Semiologia Neurológica. Seminário. Curso de Medicina da Famema

semiologia - fundo pretpSeminário apresentado pelo aluno Eduardo Perillo Mendes de Vasconcellos durante estágio eletivo de Neurologia  pela Faculdade de Medicina de Marília (Famema) – disciplinas Neurologia e Educação em Ciências da Saúde – Ambulatório  Mário Covas – Semiologia Neurológica.

A semiologia neurológica só é possível de ser interpretada e compreendida pelo aluno de medicina,  se o aluno  possuir conhecimentos de neuroanatomia, e porquanto, estudos em livros de neuroanatomia  e atividades práticas em laboratórios de anatomia são de fundamental importância para o entendimento dos sinais e sintomas que se apresentam em doenças neurológicas.

Importante  a aplicação e o conhecimento de semiologia neurológica para os alunos  curso de medicina que fazem estágio obrigatório, ou eletivo, no Ambulatório de Neurovascular, ou mesmo em Unidade de Terapia Intensiva .

A disciplina de Educação em Ciências da Saúde da Famema enfatiza a importância do aluno de medicina se apropriar desse conteúdo temático para o exercício da medicina no futuro com padrão de excelência profissional.

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“Só fazemos melhor aquilo que repetidamente insistimos em melhorar. A busca da excelência não deve ser um objetivo, e sim um hábito”.

Aristóteles

Tese de doutoramento avaliou cursos de medicina e aponta aprendizagem superficial!

farsaNo Estado Neoliberal na vertente e enfoque da organização  político-organizacional, a educação deve ser de qualidade para quem deseja pagar para tê-la, isto é, o Estado somente tem o dever de oferecer o ensino fundamental.

Começou no mundo nos anos de 1970, e no Brasil chegou com o  ex-presidente Fernando Henrique Cardoso  em 1994.

Neste modelo de governo neoliberal, o ensino médio de qualidade deverá  ser pago pelo cidadão  brasileiro pagar para educar seus filhos, se quiserem qualidade.

No ensino universitário a mesma tendência política já começa a se perfilar em algumas faculdades e universidades.

A excelência no padrão de ensino da  USP, UNESP, UNICAMP, e outras universidades federais custa caro aos cofres dos Estados Federados e da União.

Muitos docentes – mestres, doutores, livre-docente, titulares.

Muito dinheiro para a remuneração desses professores, principalmente quando eram contratados no regime estatutário.

No Estado de São Paulo os últimos concursos públicos nesse regime jurídico foi em 2003, e posteriormente no regime CLT.

Então, a solução encontrada na nova proposta de ensino para minimizar custos tem duas vertentes:

Ensino à Distância  (EAD) e o PBL (Problem Based Learning).

Menos professores presenciais.

No EAD, um professor transmite a aula por internet banda larga (teleconferência), e os alunos assistem.

Custo reduzido.

Outra forma de baratear custo, é adotar o “PBL made in Brazil”  em faculdades no ensino superior.

Sob a égide que a pedagogia de transmissão de conteúdos (ensino modelo tradicional) não é a melhor para o processo ensino-aprendizagem, os pedagogos afirmam que a aprendizagem baseada em problemas (ABP ou do inglês PBL) – casos clínicos propostos para alunos  universitários – ainda que, sem aulas ou seminários,  e sem laboratórios nas disciplinas básicas, é muito superior ao modelo tradicional.

O “facilitador de ensino”, argumentam os ufanistas defensores do “PBL made in Brasil”, não precisa saber os conteúdos temáticos dos casos clínicos.

Basta apenas  conduzir a  sessão tutorial ( se o tutor precisar há o guia tutorial para se socorrer de perguntas  realizadas pelos alunos).

Nada mais!

Se o aluno tiver dúvida, é só apontar para  o caminho da biblioteca, e  quando existem com acervo adequado (número suficiente de livros e atualizados).

Sai de cena o facilitador de ensino ou tutor, e deixa a busca por conteúdos temáticos para os alunos.

Nenhum compromisso do docente de ensinar.

E o docente nem precisa ser qualificado, pois existe nesse  modelo do “PBL  made in Brasil” a figura do “professor colaborador”, sem pós-graduação, e sem Residência Médica.

