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O Brasil na educação de vanguarda de Paulo Freire. Posição 60ª na OCDE

doutrinação marxista - muroA Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgou no dia 13 de maio o ranking mundial de qualidade de educação. Entre os 76 países avaliados, o Brasil ocupa a 60ª posição. Em primeiro lugar está  Cingapura , seguido de Hon Kong e Coreia do Sul. Na última posição está Gana.

Enquanto o topo da lista ficou com os países asiáticos, as últimas 15 posições ficaram com os países sul-americanos Argentina em 62º, Colômbia em 67º, e Peru com 71º lugar.

O ranking foi definido a partir de resultados de testes de matemática e ciências aplicados nestes países. Além dos resultados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), foram analisados o TIMSS, dos Estados Unidos, e o TERCE, aplicado em países da América Latina.

A avaliação, feita pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), é aplicada a jovens de 15 anos a cada três anos. A pesquisa mede o desempenho dos estudantes em três áreas do conhecimento – leitura, matemática e ciências.

Em 2009, o Brasil ficou na 54ª posição no ranking.

Em 2013, na 58ª posição.

A educação decantada em verso e prosa de Paulo Freire – Patrono da Educação Nacional – não passa de uma enganação na pedagogia, aliás, a famigerada “Pedagogia do Oprimido”, que narra que os alunos negros, pobres, agricultores do campo, velhos e viúvas são excluídos sociais.

Paulo Freire fez a nação brasileira perder o norte, e desprezar os conteúdos temáticos pela crítica do biopsicossocial, o mote da esquerda de que aluno que faz crítica social, ainda que sem conteúdos sólidos de conhecimento, é sábio e acima da média.

Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico mostrou um resultado pífio.

O Brasil declina vertiginosamente em relação aos outros países do mundo na educação.

Nas faculdades de medicina hoje impregnada de PBL – Problem Based Learning- é uma exteriorização dessa metodologia sem conteúdos, sem hermenêutica e sem compromisso do professor em ensinar.

Alunos sendo enganados com essa educação nefasta no Brasil desde o ensino fundamental até as faculdades.

Fora a educação de Paulo Freire e sua doutrinação marxista nas faculdades !

O Brasil não merece essa qualidade de educação !

doutrinação marxista protesto“No meu dicionário, ‘socialista’ é o cara que alardeia intenções e dispensa resultados, adora ser generoso com o dinheiro alheio, e prega igualdade social, mas se considera mais igual que os outros.”

Roberto Campos

Protesto do Diretório Acadêmico Christiano Altenfelder. Pauta é extensa: saúde, pesquisa, e ensino

No dia 29 do mês de abril houve um importante manifesto dos alunos do Diretório Acadêmico Christiano Altenfelder (DACA)-Faculdade de Medicina de Marília – em busca de melhorias da saúde pública, educação e pesquisa.

A paralisação durou cerca de quatro horas e aconteceu na frente das instalações da sede administrativa da Faculdade de Medicina de Marília – Pátio do Carmelo

Vamos a resenha publicada em Giro Marília:

Protesto de estudantes de medicina e enfermagem da Famema reuniu em torno de 150 pessoas na manhã desta quarta-feira para pedir fim do corte de repasses para o complexo a encampação por uma universidade estadual e investimentos como restaurante universitário, verbas para pesquisa e modernização.

O ato começou por volta de 9h com caminhada em torno do Hospital das Clínicas e uma parada em frente à sede da Famema. O grupo levantou faixas e cartazes, gritou palavras de ordem como “saúde não é mercadoria” e “quero estudar, governador não quer deixar” e transmitiu orientações gerais sobre a passeata em seguida.

Segundo os manifestantes, a diretoria da instituição teria informado que não vai tomar nenhuma atitude de confronto com o governo do estado em função do processo de transformação do Hospital das Clínicas em uma autarquia vinculada à Secretaria Estadual da Saúde. A medida é apontada como salvação financeira do hospital.

Para os alunos, a transformação em autarquia abre espaço para atendimento privado – com redução de espaços para o SUS – aém de permitir envolvimento de faculdades privadas com o atendimento, tirando espaço para formação dos alunos da Famema nos hospitais.

Os alunos pediram a presença do diretor do complexo Famema, o médico Paulo Michelone com frases como “ô Michelone, pode escolher, ou cai o corte ou cai você”. Segundo a assessoria de comunicação da Famema, o médico não estava no prédio.

