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A doutrinação pedagógica da esquerda nas universidades. Origem em Paulo Freire

Um dos maiores problemas do Brasil é a doutrinação ideológica marxista nas escolas e universidades.

E também há a doutrinação pedagógica que tenta destruir a figura do professor e substituí-la pelo “facilitador de ensino”.

Origem dessa pedagogia nefasta: Paulo Freire, a qual se presta a ensinar em salas de aulas todos os ensinamentos de Antonio Gramsci.

Em vez de os professores ensinarem conteúdo  nas disciplinas, matérias relevantes da forma mais objetiva possível, os mesmos vestem seus bonés de militantes políticos e saem por aí tentando conquistar jovens adeptos.

Alguns até participam de festas em casas de alunos.

É pura lavagem cerebral, e faz com que um exército de alunos alienados mentais troquem o conhecimento objetivo pela repetição de slogans idiotas.

Frases  ditas aos alunos do tipo: “é uma primeira aproximação”, “são sucessivas aproximações”, “o ensino é em espiral”, “o importante é o biopsicossocial”, “em algum momento você vai aprender quando for significativo para você”, e a melhor das frases “estou aqui para ajudar você, pois sou um facilitador de ensino e não professor”.

Pior ainda, os critérios de avaliação: subjetividade do avaliador ao emitir conceitos sobre os alunos.

Pior que isso só mesmo importando um professor de Cuba, e liberar a doutrinação socialista em salas de aulas.

Em suma, trata-se de uma máquina de formar alienados.

Nas universidades atende pelo nome de “PBL made in Brazil”  (Problem Based Learning) ou ABP  (Aprendizagem Baseada em Problemas).

No pano de fundo, as “pílulas de conhecimento” obtidas nas famosas problematizações.

Essa sempre foi a realidade em nosso país, ao menos desde a década de 1960.

Os socialistas/comunistas perceberam, com Gramsci, que era preciso dominar a cultura, já que uma revolução armada ficava cada vez menos provável.

Se infiltraram nas redações dos jornais, nas igrejas, nas escolas e universidades. E  não houve reação da direita.

Os próprios pais não têm o hábito de participar diretamente do ensino de seus filhos, e muitos achavam que tal doutrinação marxista seria ineficaz, pois a tendência seria a de que a educação conservadora prevaleceria.

A multidão de alienados com diplomas universitários aumenta no Brasil.

Alunos (de)formados em universidades, mas endossando o discurso oficial e hipócrita do governo petista de que nunca se investiu tanto no aluno por meio do FIES, e a de que o professor é “neoliberal”, e os “facilitadores de ensino” são o máximo de avanço em “pedagogia libertadora” (leia-se comunista).

Ou seja, gente que se recusa a pensar pelo próprio cérebro, preferindo dar uma de papagaio de piratas oportunistas.

Idiotas úteis ao sistema da esquerdofrenia ou esquerdopatia.

O Fórum Econômico Mundial (WEF, na sigla em inglês) é mais um órgão internacional a martelar o que mesmo as autoridades brasileiras reconhecem: quando se trata de  de educação, o Brasil está mais perto dos piores exemplos do mundo do que dos melhores. Em seu  Relatório de Capital Humano, em 2013, o WEF colocou o país na 88ª posição de um total de 122 países quando se trata de educação.

Isso nos coloca mais perto dos lanternas Burkina Faso (121º) e Iêmen (122º) do que da Finlândia (1º) e Canadá (2º), que lideram neste indicador.

Para chegar a esta nada honrosa posição, o Brasil falhou principalmente na qualidade do ensino em matemática e ciência, quando de fato ficou entre os 15 piores do mundo, em 112º lugar.

Matemática já era a pior disciplina entre os brasileiros atestada no último Pisa, exame realizado com alunos de 65 países do globo cujo resultado mais recente é de 2010.

Paulo Freire – o “Patrono da Educação Brasileira” tem tudo a ver com isso.

Sua “pedagogia do oprimido” “dos pobres”, “dos excluídos”, “dos perseguidos”, “dos fracos”  nada mais é do que transportar Karl Marx para a sala de aula.