Nem Residência Médica precisa ter…

Afinal, na lógica do “PBL made in Brazil”, é o “professor colaborador” que ouve as questões de aprendizagem propostas pelos os alunos, ou seja, são os alunos quer sugerem as perguntas e os temas a serem discutidos na próxima sessão tutorial e ou encontro em USF e ou UBS.

Se houver forte pressão dos alunos, há sempre a  aleivosia  pedagógica por parte do docente e ou  “professor colaborador” sugerir a busca por  questionamentos apontando o caminho da biblioteca da faculdade.

Ou nas apostilas do Med Curso…

Nada de ensinar.

Nem laboratório para atividades práticas existem na grade curricular do curso de medicina (anatomia,  histologia, fisiologia, parasitologia, patologia etc.) .

Aulas nem pensar.

Basta o aluno estar inserido no SUS – rede de atenção básica – que está ótimo.

Afinal, seguem a orientação  das Diretrizes Curriculares do Curso de Medicina.

Conhecer o SUS !

A lógica é centrada no aluno.

Se o aluno não for aprovado na graduação: culpa do aluno !

Se entrar em Residências Médicas de renome nacional: mérito do “PBL made in Brazil” implantado dessas faculdades  (lembrando que o SJT  e o Med Curso preparam os alunos durante  dois a três anos,  pagos pelos pais dos alunos para se apropriarem de conteúdos temáticos necessários ao concurso de Residência Médica).

Basta seguir os passos tutoriais, e tudo acaba bem nesse modelo de ensino.

Cada facilitador segue os “passos tutoriais”.

Nesse diapasão, o MEC vai paulatinamente  modificando cursos de medicina com a desídia de diretores  de graduação em nada preocupados  com a qualidade do ensino.

Antes , rendem-se ao novo paradigma pedagógico.

No anos 2000 surgiu o Promed – Projeto de Incentivo a Mudanças Curriculares para os Cursos de Medicina- que injetou  alguns milhões de reais depositados nas contas das faculdades simpatizantes ao método “PBL  made in Brazil”  (cotas de RS 1,2 milhões de reais/ano no período de três anos no período de implantação do PBL, e depois o depósito anual  para as faculdades que permanecem fiéis ao método PBL) para estimularem as mudanças na matriz curricular das mesmas, inserindo precocemente os alunos na rede de atenção básica.

Outrossim, alunos não precisão ter conhecimentos dos últimos 20 séculos.

Antes o mantra : aprender a aprender”.

Esse sofisma basta !

Surreal…

Interessante que quando queremos  e pretendemos algo na vida, contratamos o melhor profissional em conhecimento.

Percebe-se que existirão faculdades de medicina que formem médicos para trabalharem na rede de atenção básica, e outras que formem especialistas.

Haverá dois tipos de médicos.

O discurso do biopsicossocial na formação do aluno, que se instrui sem auxílio do professor(discurso introduzido pelo comunista Paulo Freire em sua obra Pedagogia do Oprimido, o qual  tinha como ídolos Fidel Castro, Stalin, Mao Tsé – Tung, etc).

Um sofisma, que muitas vezes, engana até professores experientes.

Na tese de doutoramento de  Guilherme Souza Cavalcanti Albuquerque, o qual compara o PBL na Faculdade de Medicina da Universidade de Londrina com o modelo tradicional da  Faculdade de Medicina de  Curitiba UFPR, há na conclusão da tese de que o modelo PBL  é inovador, mas a aprendizagem dos alunos é superficial (grifei).

Assim, na conclusão de  sua tese de doutoramento, não qualificou o PBL como ferramenta de ensino/pedagogia a ser implementada em cursos de medicina.

A tese diz tudo que um neófito motivado pelo PBL sabe:

Aprendizagem superficial !

Um estelionato pedagógico !

estelionato “Acreditamos saber que existe uma saída, mas não sabemos onde está. Não havendo ninguém do lado de fora que nos possa indicá-la, devemos procurá-la por nós mesmos. O que o labirinto ensina não é onde está a saída, mas quais são os caminhos que não levam a lugar algum “.

Noberto  Bobbio

Docente, amigo, conselheiro. Saudades dos seus eternos alunos da Famema

saudades sem fmMorreu na tarde de ontem – 30/06/2012 – aos 71 anos, vítima de complicação  operatória, o docente de dermatologia da Famema  Spencer  de Domênico Sornas.

