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Famema recebe 4 estrelas em 2012 no curso de medicina no Guia do Estudante da Editora Abril

O Guia do Estudante apontou 4 estrelas para o curso de medicina da Famema.

Em 2011 – 3 estrelas.

Em 2012 – 4 estrelas.

Nesse Guia do estudante, ao contrário do Enade, na minha opinião, muito mais próximo da realidade que a avaliação do Enade, que avalia alunos com poder de resolver testes de múltiplas  escolha.

No Enade, o Med Curso pode ajudar.

Mas, no Guia do Estudante jamais.

Aqui o Med Curso não entra em campo.

Para dar uma mãozinha  e ajudar no Enade.

Aqui nos critérios do Guia do Estudante valem:

Infraestrutura.

Projeto Pedagógico.

Qualificação dos Professores

Hospitais de Ensino.

Bibliotecas equipadas com tecnologia para acesso à informática e abastecidas de livros atualizados.

Laboratórios de Ensino.

Itens mais que necessários para se formar alunos de medicina com qualidade.

A ferramenta  PBL  não basta.

Curso de medicina sem aulas, sem professores, sem laboratórios, professores sem salas de trabalho individuais, ausência de refeitório para alunos e docentes, pesquisa e pós-graduação com notas baixas pela Capes,  não recebe estrelas.

E a nota mínima é 3.

USP (SP e Ribeirão Preto), UNICAMP e UNESP – 5 estrelas em 2011.

Famerp- 4 estrelas em 2011.

Famema – 3 estrelas em 2011.

Essa semana tem sido um marco para a instituição Famema.

No RUF (Ranking Universitário Folha) a Famema não aparece entre os 20 melhores cursos de medicina do Brasil.

No Guia do Estudante  2012-  4 estrelas.

Enfim, os fatos são claros, cristalinos, e transparentes.

O modelo de ensino para o curso de medicina precisa ser repensado.

Por outro lado, como prevíamos, a Enfermagem conseguiu  em 2012 – 4 estrelas.

Em 2011 – 5 estrelas.

Parabéns ao curso de enfermagem !

Mas, houve uma queda de 5 para 4 estrelas.

Fácil entender…

Os alunos de enfermagem aprendem muito mais saúde pública, plano de cuidados, assistência social sendo inseridos precocemente na rede básica de saúde que os alunos da medicina.

Os alunos de medicina precisam de conteúdos  nas disciplinas do curso de medicina.

Sólidos conhecimentos de cadeiras básicas e clínicas.

Inseri-los desde o primeiro ano na rede básica é perda de tempo se supervisionados por professores colaboradores da rede de atenção básica ( professor colaborador e o medico que trabalha na USF e ou UBS, e muitas vezes nem Residência Médica possui).

Dizer que o MEC  obriga o aluno  estar todos os quatro anos na rede básica, em face do que  é emanado das Diretrizes Curriculares do Curso de Medicina é parcialmente verdadeiro.

A faculdade faz a sua grade curricular como quiser.

Lei das Diretrizes e Bases da Educação dá essa liberdade.

Não precisa quatro anos de permanência do aluno na rede básica para se conhecer o SUS.

Dizer que o MEC exige tal  conduta do curso é um grande sofisma.

O MEC pede para o aluno conhecer o SUS.

E não permanecer na rede básica de saúde.

O modelo precisa ser repensado para o curso de medicina.

E  o Diretório Acadêmico Christano Altenfelder depois da avaliação da Folha de São Paulo (RUF) e do Guia do Estudante não lutará por mudanças ?

Ficará calmamente assistindo a tudo, como se isso não repercutisse na formação dos alunos da  medicina ?

Os fatos não podem ser desmentidos, interpretados, e ignorados.

A Famema precisa rever seu modelo de ensino.

As outras faculdades: USP (São Paulo e Ribeirão Preto), Unesp, Unicamp e Famerp foram melhores com o modelo tradicional de ensino em 2011.

Como os ufanistas defensores do “PBL made in Brazil” irão explicar ?

O modelo tradicional tão vilipendiado pelos defensores do PBL saiu-se vitorioso em 2011.

Placar 5 a 1.

Goleada !

