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Acidente Vascular Encefálico Isquêmico. Seminário. Curso de Medicina da Famema

avc- homem caindoSeminário apresentado pelos acadêmicos de medicina do 4º ano do curso de medicina da Famema no Ambulatório Neurovascular – Ambulatório Mário Covas- disciplinas de Neurologia e Educação em Ciências da Saúde.

Atualmente o AVE ou AVC é a maior causa de mortalidade neurocardiovascular no Brasil, tendo superado as doenças cardíacas isquêmicas devido a maior longevidade da população brasileira.

O ambulatório de neurologia atende encaminhamentos do Departamento Regional de Saúde IX do Estado de São Paulo.

O atendimento do AVC em até 4,5 horas do início dos sintomas reduz drasticamente as sequelas.

Em defesa da Saúde Pública com qualidade !

combate ao avc

Servidores, alunos, e docentes da Fumes e Famar querem José Bitu Moreno como Diretor Geral da Famema

Nos dias 18 e 19 do mês de março aconteceram as eleições para direção geral da Famema.

O professor José Bitu Moreno teve  86 votos de docentes e de 613 funcionários da Fumes (Fundação Municipal de Ensino Superior de Marília).

Detalhe…

Os funcionários da Famar (Fundação de Apoio à Faculdade de Medicina de Marília) não puderam votar nesse processo eleitoral.

Por quê ?

Os atuais gestores devem ter uma explicação para tal situação antidemocrática.

Um estatuto que respinga sangue e exala aroma da ditadura militar.

Docentes – peso 70%

Alunos – peso 15%

Funcionários – peso 15%

Os funcionários da Fumes votaram, mas para cada voto de 1 docente equivale a 7 votos de funcionários.

Uma luta que já tem um vencedor antes de se apurarem os votos.

A Constituição Federal em seu artigo 5º diz:

Art. 5º – Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade (caput).

Então, por que os funcionários da Famar não puderam votar.?

São importantes no trabalho diário, mas não são no momento do processo eleitoral ?

Os alunos votaram em percentual de mais 80% de intenções de votos para o professor Bitu Moreno, mas não foram considerados.

Por quê ?

Estatuto da Famema que afronta a Constituição Federal em seu artigo 3º que aduz:

Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:

I – construir uma sociedade livre, justa e solidária;

Não foi justa a exclusão dos votos dos alunos.

Resultado legitimado politicamente:

Docentes da Fumes:  86 votos;  funcionários da Fumes: 613 votos;  alunos  80% das intenções de votos (votos desconsiderados), e funcionários (docentes e funcionários) da Famar: 90% de intenções de votos (não puderam votar),  para o professor José Bitu Moreno.

Bitu tem legitimidade política para ser o próximo Diretor Geral da Famema.

Que o governador Geraldo Alckmin faça a opção por aquele que a comunidade Famema-Fumes-Famar deseja !

A comunidade Famema quer a homologação de José Bitu Moreno.

A Associação dos  Funcionários da Fundação Municipal de Ensino Superior de Marília enviou carta ao Governador do Estado de São Paulo- Geraldo Alckmin- por intermédio do líder do PSDB- Deputado Pedro Tobias pedindo a nomeação do professor José Bitu Moreno.

Bitu é a melhor opção política para o Complexo Famema-Fumes-Famar !

O Hospital Regional de Assis ficou em 9º lugar em 2010, entre os melhores do Estado de São Paulo, na avaliação feita pelo SUS, que realizou pesquisa ouvindo 158 mil usuários que passaram por internações e exames em 630 estabelecimentos conveniados pelo SUS.

BITU- HOSPITAL DE ASSIS 2

“De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto”.

Rui Barbosa

 

José Bitu Moreno. O melhor candidato à Direção Geral da Famema

Não é de hoje que a Famema passa por graves deficiências administrativa, educacional, assistencial e  pesquisa .

Vivemos em uma uma ilha do Pacífico.