Spencer nasceu em Marília e foi professor da Famema por 40 anos, sendo titular da disciplina de Dermatologista da Famema.

Ótimo professor, elegante no trato com os pares.

Bem humorado.

Fui seu aluno, e aprendi semiologia com o professor no ano de 1985.

Semiologia no hospital à beira do leito.

Pacientes reais.

Sem atores e manequins.

Semiologia real, não imaginária, não em atores, não em fotos de livros.

Justo na cobrança de metas na disciplina de semiologia.

Também fui seu paciente.

Aluno, amigo de profissão e paciente.

Conheci o professor Spencer em todos os cenários que a vida pode proporcionar na medicina.

Em todos os cenários o professor sempre coerente,  sincero, não afeito aos modismos que a  vida poderia lhe infligir.

Esquecido pela  instituição nos últimos anos, pois  não o via nas atividades  da primeira à quarta-série.

Duas hipóteses: somente quis  permanecer na disciplina de dermatologia, ou nunca foi convidado para as novas mudanças ocorridas na instituição, as quais (PBL-Problem Based Learning), me confidenciou por inúmeras vezes, que não as aceitava.

Mas, nunca foi ouvido para isso.

Enfim, muitos  docentes não foram ouvidos.

Também nunca fui ouvido.

É  uma política de Estado.

Na pior das hipóteses,  cria-se um cenário artificial institucional dando a impressão que o docente será ouvido.

Mas, a não mudança já está decidida antes de começar a reunião.

Foi em uma desses cenários – uma oficina de internato, a qual o professor Spencer, me disse:

“Marchioli, eu não suporto esse novo modelo de ensino. Me sinto deslocado com esse modelo. Os alunos não aprendem nas cadeiras básicas, e depois querem aprender medicina como?”.

Lembro-me bem dessa frase.

Dita no  ano de 2008.

Em 2012, concordo em  gênero, número e grau com o professor.

Vejo isso nos ambulatórios de neurologia.

Os alunos não tem culpa.

Também não serão ouvidos.

Que visão do professor Spencer em 2008 !

Previu o que hoje vivenciamos.

O novo ensino  neoliberal: pedagogia tecnicista, pedagogia por competência, e a corrente escolanovista.

Não precisa de conteúdos.

Só aprender a aprender.

O professor sempre estará em minha memória.

Suas correções da minha anamnese, exame físico, e a terapêutica pertinente ao caso  clínico (terapia aplicado ao caso concreto).

Mais que um professor, um amigo que perdemos.

Como não há mais mais Departamento de Clínica Médica na Famema…

Minhas homenagens da disciplina de Educação em Ciências da Saúde.

Obrigado professor Spencer pelos ensinamentos !

“O que temer? Nada. A quem temer? Ninguém.
Por quê ? Porque aqueles que se unem a Deus obtém três grandes privilégios: onipotência sem poder; embriaguez  sem vinho e vida sem morte”.

São Francisco de Assis

 

Registro em tempo. Perdeu-se parte da história da disciplina da anatomia da Famema

lutoMeus pêsames à familia Ansuino pela morte do ex-funcionário da da Famema Lídio Ansuino.

Faleceu dia  19/06/2012.

Homem de história a ser seguida na Famema  por outros funcionários, e por mim também, onde sou docente.

Lotado  no Departamento de Anatomia, apenas  Lídio como assim o chamávamos era o funcionário que preparava o antigo, e ainda atual, laboratório de anatomia.

Bons tempos.

Ano de 1983.

Entrei na faculdade, após vestibular concorrido.

Calouro de medicina na Famema encontro Lídio no laboratório de anatomia.

Sempre ansioso em deixar o laboratório impecável para as atividades práticas de anatomia.

Motivo:  dissecar cadáveres para os alunos aprenderem anatomia.

Hoje não sem tem mais essas atividades na faculdade.

Motivo: “PBL made in Brazil”

Mas, enfim, eram atividades de 8 horas por dia.

Minha mesa era a de número 3.

Seis  alunos por mesa no laboratório.

Laboratório modesto é verdade.

Os professores sempre prontos a ensinar: Ramón Sabaté Manubens,  Jackson Bittencourt, Gérson Chadi, Eládio Pessoa, e outros.

