abandono: José está só.

O poema de Carlos Drumond de Andrade aplica-se perfeitamente aos milhares de “Alunos Josés” que transitam pela vida acadêmica, em faculdades de medicina, sem serem notados, ouvidos ou vistos.

“Alunos Josés” que cursam faculdades de medicina sem infraestrutura e com projetos pedagógicos falaciosos.

São os “Alunos Josés” que cursam faculdades de medicina no modelo  pedagógico e infraestrutura da FAMEMAM.

Famemam: Faculdade de Medicina de Ensino Mutilante Anacrônico e Mínimo.

Os “Alunos Josés” que serão condenados pela sociedade à ausência de conteúdos sólidos de medicina, que não tiveram nenhuma oportunidade aprender a dura realidade da nobre profissão de ser médico, que foram enganados pelas pedagogias de ideologia de que o importante não é ter conteúdo, mas o famigerado “aprender a aprender”, estão à beira de um colapso de nervos.

A farsa no ensino em faculdades de medicina que não ensinam, que não possuem pedagogos na faculdade, que não há Fórum Institucional para discussão de mudanças[de verdade, não formal], que não há aulas, que não há seminários, que não há laboratórios de anatomia, de fisiologia, de patologia, histologia, etc. parece ter encontrado um adversário poderoso em confrontá-la: o MEC.

O mesmo MEC que é conivente com a abertura indiscriminada de cursos de medicina terá agora que aplicar critérios de avaliação em alunos dos cursos de medicina pelo Brasil.

Motivo:  A chamada Avaliação Nacional Seriada dos Estudantes de Medicina (Anasem) está prevista no Programa Mais Médicos (Lei 12.871/2013) e em resolução do Conselho Nacional de Educação (CNE).

Agora é fogo amigo.

Avaliar os próprios cursos de medicina implantados com sua autorização, e alguns que não têm nenhuma infraestrutura.

E agora “Aluno José” ?

Está sem mulher,

está sem discurso,

está sem carinho,

já  não pode beber,

já não pode fumar,

cuspir já não pode,

a noite esfriou,

o dia não veio,

não veio a utopia

e tudo acabou

e tudo fugiu

e tudo mofou

e agora, José?

“Aluno José” está mais do que na hora de sair da zona de conforto, e lutar por melhorias na sua faculdade, sob pena de não poder exercer medicina no Brasil.

“Aluno José” seu futuro acadêmico e profissional está em xeque!

avaliação master

 “Não existe vento favorável para aquele que não sabe para onde vai.Arthur Schopenhauer

 

Estudantes de medicina farão avaliação nacional para receber o diploma

avaliação- 3 botõesA partir deste ano, alunos de medicina de todo o país farão avaliações nacionais a cada dois anos durante o curso.

As avaliações, aplicadas no segundo, quarto e sexto ano serão obrigatórias.

Aqueles que não obtiverem a nota mínima definida pelo Ministério da Educação (MEC) na última avaliação não poderão obter o diploma e também não poderão ingressar na residência médica.

A chamada Avaliação Nacional Seriada dos Estudantes de Medicina (Anasem) está prevista no Programa Mais Médicos (Lei 12.871/2013) e em resolução do Conselho Nacional de Educação (CNE).

Pelas normas, o prazo para que a avaliação começasse a ser aplicada termina este ano.

A aplicação começará pelos alunos do 2º ano de medicina em agosto.

A medida em que os alunos avançam nos estudos, as demais avaliações serão implementadas.

A do 6º ano passará a ser aplicada em 2020.

O anúncio foi feito no dia 01/04/2016 pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante.

Segundo o Ministério da Educação (MEC), cerca de 20 mil estudantes farão a prova em 2016.

No sexto ano, o desempenho mínimo na avaliação será necessário para que os alunos se formem e obtenham o diploma.

A média necessária para a aprovação será recalculada ano a ano.

A avaliação será também pré-requisito para que os estudantes recém-formados ingressem na residência médica.

Os estudantes, no entanto, terão mais de uma oportunidade.

Aqueles que não obtiverem a nota necessária poderão refazer a prova.

Serão feitas várias provas em um mesmo ano, assim, o estudante que não obtiver a nota mínima ou aquele que deseja antecipar a prova antes mesmo do fim do curso, poderá fazê-lo.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) será responsável pela avaliação.