Dizer que a avaliação não era bem assim, que essas pesquisas não avaliam nada, é duvidar da inteligência dos alunos e dos professores que discordam do modelo de ensino.

A Famema precisa voltar a ter padrão excelência em ensino.

Uma grande instituição.

Tem potencial para isso.

Os alunos passam…

Os docentes passam..

Mas, o legado de lutas por melhorias permanece nas gerações presentes e futuras.

A hora da luta é agora !

Avante Famema !

Reformas no modelo de gestão administrativa e  pedagógica  urgentes !

Faça a sua reflexão…

Seja honesto com você mesmo.

Está tudo bem com a Famema ?

A luta é de todos os que têm uma história aqui na Famema.

E você  aluno da Famema vai lutar ou ficar inerte diante de tais fatos ?

rui barbosa 2 “Aquele que não conhece a verdade é simplesmente um ignorante,  mas aquele que a conhece e diz que é mentira, este é um criminoso”.

Brecht

Direito de Resposta – Coordenadoria do Curso de Medicina da Famema

direito-de-respostaNo dia 22 de 08 de 2012  publicamos o Direito de Resposta da Coordenadoria do Curso de Medicina da Famema a respeito do artigo publicado nesse blog intitulado no dia  01/03/2012: Quem matou Odete Roitman ? Quem matou o ensino tradicional da Famema ?

O Direito de Resposta é assegurado no nosso ordenamento jurídico e insculpido na Constituição Federal do Brasil- 1988, artigo 5º, inciso V.

Artigos sobre educação médica são extremamente importantes, e apontar várias correntes pedagógicas para melhor compreensão do tema é extremamente salutar, ainda que muitas vezes carregados de posições antagônicas entre os debatedores.

Aqui o Direito de Resposta da Coordenadoria do Curso de Medicina publicado no Jornal da Manhã.

“Não há melhor maneira de exercitar a imaginação do que estudar direito.  Nenhum poeta jamais interpretou a natureza com tanta liberdade quanto um jurista interpreta a verdade”

Jean Giraudox

Tese de doutoramento avaliou cursos de medicina e aponta aprendizagem superficial!

farsaNo Estado Neoliberal na vertente e enfoque da organização  político-organizacional, a educação deve ser de qualidade para quem deseja pagar para tê-la, isto é, o Estado somente tem o dever de oferecer o ensino fundamental.

Começou no mundo nos anos de 1970, e no Brasil chegou com o  ex-presidente Fernando Henrique Cardoso  em 1994.

Neste modelo de governo neoliberal, o ensino médio de qualidade deverá  ser pago pelo cidadão  brasileiro pagar para educar seus filhos, se quiserem qualidade.

No ensino universitário a mesma tendência política já começa a se perfilar em algumas faculdades e universidades.

A excelência no padrão de ensino da  USP, UNESP, UNICAMP, e outras universidades federais custa caro aos cofres dos Estados Federados e da União.

Muitos docentes – mestres, doutores, livre-docente, titulares.

Muito dinheiro para a remuneração desses professores, principalmente quando eram contratados no regime estatutário.

No Estado de São Paulo os últimos concursos públicos nesse regime jurídico foi em 2003, e posteriormente no regime CLT.

Então, a solução encontrada na nova proposta de ensino para minimizar custos tem duas vertentes:

Ensino à Distância  (EAD) e o PBL (Problem Based Learning).

Menos professores presenciais.

No EAD, um professor transmite a aula por internet banda larga (teleconferência), e os alunos assistem.

Custo reduzido.

Outra forma de baratear custo, é adotar o “PBL made in Brazil”  em faculdades no ensino superior.

Sob a égide que a pedagogia de transmissão de conteúdos (ensino modelo tradicional) não é a melhor para o processo ensino-aprendizagem, os pedagogos afirmam que a aprendizagem baseada em problemas (ABP ou do inglês PBL) – casos clínicos propostos para alunos  universitários – ainda que, sem aulas ou seminários,  e sem laboratórios nas disciplinas básicas, é muito superior ao modelo tradicional.

O “facilitador de ensino”, argumentam os ufanistas defensores do “PBL made in Brasil”, não precisa saber os conteúdos temáticos dos casos clínicos.