Lídio sempre nos ensinando a manutenção das peças cirúrgicas, do cadáver após a dissecação.

Que aprendizado fantástico.

Nem me imaginava no primeiro ano de medicina tantas atividades durante um ano.

No ano de 1986 fui monitor de anatomia, e repassava as atividades teórico-práticas.

Lídio sempre  próximo, quando estava em alguma dificuldade.

Estou para dizer que  Lídio sabia mais anatomia que muitos médicos  formados nessa “pedagogia de  vanguarda modelo PBL”, e centrada em alunos, que se debruçam em fotos de livros, mas não em peças cirúrgicas, e nunca dissecaram um cadáver.

Recentemente, o doutor Ramón Sabaté Manubens me mandou um e-mail  informando que estava muito triste pela perda de  atividades  práticas de anatomia.

O Museu  de Anatomia da Famema está praticamente abandonado nos porões do Hospital das Clínicas de Marília.

Até formol está em falta em alguns acrílicos com peças  de anatomia.

Mas, enfim, meus pêsames à família Ansuíno

Deixa Veralice Ferres Ansuíno (viúva), e filhos: Vera Cláudia Feres Ansuíno e William Ailton Ferres Ansuíno.

A Famema perdeu parte da sua história no antigo Departamento de Anatomia, hoje extinto infelizmente  pelos novos caminhos implantados pela pedagogia tecnicista, escolanovista e de competência na instituição.

Funcionário a ser lembrado por muitos anos.

Exemplo a ser seguido pelos mais jovens.

Meu texto, é apenas, uma simples  narrativa de enaltecer Lídio, que ensinou tantos alunos a serem médicos.

Aprendi com ele.

A disciplina de anatomia da Famema não teria existido sem Lídio.

Registro em tempo!

“Deus costuma usar a solidão
Para nos ensinar sobre a convivência.
Às vezes, usa a raiva para que possamos
Compreender o infinito valor da paz.
Outras vezes usa o tédio, quando quer
nos mostrar a importância da aventura e do abandono.
Deus costuma usar o silêncio para nos ensinar
sobre a responsabilidade do que dizemos.
Às vezes usa o cansaço, para que possamos
Compreender o valor do despertar.
Outras vezes usa a doença, quando quer
Nos mostrar a importância da saúde.
Deus costuma usar o fogo,
para nos ensinar a andar sobre a água.
Às vezes, usa a terra, para que possamos
Compreender o valor do ar.
Outras vezes usa a morte, quando quer
Nos mostrar a importância da vida”.

Paulo Coelho

Gestores Públicos que não repassam contribuições ao INSS são predadores da sua aposentadoria

apropriação indébitaAntes do advento da Lei 9.983/00, que revogou o artigo 95 da Lei 8.212/91, e tipificou a mesma conduta no artigo 168-A do Código Penal Brasileiro, o entendimento jurisprudencial era de que o desconto da contribuição previdenciária, e o não repasse decorrente aos cofres do INSS, constituía crime se e somente se o responsável legal da fundação pública ou privada demonstrasse a intenção de apropriar-se dos valores, e fosse comprovada a sua má-fé.

Sobre esse comportamento, a Lei 9.983, de 14 de julho de 2000, inseriu no Código Penal Brasileiro por meio do Artigo 168-A o crime de Apropriação Indébita Previdenciária.

Segundo esse artigo, “Deixar de repassar à previdência social as contribuições recolhidas dos contribuintes, no prazo e forma legal ou convencional” gera “Pena – reclusão, de 2 (dois) a 5 (cinco) anos, e multa”.

Diz o parágrafo 1º do citado artigo que “nas mesmas penas incorre quem deixar de: I – recolher, no prazo legal, contribuição ou outra importância destinada à previdência social que tenha sido descontada de pagamento efetuado a segurados, a terceiros ou arrecadada do público.”

Atualmente, o Superior Tribunal de Justiça entende que alegada ausência de dolo genérico ou específico, que justificaria a defesa do acusado, não é mais argumento suficiente a descaracterizar referido ilícito.

Sustenta que não é suficiente alegar dificuldades financeiras da empresa a justificar o não repasse ao cofre da entidade previdenciária, uma vez que o numerário sequer lhe pertence, pois, é dos empregados, porquanto deveria repassá-los e pronto, não o fazendo o crime está caracterizado.