Distante de tudo e de todos.

Isolada da USP, Unicamp e Unesp.

Nenhuma das três universidades quer a Famema em processo de encampação.

Por quê ?

Será que os gestores da Famema pensam que a instituição não precisa de intercâmbio com outras universidades?

É uma hipótese…

Será que as sucessivas administrações pífias, notadamente assistencial, e ultimamente educacional, são do conhecimento de outras universidades, e por isso o afastamento delas ?

É uma hipótese…

Será que o “marketing” criado por falsos gestores de que a Famema é autossustentável, economicamente e politicamente, e não precisa se incluir em outra universidade – USP, Unesp e Unicamp- pois a mesma tem um modelo de ensino – “padrão excelência”-, e  as outras universidades é que precisam da Famema?

É uma hipótese…

Será que a CPI da Fumes-Famar concluída em dezembro de 2012, com evidências de irregularidades administrativas (também investigadas  pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo e pelo Ministério Público) afasta as outras universidades de possível “encampação” da Famema ?

É uma hipótese…

A dívida astronômica na CNPJ da Fumes e CNPJ da Famema inviabiliza qualquer encampação pela Unesp.

É uma hipótese…

Diante desse cenário que se descortina, a candidatura de José Bitu Moreno é  a única capaz de dar respostas rápidas a todos esses questionamentos elencados acima.

É fato que os funcionários da instituição com reposição salarial inferior aos 25% prometidos em 2011, não se estimulam  mais a trabalhar, e por consequência a qualidade da assistência tem caído assustadoramente.

A cidade de Marília precisa voltar a ser um polo de assistência como foi nos anos 1970 e 1980, e ultimamente perdeu  espaço político e na saúde pública para as cidades de Botucatu e São José do Rio Preto.

Os alunos fizeram um grande movimento  reivindicatório em em 2011 por melhorias estudantis – a mídia nacional publicou como no Jornal O Estado de São Paulo, até de carta enviada à ABEM (Associação Brasileira de  Educação Médica), em fevereiro de 2013, pedindo melhorias no ensino da instituição.

Os alunos sugeriram boicote ao Teste Progresso em face do sucateamento do curso de medicina da Famema.

O Portal do Jornalista Luis Nassif também divulgou o movimento reivindicatório dos alunos em 2011  – Paralisação Estudantes de Medicina da Famema.

O marketing da Famema parece não conseguir contra-atacar as avalanches de problemas de gestão, de ensino e de assistência.

Muitos docentes se ligaram ao atual sistema em troca de benesses, gratificações salariais, e alguns “cargos biônicos” para manter o modus operandi dos últimos anos.

Muitos  docentes estão lutando, ainda que muitos perseguidos politicamente pela “Gestapo ou KGB da Famema”, para intimidar os de posição político-ideológica diferente do modelo atual.

Censurar sempre aos opositores !

O Ato Institucional 5 de 1968-  emanado no auge da ditadura militar – ainda tem seguidores infelizmente na nossa instituição.

Truculência e intimidação para quem pensa ou defende ideais diferentes.

Não deveria ser assim em uma faculdade de ensino superior, mas é assim que ocorre nos bastidores pouco iluminados da instituição.

O pluralismo político é combatido a ferro e fogo.

O contraditório foi banido da nossa instituição.

Sindicâncias para intimidar os que tem ideologia contrária.

Em pleno Século XXI, ainda é assim.

Docentes insatisfeitos, alunos entediados, servidores apáticos.

Um cenário inóspito à boa prática médica.

Por tudo isso, Bitu Moreno é a única opção de mudança política:

Novo modelo de gestão.

Novo trato com os pares.

Alunos sendo ensinados, e não encaminhados à biblioteca.

Fim da licenciosidade do atual modelo de gestão com ares de instituição de vanguarda

A hora de lutar por mudanças é agora…

Lutando pela  Famema dos nossos sonhos !

