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A qualidade do ensino na Famema é questionada pelos alunos do curso de medicina e enfermagem!

Alunos  da faculdade  de medicina de Marília – Famema – reivindicam por melhorias na estrutura da instituição, a qual é hoje desenvolvida no Carmelo, como salas de  aulas, contratação de professores para supervisionar alunos na rede básica, aulas magnas na disciplinas básicas,  e a construção de um restaurante universitário para os alunos do curso de medicina e enfermagem.

O modelo Aprendizagem Baseada em Problemas (ABP), ou PBL (Problem Based Learning)  implantado nos anos 90 na Famema,  entrou em profundo questionamento pelos alunos da instituição, que não têm mais aulas magnas nas disciplinas básicas: anatomia, fisiologia, farmacologia, parasitologia, microbiologia, bioquímica, imunologia e patologia. FAMEMA - MOVIMENTO DESCASO COM A EDUCAÇÃO

Os alunos alegam que  chegam aos ambulatórios de especialidades completamente inseguros, temerosos no atendimento pela falta de conteúdos teóricos na graduação.

É o PBL da Famema associado à metodologia problematizadora .

Alunos insatisfeitos na manifestação nas dependências do Carmelo.

famema- raízesO PBL da Famema segundo relatam os alunos presentes nas dependências do Carmelo provoca uma síndrome dos 3 D: desinformam, dissimulam e desconversam.

Ao final do  ano letivo do 4º ano do curso de medicina, em atividades no ambulatório, alunos relatam que se cansaram de  promessas do “aprender a aprender” e “sucessivas aproximações”.

Segundo os alunos afirmaram,  é que os tais defensores do PBL,  “posam de sabichões de pedagogia, contudo  não são pedagogos, ou não fizeram o curso de pedagogia , e não querem se comprometer em ensinar o aluno”.pbl- logo da famema

Líderes do movimentos estudantil afirmam que há sucateamento do ensino com ares de pedagogia de vanguarda.

Afirmaram os alunos que “dinheiro público não pode ser malversado sob a égide que nosso ensino na Famema é  excelente, pois a realidade é outra”.

famema- pbl em garçaA sociedade paga pesados impostos,  e  espera um ensino de excelência em faculdade pública, e não filosofia de ensino travestida de pedagogia de vanguarda.

O alunos reivindicam  melhorias na instituição depois que a Diretoria da Graduação da Famema publicou e enviou ao DACA (Diretório Acadêmico Christiano Altenfelder)  sua resposta final em relação ao movimento reivindicatório de melhorias na graduação. 

O ensino é questionado na instituição, e os alunos buscam em cursos auxiliares suprir a deficiência de conteúdos temáticos ausentes na Famema: Med Curso e SJT.med curso - 5 estrelas

O blog entende ser legítima a manifestação dos alunos por melhorias no ensino e pelo amadurecimento demonstrado nas reivindicações, e por serem  futuros profissionais de saúde,  merecem respeito primeiramente  como cidadãos brasileiros que almejam um ensino de qualidade.

famema- acervo histórico

“Não devemos transformar a mediocridade em valor de vida”.

Lauro de Oliveira Lima

Alunos não comparecem a reunião agendada pela Diretoria de Graduação da Famema

ausênciaA situação na Famema se agrava, e os alunos desejam  investimento na infraestrutura da faculdade, e contratação de mais professores, e rediscussão do atual modelo de ensino-aprendizagem.

E por fim, não querem mais o estágio na cidade de Garça para o 4º ano do curso de medicina.

O Jornal Correio Mariliense noticiou a ausência da presença dos alunos à reunião com a Diretoria Geral da Famema.

figura - correio mariliense- boicote a reunião

Os alunos aguardam as reivindicações  propostas pelo DACA -Diretório Acadêmico Christiano Altenfelder – para a  discussão do atual modelo  de ensino-aprendizagem do PBL da Famema, o qual transfere toda a responsabilidade do  “aprender a aprender” para os alunos.