Essa conduta  em não repassar os valores para o INSS,  ocorre nos administradores públicos e seus subordinados.

Conforme a lei, para a configuração do crime basta “deixar de repassar”, tendo uma conduta omissiva, sem a necessidade da modalidade dolosa.

Fazer acordos a posteriori, às pressas para o pagamento ao INSS do que lhe é devido, não anula o ilícito produzido, o qual continua passível de ser punido.

Em Marília, tal conduta vem sempre consubstanciada na falsa ideia de que ninguém (leia-se servidor público de fundação pública ou privada) irá  perceber o não pagamento do INSS.

Pior ainda, é que o servidor terá sua aposentadoria comprometida por não estar a empresa ou instituição não recolhendo os valores mensais ao INSS.

Esses gestores dissimulados e cancerígenos na Administração Pública  Direta ou Indireta devem ser duramente  denunciados pela sociedade, pelo servidor na fundação (mesmo que dependam do cargo), pois se não o fizerem, não terão sua aposentadoria no futuro.

A sociedade brasileira não aceita mais os gestores incompetentes, dissimulados,  falastrões, e que não conhecem Direito Administrativo e sua aplicação no dia a dia em Departamentos de Recursos Humanos

Normalmente esses pseudogestores gostam de:

Status de ter cargo público !

Precisam dos holofotes da mídia !

Sempre com ares de preocupação com as famílias que trabalham na instituição quando entrevistados pela mídia.

Na dúvida dizem que a culpa do não recolhimento é da gestão passada.

Mas, não denunciam os gestores anteriores…

Ou pior, se arvoram com os vereadores que desejam uma CPI para investigação do não repasse da cota patrimonial.

Pior se unem aos gestores do passado, e mantém o mesmo modus operandi.

Nem em “O Predador”-  filme estrelado por Arnold Schwarzenegger, de suspense e ficção científica de 1987, se tem no enredo do filme solução para a incompetência administrativa, ou o dissimulado  gestor de instituições públicas.

Esses gestores se comportam como predadores do dinheiro do servidor e sua futura aposentadoria.

No filme de 1987 o soldado dissimulado era aquele que se escondia dos soldados na mata tropical, pois era soldado predador alienígena.

Mas, nos dias de hoje , o predador de cotas patrimoniais ainda existe, e não é alienígena.

No filme de  Arnold Schwarzenegger o  alienígena era duro na queda, mas foi vencido no final.

Fim dos gestores improbos !

Fim dos predadores de suas parcelas de recolhimento ao INSS.

Moralidade na administração pública !

A sociedade não pode tolerar os predadores de nossas parcelas do INSS !

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 “Os homens devem ser adulados ou destruídos, pois podem vingar-se das ofensas leves,  não das graves; de modo que a ofensa que se faz ao homem deve ser de tal ordem que não se tema a vingança”.

Nicolau Maquiavel

 

Cefaleias Primárias. Seminário. Curso de medicina da Famema

cefaleia morena 10Seminário apresentado pelo acadêmico Vinicius Spazzapan Martins – 4º ano do curso de medicina da Famema em estágio no Ambulatório de Cefaleia- Ambulatório Mário Covas- disciplinas Neurologia e Educação em Ciências da Saúde: Cefaleias Primárias.

É um uma síntese dos principais tipos de cefaleias primárias que acometem à população mundial, e principal  apresentação clínica em consultórios médicos e ambulatórios de neurologia.

O  diagnóstico correto, e a introdução de medicação profilática modifica a história natural  das cefaleias primárias.

O conhecimento das cefaleias primárias pelo médico clínico geral ou médico com especialização em saúde da família não é difícil, e somente as cefaleias secundárias ou cefaleias primárias de difícil tratamento deveriam ser encaminhadas ao neurologista.

O Ambulatório de Cefaleia- Ambulatório Mário Covas recebe encaminhamentos de usuários do SUS do Departamento Regional de Saúde IX do Estado de São Paulo.

Lutemos pela saúde pública com qualidade !

dor de cabeça- mosaico

Médico e advogado. Professor universitário. Um blog de um liberal sem medo de polêmica ou da censura da esquerda “politicamente correta”, que analisa os principais acontecimentos do país com independência, focando em saúde, economia, política e direito. Mora em Marília- Estado de São Paulo.