“É melhor morre de pé do que viver de joelhos”.

Franklin Roosevelt

Acidente Vascular Cerebral. Seminário. Curso de Medicina da Famema

avc- logoSeminário apresentado pelos acadêmicos de medicina da Famema – 4º ano – Caio Del’Arco Esper, Carolina Fornaciari Augusto, Daniella Gimenez Caniato, Fabrício Castro Borba, Felipe Eduardo R. X. Silva no Ambulatório Neurovascular- disciplinas Neurologia e Educação em Ciências da Saúde sobre Acidente Vascular Cerebral  (AVC).

O AVE é importante doença clínica que proporciona graves sequelas, e ainda a principal causa de mortalidade vascular no Século XXI,  superando atualmente as doenças cardíacas em vários artigos recentemente publicados em literatura recente.

O uso de trombolítico nas primeiras 4,5 anos de início dos sintomas pode impedir o aparecimento de sequelas  neurológicas, e por consequência reduzirá o número de  benefícios oferecidos pela Seguridade Social (INSS) aos sequelados temporariamente ou permanentemente.

O tratamento das comorbidades – hipertensão arterial, diabetes melito, hipercolesterolemia e  tabagismo são prevalentes na população, e devem ser detectados precocemente para o tratamento adequado dessas condições clíncias, e para prevenção primária ou secundária do AVC.

Em defesa das Unidades de AVC em hospitais públicos !

avc- 1 em 6

Marcio Travaglini é o novo Secretário Municipal de Saúde de Marília

Após  a posse do novo prefeito de Marília, Vinicius Camarinha, o novo Secretário de Saúde de Marília  foi anunciado: Márcio Travaglini Carvalho Pereira.

Formado na Famema.

Será um desafio para o atual Secretário de Saúde de Marília.

Marília conta com 32 USF(s).

Na sessão extraordinária da última legislatura -12-12-2012- com as informações prestadas pelo ex-Secretário de Saúde, Júlio Zorzetto, perguntei ao mesmo, do porquê a cidade de Marília ter somente 32 USF(s).

O mesmo garantiu que já teria projeto para se ter mais 8 USF(s).

A verdade é que a Portaria  648 – Política Nacional de Atenção Básica- prevê uma USF para cada 4000 habitantes, e por isso,  se considerarmos Marília com 230 mil habitantes, o cálculo seria para aproximadamente 58 USF (s).

Marília precisa urgentemente aumentar o número de USF(s), gestão administrativa com qualidade da atuais USF(s), e contratação de médicos com salário justo para o cumprimento da carga horária estipulada pelo edital do concurso (4 ou 8 horas/dia).

Se não houver a  valorização do profissional médico, poderá haver a lamentável prestação de serviço no serviço público.

Paga-se pouco, e o profissional contratado para 4 horas ou 8 horas/dia permanece 1 ou  2 horas no local de trabalho,

Isso já acontece em Marília, com a autorização velada do ex-Secretário de Saúde Júlio Zorzetto, o qual permitia os médicos saírem com 3 horas/dia de serviços prestados, ou menos, para não se aumentar os salários dos profissionais.

Vejamos a herança do ex-Secretário de Saúde Júlio Zorzetto:

As USF(s) estão sem medicamentos.

As ambulâncias estão sucateadas.

Os médicos insatisfeitos com os salários nas UBS(s).

Difícil será a solução para o atual Secretário de Saúde Márcio Travaglini.

Em 30-01-2006, o atual Secretário de Saúde esteve no programa Saúde Marília, no qual conversávamos sobre o tema acupuntura, especialidade médica definida pelo Conselho Federal de Medicina, na qual o atual secretário também exerce com muita  dedicação e qualidade técnico-científica.

Esperamos que não se espelhe no modelo de atenção básica em Cuba, na qual os médicos cubanos ganham aproximadamente 40 dólares/mês, e frequentemente são convidados pelos países bolivarianos  da América Latina para trabalharem e ganharem salários bem mais expressivos que em Cuba.