O exame seguirá os moldes do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos expedidos por Instituição de Educação Superior Estrangeira (Revalida).

O ministro assinou hoje portaria que institui a nova avaliação e cria a Comissão Assessora da Avaliação, que acompanhará a implementação no país.

Compõe a comissão, o MEC, o Ministério da Saúde e o Conselho Federal de Medicina (CFM).

A comissão poderá definir se a avaliação aplicada aos estudantes contará também para avaliar os cursos de medicina.

Fonte- Agência Brasil

jaleco

Faculdade de Medicina de Rio Preto (Famerp) é a primeira colocada no exame do Cremesp em 2015

ALUNO EXAMINANDO MANEQUIMEm informações coletas pelo blog, tivemos a grata surpresa de saber que a Famerp foi a primeira colocada no exame do Cremesp em 2015, com seu modelo tradicional de ensino, e uma excelente pós-graduação.

A Faculdade de Medicina de Rio Preto foi a primeira colocada no exame do Conselho Regional de Medicina (Cremesp), aplicado aos alunos que concluíram o curso em 2015. 

Ao todo, participaram 30 instituições, sendo 10 públicas e 20 privadas.

A Famerp conseguiu nota acima de 60% de aproveitamento e figura entre os 15 melhores cursos de medicina do Estado de São Paulo, ao lado de faculdades renomadas como a USP, Unesp, Unicamp e Unifesp.

O exame do Cremesp é aplicado há dez anos e há três é obrigatório para todo aluno que conclui o curso de medicina.

Quem não fizer o exame, não recebe o registro profissional.

Participam apenas estudantes do último ano do curso.

Ao avaliar o exame individualmente, dos 2.726 estudantes que realizaram as provas, 48,1% foram reprovados.

Em 2014, o índice de reprovação foi de 55%.

A avaliação teve 120 questões objetivas de múltipla escolha abrangendo problemas comuns da prática médica em nove áreas básicas: Clínica Médica, Clínica Cirúrgica, Pediatria, Ginecologia, Obstetrícia, Saúde Mental, Epidemiologia, Ciências Básicas e Bioética.

Serão considerados habilitados os formandos ou recém-formados que tiverem pelo menos 60% de acerto.

As regras para a realização do Exame foram criadas por uma Comissão Interna do Cremesp, em conjunto com a Fundação Carlos Chagas, responsável pela elaboração e aplicação das provas.

 

AVALIAÇÃO GRANDE

Selo OAB. Os 139 melhores cursos de Direito do País

SELO-DE-QUALIDADE-OAB-5-EDIÇÃOA OAB Nacional divulga no dia 13 de janeiro, o resultado da quinta edição de seu Selo de Qualidade, com as 139 cursos jurídicos recomendados pela entidade.

São utilizados os critérios objetivos de índices de aprovação no Exame de Ordem Unificado e de aprovação no Enade (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes). O lançamento será na sede da OAB Nacional, às 10h.

O resultado de 139 cursos de direito recomendados pela OAB contempla cerca de 10% dos mais de 1.300 existentes no Brasil.

O Selo de Qualidade é editado a cada três anos e divulga periodicamente os cursos de Direito que mais se destacassem em cada Unidade da Federação.

Em 1999, surgiu o “OAB Recomenda”, programa com o objetivo principal de enaltecer as instituições de ensino em Direito com regularidade de desempenho, sem jamais funcionar como um ranking entre as instituições ou um ainda um mecanismo de desaconselhamento de cursos.

A primeira edição do programa foi divulgada em janeiro de 2001, quando um total de 52 cursos de Direito integrou a publicação.

O segundo OAB Recomenda foi lançado em janeiro de 2003, com 60 cursos de Direito no rol de merecedores do selo de qualidade.

Na terceira edição, no ano de 2007, 87 cursos foram credenciados a receber o selo.

Em 2011, com a quarta edição, chegou-se a 89 cursos.

