Arquivo da categoria: Saúde Pública

Diretório Acadêmico Christiano Altenfelder recebe apoio do Diretório Acadêmico da Unicamp

moção de apoioA Direção Geral da  Faculdade de Medicina de Marília (Famema), após movimento estudantil que foi deflagrado em Assembleia Geral dos Estudantes ocorrida no dia 03 de outubro – movimento idealizado pelo Diretório Acadêmico Christiano  Altenfelder (DACA)- ainda não se manifestou com alguma posição oficial às reivindicações dos alunos.

Os alunos solicitam melhorias, tais como contratação de professores nas cadeiras básicas,  construção de refeitório universitário, construção de salas de aulas e melhora na qualidade do ensino superior, pois os alunos do curso de medicina questionam o atual modelo PBL, sem aulas  e ou laboratórios nas cadeiras básicas: anatomia, histologia, fisiologia, bioquímica, imunologia, microbiologia, farmacologia,  parasitologia e  patologia.

O movimento foi deflagrado no dia 04 de outubro, e após reunião com a Diretoria de Graduação no dia 03 de outubro, houve consenso de se esperar 15 dias para se aguardar as exigências  apontadas na Assembleia Geral do Daca com os alunos da Famema.

O movimento com enorme adesão dos alunos da Faculdade de Medicina de Marília (Famema), foi amplamente divulgado pelo Jornal o Estado de São Paulo.

Em Marília, os alunos fizeram grande manifestação exigindo resolução dos problemas que ocorrem na graduação, tais como rediscutir o  atual modelo de ensino:  o PBL (Problem Based Learning), ou ABP (Aprendizagem Baseada em Problemas).

O PBL, que é na verdade,  mais  uma  modelo pedagógico de ensino, e não o fim em si mesmo, é aplicado na Famema sem o necessário cuidado em se oferecer os conteúdos teóricos mínimos durante o curso de graduação de medicina, e por tal motivo obriga os alunos a procurarem durante a graduação a realização de “cursos preparatórios” como  Med Curso, SJT e outros, se quiserem entrar em Residência Médicas pelo país.

O descaso ao longo dos últimos meses com os alunos da 4º ano do curso de medicina, os quais devem se deslocar a cidade de Garça para realizarem estágio com “professores colaboradores” em USF , provocou muita revolta entre os alunos, embora os alunos tenham solicitado em reunião, acontecida no final do primeiro semestre, que essa situação fosse mudada pela Coordenadoria do Curso de Medicina da Famema.

Final do primeiro semestre, e quase ao final do segundo semestre,  nada mudou na instituição, segundo relatam os alunos, e diante de tais fatos, os alunos lutam por implemento de mudanças já, sob pena de greve  nos próximos dias.

O DACA reivindica que a faculdade de medicina volte a ter aulas magnas com conteúdos teóricos ao longo do curso, e não apenas o modelo pedagógico PBL, e a necessidade de rediscussão dos critérios de avaliação, a qual é feita hoje na instituição por meio de currículo de competência,  e ainda por meio de conceitos satisfatório e ou insatisfatório em conceito subjetivo emitido por docente ou docentes.

As aulas podem e devem ser dadas sim, e desenvolvidas em diversos cenários, tais como, Unidades Básicas de Saúde, em Unidades de Saúde da Família, em laboratórios de ensino, e em ambulatórios de especialidades, com aquisição de conceitos teóricos em atividades práticas para efetividade do aprendizado.

Os alunos relatam que esperam  futura encampação da Famema pela Unesp, Unicamp ou USP, e que almejam o equilíbrio com a utilização de  ferramentas e modelos pedagógico à instituição, mesclando aulas magnas, rediscussão do PBL na instituição, e criação de laboratórios de ensino-apredizagem.

O  DACA recebeu apoio do Diretório Acadêmico da  Faculdade de Medicina da Unicamp – Adolto Lutz  por meio de moção de  apoio ao movimento dos alunos em suas reivindicações que se fazem pertinentes e necessárias na Famema.