Solicitam, outrossim,  rediscussão das avaliações feitas pelos docentes, como inserções de provas, por exemplo, ao longo do bimestre, e  revisão dos conceitos subjetivos de avaliação exarados nos formatos F3, tanto na UPP- Unidade de Prática Profissional (preenchido por médicos da Prefeitura do Município de Marília e Garça] e nas tutorias.

Alunos exigem mudanças e melhorias no atual modelo de ensino !

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Diretório Acadêmico Christiano Altenfelder recebe apoio do Diretório Acadêmico da Unicamp

moção de apoioA Direção Geral da  Faculdade de Medicina de Marília (Famema), após movimento estudantil que foi deflagrado em Assembleia Geral dos Estudantes ocorrida no dia 03 de outubro – movimento idealizado pelo Diretório Acadêmico Christiano  Altenfelder (DACA)- ainda não se manifestou com alguma posição oficial às reivindicações dos alunos.

Os alunos solicitam melhorias, tais como contratação de professores nas cadeiras básicas,  construção de refeitório universitário, construção de salas de aulas e melhora na qualidade do ensino superior, pois os alunos do curso de medicina questionam o atual modelo PBL, sem aulas  e ou laboratórios nas cadeiras básicas: anatomia, histologia, fisiologia, bioquímica, imunologia, microbiologia, farmacologia,  parasitologia e  patologia.

O movimento foi deflagrado no dia 04 de outubro, e após reunião com a Diretoria de Graduação no dia 03 de outubro, houve consenso de se esperar 15 dias para se aguardar as exigências  apontadas na Assembleia Geral do Daca com os alunos da Famema.

O movimento com enorme adesão dos alunos da Faculdade de Medicina de Marília (Famema), foi amplamente divulgado pelo Jornal o Estado de São Paulo.

Em Marília, os alunos fizeram grande manifestação exigindo resolução dos problemas que ocorrem na graduação, tais como rediscutir o  atual modelo de ensino:  o PBL (Problem Based Learning), ou ABP (Aprendizagem Baseada em Problemas).

O PBL, que é na verdade,  mais  uma  modelo pedagógico de ensino, e não o fim em si mesmo, é aplicado na Famema sem o necessário cuidado em se oferecer os conteúdos teóricos mínimos durante o curso de graduação de medicina, e por tal motivo obriga os alunos a procurarem durante a graduação a realização de “cursos preparatórios” como  Med Curso, SJT e outros, se quiserem entrar em Residência Médicas pelo país.

O descaso ao longo dos últimos meses com os alunos da 4º ano do curso de medicina, os quais devem se deslocar a cidade de Garça para realizarem estágio com “professores colaboradores” em USF , provocou muita revolta entre os alunos, embora os alunos tenham solicitado em reunião, acontecida no final do primeiro semestre, que essa situação fosse mudada pela Coordenadoria do Curso de Medicina da Famema.

Final do primeiro semestre, e quase ao final do segundo semestre,  nada mudou na instituição, segundo relatam os alunos, e diante de tais fatos, os alunos lutam por implemento de mudanças já, sob pena de greve  nos próximos dias.

O DACA reivindica que a faculdade de medicina volte a ter aulas magnas com conteúdos teóricos ao longo do curso, e não apenas o modelo pedagógico PBL, e a necessidade de rediscussão dos critérios de avaliação, a qual é feita hoje na instituição por meio de currículo de competência,  e ainda por meio de conceitos satisfatório e ou insatisfatório em conceito subjetivo emitido por docente ou docentes.

As aulas podem e devem ser dadas sim, e desenvolvidas em diversos cenários, tais como, Unidades Básicas de Saúde, em Unidades de Saúde da Família, em laboratórios de ensino, e em ambulatórios de especialidades, com aquisição de conceitos teóricos em atividades práticas para efetividade do aprendizado.

Os alunos relatam que esperam  futura encampação da Famema pela Unesp, Unicamp ou USP, e que almejam o equilíbrio com a utilização de  ferramentas e modelos pedagógico à instituição, mesclando aulas magnas, rediscussão do PBL na instituição, e criação de laboratórios de ensino-apredizagem.