As 139 faculdades com Selo OAB  2016
Veja abaixo a lista completa, por estado, das faculdades certificadas:

Acre
Universidade Federal do Acre – Ufac

Alagoas
Universidade Federal de Alagoas – Ufal

Amapá
Universidade Federal do Amapá – Unifap

Amazonas
Universidade do Estado do Amazonas – UEA
Universidade Federal do Amazonas – Ufam

Bahia
Universidade do Estado da Bahia – Uneb
Faculdade Nobre de Feira de Santana – FAN
Universidade Estadual de Feira de Santana – UEFS
Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC
Universidade do Estado da Bahia – Uneb (em Juazeiro)
Faculdade Baiana de Direito e Gestão
Universidade do Estado da Bahia – Uneb
Universidade Federal da Bahia – UFBA
Universidade Salvador – Unifacs – Campus Iguatemi
Universidade do Estado da Bahia – Uneb (em Salvador)
Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia – Uesb

Ceará
Universidade Regional do Cariri – Urca
Centro Universitário Christus
Faculdade Farias Brito – FTB
Faculdade Sete de Setembro – FA7
Universidade Federal do Ceará – UFC
Universidade Estadual do Vale do Acaraú – UVA

Distrito Federal
Centro Universitário de Brasília – Uniceub
Centro Universitário do Distrito Federal – UDF
Faculdade Processus – PFD – Campus I
Universidade de Brasília – UnB

Espírito Santo
Universidade Vila Velha – UVV
Faculdades Integradas de Vitória – FDV
Faculdades Integradas Espírito Santenses – Faesa I
Universidade Federal do Espírito Santo – Ufes

Goiás
Universidade Federal de Goiás – UFG (Praça Universitária, em Goiânia)
Universidade Federal de Goiás – UFG (Avenida Bom Pastor, Goiás)

Maranhão
Universidade Federal do Maranhão – UFMA (em Imperatriz)
Unidade de Ensino Superior Dom Bosco – UNDB
Universidade Federal do Maranhão – UFMA (em São Luís)

Mato Grosso
Universidade do Estado de Mato Grosso – Unemat (em Cáceres)
Universidade Federal de Mato Grosso – UFMT (em Cuiabá)

Mato Grosso do Sul
Universidade Federal de Mato Grosso do Sul – UFMS
Fundação Universidade Federal Da Grande Dourados – UFGD – Fadir
Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul – Uems (em Dourados)
Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul – Uems (em Naviraí)

Minas Gerais
Centro Universitário Newton Paiva
Escola Superior Dom Helder Câmara
Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas, unidade Praça Da Liberdade)
Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas, Campus Coração Eucarístico)
Universidade Federal de Minas Gerais UFMG
Universidade Fumec – Fumec
Universidade do Estado de Minas Gerais – UEMG
Faculdade Metodista Granbery – FMG
Faculdades Integradas Vianna Júnior – FIVJ
Universidade Federal de Juiz De Fora – UFJF
Centro Universitário de Lavras – Unilavras
Universidade Estadual de Montes Claros – Unimontes
Faculdade de Direito Milton Campos – FDMC
Universidade Federal de Ouro Preto – Ufop
Centro Universitário de Patos de Minas – Unipam
Faculdade de Direito de Pedro Leopoldo – Fadipel
Faculdade Dinâmica do Vale do Piranga – Fadip
Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação de Uberlândia – Esamc
Universidade de Uberaba – Uniube – Campus Direito/Administração
Universidade Federal de Uberlândia – UFU
Fundação Universidade Federal de Viçosa – UFV

Pará
Centro Universitário do Estado Do Pará – Cesupa
Universidade Federal do Pará – UFPA (em Belém)
Universidade Federal Do Pará – UFPA (em Marabá)
Universidade Federal Do Oeste Do Pará – Ufopa

Paraíba
Universidade Estadual da Paraíba – UEPB
Universidade Federal da Paraíba – UFPB
Universidade Federal da Paraíba – UFPB – Campus I – João Pessoa
Universidade Federal de Campina Grande – UFCG

Paraná
Universidade Norte do Paraná – Unopar
Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Cascavel – Univel
Centro Universitário Curitiba – Unicuritiba
Centro Universitário Franciscano do Paraná – FAE
Pontifícia Universidade Católica do Paraná – PUCPR
Universidade Federal do Paraná – UFPR
Universidade Positivo – UP
Universidade Estadual do Norte do Paraná – UENP
Universidade Estadual de Londrina – UEL
Universidade Estadual do Oeste do Paraná – Unioeste
Universidade Estadual de Maringá – UEM
Universidade Estadual de Ponta Grossa – UEPG