Vocês conhecem alguém que tenha sido alfabetizado pelo método Paulo Freire? Alguma dessas raras criaturas, se é que existem, chegou a demonstrar competência em qualquer área de atividade técnica, científica, artística ou humanística? Nem precisam responder. Todo mundo já sabe que, pelo critério de “pelos frutos os conhecereis”, o célebre Paulo Freire é um ilustre desconhecido.

As técnicas que ele inventou foram aplicadas no Brasil, no Chile, na Guiné-Bissau, em Porto Rico e outros lugares.

Não produziram nenhuma redução das taxas de analfabetismo em parte alguma do mundo.

Produziram, no entanto, um florescimento espetacular de louvores em todos os partidos e movimentos comunistas do mundo.

O homem foi celebrado como gênio, santo e profeta.

Só faltou a canonização.

Veja o que pensam pesquisadores sobre Paulo Freire:

“Não há originalidade no que ele diz, é a mesma conversa de sempre. Sua alternativa à perspectiva global é retórica bolorenta. Ele é um teórico político e ideológico, não um educador.” (John Egerton, “Searching for Freire”, Saturday Review of Education, Abril de 1973.).

“Ele deixa questões básicas sem resposta. Não poderia a ‘conscientização’ ser um outro modo de anestesiar e manipular as massas? Que novos controles sociais, fora os simples verbalismos, serão usados para implementar sua política social? Como Freire concilia a sua ideologia humanista e libertadora com a conclusão lógica da sua pedagogia, a violência da mudança revolucionária?” (David M. Fetterman, “Review of The Politics of Education”, American Anthropologist, Março 1986.).

“[No livro de Freire] não chegamos nem perto dos tais oprimidos. Quem são eles? A definição de Freire parece ser ‘qualquer um que não seja um opressor’. Vagueza, redundâncias, tautologias, repetições sem fim provocam o tédio, não a ação.” (Rozanne Knudson, Resenha daPedagogy of the Oppressed; Library Journal, Abril, 1971.).

“A ‘conscientização’ é um projeto de indivíduos de classe alta dirigido à população de classe baixa. Somada a essa arrogância vem a irritação recorrente com ‘aquelas pessoas’ que teimosamente recusam a salvação tão benevolentemente oferecida: ‘Como podem ser tão cegas?’” (Peter L. Berger, Pyramids of Sacrifice, Basic Books, 1974.).

“Alguns veem a ‘conscientização’ quase como uma nova religião e Paulo Freire como o seu sumo sacerdote. Outros a veem como puro vazio e Paulo Freire como o principal saco de vento.” (David Millwood, “Conscientization and What It’s All About”, New Internationalist, Junho de 1974.).

“A Pedagogia do Oprimido não ajuda a entender nem as revoluções nem a educação em geral.” (Wayne J. Urban, “Comments on Paulo Freire”, comunicação apresentada à American Educational Studies Associationem Chicago, 23 de Fevereiro de 1972.).

“Sua aparente inabilidade de dar um passo atrás e deixar o estudante vivenciar a intuição crítica nos seus próprios termos reduziu Freire ao papel de um guru ideológico flutuando acima da prática.” (Rolland G. Paulston, “Ways of Seeing Education and Social Change in Latin America”, Latin American Research Review. Vol. 27, No. 3, 1992.).

“Algumas pessoas que trabalharam com Freire estão começando a compreender que os métodos dele tornam possível ser crítico a respeito de tudo, menos desses métodos mesmos.” (Bruce O. Boston, “Paulo Freire”, em Stanley Grabowski, ed., Paulo Freire, Syracuse University Publications in Continuing Education, 1972.).

Os “facilitadores de ensino” (gostam de ser chamados assim) passaram a se enxergar não como transmissores de conhecimento objetivo, mas como transformadores sociais, como salvadores de almas, como libertadores dos escravizantes burgueses.

É um desserviço à pedagogia.

Tenho batido muito nessa tecla, pois já confirmo o poder de estrago dessa ideologização do ensino.

Já fui perseguido por isso nos últimos seis por outros professores e alunos simpatizantes desse modelo horroroso de ensino.

A pedagogia libertadora?

Não !  A pedagogia enganadora de Paulo Freire.

Vejo o resultado na minha docência com meus próprios olhos.