O  DACA recebeu apoio do Diretório Acadêmico da  Faculdade de Medicina da Unicamp – Adolto Lutz  por meio de moção de  apoio ao movimento dos alunos em suas reivindicações que se fazem pertinentes e necessárias na Famema.

Um movimento estudantil jamais visto na Famema.

Alunos querem rediscutir o modelo de ensino:

“O PBL made in Brasil” !

Não ao sucateamento da educação em ensino superior com recursos públicos.

A sociedade brasileira não merece!Em defesa de ensino superior com qualidade  !

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CPI da Fumes reaberta pelo Poder Judiciário

lupaNesse mês de setembro de 2011  há decisão  fundamentada em sentença proveniente de Mandado de Segurança prolatada pela juíza Ângela Martinez Henrinch, cassando a liminar que impedia a  CPI da Fumes (Fundação Municipal de Ensino Superior de Marília), e por isso a mesma foi reaberta.

Assim foi a sentença:

In verbis:

“Assim, considerando que a impetrante (Fumes) não trouxe aos autos a prova da violação a direito líquido e certo que alega ter, a denegação da segurança postulada é medida que se impõe. Posto isso, julgo improcedente o presente mandado de segurança impetrado pela Fundação Municipal de Ensino Superior de Marília, por consequência, casso a liminar 121/123”, proferiu em sentença a juíza Ângela Martinez Heirinch.

A CPI da Fumes criada para investigar os repasses de R$ 240 milhões do orçamento municipal entre os anos de 2006 e 2010 foi reiniciada no dia 14  de setembro de 2011,  após receber parecer do Departamento Jurídico da Câmara confirmando que o Tribunal de Justiça negou recurso da autarquia Famema.

A CPI instalada em maio do ano de 2010 foi suspenso no dia 14 de julho seguinte, quando o juiz substituto Henrique Berlofa Vila Verde expediu liminar em Mandado de Segurança impetrado pela Fumes.

A dívida  gigantesca (FGTS e INSS não recolhidos) inviabilizou  os repasses de dotação orçamentária para a FUMES, e  nesse diapasão há quatro anos os repasses de verbas  públicas para a autarquia Famema  são  transferidos para a  Famar (Fundação de Apoio à Faculdade de Medicina de Marília), que é  uma fundação de direito privado, porém com aspecto sui generis (verbas públicas), criada às pressas para conseguir repasses ao complexo Famema, que inclui além do Hospital das Clínicas I, II e III, Ambulatório Mário Covas, Hemocentro e o  pagamento dos servidores da Famar e Fumes.

A CPI também quer informações sobre a constituição da Famar, fundação privada que hoje administra os recursos para a autaruia de ensino e Hospital das Clínicas de Marília.

Estima-se que a CNPJ Fumes e CNPJ Famema  devam  R$ 500 milhões em passivos de INSS e Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) .

A CPI havia sido trancada a pedido da Diretoria Geral da Famema (Diretor José Augusto Alves Ottaiano), antes mesmo do início das investigações, logo após sua instalação na Câmara Municipalde Marília com a alegação de que a Fumes já é fiscalizada pelo Tribunal de Contas de São Paulo.

Somente a auditoria  realizada pela CPI para se  detectar o que houve nesses últimos anos das Diretorias Gerais da Famema e Fumes,

A CPI será fundamental e necessária, pois, em momento posterior, ao se  discutir a possibilidade de encampação da Famema por uma Universidade – USP, UNESP ou UNICAMP, essa dívida será um empecilho para encampação futura.

Entendo ser necessária a investigação,  pois  toda administração pública já é avaliada anualmente pelo TCE- Tribunal de Contas do Estado (TCE), o  qual apontou irregularidades na Fumes.

Sendo assim foi criada a Famar para se manter os repasses do poder público para a autarquia Famema, pois a insolvência financeira da Fumes a impede de receber verbas da Secretaria de Desenvolvimento Econômico.

É o que assevera a Constituição Federal.