No Brasil espero que isso não aconteça.

Meus sinceros votos de uma gestão com padrão excelência nos recursos à Saúde Pública de Marília.

Contra o marxismo cultural nas universidades do Brasil

marxismo cultural 2O foco em Educação, Economia, Direito, e Saúde Pública.

Colunas da Constituição de 88.

Como professor universitário tenho que informar à sociedade de Marília, e do Brasil, sobre o que passa aos nossos olhos no dia a dia de cada fato que emerge da sociedade.

Analisar os fatos sob o crivo de todas as correntes sociológicas.

Sem medo de dizer a verdade, ainda que muitas vezes fomos intimidados por falsos professores de ensino, que na verdade só passam no banco para ver o depósito bancário, e falar bem do comunismo e realizar o famigerado marxismo cultural.

Os marxistas culturais pensam primeiro no salário, e depois na qualidade no ensino.

É  a Esquerda Rolex!

Socialista de ideias, e capitalista no dia a dia.

Uma tragédia pedagógica pensar assim, mas é uma realidade presente em faculdades públicas.

O que se observa hoje é que o professor marxista cultural não ensina, não leciona,  não orienta aluno em trabalhos científicos ou de extensão na faculdade, ou ainda, põe o mestrando ou doutorando para dar aulas em seu lugar como disciplina obrigatória da pós-graduação.

Esses professores da esquerda , ou tentam mascarar a verdade dos fatos, ou ainda pior, fingem que  os mesmos estão  acontecendo em outra cidade, outro país, e nada lhes diz respeito em Educação Universitária ou Saúde Pública.

E tentam silenciar quem diz a verdade se o docente tem corrente política de direita.

A praga que corrói a qualidade da educação brasileira é o espontaneísmo e a licenciosidade de docentes universitários da esquerda brasileira.

Na  prática educacional  são defensores  implacáveis do pedagogo comunista Paulo Freire.

Confundem os atos de educar, cuidar, formar e informar com messianismo hipócrita esquerdizante, que nada mais é que um recalque fruto de uma opção profissional improvisada, e que encara lecionar como um bico ou pior: “o que deu para fazer de melhor na vida foi isto”.

Esses professores do modelo marxismo cultural que desejavam ser tudo, menos educador, aparecem de vez em quando na sala de aula para ensinar o óbvio do óbvio, e gastam precioso tempo dos alunos contando-lhes detalhes de sua vida pessoal, e compensam suas frustrações aplicando-lhes avaliações absurdas com conceitos subjetivos.

Satisfatório ou Insatisfatório!

Ausência de leis e anarquia não são bem vindas no cenário educativo, mas as ditadura pedagógica (leia-se “PBL made in Brazil”) em cursos de medicina e outros cursos de saúde] e o marxismo cultural na escola em ensino fundamental e médio estão causando estrago na formação moral e na autoestima dos alunos e dos professores de ideologia política de direita

Os professores  defensores do socialismo  de Cuba, Romênia, Albânia, Rússia não terão morada nas universidades no futuro do Brasil, pois  a ideologia conservadora e pedagogia sem Paulo Freire está retornando aos poucos no nosso país.

A obra do Comunista Antonio Gramsci, mais de três quartos de século após sua morte, continua a exercer influência em intelectuais e políticos, movimentos e partidos, instituições e organizações de esquerda dos mais diversos tipos e concepções.

Gramsci “ensinava que o teatro de operações da revolução comunista não era o campo de batalha, mas o ambiente cultural e que o novo homem, anunciado por Marx, emergiria não do terror revolucionário, mas da transformação das mentes”

Em defesa do Ensino Universitário com qualidade !

Em defesa de Saúde Pública com qualidade !

Fim do Marxismo Cultural!

ANTONIO GRAMSCI

“O Brasil é uma país de lunáticos onde os pacientes assumiram o controle”.

Paulo Francis