Os manifestantes decidiram entrar na faculdade e completar a organização no pátio. Repetiram discursos, pintaram novos cartazes e por volta de 10h30 iniciaram a passeata. Seguiram pela avenida Tiradentes, subiram a bandeirantes e chegaram à prefeitura pela avenida Sampaio Vidal.

Não tentaram audiências nem com o prefeito Vinícius Camarinha e nem com vereadores. Segundo o comando do manifesto, como a instituição é estadual,  grupo deve tentar audiência na Assembleia Legislativa. O deputado estadual e ex-prefeito Abelardo Camarinha foi lembrado e também sofreu ataques durante a passeata.

Em todo o trajeto os alunos distribuíram panfletos com informações para a população. Segundo a carta, os cortes nos repasses provocaram perda de leitos no Hospital São Francisco, cancelamento de cirurgias, demorado no atendimento nos hospitais.

“Até quando estudantes trabalhadores e a população usuária do SUS pagarão pelo desmonte que o estado tem promovido nas instituições públicas?”, diz o documento.

Ainda não há próximo passo estabelecido para as manifestações. Os estudantes não conseguiram audiência com a direção da Famema para falar sobre os cortes e prejuízos no atendimento e nos cursos.

Confira as principais reivindicações dos alunos:

• Revogação do corte de 25% para a Famema
• Encampação da Famema por uma Universidade Pública Paulista

Autarquia HC Famema:

• Participação estudantil no conselho da autarquia HC Famema
• Garantia de gerenciamento público direto do HC Famema (sem OSs! Sem privatização! Sem porta-dupla! Sem perda de campos de estágio!)

Democracia Interna:

• Maior transparência da gestão
• Mais participação estudantil nos processos decisórios
• Revisão do regimento interno da Famema e do estatuto da Congregação (Convocação de uma Regimentotuinte e uma Estatuinte!)
• Paridade nos órgãos colegiados (pelo fim do 70/15/15!).

Permanência Estudantil:

• Pagamento das Bolsas-auxílio atrasadas.
• Construção do Restaurante Universitário.
• Garantia de acesso ao refeitório do hospital aos estudantes bolsistas enquanto não houver Restaurante Universitário.
• Garantia do valor integral das bolsas-auxílio transporte e alimentação, sem descontos de nenhuma natureza (como falta acadêmica).
• Financiamento das entidades estudantis (extensão, movimento estudantil, esportes, congressos e encontros estudantis).
• Reabertura do xerox da biblioteca.

Internato:
• Estabelecimento de uma escala e programação de procedimentos que os internos devem passar em cada estágio com acompanhamento docente, e garantia que todos esses procedimentos sejam aprendidos e realizados, fazendo uma divisão justa entre internos e residentes.
• Volta do estágio da cirurgia torácica.

Fonte- Giro Marília

“A injustiça, por ínfima que seja a criatura vitimada, revolta-me, transmuda-me, incendeia-me, roubando-me a tranquilidade e a estima pela vida”.

Rui Barbosa

Marxismo cultural nas universidades públicas

doutrinação marxista - pedrinhoEm tempos difíceis no Brasil desse século XXI,  nos quais se observa a invasão do movimento cultural marxismo-leninismo nas universidades brasileiras, e lógico, ensinado nas salas de aulas pelos ortodoxos professores da esquerda, a sociedade brasileira padece e geme com a destruição de seus princípios.

A tática da esquerda brasileira consiste em estreitar relações com a população, colocando-se como sua defensora contra grupos que a mesma acusa de serem seus “opressores capitalistas”.

O estrategema pode ser facilmente revertido, visto ser a esquerda composta por grupos que oprimem a população com o incentivo ao crime, à promiscuidade e depravação sexual das crianças, o ódio à religião cristã, a rivalidade entre negros e não negros, o ódio ao homem, o ódio à heterossexualidade, o incentivo às drogas, o incentivo à desobediência em todos os setores, o antagonismo entre pais e filhos, a desestruturação da família, o incentivo ao aborto etc..

Essa questões sociais estão afetando a sociedade brasileira atualmente e foram plantadas e estão sendo fomentados pela esquerda no Brasil.

A criminalidade, as drogas, a depravação e a promiscuidade sexual das crianças, a desobediência dos filhos, os divórcios, o aborto etc. nunca foram tão altos na história do Brasil e das sociedades ocidentais.

Lenin, líder revolucionário russo , o pai do Comunismo (sistema governamental ateísta), assim afirmou em 1913 quando implantou o comunismo que passaria a ser adotado na Revolução Russa de 1917, futura  União Soviética.

A intenção era a conquista das nações para o Socialismo Comunista, por meio da manutenção do poder total sobre elas obtido pelo enfraquecimento ético e moral, bem como pela perda da vontade e da dignidade dessas nações.