Basta apenas  conduzir a  sessão tutorial ( se o tutor precisar há o guia tutorial para se socorrer de perguntas  realizadas pelos alunos).

Nada mais!

Se o aluno tiver dúvida, é só apontar para  o caminho da biblioteca, e  quando existem com acervo adequado (número suficiente de livros e atualizados).

Sai de cena o facilitador de ensino ou tutor, e deixa a busca por conteúdos temáticos para os alunos.

Nenhum compromisso do docente de ensinar.

E o docente nem precisa ser qualificado, pois existe nesse  modelo do “PBL  made in Brasil” a figura do “professor colaborador”, sem pós-graduação, e sem Residência Médica.

Nem Residência Médica precisa ter…

Afinal, na lógica do “PBL made in Brazil”, é o “professor colaborador” que ouve as questões de aprendizagem propostas pelos os alunos, ou seja, são os alunos quer sugerem as perguntas e os temas a serem discutidos na próxima sessão tutorial e ou encontro em USF e ou UBS.

Se houver forte pressão dos alunos, há sempre a  aleivosia  pedagógica por parte do docente e ou  “professor colaborador” sugerir a busca por  questionamentos apontando o caminho da biblioteca da faculdade.

Ou nas apostilas do Med Curso…

Nada de ensinar.

Nem laboratório para atividades práticas existem na grade curricular do curso de medicina (anatomia,  histologia, fisiologia, parasitologia, patologia etc.) .

Aulas nem pensar.

Basta o aluno estar inserido no SUS – rede de atenção básica – que está ótimo.

Afinal, seguem a orientação  das Diretrizes Curriculares do Curso de Medicina.

Conhecer o SUS !

A lógica é centrada no aluno.

Se o aluno não for aprovado na graduação: culpa do aluno !

Se entrar em Residências Médicas de renome nacional: mérito do “PBL made in Brazil” implantado dessas faculdades  (lembrando que o SJT  e o Med Curso preparam os alunos durante  dois a três anos,  pagos pelos pais dos alunos para se apropriarem de conteúdos temáticos necessários ao concurso de Residência Médica).

Basta seguir os passos tutoriais, e tudo acaba bem nesse modelo de ensino.

Cada facilitador segue os “passos tutoriais”.

Nesse diapasão, o MEC vai paulatinamente  modificando cursos de medicina com a desídia de diretores  de graduação em nada preocupados  com a qualidade do ensino.

Antes , rendem-se ao novo paradigma pedagógico.

No anos 2000 surgiu o Promed – Projeto de Incentivo a Mudanças Curriculares para os Cursos de Medicina- que injetou  alguns milhões de reais depositados nas contas das faculdades simpatizantes ao método “PBL  made in Brazil”  (cotas de RS 1,2 milhões de reais/ano no período de três anos no período de implantação do PBL, e depois o depósito anual  para as faculdades que permanecem fiéis ao método PBL) para estimularem as mudanças na matriz curricular das mesmas, inserindo precocemente os alunos na rede de atenção básica.

Outrossim, alunos não precisão ter conhecimentos dos últimos 20 séculos.

Antes o mantra : aprender a aprender”.

Esse sofisma basta !

Surreal…

Interessante que quando queremos  e pretendemos algo na vida, contratamos o melhor profissional em conhecimento.

Percebe-se que existirão faculdades de medicina que formem médicos para trabalharem na rede de atenção básica, e outras que formem especialistas.

Haverá dois tipos de médicos.

O discurso do biopsicossocial na formação do aluno, que se instrui sem auxílio do professor(discurso introduzido pelo comunista Paulo Freire em sua obra Pedagogia do Oprimido, o qual  tinha como ídolos Fidel Castro, Stalin, Mao Tsé – Tung, etc).

Um sofisma, que muitas vezes, engana até professores experientes.

Na tese de doutoramento de  Guilherme Souza Cavalcanti Albuquerque, o qual compara o PBL na Faculdade de Medicina da Universidade de Londrina com o modelo tradicional da  Faculdade de Medicina de  Curitiba UFPR, há na conclusão da tese de que o modelo PBL  é inovador, mas a aprendizagem dos alunos é superficial (grifei).