Assim, temos na mesma instituição – Autarquia, lei 8898/94, Fumes que não foi extinta à época da estadualização da Famema em 1994, mas que era para ser extinta, e a Famar criada em 2007 quando o TCE  constatou irregularidades na Fumes.

A CPI é o caminho para se investigar, além do Ministério Público,  por meio de uma Ação Civil Pública, para se  detectar em que momento os repasses ao  INSS não foram feitos, bem como o FGTS não foram depositados nas contas dos servidores.

A administração pública é impessoal, aliada aos conceitos de probidade e moralidade.

Os  docentes ocupantes de cargos públicos, em faculdades e ou unviersidades, são temporários , mas a instituição fica e permanece.

A CPI não é contra a  atual administração, mas sim verificar como está o exercício da administração pública indireta – autarquia, Famar e a Fumes.

CPI será útil e necessária para a saúde pública de Marília.

cpi-dolar “Em política, tal como na moral, é um grande mal não fazer bem, e todo o cidadão inútil deve ser considerado um homem pernicioso”.

Jean Jacques Rousseau

Marcha dos alunos da medicina da Famema pelas ruas de Marília por melhorias no ensino

famema-passeata-2-300x225Na manhã de hoje os alunos da medicina não satisfeitos com a inércia da Coordenadoria do Curso de Medicina, que insiste em manter o “PBL made in Brasil” a todo e qualquer custo, e ainda serem supervisionados por profissionais de saúde da rede básica, que sequer fizeram Residência Médica, mas que agora passaram a ser os “professores colaboradores”, provocou uma marcha pelas ruas da cidade de Marília contra a metodologia implementada na instituição

Vale lembrar que não há aulas de anatomia, fisiologia,  bioquímica, parasitologia, patologia, enfim,  nada de disciplinas das cadeiras básicas.

Um detalhe que não pode passar despercebido é  que há somente uma  professora e anatomia para os 480 alunos da medicina e 160 da enfermagem.

Somente para tirar dúvidas…

Nada de aulas…

Não há aulas práticas de fisiologia, atividades em laboratórios, aulas de patologia macroscópica e estudo de lâminas evidenciando as lesões histológicas que acometem os vários tecidos do corpo.

Como formar alunos de medicina sem disciplinas básicas ?famema-passeata-1-300x225

Movimento legítimo, pois as faculdades que adotaram a aprendizagem baseada em problemas, tais como UEL (Londrina) e PUC (Campinas), adotaram-na após os ciclos básicos na pedagogia tradicional, ou modelo híbrido (PBL + pedagogia de transmissão).

Entendo que fazer um Teste de Progresso, sem ter aulas na instituição, é no mínimo paradoxal, pois os alunos  não receberam tal conhecimento da instituição.

É lógico, então, o movimento  dos alunos…

A USP, UNICAMP, UNESP não adotaram esse modelo de ensino nos cursos de medicina,  e são muito bem conceituadas tanto no Enade [ainda que a USP não faça o Enade] como na avaliação do Guia do Estudante.

Aliás todas 5 estrelas.

E a Famema 3 estrelas.

Os alunos esperam posição da Coordenadoria do Curso de Medicina da Famema.

O maior movimento por lutas nas mudança de pedagogia está ocorrendo na instituição em 2011.

O jornal – O Estado de São Paulo –  assim publicou  a marcha dos alunos !

“São a força e a liberdade que fazem os homens virtuosos.                       A fraqueza e a escravidão nunca fizeram nada além de pessoas más”.

Jean Jacques Rousseau

Acadêmicos do curso de medicina da Famema querem ensino com qualidade !

berbare- zanella e bortolucciApós chegar da cidade de Garça no dia de hoje, em estágio com alunos da 4ª série do curso de medicina da Famema presenciei outra manifestação dos alunos do curso de medicina (foto à esquerda – alunos Sarah Berbare, Luiz D’Elia Zanella e Sarah Bortolucci), no pátio do Carmelo, em face do atual modelo de ensino desenvolvido na instituição, o qual a  instituição afirma ser  centrado no aluno, e não no ensino do professor.

É o “PBL made in Famema”.