Teses de Lenin:

1- Corrompa a juventude e dê-lhe liberdade sexual. Destrua qualquer sentimento de moral e dignidade.

2- Infiltre e depois controle todos os meios de comunicação, imprensa, ensino e religião.

3- Divida a população em grupos antagônicos,  incitando-os a discussões sobre assuntos sociais. Divida em classes sociais pelo dinheiro, raça, religião e educação.

4- Destrua a confiança do povo em seus líderes. Promova a discordia e destrua a ética.

5- Fale sempre em democracia e em estado de direito, mas, tão logo haja oportunidade, assuma o poder sem qualquer escrúpulo.

6- Colabore para o esbanjamento do dinheiro público, coloque em descrédito a imagem do país, especialmente no exterior. Provoque o pânico e o desassossego na população por meio de boatos.

7- Promova greves, mesmo ilegais, nas indústrias vitais do país.

8- Promova distúrbios e contribua para que as autoridades constituídas não as coíbam.

9- Colabore para a derrocada dos valores morais, da ética, da honestidade e da crença nos orgãos governamentais. 

Infiltre seus colaboradores nessas instituições para obter o controle absoluto de tudo.

10- Procure catalogar todos aqueles que têm armas de fogo, para que sejam confiscadas no momento oportuno, tornando impossível qualquer resistência.

O filósofo Olavo de Carvalho assim resumiu o marxismo cultural a partir da implantação das teses de Lenin e Marx difundidas pela esquerda do Brasil:

“Karl Marx podia ter todos os defeitos do mundo, desde a vigarice intelectual até as hemorroidas, mas ele sabia que a palavra “proletário” significa “gente que trabalha” e não
qualquer Zé Mané.

Ele combatia o capitalismo porque achava que os ricos enriqueciam tomando o dinheiro dos pobres, o que é talvez a maior extravagância matemática que já passou por um cérebro humano, mas, reconheça-se o mérito, ele nunca confundiu trabalhador com vagabundo, povo com ralé.

Alguns discípulos bastardos do autor de “O Capital”, uns riquinhos muito frescos e pedantes, fundaram um instituto em Frankfurt com o dinheiro de um milionário argentino e resolveram que valorizar antes o trabalho honesto do que os vícios e o crime era uma
deplorável concessão de Marx ao espírito burguês.

Usando dos mais requintados instrumentos da dialética, começaram ponderando que o problema não era bem o capitalismo e sim a civilização, e terminaram tirando daí a conclusão lógica de que para destruir a civilização o negócio era dar força aos incivilizados
contra os civilizados.

Os frankfurtianos não apostavam muito no paraíso socialista, mas acreditavam que a História era movida pela força do “negativo” (uma sugestão de Hegel que eles tomaram ao pé da letra), e que, portanto, o mais belo progresso consiste em destruir, destruir e depois destruir mais um pouco.

Tentar ser razoável era apenas “razão instrumental”, artifício ideológico burguês. Séria mesmo, só a “lógica negativa”.

A destruição era feita em dois planos.

Intelectualmente, consistia em pegar um a um todos os valores, símbolos, crenças e bens culturais milenares e dar um jeito de provar que no fundo era tudo trapaça e sacanagem, que só a Escola de Frankfurt era honesta, precisamente porque só acreditava em porcaria – coisa que seu presidente, Max Horkheimer, ilustrou didaticamente pagando salários de fome aos empregados que o ajudavam a denunciar a exploração burguesa dos pobres.

Isso levou o nome hegeliano de “trabalho do negativo”. A premissa subjacente era: Se alguma coisa sobrar depois que a gente destruir tudo, talvez seja até um pouco boa. Não temos a menor ideia do que será e não temos tempo para pensar em tamanha bobagem. Estamos ocupados fazendo cocô no mundo.

No plano da atividade militante, tudo o que é bom deveria ser substituído pelo ruim, porque nada no mundo presta, e só a ruindade é boa. A norma foi seguida à risca pela indústria de artes e espetáculos. A música não podia ser melodiosa e harmônica, tinha de ser no mínimo dissonante, mas de preferência fazer um barulho dos diabos.

No cinema, as cenas românticas foram substituídas pelo sexo explícito. Quando todo mundo enjoou de sexo, vieram doses mastodônticas de sangue, feridas supuradas, pernas
arrancadas, olhos furados, deformidades físicas de toda sorte – fruição estética digna de uma plateia high brow.