Um movimento estudantil jamais visto na Famema.

Alunos querem rediscutir o modelo de ensino:

“O PBL made in Brasil” !

Não ao sucateamento da educação em ensino superior com recursos públicos.

A sociedade brasileira não merece!Em defesa de ensino superior com qualidade  !

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Drogas anticonvulsivantes ou antiepilépticas. Seminário. Curso de Medicina da Famema

medicamentos 12Seminário  apresentado pela aluna do 4º ano do curso de medicina – Helena Ramos Daoud  Yacoub- em estágio do Ambulatório Mario Covas- Cefaleia em revisão de drogas anticonvulsivantes ou antiepilépticas.

Excelente revisão feita pela acadêmica do curso de medicina da Famema.

Importante revisão evidenciando as diferenças nos mecanismos de ação (farmacodinâmica) das drogas anticonvulsivantes.

A compreensão dos diferentes mecanismos desses fármacos utilizados no tratamento da epilepsia é de  fundamental  importância para o sucesso do tratamento.

Alguns desses fármacos ainda não estão disponibilizados na rede básica de saúde, como o topiramato, que ainda é considerado medicamento de alto custo.

O topiramato é tanto indicado no tratamento das crises convulsivas, como também como profilaxia para a migrânea.

O tratamento da epilepsia deve ser iniciado apenas com um fármaco, em dose eficaz.

Se o efeito obtido não for satisfatório, deve ser substituído ou associado a outro.

Nas crises generalizadas, os fármacos mais usados são o ácido valpróico e a carbamazepina.

Nas crises focais, a  carbamazepina parece ser o mais eficaz e, no estado de mal epiléptico, o fármaco de primeira escolha é a fenitoína por via intravenosa (fosfenitoina), seguida de fenobarbital .

Em outras situações difíceis de controlar recorre-se a outros fármacos, como o clonazepam, a etossuximida e a vigabatrina, e outros, ou mesmo a associações de antiepilépticos.

Em qualquer tipo de epilepsia a supressão brusca do tratamento não é recomendável, pelo risco de reaparecimento da sintomatologia.

Quando se torna necessário a substituição de um fármaco, faz-se a introdução do segundo, retirando, gradualmente, o primeiro.

A posologia deve ser estabelecida caso a caso, tendo em conta a gravidade da situação, a idade, a resposta à terapêutica, a profissão, etc.

A dose de manutenção de qualquer antiepiléptico deve ser a mínima necessária para manter o doente livre de crises.

Como o tratamento com estes fármacos é, em regra, prolongado, torna-se necessário estar atento às possíveis reações adversas, hepáticas, hematológicas e renais pela elevada frequência com que ocorrem com esses fármacos.

A lamotrigina é utilizada em monoterapia, e não deve ser utilizada em doentes com idade inferior a 12 anos, ou no tratamento adjuvante de crises parciais. Nesta situação está indicado o  topiramato, quando aquelas crises não são satisfatoriamente controladas por outros antiepilépticos.

O Ambuatório de Cefaleia recebe encaminhamentos do Departamento Regional de Saúde IX do Estado de São Paulo.

Lutemos por uma Saúde Pública com qualidade !

Bowl filled with pills and hand with spoon on a table
Bowl filled with pills and hand with spoon on a table

CPI da Fumes reaberta pelo Poder Judiciário

lupaNesse mês de setembro de 2011  há decisão  fundamentada em sentença proveniente de Mandado de Segurança prolatada pela juíza Ângela Martinez Henrinch, cassando a liminar que impedia a  CPI da Fumes (Fundação Municipal de Ensino Superior de Marília), e por isso a mesma foi reaberta.

Assim foi a sentença:

In verbis:

“Assim, considerando que a impetrante (Fumes) não trouxe aos autos a prova da violação a direito líquido e certo que alega ter, a denegação da segurança postulada é medida que se impõe. Posto isso, julgo improcedente o presente mandado de segurança impetrado pela Fundação Municipal de Ensino Superior de Marília, por consequência, casso a liminar 121/123”, proferiu em sentença a juíza Ângela Martinez Heirinch.