Pernambuco
Faculdade Damas da Instrução Cristã – Fadic
Universidade Católica de Pernambuco – Unicap
Universidade Federal de Pernambuco – UFPE

Piauí
Universidade Estadual do Piauí – Uespi
Universidade Estadual do Piauí – Uespi – Campus Clóvis Moura
Universidade Estadual do Piauí – Uespi – Campus Poeta Torquato  Neto
Universidade Federal do Piauí – UFPI
Instituto de Ciências Jurídicas e Sociais Professor Camillo Filho

Rio de Janeiro
Universidade Federal Fluminense – UFF (em Macaé)
Universidade Federal Fluminense – UFF (em Niterói)
Escola de Direito do Rio De Janeiro – FGV
Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas Ibmec – Ibmec – Rio de Janeiro
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – PUC-Rio
Universidade do Estado do Rio de Janeiro – Uerj
Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – Unirio
Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ

Rio Grande do Norte
Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN (em Caicó)
Universidade do Estado do Rio Grande do Norte – UERN
Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN (em Natal)

Rio Grande do Sul
Universidade da Região da Campanha – Urcamp
Universidade de Passo Fundo – UPF
Universidade Federal de Pelotas – UFPEL
Escola Superior do Ministério Público – ESMP/FMP
Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS
Universidade Federal do Rio Grande – Furg
Faculdade Dom Alberto – FDA
Universidade Federal de Santa Maria – UFSM

Rondônia
Fundação Universidade Federal de Rondônia – Unir (em Cacoal)
Fundação Universidade Federal de Rondônia – Unir (em Porto Velho)

Santa Catarina
Universidade Regional de Blumenau – Furb
Complexo de Ensino Superior do Estado de Santa Catarina – Cesusc
Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC
Universidade da Região de Joinville – Univille
Centro Universitário Barriga Verde – Unibave
Universidade do Sul de Santa Catarina – Unisul
Universidade do Oeste de Santa Catarina – Unoesc

São Paulo
Faculdade de Ciências Econômicas – Facamp
Pontifícia Universidade Católica de Campinas – PUC-Campinas
Universidade Presbiteriana Mackenzie – Mackenzie (São Paulo)
Universidade Presbiteriana Mackenzie – Mackenzie (Campinas)
Faculdade de Direito de Franca – FDF
Universidade Estadual Paulista Júlio De Mesquita Filho – Unesp
Centro Universitário Antônio Eufrásio de Toledo de Presidente Prudente – Fiaetpp
Centro Universitário Uniseb
Universidade de Ribeirão Preto – Unaerp
Universidade de São Paulo – USP (em Ribeirão Preto)
Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação de Santos – Esamc S
Universidade Católica de Santos – Unisantos
Faculdade De Direito De São Bernardo do Campo – FDSBC
Escola de Direito de São Paulo – Direito GV
Faculdade de Direito Professor Damásio de Jesus – FDDJ
Pontifícia Universidade Católica – PUC
Universidade de São Paulo – USP (Largo de São Francisco, em São Paulo)
Universidade São Judas Tadeu – USJT – Unidade Butantã
Universidade São Judas Tadeu – USJT – Unidade Mooca

Sergipe
Universidade Federal de Sergipe – UFS

Tocantins
Fundação Universidade Federal do Tocantins – UFT

Avaliacao-jogo de palavras

Novas reflexões sobre a condição humana no Século XXI

SALMO 16.8- CONFIAR EM DEUSRecebi neste final do ano de 2015 a missiva eletrônica do psiquiatra e filósofo  José Ademar Zumioti, a qual publico em meu blog trazendo profunda análise sobre a condição humana nesse Século XXI.

A presente análise, a qual concordo em gênero, número e grau, reflete a corrupção instalada nesse governo, nas instituições de um modo geral, e principalmente [e isso é o que é há de pior] nas escolas de ensino, desde pedagogias nefastas até a falta de ensino com qualidade.

Se nada fizermos a colheita será de frutos amargos e  venenosos.

Acorda Brasil !

Caro amigo Milton,

Obrigado pela sua atenção fraterna e especial,  indicando a presença preciosa de sua receptividade sensível diferenciada e de nosso dom generoso de  servir à comunidade dos seres humanos em fase marcante de transição intrínseca e essencial.