Nos filmes para crianças, os bichinhos foram substituídos por monstrengos disformes, para protegê-las da ideia perigosa de que existem coisas belas e pessoas boas. Na indumentária, mais elegante que uma barba de três dias, só mesmo vestir um smoking com sandálias havaianas com as unhas dos pés bem compridas e sujas, é
claro.

A maquiagem das mulheres deveria sugerir que estavam mortas ou pelo menos com Aids. Quem, na nossa geração, não assistiu a essa radical inversão das aparências? Ela está por toda parte.

Logo esse princípio estético passou a ser também sociológico. O trabalhador honesto é uma fraude, só bandidos, drogados e doentes mentais têm dignidade. Abaixo o proletariado, viva a ralé. De todos os empreendimentos humanos, os mais dignos de respeito eram o
sexo grupal e o consumo de drogas.

De Gyorgy Lukacs a Herbert Marcuse, a Escola de Frankfurt ilustrou seus próprios ensinamentos, descendo da mera revolta genérica contra a civilização à bajulação ostensiva da barbárie, da delinquência e da loucura.

Vocês podem imaginar o sucesso que essas ideias tiveram no meio universitário. Desde a revelação dos crimes de Stálin, em 1956, o marxismo ortodoxo estava em baixa, era considerado coisa de gente velha e careta.

A proposta de jogar às urtigas a disciplina proletária e fazer a revolução por meio da gostosa rendição aos instintos mais baixos, mesmo que para isso fosse preciso a imersão preliminar em algumas páginas indecifráveis de Theodor Adorno e Walter Benjamin, era
praticamente irresistível às massas estudantis que assim podiam realizar a coincidentia oppositorum do sofisticado com o animalesco.

Com toda a certeza, a influência da Escola de Frankfurt, a partir dos anos 60 do século passado, foi muito maior sobre a esquerda nacional que a do marxismo-leninismo clássico.

Sem isso seria impossível entender o fenômeno de um partido governante que, acuado pela revolta de uma população inteira, e não tendo já o apoio senão da ralé lumpenproletária remunerada a pão com mortadela e 35 reais, ainda se fecha obstinadamente na ilusão de ser o heroico porta-voz do povão em luta contra a “elite”.

Dois anos atrás, que uma falha estrutural de percepção levava a esquerda nacional a confundir sistematicamente o povo com o lumpemproletariado, de tal modo que, favorecendo o banditismo e praticando-o ela própria em doses continentais, ela acreditava estar fazendo o bem às massas trabalhadoras, as quais, em justa retribuição de tamanha ofensa, hoje mostram detestá-la como à peste.

O Caderno de Teses do V Congresso do PT é um dos documentos mais reveladores que já li sobre o estado subgalináceo a que os ensinamentos de Frankfurt podem reduzir os cérebros humanos.”

Fonte:

Olavo de Carvalho

Curso Hegemonia e Cultura

Subsídios para o curso  Guerra Cultural- História e Estratégia

sistema-educacional-brasileiro

Pedagogia do Oprimido ou Pedagogia do Transgressor ?

Que a esquerda idolatra o pedagogo Paulo Freire ninguém contesta.

Que os defensores do PBL em cursos de medicina também se derretem pela “Pedagogia do Oprimido” de Paulo Freire já é uma realidade inquestionável.

Mas, o que muita gente não sabe, sem ler a obra do defensor dos oprimidos, é sua ideologia marxista em seus textos  publicados.

Os diretores e coordenadores de cursos de graduação em cursos de medicina – modelo PBL – também o exortam como o norte da pedagogia a ser seguida pelos cursos de medicina.

Só falta a canonização pelo Vaticano do “Santo Paulo Freire” – “O pedagogo dos pobres e humildes”.

Pedagogia do oprimido é pura doutrinação marxista em mais de 100 páginas.

O artigo de José Maria e Silva publicado na Gazeta do Povo resume bem quem é “O Patrono da Educação do Brasil”.

Pedagogia para tiranos

Como se estivesse inaugurando o “feminicídio”, um homem matou brutalmente a ex-mulher em um hospital de Venâncio Aires (RS), justamente quando a vítima aguardava o resultado do exame de corpo de delito devido às agressões do ex-marido. Pouco adianta, entretanto, o assassino ser enquadrado no novo tipo penal em vigor: mesmo condenado por crime hediondo, ele não será um presidiário, mas um “reeducando”, com direito a progressão de pena e visitas íntimas das futuras namoradas que poderá colecionar na cadeia.