Alunos não estudam conteúdos temáticos, pois são desestimulados a fazê-los.

Partidos da esquerda têm feito um sistemático trabalho de doutrinação marxista nesses alunos, cada vez mais novos, com suas cartilhas ridículas em prol do socialismo.

Livros aprovados pelo MEC mentem descaradamente, invertem a história, condenam o capitalismo como se fosse o próprio diabo. Não podemos mais tolerar isso!

Ah, esqueci. Os professores da justiça social que lecionam nas escolas não acreditam em Deus, pois são comunistas.

É hora de reagir.

É hora de dar um basta.

Não podemos ficar calados diante desse verdadeiro crime que é a tentativa de seduzir para depois destruir as mentes jovens desse país, com baboseira e ladainha de esquerda.

O professor tem liberdade de ensinar, e não seguir o “modelito comunista” de Paulo Freire nas salas de aulas.

Art. 206. O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:

– igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;

II – liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber;

III – pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas, e coexistência de instituições públicas e privadas de ensino. […].

Precisamos reagir a esse modus operandi implantado nas universidades, e não tratar o Estado como deus, enaltecer o roubo em empresas estatais em nome da “justiça social”, e ainda incentivar o MST como instrumento de radicalização da ditadura do proletariado.

Ninguém melhor que Paulo Freire pode representar o espírito da educação petista, que deu aos nossos estudantes os últimos lugares nos testes internacionais, tirou nossas universidades da lista das melhores do mundo e reduziu para um ínfimo número de citações de trabalhos acadêmicos brasileiros em revistas científicas internacionais.

Fora a nefasta pedagogia de Paulo Freire !

EDUCAÇÃO NO BRASIL

Contra a maré vermelha

contra a maré vermelhaEnfim o livro que todo universitário deveria ler.

Sair do “armário intelectual” imposto pela esquerdofrenia delirante do Brasil dos últimos 12 anos.

Rodrigo Constantino, autor dessa belíssima obra, resume em artigos o que é  ser  um defensor do regime comunista, ou socialistas para os “intelectuais vermelhos” do século XX e XXI.

Contra a maré vermelha reúne 80 crônicas de Rodrigo Constantino publicadas no jornal O Globo entre 2009 e 2014. Sempre de modo original, e sem medo de patrulha da esquerda, o autor destrincha o país em que vivemos, e mais uma vez mostra por que é voz incontornável para o Brasil que não barganha com a democracia.

Vamos a nota do autor:

“A estupidez campeia”, diz um amigo meu filósofo. Nosso querido Brasil, o eterno país do futuro, parece remar, remar, sem com isso sair do lugar. Na verdade, demos até mesmo uns passos para trás. Após décadas da queda do Muro de Berlim e da União Soviética, ainda há quem defenda o socialismo – do século XX ou aquele do século XXI, o mesmo, só que com um manto democrático para enganar os mais ingênuos.

Defensores de Cuba ainda pululam por aí, artistas engajados endossam um governo autoritário e corrupto em troca de patrocínio cultural ou da sensação regozijo com a suposta superioridade moral por parecerem preocupados com os mais pobres, uma clara tentativa de monopólio da virtude. Uma agenda politicamente correta vai asfixiando nossa liberdade de opinião, e reina uma hegemonia de esquerda na política e cultura nacionais, com raras exceções.

Vivemos há 12 longos anos sob o domínio do lulopetismo, uma época não só de mediocridade, como de enaltecimento da própria mediocridade. O PT nivela tudo por baixo, ataca os melhores para valorizar os piores, coloca todos na vala comum para não ter de admitir que existe o joio e o trigo – sendo o próprio PT a parte mais estragada do joio.

O estrago causado pelo desgoverno petista é imenso quando se trata de economia, mas ainda pior quando pensamos em nossos valores como sociedade. O “vale tudo” defendido pelos petistas, seu exacerbado relativismo ético e moral usado para justificar seus “malfeitos”, a banalização da corrupção, tudo isso vai pesar sobre nós por um longo período, e não será fácil reverter o quadro de deterioração de valores.