Assim, na conclusão de  sua tese de doutoramento, não qualificou o PBL como ferramenta de ensino/pedagogia a ser implementada em cursos de medicina.

A tese diz tudo que um neófito motivado pelo PBL sabe:

Aprendizagem superficial !

Um estelionato pedagógico !

estelionato “Acreditamos saber que existe uma saída, mas não sabemos onde está. Não havendo ninguém do lado de fora que nos possa indicá-la, devemos procurá-la por nós mesmos. O que o labirinto ensina não é onde está a saída, mas quais são os caminhos que não levam a lugar algum “.

Noberto  Bobbio

Cefaleias Primárias. Seminário. Curso de medicina da Famema

cefaleia morena 10Seminário apresentado pelo acadêmico Vinicius Spazzapan Martins – 4º ano do curso de medicina da Famema em estágio no Ambulatório de Cefaleia- Ambulatório Mário Covas- disciplinas Neurologia e Educação em Ciências da Saúde: Cefaleias Primárias.

É um uma síntese dos principais tipos de cefaleias primárias que acometem à população mundial, e principal  apresentação clínica em consultórios médicos e ambulatórios de neurologia.

O  diagnóstico correto, e a introdução de medicação profilática modifica a história natural  das cefaleias primárias.

O conhecimento das cefaleias primárias pelo médico clínico geral ou médico com especialização em saúde da família não é difícil, e somente as cefaleias secundárias ou cefaleias primárias de difícil tratamento deveriam ser encaminhadas ao neurologista.

O Ambulatório de Cefaleia- Ambulatório Mário Covas recebe encaminhamentos de usuários do SUS do Departamento Regional de Saúde IX do Estado de São Paulo.

Lutemos pela saúde pública com qualidade !

dor de cabeça- mosaico

Dívida milionária da Fumes deverá ser enviada ao Ministério Público Estadual

cpi saude A Comissão Parlamentar de Inquérito, que investiga a utilização de recursos públicos pela Fundação Municipal de Ensino Superior (Fumes) de Marília (SP), levou o caso ao Ministério Público na última quarta-feira, dia 25 do presente mês.

A previsão é que dentro de 15 dias a CPI seja concluída, caso não seja prorrogada.

A dívida ultrapassa os R$ 500 milhões,  analisando CNPJ   Fumes e CNPJ Famema, com passivos trabalhistas e previdenciários.

A intenção é que o Ministério Público do Estado de São Paulo investigue como os recursos destinados à Fundação de Apoio à Faculdade de Medicina de Marília (Famar), a qual recebe dinheiro em substituição a Fumes, já que a  última está impedida de receber recursos do Estado por determinação do Tribunal de Contas do Estado (TCE).

O presidente da CPI, Eduardo Gimenes, afirmou  que o Tribunal de Contas já apontou irregularidades em relação às horas extras, contratos sem licitações, ou tomada de preço.

A CPI da Famema-Fumes-Famar é um verdadeiro triunvirato jurídico, digno de deixar o triunvirato romano Júlio César-Pompeu-Crasso horrorizados com tal situação que se descortina para um passivo tributário elevado..

Enfim,  a Saúde Pública de Marília sofre com as terceirizações realizadas pela Diretoria Geral da Famema com empresas prestadoras de  serviços de Imaginologia, de Oftalmologia,  sem as formalidades legais previstas em licitações de acordo com a Lei 8666/93.

As funções do Estado são sempre  em sua grande maioria  “atividade-fim”, e nunca  “atividade-meio”, e sendo assim terceirizar serviços de saúde em faculdade de medicina pública é antiético, e padece de ilegalidade.

O Estado oferece saúde pública em seu artigo 6º da Constituição Federal (1988) como direito social, em instituições públicas, e o  Estado pode terceirizar, pagando os prestadores de serviços em saúde por um preço justo em situações excepcionais (grifei).

A Saúde Suplementar é importante para o Estado, mas não como substituição à saúde pública em hospitais universitários.

Deve existir sempre, pois o Estado não consegue fazer tudo, mas em iniciativa privada pode se alcançar mais atividades..

O promotor Isauro Pigozzi recebeu parte das oitivas da CPI.