Não é exagero afirmar que a transformação de criminosos em “reeducandos” – com graves implicações morais – é um efeito colateral das ideias de Paulo Freire. O autor da Pedagogia do Oprimido, espalhada em dezenas de idiomas pelo seu livro homônimo, assassinou Durkheim e divinizou Marx, transformando a educação numa arena política, em que o aluno concreto é sacrificado no altar da revolução. Para Freire e seus discípulos, nunca há responsabilidade individual no conhecimento e o aluno relapso ou delinquente vale até mais do que o aplicado, pois sua conduta é vista como uma contestação legítima ao sistema.

O Estatuto da Criança e do Adolescente – incubadora de criminosos juvenis, que gangrena a sociedade brasileira – é fruto da mentalidade paulo-freiriana. O ideólogo que ajudou a redigi-lo, o pedagogo Antonio Carlos Gomes da Costa, abandonou a Faculdade de Medicina ao se apaixonar pela obra de Paulo Freire. Hoje, no sistema penal brasileiro, o preso é visto como o “bom selvagem” de Rousseau, tratado não como criminoso a ser justamente punido, mas como “reeducando” – o que transfere a culpa de seus crimes para a sociedade, condenada a se sacrificar por sua “reeducação” e “reinclusão”, como se latrocidas e estupradores não passassem de crianças indisciplinadas.

Amplificada pelo pensamento de Michel Foucault, a Pedagogia do Oprimido se transformou numa tirania do transgressor. Irônico é que essa pedagogia subversiva, que condena qualquer forma de punição para o aluno delinquente ou o criminoso contumaz, não hesita em defender tiranos, contanto que sejam de esquerda. No livro que o fez mundialmente famoso, Pedagogia do Oprimido, de 1970, publicado originalmente nos Estados Unidos, em inglês, Paulo Freire defende as execuções sumárias dos camponeses cubanos por Che Guevara (louvado como uma espécie de Jesus Cristo) e se inspira na sanguinária e obscurantista Revolução Cultural de Mao Tsé-Tung, que matou 65 milhões de chineses.

Freire diz que o líder revolucionário “há de desconfiar, sempre desconfiar, da ambiguidade dos homens oprimidos” e afirma que “desconfiar dos homens oprimidos não é propriamente desconfiar deles enquanto homens, mas desconfiar do opressor hospedado neles”. Com esse salto ôntico, ele destitui o oprimido de sua humanidade e o transforma em mero hospedeiro do opressor, autorizando o revolucionário a executá-lo em nome da revolução. Tanto que justifica literalmente as execuções sumárias da ditadura cubana: “A revolução é biófila, é criadora de vida, ainda que, para criá-la, seja obrigada a deter vidas que proíbem a vida”. Paulo Freire pode ser adotado até pelos jihadistas do Estado Islâmico: afinal, eles também acreditam que não estão matando seres humanos, mas meros hospedeiros da opressão ocidental.

 

 “O mundo não será salvo pelos caridosos, mas pelos eficientes.”

Roberto Campos

Da mediocridade mais que obrigatória no cursos de medicina modelo PBL como sofisma de ensino dialógico de Paulo Freire

verdade e mentiraA mediocridade vem tomando conta das grades curriculares dos cursos de medicina alicerçado no protagonista do Século XXI – O PBL.

Problem Based Learning.

Alguns alunos dizem “Piada Barata Legalizada”.

Que pulverizou a docência nas faculdades de medicina.

E o docentes foram substituídos por médicos da Prefeitura de um Cidade X, Y, ou Z, na qual está instalada o curso de medicina, para serem os “professores colaboradores” (nos projeto pedagógico da faculdade assim está com letras itálicas para realçar a importância dos mesmos), os quais serão os supervisores do ensino, em  muitas delas, até o  4º  ano do curso de medicina.

E muitas das vezes, o “professor colaborador” é um ex-aluno da mesma  ou de outra faculdade próxima, que não entrou na Residência Médica, e que da noite para o dia ganham o  status de “Professor Colaborador Honoris Causa em PBL”.

Sofisma impecável.

Sofisma  é uma mentira, propositalmente maquiada por argumentos verdadeiros para que possa parecer real.

O filósofo Olavo de Carvalho, em seu site, no qual, vamos nos reportar ao seu belo artigo, já falava da doutrinação ideológica nas faculdades que adotam o PBL  tendo como  referencial pedagógico o comunista Paulo Freire, e sua nefasta Pedagogia do Oprimido,

Oprimido é quem tenta ler o seu livro até o final.

Talvez um Plasil e um Engov possam ajudar essa tarefa nada fácil…

Chega de PBL em cursos de medicina.