A CPI da Fumes criada para investigar os repasses de R$ 240 milhões do orçamento municipal entre os anos de 2006 e 2010 foi reiniciada no dia 14  de setembro de 2011,  após receber parecer do Departamento Jurídico da Câmara confirmando que o Tribunal de Justiça negou recurso da autarquia Famema.

A CPI instalada em maio do ano de 2010 foi suspenso no dia 14 de julho seguinte, quando o juiz substituto Henrique Berlofa Vila Verde expediu liminar em Mandado de Segurança impetrado pela Fumes.

A dívida  gigantesca (FGTS e INSS não recolhidos) inviabilizou  os repasses de dotação orçamentária para a FUMES, e  nesse diapasão há quatro anos os repasses de verbas  públicas para a autarquia Famema  são  transferidos para a  Famar (Fundação de Apoio à Faculdade de Medicina de Marília), que é  uma fundação de direito privado, porém com aspecto sui generis (verbas públicas), criada às pressas para conseguir repasses ao complexo Famema, que inclui além do Hospital das Clínicas I, II e III, Ambulatório Mário Covas, Hemocentro e o  pagamento dos servidores da Famar e Fumes.

A CPI também quer informações sobre a constituição da Famar, fundação privada que hoje administra os recursos para a autaruia de ensino e Hospital das Clínicas de Marília.

Estima-se que a CNPJ Fumes e CNPJ Famema  devam  R$ 500 milhões em passivos de INSS e Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) .

A CPI havia sido trancada a pedido da Diretoria Geral da Famema (Diretor José Augusto Alves Ottaiano), antes mesmo do início das investigações, logo após sua instalação na Câmara Municipalde Marília com a alegação de que a Fumes já é fiscalizada pelo Tribunal de Contas de São Paulo.

Somente a auditoria  realizada pela CPI para se  detectar o que houve nesses últimos anos das Diretorias Gerais da Famema e Fumes,

A CPI será fundamental e necessária, pois, em momento posterior, ao se  discutir a possibilidade de encampação da Famema por uma Universidade – USP, UNESP ou UNICAMP, essa dívida será um empecilho para encampação futura.

Entendo ser necessária a investigação,  pois  toda administração pública já é avaliada anualmente pelo TCE- Tribunal de Contas do Estado (TCE), o  qual apontou irregularidades na Fumes.

Sendo assim foi criada a Famar para se manter os repasses do poder público para a autarquia Famema, pois a insolvência financeira da Fumes a impede de receber verbas da Secretaria de Desenvolvimento Econômico.

É o que assevera a Constituição Federal.

Assim, temos na mesma instituição – Autarquia, lei 8898/94, Fumes que não foi extinta à época da estadualização da Famema em 1994, mas que era para ser extinta, e a Famar criada em 2007 quando o TCE  constatou irregularidades na Fumes.

A CPI é o caminho para se investigar, além do Ministério Público,  por meio de uma Ação Civil Pública, para se  detectar em que momento os repasses ao  INSS não foram feitos, bem como o FGTS não foram depositados nas contas dos servidores.

A administração pública é impessoal, aliada aos conceitos de probidade e moralidade.

Os  docentes ocupantes de cargos públicos, em faculdades e ou unviersidades, são temporários , mas a instituição fica e permanece.

A CPI não é contra a  atual administração, mas sim verificar como está o exercício da administração pública indireta – autarquia, Famar e a Fumes.

CPI será útil e necessária para a saúde pública de Marília.

cpi-dolar “Em política, tal como na moral, é um grande mal não fazer bem, e todo o cidadão inútil deve ser considerado um homem pernicioso”.