Os chavistas estão no poder, e avançando cada vez mais. Os bolivarianos tentam destruir nossa democracia de dentro dela, querem usurpar nossa República, ou “coisa pública”, vista pelos chacais como “cosa nostra”. A pilhagem ocorre em escala bilionária à luz do dia, em boa parte impunemente. Nossas estatais foram destruídas. O PT tem cada vez manos adeptos ideológicos e mais sócios no butim, enquanto os trabalhadores são reféns, súditos, não cidadãos.

É nesse contexto que tenho lutado pelas liberdades individuais, pela democracia representativa com claros limites constitucionais ao poder central, pela defesa do capitalismo de livre mercado, enaltecendo os empreendedores que efetivamente criam riquezas e empregos a despeito de tantos obstáculos criados pelo estado, visto por muitos ainda como uma espécie de “messias salvador”.

Por trás desse golpe à nossa democracia, dessa era da mediocridade, há um arcabouço intelectual, uma mentalidade predominante que facilita a marcha dos opressores. É justamente o ranço anticapitalista, o antiamericanismo infantil, o preconceito contra empresários e o ataque ao lucro como motivador que impede uma mudança de rumo do Brasil, para que possa finalmente mergulhar numa trajetória de crescimento sustentável e virar um país desenvolvido, chegar ao futuro, enfim.

Após cinco anos escrevendo colunas quinzenais em O Globo e há pouco mais de um ano com um blog na Veja, acabei virando sinônimo de combate ao lulopetismo, ao socialismo, ao coletivismo. Um ícone da resistência a esses cinquenta tons de vermelho que dominam nossa política. O “trovão da razão”, segundo a Veja, ou o “trombone da direita”, segundo a Época. Para os detratores apavorados e a soldo do PT, sou o “menino maluquinho”.

Mas de maluco não tenho nada. Como o leitor poderá comprovar neste livro, que reúne as 80 melhores crônicas de O Globo sobre temas bastante atuais, procuro escrever usando o cérebro, não as vísceras, e tento embasar meus textos com argumentos e fatos, sem jamais desprezar a lógica. Tenho meu leitor em alta conta e respeito sua inteligência. Não sou infalível, claro, tampouco onisciente. Sei que posso errar, e erro. Mas dou muito valor à honestidade intelectual, e tenho muito apreço pela verdade, pelo bom debate, sincero e construtivo.

Não escrevo para provocar, mas sei que a mensagem liberal ainda encontra forte resistência no Brasil. Foram décadas de lavagem cerebral marxista, que levam tempo até se dissipar. Espero, com esse livro, prestar mais uma colaboração nessa árdua batalha. Após a leitura, tenho certeza de que você, caro leitor, estará melhor armado para também remar contra a maré – ou seria tsnunami? – vermelha.

mare vermelha“Os dois monstros gêmeos, o comunismo e o nazismo, têm vocação genocida. Naquele, o genocídio de classe; neste, o genocídio de raça.”

Roberto Campos

BNDES patrocina ideologia partidária do Governo, enriquece protagonistas do sistema, e empobrece os brasileiros

Não é novidade para ninguém que o Brasil tem graves problemas de infraestrutura.

Diante dessa questão, o que faz o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)?

Financia portos, estradas e ferrovias – não exatamente no Brasil.

Desde 2006, o total de empréstimos do Tesouro ao BNDES saltou de R$ 9,9 bilhões — 0,4% do PIB — para R$ 414 bilhões — 8,4% do PIB.

Em agosto (2014), o juiz Adverci Mendes de Abreu, da 20.ª Vara Federal de Brasília, considerou que a divulgação dos dados de operações com empresas privadas “não viola os princípios que garantem o sigilo fiscal e bancário” dos envolvidos.

A partir dessa decisão, o BNDES está obrigado a fornecer dados solicitados ao Tribunal de Contas da União, ao Ministério Público Federal e à Controladoria-Geral da União (CGU).

Descobriu-se assim uma lista com mais de 3.000 empréstimos concedidos pelo BNDES para construção de usinas, portos, rodovias e aeroportos no exterior.

Muitas das obras financiadas ocorrem em países pouco expressivos para o Brasil em termos de relações comerciais, o que se fundamenta em caráter político-ideológico de suas escolhas.