O fato é que o PBL (do inglês – Problem Based Learning) não é o diamante da pedagogia, a descoberta – padrão ouro – na revolução do ensino, pois mesmo nos Estados Unidos não deu certo em cursos de medicina.

McGregor, et al. (1995) afirmam que:

“A PBL curriculum generates both student and faculty enthusiasm. Unfortunately, this does not translate into more efficient transmission of knowledge.”

Um estudo canadense mostrou que os centros que adotaram o PBL apresentam mais motivação, mas não melhora em nível de conhecimento. Recomenda-se a combinação do modelo de pedagogia tradicional e o PBL, como sendo mais efetivo  (Chang et al, 1995).

Os “professores colaboradores” que supervisionam nossos alunos de medicina  do 4º ano de medicina, com raras exceções, nem Residência Médica têm, apenas trabalham nas USF, provisoriamente para depois realizarem futuros concursos  públicos como tenho visto.

É surreal…

Anacrônico…

Dadaísmo em excelência.

Os alunos estão insatisfeitos com as tutorias, com os cenários reais- alguns só no papel, como a disciplina de radiologia que nunca existiu, o LPP que, muitas vezes é  “discussão de princípios do PBL” , e nada de discussão dos temas propostos advindos do cenário real.

Os alunos cansaram do ” PBL made in Famema”.

Na democracia a melhor forma de mudar o cenário é protestar e lutar.

O Estado Democrático de Direito nos permite protestar, pois uma instituição pública, custa caro aos brasileiros que despendem pesados impostos para se ter uma educação em nível superior de qualidade.

Termino  afirmando que o movimento é legítimo, pois lutam por uma instituição melhor, correta e sequiosa de mais estrelas.

Nossos alunos são 5 estrelas: 5 estrelas de lutas, 5 estrelas de ética, 5 estrelas de luta pelo direito de excelente educação superior.

Os alunos estão cansados de desembolsarem dinheiro e realizarem cursos como STJ e Med Curso para aquisição de conteúdos temáticos, os quais a Coordenadora do Curso de Medicina  da Famema insiste em não oferecer aos alunos, e insiste em não aceitar qualquer diálogo que possa mudar o panorama de mediocridade desse PBL da Famema.

Os alunos do 4ºano me dizem que as conferências, com raras exceções, são péssimas.

Desatualizadas.

Uma delas durou 10 minutos…

Se os alunos forem bem no Enade…

Parabéns ao Med Curso e SJT…

Participei de uma reunião final do semestre com os alunos do 4ºano, mas não fomos convidados a participar da segunda reunião por orientação do Coordenador 4º ano do Curso de Medicina, e da Coordenadora do Curso de Medicina, que aliás disse na primeira reunião aos alunos,  que eu estive presente com os doutores Daher, Hélio Rezende Paolielo Júnior e Luiz Antonio Athayde Cardoso.

A Coordenadora do Curso de Medicina negou que existam problemas com o curso de medicina e disse a frase antológica “me poupe” de queixas  que não existem na Famema.

Os alunos parecem não ter esquecido a frase agora nessa manifestação nas dependências do Carmelo.

Vamos seguir a metodologia de Confúcio…

Bem melhor que o PBL atual vigente na instituição.

” I hear and I forget. I see and I believe. I do and I undestand”

Confucius…

Leitura obrigatória sobre o PBL ou ABP, pois é uma ferramenta de ensino, e não uma filosofia de ensino:

D. McGregor, T. Arcomano  &  A. Little. (1995). ‘Problem Orientation Is a New Approach to Surgical Education’. American Journal of Surgery. Vol. 170, No. 6, pp. 656–659.

G. Chang, D. Cook, T. Maguire, E. Shakun, W. Yakimets & G. Warnock. (1995). ‘Problem-based Learning: Its Role in Undergraduate Surgical Education’. Canadian Journal of Surgery. Vol. 38, No. 1, pp. 13–21.

Por fim, os alunos da Famema (foto abaixo com o aluno Felipe Eduardo Ramos Xavier da Silva ) consideram o PBL da Famema:

Piada Barata Legalizada !

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