Jean Jacques Rousseau

Jornal O Estado de São Paulo registrou a passeata dos alunos da Famema questionando o modelo de ensino PBL da Famema

passeataOs alunos por orientação do Diretório Acadêmico  Christiano Altenfelder entregaram a prova – Teste de Progresso – com o mínimo de acerto possível como forma de protesto no dia 06 de outubro de 2011.

Veja o texto do Jornal o Estado de São Paulo

Alunos da Faculdade de Medicina de Marília (Famema) fizeram nesta quinta-feira uma passeata antes e um protesto durante a Prova Progresso Inter-institucional, aplicada a alunos de Medicina do 1º ao 6º anos em todo o Estado. Segundo os estudantes, o objetivo era chamar a atenção do governo estadual “para o sucateamento da universidade”.

Originalmente, líderes do movimento prometeram boicotar a prova, mas, segundo o aluno do 3º ano Luiz D’Elia Zanella, de 28 anos, a ideia mudou para um esforço para tirar a menor nota possível. “A instrução era, nas questões em que o aluno sabia a resposta certa, marcar outra, e chutar quando não soubesse”, explicou. Coordenador cultural do diretório acadêmico, Luiz afirmou que “houve uma grande adesão” à passeata e que “a grande maioria dos estudantes” saiu da prova no tempo mínimo de duas horas. O próprio Luiz diz que se esforçou para marcar o gabarito mais errado possível.

A Prova Progresso não é assinada, conta Luiz. Não há forma de saber a nota que um determinado aluno tirou: ela serve apenas como diagnóstico do aprendizado na faculdade como um todo. 

A assessoria de imprensa da Famema disse que a faculdade atenderá até o fim de outubro uma das demandas dos estudantes: um prédio próprio para a graduação. Também criaram um ‘grupo gestor de graduação’, que reunirá representantes de alunos, professores e direção da faculdade, e deve se reunir pela primeira vez na semana que vem. A Famema informou ainda “estudar a possibilidade” de realizar novos concursos. Segundo Luiz Zanella, os alunos estão deixando de realizar atividades por causa da escassez de professores. Dois concursos realizados este ano, disse, não foram suficientes para atender à demanda.

A secretaria paulista de Desenvolvimento, responsável pelas universidades estaduais, informou que os repasses para a Famema cresceram este ano. Lei de dezembro de 2010 fixou previsão de R$ 55 milhões para 2011, contra R$ 48 milhões do ano passado e R$ 52 milhões em 2009. O repasse em 2008 foi de R$ 42 milhões. O governo também informou que, por serem autarquias, não interfere ou dá orientações às universidades nesse tipo de situação.

No 3º ano de Medicina, os alunos da Famema têm aulas em três “estações”: saúde da mulher, da criança e do adulto. Normalmente, ao final do ano, o desempenho do aluno é avaliado nas três áreas. Luiz contou que a direção da faculdade anunciou que, neste ano, os alunos serão avaliados em apenas uma das três, definida por sorteio.

O Daca- Diretório Acadêmico da Faculdade de Medicina de Marília (Famema) também enviou carta ao colunista e editor da Revista Carta Capita Luis Nassif no dia 05/10/2011.

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Reunião de Integração Clínica – Abdômen Agudo na Infância

duvida 3No dia 05 desse mês de outubro  aconteceu nas dependências na  Faculdade de Medicina de Marília a Reunião de Integração Clínica, a qual é coordenada pelo Prof. Dr. Daher Sabbag Filho, docente de Genética Clínica da Famema, com a presença do professor José  de Freitas Guimarães Neto, docente da disciplina de cirurgia pediátrica,  que abordou o tema – Abdômen Agudo na Infância.

O seminário dedica-se de forma profunda na descrição das mais variadas etiologias do abdome agudo ao longo de toda a infância, com a respectiva ênfase a respeito da metodologia diagnóstica e das propostas terapêuticas cirúrgicas pertinentes, discriminando de maneira extremamente didática as diferentes faixas etárias que constituem o ramo de abrangência da pediatria, a saber: período neonatal e de lactente, pré-escolar e escolar.