Outra questão polêmica são os juros abaixo do mercado que o banco (BNDES) concede às empresas.

Ao subsidiar os empréstimos, o BNDES funciona como uma  Bolsa Família invertida: tira dos pobres para dar aos ricos.

O BNDES capta dinheiro emitindo títulos públicos, com base na taxa Selic (12,75 % ao ano), e empresta a 6%. Isso significa que ele arca com 6,75% de todo o dinheiro emprestado.

Dos R$ 414 bilhões emprestados no ano de 2014, R$ 20,7 bilhões serão pagos pelo banco.

Financiamentos atuais do BNDES

Porto de Mariel (Cuba): Valor da obra – US$ 957 milhões (US$ 682 milhões por parte do BNDES). Empresa responsável – Odebrecht.

Hidrelétrica de San Francisco (Equador): Valor da obra – US$ 243 milhões. Empresa responsável – Odebrecht. Após a conclusão da obra, o governo equatoriano questionou a empresa brasileira sobre defeitos apresentados pela planta. A Odebrecht foi expulsa do Equador e o presidente equatoriano ameaçou dar calote no BNDES.

Hidelétrica Manduruacu (Equador): Valor da obra – US$ 124,8 milhões (US$ 90 milhões por parte do BNDES). Empresa responsável – Odebrecht. Após 3 anos, os dois países ‘reatam relações’, e apesar da ameaça de calote, o Brasil concede novo empréstimo ao Equador.

Hidrelétrica de Cheglla (Peru): Valor da obra – US$ 1,2 bilhões (US$ 320 milhões por parte do BNDES). Empresa responsável – Odebrecht.

Metrô Cidade do Panamá (Panamá): Valor da obra – US$ 1 bilhão. Empresa responsável – Odebrecht.

Autopista Madden-Colón (Panamá): Valor da obra – US$ 152,8 milhões. Empresa responsável – Odebrecht.

Aqueduto de Chaco (Argentina): Valor da obra – US$ 180 milhões do BNDES. Empresa responsável – OAS

Soterramento do Ferrocarril Sarmiento (Argentina): Valor – US$ 1,5 bilhões do BNDES. Empresa responsável – Odebrecht.

Linhas 3 e 4 do Metrô de Caracas (Venezuela): Valor da obra – US$ 732 milhões. Empresa responsável – Odebrecht.

Segunda ponte sobre o Rio Orinoco (Venezuela): Valor da obra – US$ 1,2 bilhões (US$ 300 milhões por parte do BNDES). Empresa responsável – Odebrecht.

Barragem de Moamba Major (Mocambique): Valor da obra – US$ 460 milhões (US$ 350 milhões por parte do BNDES). Empresa responsável – Andrade Gutierrez.

Aeroporto de Nacala (Moçambique): Valor da obra – US$ 200 milhões ($125 milhões por parte do BNDES). Empresa responsável – Odebrecht.

BRT da capita Maputo (Moçambique): Valor da obra – US$ 220 milhões (US$ 180 milhões por parte do BNDES). Empresa responsável – Odebrecht.

Hidrelétrica Tumarím (Nicarágua): Valor da obra – US$ 1,1 bilhão (US$ 343 milhões). Empresa responsável – Queiroz Galvão.

Projeto Hacia El Norte – Rurrenabaque-El-Chorro (Bolívia): Valor da obra – US$ 199 milhões. Empresa responsável – Queiroz Galvão.

Abastecimento de água da capital peruana – Projeto Bayovar (Peru): Valor não conhecido. Empresa responsável – Andrade Gutierrez.

Renovação da rede de gasoduto em Montevideo (Uruguai): Valor não informado. Empresa responsável – OAS.

O país hoje vive uma das maiores crises de sua história.

Sem credibilidade alguma entre os investidores internacionais, desacreditado por sua forma nada transparente de fazer política e gestão, sempre apto a perpetrar desvios de finalidade e locupletamentos ilícitos aos participantes do sistema político vigente no Brasil.

Um país sem infraestrutura alguma para crescer, sem dinheiro para investir no próprio país, que onera a sociedade com uma carga tributária confiscatória crescente e acreditando que a  “improbidade  é normal” (roubar em seu sentido popular, mas juridicamente atécnico).