Fora Paulo Freire como o intelectual de esquerda e sua pedagogia nefasta em cursos de medicina.

Olavo de Carvalho em seu artigo Da Mediocridade Obrigatória:

“Admirar sempre moderadamente é sinal de mediocridade”, ensinava Leibniz. Uma das constantes da mentalidade nacional é precisamente o temor de admirar, a necessidade de moderar o elogio – ou entremeá-lo de críticas – para não passar por adulador e idólatra.

Já mencionei esse vício em outros artigos, assinalando que ele resulta em consagrar a mediocridade como um dever e um mérito – às vezes, a condição indispensável do prestígio e do respeito.

Mas não é vício isolado. Vêm junto com pelo menos mais dois, que o prolongam e consolidam:

O primeiro é este: Ao contrário do elogio, a crítica, a detração e até mesmo a difamação pura e simples não exigem nem admitem limite algum, nem precisam de justificação: é direito incondicional do cidadão atribuir ao seu próximo todos os defeitos, pecados e crimes reais ou imaginários, ou então simplesmente condená-lo ao inferno por lhe faltar alguma perfeição divina supostamente abundante na pessoa do crítico. Esse vício faz do efeito Dunning-Kruger (incapacidade de comparar objetivamente os próprios dons com os alheios) mais que uma endemia, uma obrigação.

O segundo é talvez o mais grave: na mesma medida em que se depreciam os méritos de quem os tem, exaltam-se até o sétimo céu aqueles de quem não tem nenhum. O mecanismo é simples: se as altas qualidades excitam a inveja e o despeito, a mediocridade e a incompetência infundem no observador uma reconfortante sensação de alívio, a secreta alegria de saber que o elogiado não é de maneira alguma melhor que ele. A compulsão de enaltecer virtudes inexistentes torna-se uma modalidade socialmente aprovada de autoelogio indireto.

Da pura depreciação de méritos reais passa-se assim à completa inversão do senso de valores, onde a mais alta virtude consiste precisamente em não ser melhor que ninguém.

Essa inversão já era bem conhecida desde a “Teoria do Medalhão” de Machado de Assis e as sátiras de Lima Barreto, mas nas últimas décadas foi levada às suas últimas consequências, na medida em que a esquerda ascendente, ávida de autoglorificar-se e depreciar tudo o mais, precisava desesperadamente de heróis, santos e gênios postiços para repovoar o imaginário popular esvaziado pela “crítica radical de tudo quanto existe” (expressão de Karl Marx).

A lista de mediocridades laureadas começa nos anos 60 com o presidente João Goulart, o arcebispo Dom Hélder Câmara, o almirante Cândido Aragão, o criador das Ligas Camponesas — Francisco Julião –, o doutrinador comunista  Paulo Freire e toda uma plêiade de coitados, erguidos de improviso à condição de “heróis do povo” e incapazes de oferecer qualquer resistência ao golpe militar que os pôs em fuga sem disparar um só tiro.

Nas décadas seguintes, o insignificante cardeal Dom Paulo Evaristo Arns transfigurou-se num novo S. Francisco de Assis por fazer da Praça da Sé um abrigo de delinquentes; o sr. Herbert de Souza, o Betinho, por ter tido a ideia maliciosa de transformar as instituições de caridade em órgãos auxiliares da propaganda comunista, foi proposto pela revista Veja, sem aparente intenção humorística, como candidato à beatificação; e o sr. Lula, sem ter trabalhado mais de umas poucas semanas, foi elevado ao estatuto de Trabalhador Arquetípico, preparando sua eleição à Presidência da República e a pletora de títulos de doutor honoris causa que consagraram o seu orgulhoso analfabetismo como um modelo superior de ciência.

Nesse ínterim, é claro, a produção de obras literárias significativas reduziu-se a zero, milhares de indivíduos incapazes de conjugar um verbo tornaram-se professores catedráticos, as citações de trabalhos científicos brasileiros na bibliografia internacional foram se reduzindo até desaparecer, o número de analfabetos funcionais entre os estudantes universitários subiu a quase cinquenta por cento e os alunos das nossas escolas secundárias começaram a tirar sistematicamente os últimos lugares nos testes internacionais, abaixo de seus colegas da Zâmbia e do Paraguai – resultado que um ministro da Educação achou até reconfortante, pois, segundo ele, “poderia ter sido pior” (até hoje ninguém sabe o que ele quis dizer com isso).