Como falamos em outra oportunidade, a separação, em espírito e verdade, entre todos deve dar lugar à plenitude do amor e da compaixão. Entretanto, as perversas e vampirescas elites profanas dominantes, beneficiárias do agônico sistema mercantilista mundial, ao lado  do mórbido comodismo dos povos institucional e culturalmente dominados por elas, tudo fazem para adiar, por mais algum tempo, o salto intrínseco de qualidade que se aproxima de forma incontida em nível global, atingindo até mesmo o corpo do planeta.

Sem dúvida, se depender do ser humano terreno, este planeta vai se  transformar na “Grande Babilônia” do sistema solar. Que bobagem o ser humano faz, comprando uma briga frontal e irresponsável com as leis da vida!

Apesar da doença anímica geral, a soberania das leis  da vida, através da sucessão de abalos cada vez mais contundentes, vai determinar aquilo que dialética e pedagogicamente tem que ser, já é e irremediavelmente será.

A sociedade brasileira terá de aprender a ler, meditar, cultivar o sentido fidedigno da cidadania, aceitar a educação da alma como fundamento da justiça social, eliminar de vez qualquer resquício de exploração do homem pelo homem, libertar-se da escravidão ao primitivo prazer dos  sentidos e alcançar por fim a sintonia plena com os valores  sagrados da vida;  afastando-se definitivamente do condicionamento antipedagógico ao antropocentrismo profano que inviabiliza o mergulho no resplendor da imortalidade.

Os desmandos políticos e sociais são simples consequência da falta de educação da alma que atinge a esmagadora maioria das pessoas, independente da profana classe social a que se pertença. Por outro lado, é verdade que nem sempre a educação formal vem acompanhada pelo resplendor da verdadeira educação da alma.

Além disso, o abismo de fundo psicopedagógico ainda existente entre a ciência e as religiões oficiais determina uma dificuldade suplementar para a busca da superação dos paradigmas contingentes predominantes; determinando que a maioria das pessoas, repetindo o comportamento estereotipado e espiritualmente lesivo das profanas elites dominantes, torna-se intrinsecamente uma reacionária de marca maior.

Tudo isso leva o ser humano a estabelecer, em geral, com seu semelhante um “mútuo parasitismo de fundo vampiresco e estarrecedor”; levando, como defesa psicológica antifuncional, à arrogância, ao suicídio e homicídio inconscientes, à frieza afetiva e à ausência de compaixão.

Repetindo o que já dissemos anteriormente. Tudo faremos, apesar da falta de apoio infraestrutural para o estabelecimento providencial de novas parcerias de vida magistrais, para continuar nosso trabalho a favor da comunidade dos seres humanos ainda intrinsecamente tão jovem.

Custe o que custar, devemos continuar buscando, acima das injunções de ordem contingente, o resplendor da compreensão fidedigna sobre nossa destinação básica de vida e sobre a autenticidade do sentido sagrado da compaixão dentro de nós.

Apesar de tudo, boa sorte para todos nós!

Antes de finalizar, gostaria de dizer o seguinte.

Neste  final de ano, durante três semanas, trabalhei de forma redobrada,  dedicando-me à comunicação nominal e personalizada, via missiva eletrônica ( isto é, via e-mail), com quase quatrocentas pessoas amigas que residem no Brasil e no exterior.

Projetando a compreensão da realidade no contexto geral, pude comprovar que a maioria das pessoas tende a continuar sem conhecimento de causa maior em relação à alienação geral. Mas temos notado que as exceções aumentam cada vez mais.

É verdade que quando encontramos uma exceção magistral, ficamos de novo magicamente joviais, mais do que habitualmente sempre procuramos estar. Por seu lado, o trabalho necessariamente intensificado pode nos redimir de nós mesmos ao nos aproximar da essência imortal do Outro.

Entretanto, a dor de existir neste “rude planeta de provas e expiações” não largará jamais nenhum de nós enquanto estivermos necessariamente por aqui. Mas é verdade que a magia da solidão criadora tem o poder de divinamente nos elevar acima de nossas tênues forças.

Grato pela sua atenção especial, caro amigo Milton.

Abraço caloroso. José Ademar”.

SER LUZ DO MUNDO - MATEUS 5-14

“O temor do Senhor é o princípio do conhecimento; os loucos desprezam a sabedoria e a instrução”.
Provérbios 1:7