Contratos superfaturados onde há conluio entre os prestadores de serviços para o Estado, com bilhões do erário sendo desviados para contas fantasmas no exterior em benefício de agentes políticos, intermediários  lobistas ou doleiros, e empreiteiras.

Isso também ocorre em instituições de saúde pública, que ao invés de abrir concurso público para preenchimento de vagas por docentes para a faculdade, estimula a prática de terceirizações milionárias, muitas delas em que o docente ganha dos dois lados: como docente,  e como prestador de serviço (lamentável, mas ocorre).

O Brasil dos Petralhas é lamentavelmente, em uma das mais insinuantes latrinas do mundo, onde ficam os dejetos e saem às riquezas (hermenêutica para fatos políticos do presente).

Os Princípios constitucionais do Diploma Constitucional formam as colunas da Administração Pública estão mitigados: moralidade, eficiência, transparência/publicidade, legalidade e impessoalidade, princípios insculpidos no art. 37 da Carta Magna que não apresentam efetividade mínima no Brasil de  Dilma Rousseff.

O Brasil dos Petralhas !

O Art. da Constituição da Republica Federativa do Brasil, em seu inciso II, normatiza ser um de seus objetivos fundamentais garantir o “desenvolvimento nacional”.

Em momento algum o artigo 3º menciona ser objetivo garantir o desenvolvimento de outros países de mesma ideologia partidária, tais como: Cuba, Bolívia, Venezuela, Equador, Uruguai e Argentina, sem falar dos países africanos.

Não são apenas “empréstimos” internacionais a juros baixos ou que não retornam, mas no Brasil não faltam casos interessantes para análises.

A JBS/Friboi tornou-se a gigante das carnes no país com 10 bilhões do BNDES.

Enfim, o papel “nacional desenvolvimentista” do BNDES está envolvido  em controvérsias político-partidárias, e parece distante de avaliações técnicas feitas pelos auditores do TCU que condenaram os empréstimos aos simpatizantes da esquerdofrenia delirante do Brasil.

O BNDES é atualmente um banco a serviços dos amigos e simpatizantes dos Petralhas .

O Estado Brasileiro quebrou com o governo incompetente do PT e o uso do BNDES para emprestar dinheiro para seus seguidores ideológicos.

“A diferença entre a empresa privada e a empresa pública é que aquela é controlada pelo governo, e esta por ninguém”.

Roberto Campos

Os melhores cursos de medicina segundo o Guia do Estudante da Editora Abril

avaliação- estrelasPara tanto as faculdades devem receber 5 estrelas na avaliação da Editora Abril.

É magnífico uma instituição receber essa homenagem, pois reflete compromisso com pesquisa, extensão e ensino.

Um aluno que se forma  mal vai provocar enorme preocupação na sociedade, além de se envolver em ações de responsabilidade civil e criminar, além de responder por  sindicâncias e processos administrativos nos Conselhos Regionais de Medicina.

Estudar em escolar com seriedade e compromisso dos professores em ensinar conteúdos sólidos de medicina é uma obrigação, e não uma faculdade do docente  ou da instituição de ensino.

Que o MEC possa intervir e fechar Escolas de Medicina sem hospitais, sem professores na grade curricular com mestrado e doutorado, sem pesquisa, e sem infraestrutura adequada ao funcionamento do curso.

CURSOS DE MEDICINA - 2015- OS MELHORES - GUIA DO ESTUDANTE

avaliação do mec

Alesp aprova lei que institui serviço obrigatório por tempo determinado aos egressos de escolas públicas de Medicina

alespDemorou, mas chegou o Serviço Civil Obrigatório.

A Lei 15.660 do  Estado de São Paulo chegou em má hora.

A Atenção Básica na Saúde do Brasil, no conceito de acessibilidade do  SUS, não passa de uma falácia travestida de atendimento ideal em discurso vanguardista do governo do PT.

FATO 1 – ATENÇÃO BÁSICA. UMA FALÁCIA

Sim. O modelo de atenção básica seria política de Estado com  a Unidade da Saúde da Família ou ESF , e não desse governo, e porquanto não passa de retórica do governo do PT, pois na verdade, o povo brasileiro quer mesmo é ser atendido com qualidade padrão excelência.