A devastação geral da inteligência lesou até alguns cérebros que poderiam ter dado exemplos de imunidade à estupidez crescente. Nos anos que se seguiram ao golpe de 1964, os partidos comunistas conseguiram cooptar, sob o pretexto de “luta pela democracia”, vários intelectuais até então cristãos e conservadores, que, travados pelo senso das conveniências imediatas, foram então perdendo seus talentos até chegar à quase completa esterilidade. Desse período em diante, Otto Maria Carpeaux nada mais escreveu que se comparasse à História da Literatura Ocidental (1947) ou aos ensaios de A Cinza do Purgatório (1942) e Origens e Fins (1943); Ariano Suassuna nunca mais repetiu os tours de force do Auto da Compadecida (1955) e de A Pena e a Lei (1959), Alceu Amoroso Lima deixou de ser o filósofo de O Existencialismo e Outros Mitos do Nosso Tempo (1951) e de Meditações sobre o Mundo Interior (1953), para tornar-se poster man da esquerda e garoto-propaganda do ridículo Hélder Câmara.

Nada disso foi coincidência. A total subordinação da cultura superior aos interesses do Partido é objetivo explícito e declarado da estratégia de Antonio Gramsci, um sagüi intelectual que se tornou, entre os anos 60 e 90 do século passado, o guru máximo das consciências e o autor mais citado em teses acadêmicas no Brasil.

Comparados aos feitos da esquerda no campo da educação e da cultura, o Mensalão, o dinheiro na cueca e a roubalheira na Petrobrás recobrem-se até de uma aura de santidade.

Enfim, o PBL dos cursos de medicina somente pode ser defendido pelo idealizador desse modelo anacrônico de ensino:

O Pedagogo Pinoquio !

pinoquio

“A educação exige os maiores cuidados, porque influi sobre toda a vida”.

Sêneca

A revolução pedagógica nas faculdades de medicina. Uma doutrinação marxista chamada PBL

Um livro que serve como importante alerta a esse perigo é Maquiavel Pedagogo, do francês Pascal Bernardin. O autor afirma, sem delongas e logo na introdução:

Uma revolução pedagógica baseada nos resultados da pesquisa psicopedagógica está em curso no mundo inteiro. Ela é conduzida por especialistas em Ciências da Educação que, formados todos nos mesmos meios revolucionários, logo dominaram os departamentos de educação de diversas instituições internacionais: Unesco, Conselho da Europa, Comissão de Bruxelas e OCDE.

No Brasil, e nas faculdades de medicina, atende pelo nome de PBL(Problem Based Learning).

Alguns alunos em movimentos universitários o denominam de Piada Barata Legalizada.

Uma denominação mais que precisa !

Segundo Bernardin, trata-se de uma nova roupagem da velha utopia comunista.

O livro conta com aproximadamente metade de seu conteúdo extraído diretamente de material dessas instituições.

É repleto de citações que mostram a “novilíngua” dos pedagogos.

Afirma Barnardin, estamos diante de técnicas de lavagem cerebral mesmo, como a dissonância cognitiva deliberada para tornar os alvos mais dóceis ao pacote de doutrinação.

Conteúdo temática nem se cogita, melhor definir os comportamentos com alunos com técnicas de psicologia para condicionar afetivamente o aluno em militante da esquerda subliminarmente, em doses de comportamentos já pré-estabelecidos, e apontados pelos facilitadores de ensino como “pílulas de biopsicossocial”.

Isso faz o poder de estrago ser muito maior, pois o comum dos mortais, “realizando simplesmente seu trabalho, sem qualquer hostilidade particular, pode-se tornar o agente de um processo de destruição terrível”.

Os professores acabam acreditando e absorvendo a missão nova, não mais de passar conhecimento objetivo em suas respectivas áreas, mas sim de modificar essencialmente os alunos e sua visão de mundo.

Essa nova abordagem pedagógica usurpa das famílias a principal função de educar, no sentido mais amplo, seus próprios filhos, transferindo tal responsabilidade para o Estado, para os professores treinados com base na mesma doutrina.

Os professores perdem a autoridade em sala de aula, e a escola transfere para o Estado se sua missão institucional está adequada por duas ferramentas avaliadoras: Enade e IGC (Índice Geral de Cursos).

As declarações dos mais influentes “educadores”, muitas contidas em documentos oficiais da Unesco, não deixam muita margem à dúvida.

A ambição moderna da pedagogia social é alterar profundamente os seres humanos, buscar uma “larga e profunda modificação das atitudes sociais em geral”.

Os pais, com seus “preconceitos”, especialmente religiosos, representam uma grande barreira a tal missão, e por isso o processo deve incorporar os pais nesta luta por mudança.