O Abdome Agudo é uma entidade patológica que caracteriza-se por dor abdominal de instalação súbita, vômitos e parada de eliminação de fezes, acompanhados muitas vezes por distensão abdominal e pode ser classificado como: obstrutivo, perfurativo, hemorrágico e inflamatório.

O Abdome Agudo Obstrutivo cursa com os seguintes sintomas e sinais: cólicas, vômitos (mais precoces quanto mais alta a obstrução, vômitos fecalóides e biliosos são tardios), parada de eliminação de gases e fezes, massa tumoral palpável no local da obstrução, distensão abdominal e peristaltismo visível e radiologicamente observa-se distensão com diferença no calibre das alças e nível hidroaéreo.

O Abdome Agudo Perfurativo apresenta-se com dor  e distensão abdominal aguda, sinais de irritação peritoneal e vômitos e à radiologia visualiza-se, na maioria das vezes, pneumoperitôneo.

O Abdome Agudo Hemorrágico manifesta-se por dor abdominal aguda, sinais de irritação peritoneal, sinais de choque periférico, eventualmente, aliás, na maioria das vezes, história prévia de trauma e na radiografia,  sinais de líquido na cavidade abdominal.

O Abdome Agudo Inflamatório caracteriza-se por dor abdominal de caráter progressivo, febre, vômitos, parada de eliminação fecal e sinais de irritação peritoneal e à Radiologia, distensão de alças intestinais com níveis hidroaéreos.

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Marcha dos alunos da medicina da Famema pelas ruas de Marília por melhorias no ensino

famema-passeata-2-300x225Na manhã de hoje os alunos da medicina não satisfeitos com a inércia da Coordenadoria do Curso de Medicina, que insiste em manter o “PBL made in Brasil” a todo e qualquer custo, e ainda serem supervisionados por profissionais de saúde da rede básica, que sequer fizeram Residência Médica, mas que agora passaram a ser os “professores colaboradores”, provocou uma marcha pelas ruas da cidade de Marília contra a metodologia implementada na instituição

Vale lembrar que não há aulas de anatomia, fisiologia,  bioquímica, parasitologia, patologia, enfim,  nada de disciplinas das cadeiras básicas.

Um detalhe que não pode passar despercebido é  que há somente uma  professora e anatomia para os 480 alunos da medicina e 160 da enfermagem.

Somente para tirar dúvidas…

Nada de aulas…

Não há aulas práticas de fisiologia, atividades em laboratórios, aulas de patologia macroscópica e estudo de lâminas evidenciando as lesões histológicas que acometem os vários tecidos do corpo.

Como formar alunos de medicina sem disciplinas básicas ?famema-passeata-1-300x225

Movimento legítimo, pois as faculdades que adotaram a aprendizagem baseada em problemas, tais como UEL (Londrina) e PUC (Campinas), adotaram-na após os ciclos básicos na pedagogia tradicional, ou modelo híbrido (PBL + pedagogia de transmissão).

Entendo que fazer um Teste de Progresso, sem ter aulas na instituição, é no mínimo paradoxal, pois os alunos  não receberam tal conhecimento da instituição.

É lógico, então, o movimento  dos alunos…

A USP, UNICAMP, UNESP não adotaram esse modelo de ensino nos cursos de medicina,  e são muito bem conceituadas tanto no Enade [ainda que a USP não faça o Enade] como na avaliação do Guia do Estudante.

Aliás todas 5 estrelas.

E a Famema 3 estrelas.

Os alunos esperam posição da Coordenadoria do Curso de Medicina da Famema.

O maior movimento por lutas nas mudança de pedagogia está ocorrendo na instituição em 2011.

O jornal – O Estado de São Paulo –  assim publicou  a marcha dos alunos !

“São a força e a liberdade que fazem os homens virtuosos.                       A fraqueza e a escravidão nunca fizeram nada além de pessoas más”.

Jean Jacques Rousseau