E vejam: nas ESF(s) há muitos médicos recém-formado sem Residência Médica, e que em algumas delas  ainda servem de estágio para os alunos de faculdades de medicina.

Bem aí, já ganha esse médico recém-formado  e sem Residência Médica o status de “professor colaborador” em algumas faculdades públicas de viés marxista.

Simples assim, ao mesmo tempo recém-formado e “professor colaborador”.

Se o mesmo utilizar de técnicas do PBL, talvez ganhe até o título de “facilitador de ensino”.

Certa vez, frequentei uma ESF em minha cidade em 2009, e o  médico desta unidade de saúde dizia ser dermatologista.

Na verdade ele dizia ser, mas não constava, e não constava no Cremesp até os dias de hoje ser o mesmo dermatologista.

Fiz algumas visitas domiciliárias no bairro, e quando retornei com meus alunos, e fui conhecer a realidade do atendimento da unidade.

Era assim:

Atendimento por demanda – 7h às 9h, menos terça-feira.

A tarde visitas domiciliárias, as quais nunca vi ser feita pelo médico.

Após as visitas domiciliárias, é dever do médico registrar suas anotações no prontuário.

Ao se registrar nos prontuário dos pacientes que visitei as visitas domiciliárias, constatei que nenhum usuário do SUS tinha sido visitado recentemente nos últimos meses.

Conclusão : o “professor colaborador”, ou “facilitador de ensino” ou médico apenas, sem Residência Médica na maior parte das unidades de saúde, atende o usuário do SUS sem qualidade no atendimento, e na entrevista com o  Secretário Municipal de Saúde afirma que irá aplicar os princípios do SUS insculpidos na Constituição Federal na atenção básica em saúde. Na verdade, o médico quer sair de lá urgentemente, assim que passar em provas de concursos para ingressar na Residência Médica.

FATO 2- MÉDICO MAL REMUNERADO

A  Lei 15.660 não fala em valores no Serviço Civil Obrigatório, mas deve ser maior que os valores pagos em médicos que trabalham em UBS ou USF.

Na minha cidade – R$ 3.700,00 por 15 horas/semanais.

Assim não há médico que queira trabalhar no SUS.

O Serviço Civil Obrigatório tenta recrutar mão de obra às duras penas para otimizar a universalidade do atendimento no SUS.

Atender todos.

O que se percebe é que os que passarem na prova de Residência Médica  não cumprirão a lei, ou se a cumprirem, a sua vaga estará assegurado quando retornar para a mesma.

Conclusão : alta rotatividade de médicos na atenção básica.

FATO 3- FALTA PLANO DE CARREIRA,CARGOS E SALÁRIOS

Há carreira para tudo nesse país, menos para médicos.

Talvez, porque os  médicos nunca acharam que seriam atingidos pela política econômica dos governos esquerdistas.

A crise chegou.

Os pacientes particulares não existem mais.

As Unimed(s) e outros planos de saúde pagam em média R$ 50,00 pela consulta.

Se houvesse um plano de carreira como os dos promotores e juízes de direito ganhando mais de R$ 20.000,00, não faltariam médicos trabalhando no SUS.

Conclusão: sem plano de carreira e cargos no SUS, a Lei 15.660 apenas passa “esparadrapo com merthiolate” nas feridas profundas dos usuários do SUS.

Enfim, a Lei 15.660 não passa de um lenitivo no caos da Saúde Pública no Brasil votada pelos deputados paulistas com viés nitidamente esquerdizante.

Governo de São Paulo, nitidamente da liberal democracia, ou governo da centro-esquerda do PSDB, foi muito mais à esquerda do que ao centro de suas decisões políticas.

Nem o PET Saúde (Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde), nem o Provab (Programa de Valorização da Atenção Básica , e nem o Mais Médicos melhoram a  Atenção Básica em Saúde.

Desejamos Plano de Carreira, Cargos e Salários para os médicos que trabalhem no SUS.