A herança financeira (INSS parte patronal e FGTS não depositados pela Fumes) desses passivos trabalhistas e previdenciários ocorreu por má gestão dos ex-Diretores da Famema, e seus asseclas administrativos.

Famema-Fumes -Famar.

Tal qual o triunvirato romano Júlio César-Pompeu-Crasso, o qual  não terminou harmonicamente na República Romana (509 a.C. – 27 a.C.).

E a CPI do triunvirato jurídico terminará em breve com seu relatório final.

Lutemos pela moralidade, eticidade e transparência na administração  pública !

TRIUNVIRATO“O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons”.

Martin Luther King

A CPI da Fumes procura explicar os repasses de verbas pública para as fundações Fumes e Famar

cpi marronOntem de manhã a Comissão de Vereadores da CPI Fumes ,  tomou o depoimento de Affonso Celso Silva e Mello, assessor técnico da Prefeitura de Marília e perito contábil, o qual prestou informações procurando explicar como os recursos repassados pelo Governo do Estado à Famar (Fundação de Apoio à Faculdade de Medicina de Marília) são posteriormente repassados à Fumes (Fundação  Municipal de Ensino Superior de Marília).

Mello afirmou em seu depoimento, que a Fumes não acatou recomendação do TCE (Tribunal de Contas do Estado), e a orientação da Prefeitura de Marília para que transformasse a contabilidade financeira da fundação municipal com transparência pública em seus atos administrativos.

O assessor Mello, o qual foi presidente da diretoria executiva da Fumes nos anos de 1982 e 1983, disse ainda que “supõe que a parte positiva da gestão  financeira fica com a Famar, e a parte negativa, ou seja, os prejuízos, ficam com  a Fumes”.

Após o depoimento de Mello, os vereadores Eduardo Gimenes (presidente), Júnior da Farmácia (relator) e Wilson Alves Damasceno decidiram que vão solicitar novos documentos à Fumes,  principalmente para esclarecer as viagens feitas por médicos da diretoria, nos anos de 2009 e 2010.

“Consta do levantamento feito pelo perito contábil, Dorival Venciguera, só para citar um exemplo, despesas de mais de R$ 146,7 mil no mês de dezembro de 2010 como ‘viagens’.

“Queremos saber quem viajou e para que finalidade”, destacou o vereador Gimenes.

O pedido  feito pela Comissão da CPI à Diretoria da Fumes exige que seja apresentado o nome, local, período de estada e finalidade das viagens feitas por servidores ou membros da diretoria no final de ano de 2010.

Outro item apontado como  suspeito pelos membros da Comissão da  CPI da Fumes  diz respeito aos exames complementares realizados e pagos pela instituição.

Os exames suspeitos foram encontrados no relatório entregue na quarta-feira da semana passada pelo perito contratado pela comissão, Dorival Venciguera, e analisado pelos membros da comissão.

Para o vereador Damasceno está ficando bastante claro que há fortes indícios de irregularidades na gestão da Fumes.

“Estamos chegando a conclusão de que há muitas irregularidades.  Ao final da CPI podemos propor também a formação de um grupo de trabalho na Assembleia Legislativa, para estudar esse convênio entre o Estado e a Famar,  a qual recebe dinheiro e repassa a Fumes, sendo que antes o dinheiro era transferido diretamente à Famar, afirmou o vereador Damasceno.

Os  vereadores pretendem analisar novos documentos juntados ao processo de investigação para definir uma nova data de reunião da CPI.

Há a possibilidade de convocar outros integrantes da Diretoria da Fumes para que prestem informações sobre a sistemática da administração da instituição.

Após o encontro de ontem, os membros da CPI se reuniram com o dirigente do DRS IX  (Departamento Regional de Saúde do Estado de São Paulo),  Donaldo Cerci da Cunha para entrega e análise dos dados.

O  vereador Gimenes afirmou que se reunirá com os outros membros da comissão hoje para definir a data da próxima reunião, e decidir sobre a entrega do resultado final das investigações.

Entre as discussões está se o relatório será encaminhado para justiça criminal ou civil.

Lutemos pela moralidade da administração pública !

“Se ages contra a justiça e eu te deixo agir, então a injustiça é minha”.
Mahatma Gandhi