Talvez, enfrentar os pais, com o discurso de que ” os tempos são outros”, e os pais devem ser “mais flexíveis”(leia-se politicamente corretos).

Instalar o caos e o permissionismo nas escolas com essa pedagogia baseada no comunismo, e transformando os alunos incapazes para reagirem.

Nessa pedagogia nefasta como afirma Bernardin, todos os esforços dos professores devem estar voltados para acelerar essa “evolução social” e redimir certos “atrasos culturais”.

A cada encontro uma engenharia comportamental: o ser politicamente correto.

Esqueçam ensinamentos sólidos com base no conhecimento objetivo, tradicional, e o foco cognitivo da educação.

Isso tudo pertence ao passado.

As tarefas assumidas pelos pedagogos modernos são mais “progressistas”, mais abrangentes, mais “nobres”: criar seres humanos mais “conscientes”, mais engajados politicamente, mais “tolerantes”, adeptos do multiculturalismo, interculturalsimo e o criptocomunismo.

Estamos diante de uma subversão de valores morais em nome da “democratização” do ensino que, na prática, nada mais é do que a socialização das crianças e a coletivização dos espíritos.

Tudo isso, claro, com base no conhecimento “científico”, nas experiências pedagógicas e nas teorias sociais. Eis a estratégia, segundo Bernardin:

Portanto, a manobra destinada a modificar os valores articula-se assim: inicialmente, impedir a transmissão, especialmente por meio da família, dos valores tradicionais; face ao caos ético e social daí resultantes, torna-se imperativo o retorno a uma educação ética – controlada pelos Estados e pelas organizações internacionais, e não mais pela família. Pode-se, então, induzir e controlar a modificação dos valores.

Essa é uma campanha cultural globalista, com o objetivo de “inculcar nos alunos uma atitude mundialista, ensinando-lhes principalmente a reconhecer e a evitar os preconceitos culturais e a encarar com tolerância as diferenças étnicas e nacionais”, nas palavras do próprio documento de referência da Conferência Mundial sobre  Educação para Todos.

A mentalidade coletivista permeia toda essa pedagogia moderna.

As “experiências” sociais fora ou dentro da sala de aula se tornam mais importantes do que a cobrança tradicional de conhecimento. Aos alunos deve ser dada a possibilidade de “negociar e de fixar os próprios objetivos”. O “civismo” dos alunos deve ser avaliado, talvez com mais atenção do que o conhecimento objetivo.

“São dois real”, de repente, passa a ser uma forma diferente de se expressar, e não mais equivocada.

Não são teorias conspiratórias, mas conclusões feitas com base nas próprias declarações dos principais pedagogos e organizações internacionais.

Citamos John Dewey, socialista, Stanley Hall, coletivista autoritário, e Paulo Freire, marxista brasileiro, ajudou a criar uma legião de discípulos que dominaram a pedagogia em nível mundial.

Dewey rejeitava inclusive a noção de inteligência como algo individual. A inteligência “puramente individual” passa a ser um obstáculo antissocial e reacionário ao “avanço” social, que precisa ser derrubado em nome do progresso.

Qual progresso?

Aquele liderado por uma elite educada que guia uma massa de alienados?

Porque não resta dúvida de que fechar o “acesso à instrução, à verdadeira cultura e à liberdade intelectual e espiritual”, como tal revolução pedagógica efetivamente faz, acaba por condenar um enorme contingente de alunos à escravidão velada, enquanto a elite dos próprios pedagogos goza de imenso poder sobre os mesmos.

Chamar isso de educação, eis a maior falácia que pode ser feita àqueles que desejam uma educação verdadeira!

Fim do PBL e sua ideologia enganadora de ensino nas faculdade de medicina, no qual alunos nunca entraram em laboratórios por 12 meses em aulas de anatomia, fisiologia, histologia, patologia, bioquímica, farmacologia, etc.

Antes preferem discutir o biopsicossocial do paciente, e não sobre a fisiopatologia da doença.

Fim de ensinamento socialista nas faculdades de medicina !

E fim do slogan “opressores e oprimidos”, “aprender a aprender”,  e “dever do indivíduo destruir os opressores e lutar a favor dos oprimidos pela crítica do biopsicossocial”.

E aí os melhores cérebros que apenas não compactuam com esse carnaval ideológico são drasticamente marginalizados e enterrados num desperdício para o país. Aí fica a pergunta, quando as universidades brasileiras vão ter coragem de gritar: Adeus, Lenin. Adeus,  Karl Marx!

PBL EM FACULDADES