LEI Nº 15.660, DE 09 DE JANEIRO DE 2015
(Projeto de lei nº 716, de 2011, do Deputado Ulysses Tassinari – PV)
Dispõe sobre o serviço comunitário obrigatório pra formandos em Medicina nas universidades públicas do Estado

O PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA:
Faço saber que a Assembleia Legislativa decreta e eu promulgo, nos termos do artigo 28, § 8º, da Constituição do Estado, a seguinte lei:
Artigo 1º – Ficam os profissionais egressos das universidades públicas do Estado de São Paulo, na área de medicina, obrigados a prestar serviços à administração pública, mediante remuneração, pelo prazo mínimo de 6 (seis) meses, com jornada de 30 (trinta) horas semanais, onde haja carência de profissionais.
§ 1º – Vetado.
§ 2º – O serviço objeto do “caput” do presente artigo será prestado após a conclusão do curso, em até 3 (três) anos.
§ 3° – As universidades públicas responsabilizar-se-ão pela disponibilização, a cada final de ano letivo, da relação dos formandos.
§ 4° – Vetado.
§ 5° – Vetado.
§ 6° – Vetado.
Artigo 2° – Ao ingressar nas instituições de ensino aludidas no artigo 1°, o estudante assinará um termo de compromisso, assumindo a ciência das condições de prestação do serviço e de que o não cumprimento do serviço comunitário implicará sanções pecuniárias, na forma prevista em regulamento.
Artigo 3° – A prestação de serviço de que trata esta lei se dará na forma de contratação por tempo determinado para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público, nos termos da legislação vigente.
Artigo 4° – Vetado.
Artigo 5° – Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.

Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, aos 9 de janeiro de 2015.

SAMUEL MOREIRA – Presidente

Publicada na Secretaria da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, aos 9 de janeiro de 2015.

Rodrigo del Nero – Secretário Geral ParlamentarSERVIÇO CIVIL OBRIGATÓRIO

Governo de Dilma Rousseff não investe em Saúde Pública e Educação!

Não bastasse a lama de corrupção no governo do Brasil, a excelentíssima Presidenta do Brasil (assim que gosta que a chamem) Dilma Rousseff deu uma “facada nas costas do povo brasileiro”, ao cortar gastos na saúde pública.

Nada de consultas no SUS e exames complementares.

E olha que foi uma peixeira (o instrumento para cortar peixes) para cortar o orçamento de 2015 para o SUS.

Cortou 1,9 bilhão de reais.

Bem, na educação já foram 7 bilhões.

E diz aos quatro cantos que é um governo que promete inclusão social.

E blá blá blá,,,

No ano de 2014 foram cortados quase 10 bilhões.

Dotação orçamentária para o  ano de 2014 foi de R$ 108,3 bilhões, mas gastos apenas R$  99,2 bilhões de reais.

Que escândalo.

Aliás, mais um na agenda política do governo, imerso em denúncias diárias de corrupção.

Entre 2003 e 2014, governos do PT, havia previsão de gastos de R$ 80,5 bilhões para se investir no SUS, mas apenas R$ 31,5 bilhões foram gastos.

O governo “economizou” na Saúde  Pública.

A ordem veio da presidente do Brasil Dilma Rousseff.

Economia de  R$ 45,2 bilhões de reais.

Esse valor economizado daria para construir 110 mil UBS(s), 33 mil unidades de Pronto Atendimento, ou 900 hospitais públicos de médio porte.

Pior ainda, é que a Lei 12.871/2013 prevê que até 2018 todas as unidades básicas de saúde estejam devidamente aparelhadas, e com infraestrutura adequada para atender à população.

E por fim, dados da OMS, apontam que o país investe apenas 44, 7% do total dos gastos com Saúde Pública, ficando a maior parte com o setor privado (aliás tão odiado pela Esquerda Rolex).

O  Setor Público gasta US$ 512. Na Inglaterra US$ 3.031.

Nas Américas  (Norte, Central e do Sul) US$ 1.726.

Onde está o discurso ufanista da inclusão social, e de que faltam médicos no país ?

Discurso eleitoreiro, e sem fundamentação técnica.

O Brasil {quase falido] vai mal, e a Saúde Pública teve mais um corte de gastos do Poder Executivo.

A Saúde Pública do Brasil  está na UTI: sangrando, respirando por aparelhos e agonizando.

E existe ainda alguém que acredita no Programa Mais Médicos ?